~canibaI

canibaI
.aquarian/Iixo
Nome: ;(gi)ovanna!*((
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 23 de Janeiro
Idade: 5
Cadastro:

✧psychotic bitch «


Postado



I'll be the queen

❖ Nome:

Adelaide ❝Adèle❞ Blanche Chermont.
O nome Adelaide, de origem germânica, significa de qualidade nobre, grande importância, honrada. Blanche, sobrenome francês, indica uma pessoa que tem grande respeito pela justiça e se orienta pelo que lhe parece mais honesto. Já Chermont, da mesma origem que Blanche, significa aquela que vasculha montanhas.


❖ Apelido:

Adèle Considera como seu nome, e se apresenta de tal forma. Por achar Adelaide um nome ultrapassado e totalmente fora dos padrões atuais, o detesta e acha inadmissível que a chamem assim. Apenas pessoas superiores ou familiares a chamam com tamanha formalidade.

Addy Para aqueles mais próximos, que se recusam a chamá-la tanto de Adèle quanto Adelaide, Addy é o apelido ideal. Acredita ser infantil, mas não se importa de ser chamada de tal forma. Até mesmo prefere, devido as circunstâncias, achando os outros apelidos sérios demais.


❖ Idade:

Tem vinte anos. Nasceu em 9 de janeiro, pertencendo ao signo Capricórnio.


❖ Aparência:

A mãe natureza foi de fato generosa com tal linda criatura. Todos os apreciantes da mais pura arte se perdem em seus olhos castanhos-esverdeados, que moldam-se perfeitamente no nariz fino e pontudo. As íris grandes, semelhantes a duas bolas de gude, dão destaque para as sobrancelhas grossas e despenteadas. A voz enevoada, boa de se ouvir, iguala-se a de uma sereia com seu sotaque francês carregado. Adelaide em nada condiz com a fragilidade de suas feições. Seu rosto doce e delicado feito porcelana esconde um feroz e sanguinário demônio existente em sua alma. Com lábios avermelhados, carnudos e desejáveis que escondem uma fileira de dentes brancos e alinhados, é de dar inveja a qualquer um. Não se esbanjam dotes como esses em todos os lugares, muito menos quando acompanhados de uma característica tão presente como os suaves traços de Adelaide.
Pode-se afirmar que é uma linda obra dos deuses; as madeixas repicadas, que variam do castanho escuro para o claro. Seus cabelos são ondulados e em raras situações se encontram lisos, mesmo que sejam sedosos e macios. Os fios caem feito cascata pelas costas e possuí um corte abaixo dos seios. A pele sensível possuí uma coloração clara, considerada alva, acompanhada do leve rosado que preenche as maçãs do rosto arredondadas. Seu corpo não é algo almejado, desde que não se encaixa nos padrões da sociedade, distribuído em um metro e sessenta e cinco e cinquenta e quatro quilos. É magra e possui o que muitos apelidam como “barriga chapada”, mesmo que não haja um acumulo de curvas. Os seios pequenos e o quadril mediano delineiam seus inesquecíveis atributos. A bênção de beleza já lhe fora concedida desde o princípio, sem intermeios de negação.


❖ Nacionalidade:

Adelaide possui nacionalidade francesa. Nasceu em Annecy, a capital do departamento francês de Alta Saboia.


❖ Casta:

Reside na casta Três, ocupando-se como assistente de veterinário e com a faculdade de paleontologia.


❖ Personalidade:

Adelaide sempre enfrentou problemas quando o foco do assunto era sua personalidade. Ou melhor dizendo, personalidades. Quando pequena, a morena foi diagnosticada com Transtorno de Personalidade, uma classe de transtorno mental que se caracteriza por padrões de interação interpessoais desviantes da norma padrão. Em seu diagnóstico, os sintomas apresentados a indicaram como alvo do transtorno de personalidade paranoide e borderline. O paranoide, caracterizado por paranoia e por um padrão invasivo de desconfiança, manifestou-se perto dos dezesseis anos. Um pecado personificado, uma tragédia misteriosa, escura e selvagem, com todos os seus horrores frenéticos, catástrofes, devaneios e fins infelizes. Com esse lado, é capaz de transtornar a mente dos mais sábios quando quer. Definindo-a em uma palavra; rancorosa. De forma persistente, tende a interpretar as intenções e ações como ameaçadoras e, em sua cabeça, todos aqueles que tentam se aproximar querem se aproveitar dela com intenções negativas. É extremamente desconfiada, não importa a forma como tente ajuda-la, ela estará sempre questionando e duvidando de sua lealdade. Não confia em ninguém, e nem mesmo familiares ou amigos mais próximos escapam. Mesmo que não haja motivos para tal dúvida de ações, Adelaide ainda assim consegue enxergar o pior lado da situação. Elogios não são aceitos; costuma reagir com extrema precisão quando tentam agrada-la, imaginando que se trata de uma emboscada, e os interpretam como insultos ou palavras debochadas. Não tente, de forma alguma, ofende-la, nem mesmo que seja em tom de brincadeira. Uma vez que as intenções dos outros sejam interpretadas como malévolas, não há volta. As palavras martelaram em sua cabeça como um ciclo vicioso, sempre lembrando-a do que lhe fora dito e a fazendo se remoer com as ofensas má interpretadas. Críticas são como bigornas em sua cabeça. Não sabe aceita-las como algo positivo para melhorar, e sim como pregos furados em sua mão, taxando-a como imperfeita. Tenta ter controle dos relacionamentos, sejam eles amorosos, amigáveis ou familiares, para que assim, evite ser enganada. Não aceita que nem mesmo a hipótese de estar sendo traída passe pela cabeça; caso contrário, faria seu parceiro pagar pelo feito. De sua personalidade, destacam-se características típicas de tais origem, eis um pavio curto e um instinto de observação, como de um detetive, de anotar fatos, amizades, horários. Possui uma certa tendência a distorcer os fatos, interpretando as ações imparciais ou amigáveis dos outros como hostis ou de desprezo. A existência de traços paranoides na personalidade de Adelaide indica que provavelmente a desconfiança e suspeita aos outros são características que interferem no modo de pensar, sentir, e naturalmente de agir. Odeia que lhe digam o quê fazer ou como fazer, a mera ideia de que tentem lhe controlar ou prender já a deixa nervosa e apreensiva. Curiosa e teimosa, se coloca algo na cabeça não há quem consiga tirar. Dona de uma mente brilhante, é audaciosa, e como em um jogo de xadrez, age com pura sabedoria. Apresenta inteligência e estrategismo a nível genial, sempre tendo um ás na manga.
Distúrbio comparável a uma "doença do amor", a personalidade borderline, é o lado qual Adelaide tem mais dificuldade de lidar. Negligente e impulsiva, age antes de pensar e não se importa com as consequências. Totalmente transparente em relação aos pensamentos, os que julgam sinceridade como um defeito, devem se manter bem longe de Adelaide. Nessa personalidade, é intolerante às decepções e frustrações, com pensamento extremista — totalmente bom ou totalmente mau: não conseguem ver lado bom e ruim numa mesma pessoa ou situação —, não conseguindo relacionar-se de maneira saudável com seus familiares e pessoas íntimas, tratando-as frequentemente de maneira estúpida, agressiva ou rebelde. Têm profundos sentimentos de raiva e vazio crônico, e é emocionalmente instável, com surtos de carência afetiva, mostrando-se também controladora e muito ciumenta. A borderline traz um sofrimento enorme tanto para Adelaide quanto para os com quem ela convive. Uma só palavra mal colocada, uma situação inesperada sem relevância ou uma leve frustração pode levá-la a um acesso de raiva e ódio que duram em média poucas horas. É um verdadeiro vulcão pronto a entrar em erupção a qualquer instante, sem avisos prévios e dizimando todos aqueles em seu caminho. Adelaide caracteriza-se especialmente por sofrer de grande instabilidade emocional, desregulação afetiva excessiva e angústia de abandono, que geram comportamentos impulsivos perigosos. Muitas vezes não consegue controlar fortes emoções como a raiva. Sente-se sempre mal amada, rejeitada e ignorada por motivos banais, o que causa um gatilho para agressividade e manipulações. Adelaide é inconstante, como uma bala recém saída de um cano de bala, fazendo estrago por onde passa. Sua personalidade mutável é uma boa parte disso tudo. Hora está sendo completamente azeda, e, com uma simples palavra ou gesto, torna-se explosiva, partindo até mesmo partindo a agressividade. Toda sua variedade acaba tornando-a exagerada. Tudo em si é como um choque elétrico. A menina em si é como uma corrente elétrica a mercê de uma poça d’água pronta para queimar todos que passem. Os sentimentos são expressados de forma sobeja. Transforma uma gota de chuva em uma tremenda tempestade. Interpreta uma cara feia como um chamado para a briga. Aprendeu com a vida que é intolerante a decepções e frustrações. São como um choque em todo o seu ser. Algo inaceitável, no qual ela sabe lidar. Sendo oito ou oitenta, algo feito por ela está perfeito ou demasiado ruim. Usa de tudo e de todos ao seu favor, geralmente na base do improviso. Traiçoeira, sabe fazer jogos e enganar emocionalmente as pessoas, principalmente com suas expressões faciais e modo de falar. Quando apaixona-se por uma pessoa, trata-na como um deus, entretanto, à menor contrariedade ou sinal de rejeição percebida, acredita erroneamente estar sendo ignorada e abandonada, tornando-se irritante, insuportável e passando drasticamente do amor idealizado para o ódio, tratando cruelmente o alvo como um verdadeiro demônio, sendo assim, com notável tendência a terminar relacionamentos de forma raivosa. Adelaide sofre uma condição mental grave e complexa cujos sintomas instáveis e pungentes invadem-a de modo súbito, caótico, avassalador e desenfreado.


❖ História:

Em 1996, na França, Minnie Blanche, sem planos em mente, saiu para se divertir. Num dos bares mais movimentados nas noites de Paris, a jovem, que havia acabado de alcançar a maioridade e saira com alguns amigos, conheceu Paul Wakefield. No começo, o detestou, tendo em vista um desengonçado e atrapalhado adolescente, que mal sabia flertar. Achando graça da situação, Minnie resolveu dá-lo uma chance, apenas por diversão, e se envolveu mais do que o suficiente. Como resultado, centenas de sintomas surgiram, entre eles atraso menstrual, inchaço abdominal e dor nas mamas e, urgentemente, foi a procura de um especialista. A notícia que Minnie carregava uma criança foi imediata, mas a morena não soube o que fazer. Entrou em desespero, já que crescera em uma família rígida e tradicional onde não aceitariam o fato de que teria um bebê sem pai; dariam a criança a um lar de adoção, ou a obrigariam abortar. Em um impulso totalmente rebelde e sem consciência, recolheu o máximo de peças que sua bagagem permitia e a quantia suficiente de dinheiro que a sustentaria pelos próximos seis meses e fugiu. Sem explicações ou avisos, nem mesmo uma simples mensagem, desapareceu do mapa. Fez o possível para descobrir informações sobre Paul, mas nada vinha a calhar; procurou os poucos amigos que o jovem possuía e contatou os outros envolvidos que estavam no bar naquela noite. Sem sucesso, desolada e desabrigada, Minnie fugiu para a casa de uma amiga em Annecy, no sudoeste da França, e lá se abrigou. Por ter cursado medicina, foi fácil para a morena conseguir um emprego que pagasse bem e ajudasse nas despesas. O tempo passou, e nesse meio tempo, Minnie desistiu e apagou o último resquício de esperança que ainda havia de encontrar Paul. Deu-se a chance de encontrar um novo amor que aceitasse a criança qual carregava no útero como sua primogênita. Bradley Chermont, que possuía um consultório, exercendo a profissão de psicólogo, se apaixonou pela morena com a mesma intensidade em que amou o bebê qual ela carregava no útero.
No mês de janeiro, no final do tarde do dia nove, a bolsa de Minnie estourou enquanto atendia um paciente, e as pressas, foi levada para que o parto fosse realizado. Longas e torturantes horas se prosseguiram, de pura dor, mas também felicidade quando o escandaloso choro da criança cessou a tensão que percorria a sala. A infância de Adelaide foi repleta de momentos inesquecíveis. Como quase toda criança vindo de uma família com condições financeiras o suficiente, cresceu aos mimos, e já se era de esperar que se tornasse alguém difícil de conviver. Por Minnie ser um tanto quanto rígida, sempre exigiu o melhor vindo da filha, e nenhum deslize se quer era aceito. Caso contrário, era punida, assim dizendo, a mãe trancava-a no porão como horas de castigo e a agredia. Quando o nascimento de Jonathan acontecera, o irmão mais novo, dessa vez fruto de Bradley e Minnie, a situação só piorara. Sentindo-se rejeitada e abandonada pela mãe, e crescendo apenas com o amor do pai, que defendia e apoiava as decisões de Adelaide, mas nem sempre impedia a mãe de puni-la. Tudo isso acarretou que a morena sofresse graves e sérias alterações na personalidade. Perto dos dezesseis anos, apresentava sinais que indicavam mudanças em seu jeito de agir, pensar e ser. Suas emoções se abalavam com mais facilidade, e instantaneamente, se transformava em algo semelhante a paranoia, desconfiando de todas as ações, sejam referindo-se a ela ou não. Tal transtorno afastou todos aqueles que gostavam e eram próximos dela, o que mais tarde Adelaide descobriu estar sofrendo de transtorno de personalidade, elas sendo paranoide e borderline. Ambas foram acarretadas devido ao sentimento de rejeição, abandono e agressão frequente feito por Minnie, que nem se quer apresentava remorso nas ações feitas. Ao longo dos meses, tornou-se alguém difícil de se conviver, até mesmo para os pais ou amigos, que se distanciaram de Adelaide o mais rápido possível quando descobriram do que a morena sofria. A mãe, extremamente abalada e controladora com os problemas da filha, não admitia que a mesma saísse de casa até que o transtorno mental fosse controlado, e exigia, sempre, que todos os tratamentos fossem feitos, com esperança de que, algum dia, ela voltasse a ser o que era antes.
Cega e com raiva o suficiente para não enxergar que a causadora do problema era si mesma, Minnie descarregava os problemas em Adelaide, dizendo que o motivo daquela mudança fora causada por sua irresponsabilidade. A mulher a proibia de frequentar a escola e não deixava que ninguém se aproximasse da filha além dos próprios familiares, alegando que tal ato era para o bem de todos. A personalidade controladora e exigente da mãe sobre Adelaide, mesmo sabendo dos problemas que a mesma enfrentava, só fez com que todo o comportamento piorasse. Minnie fez com que a morena chegasse ao estopim, e a filha teve um ataque de raiva, com os pensamentos tão fora de ordem que a adolescente destruíra tudo que encontrava no caminho. Seu quarto, no qual estava trancada, se assimilava a um furacão; móveis destruídos, parede quebrada, janelas aos pedaços e roupas espalhadas. Bradley achou que o melhor fosse internar a filha para que controlasse o comportamento agressivo e desconfiado. Durante três semanas, Adelaide passou internada em um dos melhores hospitais psiquiátricos da região. Recebeu dos melhores tratamentos e até mesmo passou por uma psicoterapia para que restaurasse a saúde mental por completo — não que uma cura fosse possível, mas estaria sob controle dos remédios. Quando os médicos lhe deram alta e Minnie pensou que fosse a hora certa para a filha voltar, a trouxe para casa. Fez com que a morena tomasse todos os remédios e cumprisse qualquer ordem dos médicos, sem deixar nada passar em claro. A tratou como uma criança necessitada de cuidados, e demorou meses para que sua confiança fosse depositada novamente. Adelaide não concordou nada, mas detestava a ideia de ter que voltar a clínica, então se comportou bem. Sua mãe a permitiu que trabalhasse como assistente de um veterinário perto do apartamento para qual se mudaram depois do surto, e até mesmo a permitiu iniciar a faculdade de panteologia. Pelo jornal do G-6, descobriu quem era o príncipe Christopher Samiotou, e fora assim que sua obsessão por ele começou.


❖ Por que se inscreveu na Seleção?

Devido o transtorno de personalidade borderline, Adelaide ficou obsessiva com o príncipe da Grécia, Christopher Samiotou. Qualquer passo da vida do moreno era vigiado por ela, que tremeluzia de raiva cada vez em que ele era estampado nas capas de revistas de fofoca com uma nova garota. Quando surgiu a Seleção, Adelaide viu nela a inacreditável chance de se aproximar de Christopher e realizar o tão almejado sonho de tê-lo, somente dela.


❖ Família:

Bradley Chermont — Quarenta e um anos, casta Três, psiquiatra, padrasto.
[Hugh Dancy.]
O padrasto, definitivamente, é a pessoa mais próxima de Adelaide. Em momentos de estresse e pressão, desabafa com Bradley, sabendo que pode confiar no mesmo e que receberá dos mais sábios conselhos. Os dois estão sempre rindo, discutindo sobre os mais variados assuntos e brincando o tempo todo.


Minnie Blanche — Quarenta anos, casta Três, médica, mãe.
[Emmy Rossum.]
Diferente do pai, Minnie e a filha não possuem um relacionamento tão estável. Por exigir muito e sempre o melhor de Adelaide, acaba sobrecarregando a mais nova e limitando o assunto entre as duas, já que acabam envolvendo algo na qual Minnie quer que a filha se esforce. Além disso, possuem opiniões diferentes e nunca conseguem se entreter devido à seriedade que a mais velha possui.


Jonathan Blanche Chermont — Nove anos, casta Três, estudante, meio-irmão mais novo.
[Jacob Tremblay.]
Jonathan e Adelaide, assim como todos os irmãos, brigam, mas não com muita frequência. É raro ver os dois se desentenderem, e quando acontece, não dura por muito tempo. A morena é extremamente apegada ao irmão e faz do impossível apenas para vê-lo feliz. O mais importante é que Jonathan esteja a salvo, não importa o quão drástica a medida seja.


❖ Manias, Fobias e Medos:

[M]

1. Rir de coisas inapropriadas; em momentos sérios ou indevidos, Adelaide acaba sendo inconveniente, deixando que a gargalhada escape.

2. Enrolar os dedos indicadores uns nos outros e morder o lábio quando está apreensiva.

3. Mexer no cabelo e olhar para o chão ao ficar sem graça, sem conseguir encarar alguém.

4. Quando ouve algo estranho, nojento ou absurdo, franze o cenho ou faz uma careta.


[F]

Acrofobia — medo de altura;
Anuptafobia — medo de ficar solteira;
Autofobia — medo de ficar sozinho, da solidão;
Brontofobia — medo de trovões e relâmpagos.


[M]

Bonecas, ser traída, aranhas e répteis.


❖ Qualidades e Defeitos:

[Q]

Amorosa. Carinhosa. Dedicada. Inteligente. Esperta. Leal. Sincera.


[D]

Desconfiança em excesso. Drama. Rancorosa. Controladora. Ciumenta.


❖ Gostos e Desgostos:

[G]

Animais domésticos. Amor. Comida. Doces. Séries. Filmes. Livros. Tudo que envolva romance. Desenho animado. Jogos. Torta. Geografia. Física. Química. Dormir. Observar as estrelas.


[D]

Legumes e verduras. Frieza. Violência. Grosseria. Minnie (sua mãe). Répteis. Ficar doente. Pop. Sentir ciúmes. Que tentem mandar nela. Estar descuidada.


❖ Hobbies:

1. Escrever. Como uma forma de expressar seus sentimentos e descontar os ataques de fúria, escreve poemas e poesias, parte dele agressivos e repletos de palavras chulas, numa tentativa falha de se acalmar.


❖ Talento:

1. Dançar. No início, não possuía dom algum quando o assunto era música. Com muita prática, ao longo dos anos, desenvolveu uma incrível habilidade para qualquer estilo. Sabia dos mais simples aos mais difíceis de se domar.

2. Cozinhar. Adelaide é como uma chefe gastronômica. Domina a arte da cozinha e os ingredientes pertencentes, sempre desfrutando das mais extraordinárias ideias que aprende nos livros de receita.


❖ Príncipe, coroa ou outro?

Príncipe.


❖ Príncipe escolhido:

Príncipe Christopher Samiotou.


❖ Relação com:

∴ Reis:

Sente urgência em demonstrar sua força e agilidade em fazer decisões certas. Acima de tudo, constrói um muralha ao redor de si mesma para que nenhum deles a consiga ler e transparece seriedade. Algumas vezes, deixa a sinceridade falar mais alto, mas nada que pareça absurdo.


∴ Rainhas:

Porta-se feito uma dama. Palavras bem colocadas, e um vocabulário expansivo. Em sua delicadeza, age como porcelana, forçando o lado mais gentil que há. Expõe suas opiniões de modo admirável e contemplante e demonstra o lado do perfeito exemplo para uma rainha.


∴ Príncipe escolhido:

É obcecada por Christopher e segue cada passo dele. Nenhum ato do príncipe passa em branco por Adelaide, e ao decorrer da Seleção, a obsessão da morena piorara. Diferente do esperado, o herdeiro da Grécia só piorou o transtorno caótico no qual ela se encontra. Adelaide faria de tudo por ele e o trata feito um deus, mesmo sabndo que não receberá nada de volta.


∴ Outros príncipes:
• Noah Heckmann:

Devido aos boatos de que o príncipe da Alemanha sofre de psicopatia, Adelaide tentaria manter a maior distância possível, com medo de que ele talvez piorasse a doença avassaladora na qual ela sofre. Não falaria uma palavra sequer, a menos que ele dirigisse a palavra à ela — algo improvável de se acontecer devido ao antissocialismo do mesmo, e caso dissesse, a morena o ignoraria ou sairia.


• Bernard Seydoux:

Bernard se assemelha na categoria de "melhor amigo" para Adelaide. De forma alguma pioraria o estado da morena, ou tentaria alimentar a doença da mesma. De certa forma, seria um relacionamento platônico, e um ótimo companheiro. Por ele não ser como os outros ou tentar algo com ela — o que a fez até mesmo pensar que ele era gay, não se incomoda com a presença dele e prefere Bernard aos outros.


• Markus Santini:

Caso o loiro tentasse flertar com ela, quatro das três palavras que sairiam da boca de Adelaide o mandariam ir para o inferno. Não suportaria a presença de Markus, e rejeitaria qualquer plano que o envolvesse. Não trocaria palavras, ao menos que fossem necessárias. Talvez, por ser um tanto quanto cínico, passando a mídia uma imagem de bom samaritano, despertou o ódio existente na morena.


• Tomás Castellanos:

Mesmo sendo o melhor amigo de Christopher, Adelaide não o iria querer por perto. Caso Tomás tentasse flertar com ela, simplesmente surtaria e o afastaria de imediato. Só aceitaria insinuações vindo do príncipe pelo qual se candidatou, e exigiria respeito acima de tudo. É sarcástica ao extremo quando se trata do mesmo e muda seu humor quando o foco da conversa é ele.


• Richard Andersen:

Não há muita diferença entre Richard e Bernard para ela. Por ser o tipo de pessoa que apanharia e não reagiria, é essencial para Adelaide quando ela estivesse em um surto. Apesar da seriedade do moreno a irritar, aos poucos, se acostumou com a posição adulta do mesmo. Mesmo preferindo não trocar nenhuma palavra com qualquer um dos príncipes que não seja Christopher, ele seria o primeiro a quem ela recorreria caso estivesse tendo uma crise.


∴ Guardas:

Não possui aproximação com os demais. É breve, falando apenas o necessário, e é educada até mesmo em situações extremas. Trata-os com igualdade, como se não houvesse diferença entre a realeza e os membros da guarda real.


∴ Outras candidatas:

Exceto as que não estejam concorrendo com ela por Christopher, não há nada contra. Acima de tudo, tenta não fazer inimizades, mas caso forcem a barra ou tentem algo de más intenções, Adelaide não medirá esforços em destruí-las. Cumpre com a junção do tratamento, sendo assim, caso a tratarem bem, o tal será recebido da mesma forma.


∴ Jornalistas:

Sempre exibindo sorrisos, demonstra simpatia e mesmo com perguntas absurdas, não deixa a educação lhe faltar. Detesta que façam perguntas evasivas demais sobre sua vida, e por medo de descobrirem sobre seu transtorno mental, é o mais direta possível. Não permite que enxerguem seus pontos fracos e aparenta estar feliz o tempo todo, sem que pareça algo forçado.


❖ Criadas:

Leah Wheeler, vinte e seis anos — Cuida do cabelo, maquiagem e roupas.
[Ashley Benson.]
São como melhores amigas. Sem a presença do pai ou algum familiar, Adelaide acaba recorrendo à Leah, ciente de que pode depositar toda sua confiança nela. Desde que a morena entrara na Seleção, as duas eram inseparáveis. É sociável, extrovertida e engraçada.


Alison Preston, trinta anos — Organiza os horários e mantém o quarto e os pertences em ordem.
[Amanda Seyfried.]
Apesar de não ser muito próxima de Sara e só procurá-la em assuntos profissionais e importantes, ambas se dão bem. Muitas vezes, quando Leah está ausente, discutem sobre moda e o desempenho das concorrentes. É sincera, realista e antissocial.


❖ O que acha da Seleção?

Por sua obsessão com Christopher, pensa que a Seleção fora algum tipo de benção caída do céu. Ao mesmo tempo em que pensa que o príncipe precisa se apaixonar por conta própria, acha uma ocasião um tanto quanto proporcional por seu amor ao herdeiro da Grécia.


❖ Como reagiria a um ataque rebelde?

Pateticamente, correria para ajudar Christopher, e apenas ele. No momento da confusão, tentaria tirá-lo do ataque e procuraria um lugar a salvo. Caso não o achasse, seguiria as outras candidatas ou iria por conta própria para longe. Se a confusão já estivesse armada, se misturaria com os rebeldes.


❖ Prejudicaria alguma outra selecionada para seu benefício?

Sim.


❖ Sua personagem já namorou antes? É virgem?

Não. Sim.


❖ Bebe coisas alcoólicas? Se sim, apenas socialmente? Ao ponto de ficar bêbada?

Sim. Sim. Não.


❖ Duas músicas que definem a relação com o par:

Animals — Maroon 5;
Pacify Her — Melanie Martinez;
Jealousy — Marina And The Diamonds.


❖ Objeto especial?

Um colar de prata em formato de rosa qual ganhou do irmão no aniversário de quinze anos. É algo que ela sempre mantém por perto, como se estivesse levando um pedaço de Jonathan consigo.


❖ Roupas:

O estilo de Adelaide é um tanto quanto exótico. Em sua maioria, prefere usar blusas de manga cumprida, e dispensa a presença de qualquer tipo de calças. Algo que não pode ser encontrado em seu guarda-roupa, a menos que seja para ocasiões especiais, são vestidos e saias. Seu estilo envolve jaquetas de couro, shorts jeans e blusas comuns, algumas regatas e outras xadrezes, mas sempre acompanhada de botas com cano alto.


❖ Algo a mais?

Ninguém sabe sobre seu transtorno além dos próprios pais, quais fizeram questão de esconder sobre a doença da morena e fraudar laudos sobre uma perfeita saúde mental para que fosse aceita na Seleção.


Gostou da Jornal? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...