~annedechantrain

Nome: Lilith
Sexo: Indisponivel
Localização: Indisponivel
Aniversário: Indisponivel
Cadastro:

Ficha: Reverse

Postado

MAD AS A HATTER




Nome completo: Dorothy de Chantraine.
Apelido (s): Chantraine ou "Oz".
Idade e aniversário: 20 anos. Nascida em 9 de novembro.
Acredita em signo? Se sim, qual seria o seu? Não crê que descrições generalizadas possam descrevê-la, característica típica de uma escorpiana.
Aparência:



80cm formam uma cascata de coloração dourada -semelhante ao loiro- rente à cabeça de Dorothy. A textura dos finos fios de cabelo alteram-se conforme a lavagem do mesmo, mas geralmente, encontram-se lisos na raiz e encaracolado nas pontas. É costume prender as mechas frontais em tranças, prendendo-as e deixando o cabelo restante solto.
O formato de seu rosto é oval, contendo maçãs-do-rosto aparentes mesmo sem expressões faciais. Os seus pequenos olhos castanhos são abrigados por finas e arqueadas sobrancelhas, enquanto o nariz levemente grande contrapõe-se sob os lábios médios.
O seu corpo pálido e magro é um espetáculo de ossos proeminentes, contendo o busto e quadril de 89 centímetros e a cintura de 56. A estatura baixa é mascarada pela finura de suas pernas e tornozelos e seus pés são minúsculos.
Altura e peso: 150cm. 45kg.
Trajes:




História:
O pôr do sol esparramava os raios solares pela vastidão do céu e incomodava as frágeis retinas da criança que fiava o tecido cor-de-pêssego. O primórdio empunhava que seus habitantes possuíssem poderes aquisitivos enquanto os desafortunados contentavam-se em desgastar-se em troca de poucos tostões para o pão, dentre esses miseráveis e infelizes trabalhadores, encontrava-se Anne de Chantraine. A garota de olhos marítimos completava sua décima sétima primavera quando contrataram-a como fiandeira pessoal da enigmática e poderosa família DuBarry, constituída por Joseph e Clementine. Em troca de seus serviços confeccionando os luxuosos vestidos, Chantraine ganharia alguns tostões e moradia permanente na residência dos mesmos. A hipótese em forma de devaneio de domiciliar-se em um lar de grande porte e compartilhar uma experiência familiar ateou uma chama ao lado esquerdo do peito da inocente miúda.



Os montículos de poeira fixados nas escuras paredes do sótão mantinham-se contrapostos aos demasiados tecidos, linhas e máquinas da pequena recém proprietária do local. Sibilado ao lado esquerdo de sua máquina de fiar, uma janela de barras de chumbo cor-de-ferrugem proporcionava-a uma visão mínima das verdes montanhas da aldeia e o diário ciclo solar.
Dias e mais dias passaram-se e Anne mantinha-se enclausurada em seu dormitório, alimentando-se apenas de batatas amassadas durante a confecção das vestimentas para seus patrões. Cotidianamente, o Sr. DuBarry adentrava seu humilde aposento e papeava sobre assuntos fúteis e superficiais, como as árvores derrubadas por os Pickfords e as profanações da filha caçula da família Corey. O inverno evidenciou-se com potentes rajas de vento pelo horário noturno, o vento assobiava por entre os galhos e bagunçava o cabelo da garota que farta daquela ventania, levantou-se de sua poltrona e marchou em direção a janela, conduzindo as cortinas avermelhadas ao centro e juntando-as com alguns grampos de cabelo. O ranger das dobradiças da pesada porta de madeira ecoou pelo pequeno sítio, fazendo-a sobressaltar-se e analisar a figura que trancava a porta e caminhava em sua direção.
Em um ímpeto, Joseph DuBarry envolveu um grosso pedaço de pano mofado sob os lábios da miúda e empurrou-a contra parede. As suas mãos ásperas arrastavam-se pelo corpo frágil da menina, elevando o tecido de seu vestido e em movimentos bruscos e asquerosos, molestou-a enquanto denotava sua superioridade rente ao ouvido da criança assustada que debruçava-se em lágrimas.
Ciente de que em uma época primitiva e rigorosa como a que vivia, denunciar uma imponente figura como a de Joseph seria inútil e humilhante, Chantraine reprimiu-se e prosseguiu com seus deveres na residência DuBarry por um longo tempo. Afinal, não havia um lar ou alguém esperando-a. Porém, o mal aguardava-a. Constatando mudanças em toda sua extensão corporal, o coração de Anne espremeu-se e sorrateiramente, vagou em direção ao chalé de uma velha médica regional.
A notícia da gestação da miúda Anne de Chantraine espalhou-se e abismou a população. Olhares maldosos, narizes torcidos e cochichos maléficos tornaram-se rotineiros e a depressão acolhia aquela vítima em seus braços. Clementine mantinha-se aparentemente indiferente em relação a sua hóspede e subordinada, enquanto seu interior corroía-se de curiosidade em relação a origem do pai daquele feto bastardo. O período da gravidez arrastava-se em borrões e a proprietária da residência onde Anne habitava escondia suas pecaminosas intenções em uma máscara de conforto e solidariedade, comprando maçãs e brócolis para a grávida.
O fim do oitavo mês chegou em meio a confecção de um vestido azulado para a madame DuBarry, as contrações atingiram o ventre de Anne e indicaram-a o nascimento de sua primogênita. A única parteira da região, uma senhora de cabelos loiros e olhos esverdeados, repugnando-se em realizar o parto de uma cortesã, demorou-se em atender aos pedidos de Clementine quando acionada para suas tarefas e utilizou toalhas imundas para o procedimento.
Joseph debruçava-se sob sua poltrona enquanto fitava as expressões dolorosas da menina que contorcia-se em dor. Os minutos se passavam-se lentamente e o tilintar do relógio explodia a cabeça de Anne, emocional e corporalmente cansada, a menina rugiu com toda força proeminente em sua garganta e destrambelhou-se no chão ao ouvir o choro esganiçado da pequena criatura que acabará de sair de seu útero. Com os braços esticados, reivindicou abraçar a sua prole e concluiu essa ação ao mesmo tempo em que Clementine alterava seu olhar desconfiado entre os fios dourados da criança recém-nascida e os de seu marido. Em movimentos lentos e preguiçosos, a pequena menininha abriu seus pequenos e observou o vácuo pela primeira vez, com suas adoráveis órbitas castanhas. Castanhas iguais as de Joseph.
Franzindo o cenho e inflando as narinas, a madame DuBarry não proliferou nenhuma palavra sequer enquanto marchou em direção a saída de sua casa e em um estrondo, a porta colidiu-se contra à parede e a saída da mulher de cabelos loiros foi anunciada. Os saltos finos incomodavam e dificultavam a locomoção da mulher que serrava seus punhos em movimentos constantes, mas a mesma não se colocou em descanso até alcançar a paróquia local e destilar suas maldades para o padre.
Clementine afirmou que Anne de Chantraine era obcecada por seu marido desde o início de seus serviços e que em uma atitude desmedida e desesperada, utilizou rituais de feitiçaria para invocar a figura do demônio, cuja qual obteve relações sexuais com ela e engravidou-a com a condição de a criança ser semelhante a Joseph. O padre, perplexo, ordenou que seus súditos unissem-se para avisar o vilarejo sobre as ações de bruxaria daquela mulher e queimá-la na fogueira.
Anne balançava a pequena criança em seus finos braços até o alvoroço daquela multidão que encontrava-se na rua incomodá-la. Apoiando-se sob uma mão contra à janela, o fogo fulminante e os rugidos raivosos daqueles que marchavam furiosamente em sua direção provocou-lhe um desconforto ao lado esquerdo de seu peito. O vento assobiante preencheu os seus ouvidos e como em um presságio, o amargo sabor da morte alastrou-se sob a boca da criança corrompida.
Em movimentos rápidos, acobertou a pequena criatura em seus braços com um cobertor lilás e a pôs em uma cesta de pão ao lado de uma caneta e um papel. Descendendo a escadaria com todo fervor, Anne arrebentou as dobradiças da porta dos fundos daquela moradia imunda e pôs-se a correr.
A saída da residência DuBarry encontrava-se de fronte à uma floresta de árvores com grandes dimensões e pedregulhos pontiagudos pela terra lamacenta. O som das vozes raivosas que berravam ofensas para a criança corrompida impulsionava-a à correr em alta velocidade mesmo que seus pés clamassem por um descanso. Os galhos secos colidiam-se contra o seu rosto e as pedras cortavam-lhe os pés, mas a única que a fez parar foi avistar uma profunda toca em baixo de alguns arbustos esverdeados.
Esgueirando-se para não ser notada, Anne escondeu-se naquela toca e colocando sua prole em uma superfície inferior a que ela estava, pôs-se a escrever uma carta para aquela que estava ao seu lado. Uma carta que lhe contaria sobre sua família e sua história, caso não sobrevivesse para contá-la.
Ao fim de sua escrita, colocou-a sob a cesta de sua filha e encolheu-se, assustada. O som dos galhos quebrando-se e das folhas sendo esmagadas atingiram seus ouvidos e em um movimento rápido, os arbustos que escondiam aquela toca foram arremessados ao chão e tochas de fogo colocadas sob os olhos de Anne.



Arrastando-a pelos cabelos, o corpo frágil da criança violentada fora amarrado no tronco de uma árvore e queimado por aqueles cuja qual chamou-os de amigos. Em seus últimos momentos, lágrimas encharcavam o seu rosto pela dor de um futuro que ela nunca irá usufruir.
A criança remexia-se incansavelmente sob a frágil cesta de pão e deslizando, colidiu-se com o solo do País das Maravilhas. Russell, um dos mais fieis soldados da Rainha Vermelha, encontrou o frágil bebê recém-nascido com a carta de sua mãe e tomou para si a responsabilidade de cuidá-la, batizando-a de Dorothy de Chantraine.
A garota nasceu entre as paredes exuberantes do castelo de Amber, costurando peças de roupa, aprendendo lições com Russell, correndo pelos corredores e jogando críquete com a Rainha Vermelha. Desde de sua infância ostentando uma personalidade quieta, misteriosa e reservada, não socializava com as outras crianças que perambulavam pelo reino e o seu único passatempo era costurar os mais variados tipos de vestimenta.
A adolescência chegou e com ela, o seu conhecimento sobre sua real história, após uma longa conversa com o seu 'pai'. Indignada com o destino que sua mãe teve, designou-se para missão de ir até o outro mundo e vingar a morte de sua mãe de uma maneira memorável.

Personalidade:



O mistério é uma maré turbulenta que engole por inteiro o corpo de Dorothy. Palavras são insuficientes para atribui-las sobre um caráter tão enigmático e grosseiramente adorável.
A aparência é um circo de indícios para rotulá-la como doce, vaidosa, ambiciosa e estúpida. A carcaça é a isca responsável por inúmeras decepções e surpresas. A personalidade de Dorothy de Chantraine enquadra-se em diversos setores das "16 personalidades". É uma garota com um poderoso poder intuitivo e em termos de intuição durante suas batalhas, costuma seguir fielmente seus instintos. O seu raciocínio lógico, rápido e astuto é capaz de livrá-la instantaneamente de situações de alto risco. Imprevisível, não há certezas sobre suas ações além de que serão incontestavelmente impactantes e embora aparente ser impulsiva, uma extensa linha de hipóteses e riscos é traçada em sua mente antes de qualquer ação. Empática, é capaz de colocar-se em situações alheias e compreender os mais confusos sentimentos e está sempre disposta a proferir bons conselhos, embora permaneça mascarando-se sob uma personagem manipuladora e fria, como se suas palavras fossem sarcásticas. Reservada - introspectiva -, demasiadamente quieta e observadora, é limitada em demonstrações sentimentais e é perita em atuação. Rancorosa, desconfiada, corajosa e extremamente supersticiosa, a aparência de uma garota frágil esconde uma menina que será capaz de afundar em culpa em pro de alcançar seu objetivo de ir ao mundo real e vingar a morte de sua mãe. Você é incapaz de discernir sua bondade, se ela é Rainha Branca ou Rainha de Copas. O seu coração é um caldeirão borbulhante que ela está determinada em destruir se for necessário.

Qualidades: Corajosa, empática e com raciocínio lógico.
Defeitos: Desconfiada, mantêm-se em uma máscara indiferente, rancorosa.
Frase ou trecho que descreva seu personagem:



Vícios/Manias: Rodopiar um esqueiro em sua mão, ler livros, artigos e notícias referentes ao mundo humano, gesticular em movimentos de fiação quando está prestes a matar alguém.
Costuma tomar chá? Com qual frequência e geralmente em qual horário? Sim, chás de ervas sibiladas nos arredores do Reino Branco são os seus preferidos, mas somente bebe o líquido quando seu Capturandam colhe.

Fobias/Medos: O seu único medo é de não conseguir ir ao mundo humano.
Você era do bem antes da travessia? Se sim, qual mania estranha adquiriu após isso? É impossível descrever Dorothy como má ou boa. Em um minuto, ela está aconselhando-te a seguir seus sonhos e no outro, está os destruindo. Classificando-a como neutra, sua habilidade com costura começou a ser praticada nos lábios de suas vítimas.
Você se considera uma pessoa insana? Explique. Dorothy esforça-se para manter seus pensamentos distantes sobre quem ela realmente é, receosa de que a realidade de uma garota perdendo-se em sua vingança apunhale-a. Insanidade não é uma forma de descrevê-la, as suas atitudes são postas em ação com extrema consciência.
Como diria que funciona a sua cabeça? Uma máquina. Os pensamentos circundam sua mente como fantasmas e respostas para as mais diversas perguntas são formadas em seu cérebro. Dona de uma ótima memória, lembrando-se de detalhes mínimos. É bastante exigente, não interessa-se em qualquer assunto.
Se é humano, sente-se afetado pela insanidade do lugar? Gosta de onde foi parar? Criada desde seu nascimento no País das Maravilhas, não há bases de comparação entre os dois mundos e os costumes de seu "país habitante" já foram adotados desde sua infância. Portanto, não faz qualquer diferença.
Como lida com a mania nova? "Como eu nunca pensei em fazer isso antes?"
Como foi a reação ao perceber que estava diferente e que todos que conhecia mudaram repentinamente? A convivência de Dorothy é constituída por pessoas más, portanto, não notou qualquer diferença em seus comportamentos.
E agora? Aceitou ou fato ou ainda luta para tentar voltar ao seu jeito de antes? Aceitou.
É humano ou originalmente habitante do País? Humano.
Pertence a qual grupo: O da Rainha Vermelha ou o da Rainha Branca? Por que escolheu esse lado? Antes de seu exílio, Amber costumava praticar críquete juntamente aquela pequena garota que passou sua infância ao lado da Rainha. Ciente das ambições e determinações que perambulavam pela cabeça de Dorothy, a Rainha Vermelha prometeu-a uma passagem ao outro mundo em troca da fidelidade - e alguns vestidos - da miúda que viu desflorar. Carente de outras opções e cega pela vingança, aliou-se com Amber.
Trabalha? Qual a sua função no grupo ou o que exerce? É costureira.
Possui família? O que pensa sobre eles? Quem ali é seu maior exemplo?
Em termos biológicos, Anne é alvo de um imensurável amor e admiração. A vida de Dorothy é escrita (literalmente) em pro de sua honra, que suas cinzas não tenham sido em vão e que os transgressores desse crime de intolerância sejam torturados.

Joseph DuBarry está entre os principais motivos da obsessão da garota pelo outro mundo. O seu maior desejo é amarrá-lo junto aos demais ignorantes e queimá-lo na fogueira ao mesmo tempo que costura ao rosto de sua maldita esposa.

Em termos de criação, o soldado Russell é dono de seu respeito, admiração e carinho, além de ser extremamente grata por todos os seus ensinamentos. É fascinada com sua lealdade e inteligência e o enxerga como um exemplo.


Qual o ensinamento mais importante que recebeu da pessoa que você considera um exemplo? "O conhecimento ambíguo é uma muralha invencível e nessa guerra pela sobrevivência, é vencer ou vencer."
Tem algum animal de estimação? Seu animal fala ou não? Se sim, como conseguiu capturá-lo? O Capturandam de nome Cérberos e pelugem acinzentada é o animal de estimação de Oz desde os seus dezessete anos. Um certo chapeleiro informou-a sobre uma velha senhora corcunda que confeccionava cetim e residia dentre a floresta. Interessada em diversificar o catálogo de seu trabalho, a garota marchou em direção as altas árvores em busca do domicílio da fiandeira e próxima ao lago, deparou-se com a imensa figura de Capturandam. Atraído por seu cheiro, o animal raivoso que babava em demasiada quantidade saltou em direção a Dorothy, que jogou-se para o outro lado e sacou seu canivete guardado no início de sua cinta-liga. Impulsionando-se sob o buraco de uma das árvores, agarrou o firme galho pontudo e jogou-se sob as costas do animal, que contorcia-se para derrubar o corpo da miúda que apertava sua orelhas. Rápida e precisamente, Dorothy estacou sua faca na cartilagem do animal e rasgou-a, impossibilitando seus movimentos. Auxiliando-se com alguns galhos, arrastou aquele monstro felpudo até sua residência e dedicou-se em curar seus ferimentos e sua aparência. Confortável e mimado, o Capturandam tornou-se um leal escudeiro e ambos costumam passear pelas redondezas aos fins de tarde.
Como lida com a Fauna do País das Maravilhas? Tem medo de algum animal? Se sim, selvagem ou domesticado? Não simpatiza com os animais selvagens pelas semelhanças entre si, mas não se amedronta pelas suas figuras.
Sabe andar em cima de um Dodô? Sim.
O que acha dos animais raros e falantes? Como lidaria se encontrasse um? Interessantes. Há animais com habilidades inumanas e suas características superiores mixadas a capacidade de diálogo tornaria essa espécie essencial em uma batalha.
Como seu personagem lida com o reinado de Rosalya? Rosalya é uma mulher pacífica e dona do respeito de uma grande civilização. Aos olhos de Dorothy, a Rainha Branca é uma figura indiferente e incapaz de dar-lhe sua vingança, portanto, é inútil e mais uma peça do tabuleiro que está disposta a derrubar, se necessário. Como aliada da Rainha Vermelha, não exitaria em matá-la caso recebesse o que quer em troca.
Se fosse Rainha ou Rei, o que mudaria no País? Transformar o Reino Vermelho em uma ambiente habitacional novamente, construir instituições que instruam as crianças sobre os diversos conhecidos deste e do outro mundo.

Concorda com o Exílio da Rainha Vermelha? Sente-se ameaçado por ela? Não. Em sua opinião, o reinado de Amber permitiria que seus objetivos fossem realizados à muito tempo atrás.
Acredita em qual religião (catolicismo e cristianismo não existem)? Se não possui nenhuma, acreditaria nos dizeres de um gato sorridente? A queimação de sua mãe impulsionou-a à aprofundar-se em estudos sobre religiões pagãs e crê na existência de diversos deuses, sejam maus ou bons.
A personagem é ligada na cultura do País ou se mantém afastada dela? O soldado Russell instruiu-a desde cedo sobre a cultura do País e mantêm esse costume até os tempos atuais.
Gosta de onde vive ou tem desejo de viver “lá em cima”? Odeia o País das Maravilhas, já que suas ambições estão "lá".
É curiosa quanto ao mundo dos humanos? Sim, mas bastante de suas curiosidades são sanadas em suas leituras.
Chá Maluco ou o Glorian Day? Chá maluco.
Corrida Maluca ou bailes? Corrida maluca.
Talento ou habilidade: O seu raciocínio rápido e eficaz proporciona-a soluções instantâneas para seus problemas. Graças aos treinamentos de Russell, é bastante flexível, boas estratégias de defesa e ataque e facilidade no manuseamento de armas.
Sabe jogar Críquete? Com um taco ou com um Flamingo? Aprendeu com a Rainha Vermelha que não há melhor forma de jogar Críquete do que com um Flamingo.
Passatempos ou hobbies: Costurar e buscar informações sobre "lá".
Gosta de leitura? Qual gênero você considera indispensável? Sim. Os seus preferidos são livros sobre os humanos, desde o seu corpo até o seu mundo.
Gosta de música? Qual seria a sua reação se sua música favorita começasse a tocar? Apenas instrumentais de trompete. Balançaria sua cabeça em movimentos fracos e fecharia seus olhos.
Gosta de festas? De qual tipo? Não gosta de eventos sociais, que empunhem conversa e socialização.
Qual das duas opções escolheria; Coma-me ou Beba-me? Beba-me.
Cogumelos ou frutas? Cogumelos.
O cheiro da fábrica de chapéus ou do abandonando Reino Vermelho? O cheiro da fábrica de chapéus.

Prefere o frio ou o calor? Frio.
Se adapta melhor de dia ou de noite? Noite.
Prefere crescer ou diminuir? Diminuir.
Como trata pessoas com problemas mentais? O que elas representam para você? A intolerância é a razão da morte de sua mãe. Intolerância e ignorância são características que Dorothy despreza e vê pessoas com problemas mentais como pequenas porções das cinzas de sua mãe em forma humana.
Como reagiria se conhecesse alguém assim? Não vê razões para tratá-los diferente dos demais, seja positiva ou negativamente.
Conte como foi sua primeira relação amorosa com detalhes. Se ainda não teve nenhuma, conte como pretende conhecer alguém e quais as expectativas acerca desta pessoa.



"Amorosa" não é sinônimo ou adjetivo para a relação entre Oz e Ethan. Cabelos curtos e nariz reto, o filho de um dos soldados da Rainha Vermelha foi o responsável pela primeira relação sexual da menina que não cultivava afeto pelo rapaz.
Com algumas experiências em relações carnais e gerada através de uma imundice humana, Dorothy almeja um relacionamento que transmita-a confiança suficiente para que ela possa afogar-se em seus sentimentos profundos. Uma pessoa que ajude-a em suas alterações entre o bem e o mal. Alguém que ame-a com a mesma intensidade de seus sentimentos e que finalmente, ela possa arrancar sua máscara de indiferença e sentir-se em casa.
Embora clame por esse sentimento, Chantraine foge como um coelho amedrontado de relações profundas, temendo ser enganada e perder o foco de sua missão.

Paquera
Nome: Lysandre
Apelido dado: Chapéuzinho vermelho.
Apelido recebido (Que ele lhe deu): Totó.
Aponte os principais motivos de uma futura briga: Lysandre questiona-se sobre a persistência de Oz em ser leal a Rainha Vermelha e vice-versa. Os reinos distintos é a principal discussão recorrente entre os dois, que estão destinados à lutarem em equipes rivais. A devoção absurda e cega de Lysandre por Rosalya afinge e incomoda Dorothy, que crê que essa fidelidade acabará em sua morte. A determinação de Chantraine em ir até "lá" em busca de vingar a morte de sua mãe não é do agrado de Lysandre, que por si, insiste em dizer que é uma tentativa de suicídio com um roteiro bonito.
Conte um pouco como você reagiria ao lado dele: A presença de Lysandre é incontestavelmente impacte para ela. As suas pupilas dilatavam e os seus dentes mastigam a carne interior de sua bochecha. Embora aprecie a presença do chapeleiro, Dorothy esquiva-se de aproximações profundas com receio de perder o foco de sua missão e ser enganada pela personalidade dele.
Cite dois pontos na personalidade dele que irritaria você: As suas mudanças de humor e sociabilidade.
Cite dois pontos na personalidade dele que agradaria você: A sua lealdade e honestidade.
O que você mais costuma dizer para seu paquera?
"Poupe-se. Eu não sou aquela toca de coelho e suas 'escavações' são em vão."

"Os deuses me farão justiça."
"A sua maior qualidade é o seu pior defeito."
"Eu espero que você se engasgue com o chá."
Como lida com a mania de seu paquera? Isso atrapalha a relação? Dorothy faz comentários debochados sobre a confecção de seus chapéus, dizendo que seus dotes para a costura são péssimos.


Mudaria algo no seu paquera? Apesar das implicâncias, Oz gosta de Lysandre do jeito que ele é.

A personagem acredita nos mandamentos de um gato falante ou de outros deuses? Ela crê na existência dos mais demasiados tipos de deuses e seus mandamentos, incluindo Cheshire.
Como reagiria ao ser contatada por um deles? Prestaria respeito e solicitaria conhecimento.
No que você acredita? Gosta da religião Cheshire? Dorothy baseia-se nas religiões pagãs de "lá". A religião Cheshire chama-lhe atenção por abranger de uma maneira nobre o psíquico de seus participantes, deixando-os a mercê de seus pensamentos.
O que pensa sobre Alice? Gosta dela? Alice é uma habitante de "lá" e poderia ajudá-la em sua missão até o outro mundo, portanto, é simpatizante da garota.
Por que decidiu se oferecer para a missão da Rainha? Quer salvar seu lar? Se é humana, deseja voltar para cima? O acorde entre Amber e Dorothy foi selado com a intenção de que a miúda volte para o local de seu nascimento.
Em uma situação de risco, teria coragem de matar outra pessoa para salvar-se? Como seria a experiência para você? Sim. Não pensaria no assunto afim de evitar remorsos.
Seria capaz de se sacrificar para salvar uma das Rainhas? Se sim, qual delas? Em hipótese alguma. A sua aliança com a Rainha Amber é primitiva e foi realizada com intenções benéficas para Dorothy em momentos posteriores. Embora a sua criação tenha sido ao lado da Rainha Vermelha, não há sentimentos amorosos ou carinhos refentes à mesma em Oz.
Em uma escala de 1 a 10, qual a importância do dinheiro/riquezas para a personagem? 8.
Deseja inserir uma voz no seu personagem? Se sim, NÃO DESCREVA, coloque aqui link de algum vídeo onde a voz esteja presente:
a voz é da segunda garota.
Essa é uma fanfic +18, portanto, terão cenas com sexo explícito. Tem consciência disso? Adoro.[spoiler]

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