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Palavra-chave:
Néons

Nome Completo:
Astrid Adelheidi Fältskog Sorg

Apelido:
Heda. Derivado de Heidi; apelido dado por sua mãe. Virou seu segundo nome, quase todos chamam-na assim.

Idade:
Vinte outonos.

Família:
Marie-Anne Fältskog Sorg // quarenta anos // neurocirurgiã // mãe
- teve a filha aos vinte anos, sendo a garota um fruto de uma gravidez inesperada. Não se deixou abalar e criou Astrid do melhor jeito possível, recebendo ajuda de seus amigos e familiares. Astrid deve tudo que hoje tem à Marie-Anne; se não fosse por ela, não sabe o que seria. Quando a Fältskog mais nova completou doze anos, teve que se afastar pois o dever no hospital a chamava, e precisava daquele dinheiro.


Kristöff Fältskog Sorg // quarenta e três anos // militar // pai
- casou-se com Marie-Anne quando Astrid tinha cinco anos e fez de tudo para ser um pai presente por mais que sua posição no exército não ajudasse muito. Dedicou sua vida para as duas mulheres mais importantes e ensinou a filha como lutar e se defender, mostrando valores éticos e morais ao mesmo tempo. Sua relação com Kristöff é de amigo para amigo, confia no pai mais do que em qualquer pessoa.

Oktavia Fältskog Sorg // cinco anos // in memoriam // irmã
- Oktavia foi uma gravidez planejada, ao contrário da mais velha. A garota sempre teve um bom humor de se invejar e sempre carregava um sorriso grande no rosto, como se nunca estivesse triste. E, de fato, nunca estava. A relação de Oktavia com Astrid era a melhor entre irmã e irmã, que pareciam melhores amigas. Tudo se quebrou naquele dia mórbido.




Aparência:



Imagine um céu estrelado, os pequenos pontos de luz deitando sobre o pano de fundo azul-escuro. Imaginou? Agora troque todo o azul por verde, mas não um verde-musgo, um verde vivo, daquele tipo que você só vê em sonhos — então você saberá como são os olhos da garota. Lábios vermelhos e tão doces quanto o próprio Inferno, um corpo imperfeito mas maravilhoso em sua própria maneira, cabelos negros como a própria alma. Pele alva que contrasta com o esmalte preto nas unhas e um sorriso que seria capaz de curar o câncer — isso quando sorri.

Photoplayer:
Lauren Jauregui.

Personalidade:
“Sou um ser pútrido como uma ferida infeccionada, um beco onde crianças inocentes são estupradas e mortas, uma mente que só tem pulsão de morte, sou um abismo devorador de almas, sou sujo, fétido, nojento, sou toda a podridão das ruas que vão parar no fundo do rio. Eu contamino mentes, destinos, lugares; destruo vidas que tinha chances de dar certo, eu nunca dei certo e nem errado, eu sempre fui meio termo, meio lá no caos, meio lá no inferno de almas corrompidas. Eu olho o fogo e sinto calmamente ele queimar minhas vísceras, sem medo algum, minhas retinas são mortas não esboçam sentimentos.”

História:
Treze de janeiro de mil novecentos e noventa e oito. Um dia normal na história para uns e um dia amaldiçoado para Astrid Adelheidi Fältskog Sorg, que nasceu em meio à sujeira de uma casa abandonada na boa e velha Alemanha. A única coisa limpa na garota eram os olhos, tão reluzentes quanto a luz. Nasceu prematura, com oito meses, e mesmo assim sobreviveu. Sua mãe, uma boa conhecedora de significados de nomes, escolheu Astrid — força divina. Esperneando, berrando e chorando, a garota nasceu… para morrer.

Fruto de uma gravidez inesperada e indesejada, Fältskog sofreu um Inferno na Terra. Sempre ocupou o segundo lugar em tudo que fazia e encontrou uma maneira de se expressar por meio da luta, ensinamento de seu pai. Aos dez anos descobriu seus poderes ao desmaiar no meio de um campo aberto, deitada no chão, a chuva caindo sobre seu corpo. Um raio atingiu-a e, o que teria matado-a, deixou-lhe mais forte.

Porém, quando completou quatorze anos, um acontecimento mudou todo o curso de sua vida — Oktavia, sua irmã, fora capturada pelos alemães com apenas cinco anos. Não havia nada que Astrid pudesse fazer e, se tentasse lutar contra, seria presa ou morta. Então ela chorou, sofreu e morreu junto com a mais nova no dia que cortaram sua cabeça fora em praça pública, na frente de todos. Naquele dia tão mórbido, horrendo e assustador, tomou uma decisão: se eles transformam inocentes em pesadelos, eu serei o pesadelo deles.

Aos quinze tomou conhecimento de um grupo de rebeldes por meio de uma conversa com uma garota da escola e rapidamente foi até o esconderijo. Ficou surpresa quando descobriu que todos os presentes ali eram de sua idade e, pela primeira vez em um ano, sentiu que pertencia à algum lugar. Treinava com eles e tornou-se uma Néon, título recebido pela garota com muito gosto. Aprendeu a controlar seu poder e virou o braço direito da líder, que compartilhava o mesmo sentimento de nojo quanto ao governo que ditava aquele país. Teve que mentir durante dois anos para seus pais, fugindo durante a noite para se encontrar com o grupo, mas acabou cedendo e revelou tudo. Marie-Anne e Kristöff foram totalmente… a favor.

Agora, com vinte anos, não tem certeza do que se tornou. É um poço de infelicidade, raiva e desejo de vingança, sendo este ainda não saciado. Teve muitas relações de uma noite só, tentando avidamente sentir algum tipo de prazer, todas falhando. Procura por alguém que a ame do jeito que é e que conserte-a, que deixe Astrid mergulhar num rio limpo e limpar sua alma.

País que nasceu:
Alemanha.

País que se encontra:
Estados Unidos, New York.

Poderes:
Eletrocinese.

Controle definitivo sobre seus poderes?
(x) Sim

Algum motivo pessoal para odiar os alemães:
Decapitaram sua irmã em praça pública.

Alia-se aos:
(x) Néons.

O que gosta:
Por incrível que pareça, Astrid ainda consegue aproveitar um dia de chuva, doces e momentos raros onde ri. Ainda tem vestígios de seu clássico humor negro e sarcasmo e ainda planta flores num local atrás de sua casa. Gosta de escrever pequenos poemas idealizados de acordo com uma realidade alternativa e gosta de estar na companhia de pessoas que a deixam feliz — isto é, a líder e todos os outros Néons.

O que não gosta:
Alemães, obviamente. Crianças que lembrem-na de sua irmã, limão, gatos, altura, abismos e instrumentos muito afiados.

Habilidades:
— Elasticidade;
— Luta corpo-a-corpo;
— Persuasão;
— Consegue mentir bem;
— Estrategista.

Arma que utiliza:
Revólver.

Par:
(x) Sim, você escolhe.

Sexualidade:
Pansexual.

Você é fiel a essa causa?
(x) Sim, daria minha vida para salvar o mundo.

Qual sua posição?
(x) Braço direito da Líder

O que você acha sobre o fato da líder da causa ser parente de Hitler?
Está tudo bem para ela. Se a líder se rebela contra um parente de sua família, ela com certeza deve ter motivos para tal.

Por que entrou na rebelião?
Ódio ao feito dos alemães.

Quantos anos você tinha quando entrou?
Quinze.

Escutando: hold me down — halsey

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