~Bonfire

Bonfire
Nome: Dalila
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Assassinas de Aluguel

Vou persegui-lo até a morte, Sakamaki Reiji...


Nome:
Alice Izanami

Significado
Alice significa “nobre”, ou seja, alguém da nobreza. Izanami é uma deusa japonesa que governa o Yomi, terra da escuridão e dos mortos. Ela deu esse nome a si mesma, uma vez que precisou abandonar o nome de sua família.

Idade
18 anos. Nasceu no dia 22/03. Seu signo é Áries.

Peso e altura
1,68 de altura e 57 kg

Aparência
Alice possui o cabelo bastante longo, castanho claro e de franja rebelde. Mantém presas duas tranças de cada lado de seu rosto, finalizadas com uma ponta afiada bem fixada, como de uma flecha. Seus olhos são cor de ametista, cheios de um brilho audacioso e divertido. Em seu rosto delicado há sempre uma expressão desafiadora, como se convidasse cada pessoa que vê a chama-la para um duelo. A pele é pálida e o corpo forte, principalmente suas pernas. São definidas, grossas e atraentes, o que contribui para o seu andar que mais se parece com um desfile.





Personalidade
É uma garota audaciosa, que odeia ficar parada e não estar em ação. Movimenta-se como uma gata arisca, sempre procurando uma nova descoberta, algo que lhe seja desafiador e emocionante. Corajosa, Alice gosta de explorar lugares e desvendar mistérios. É extremamente competitiva, esforçando-se para ficar em primeiro lugar em tudo. Não gosta quando as coisas são fáceis demais, isso a deixa bem entediada.
Não costuma criar laços com as pessoas facilmente, mas caso venha a amar alguém, seria a aliada mais leal e companheira que esse alguém poderia ter.
Provocadora, nunca deixara uma pessoa a quem tenha se afeiçoado em paz. Seu hobby é atordoar as pessoas que gosta. Ela está sempre dando alfinetadas, procurando irritar todo mundo. Não é por maldade. Simplesmente, quando alguém lhe olha nos olhos e diz que quer acabar com sua raça, ela fica extremamente empolgada.
Pode ter uma postura um pouco arrogante e isso faz bem de propósito. Não é do seu feitio menosprezar os outros, mas deixa essa impressão para que não venham confundi-la com uma yandere qualquer. Alice não tem um lado doce e meigo, onde vai ficar corada quando lhe fizerem elogios demais ou alegre por ser mimada. Ela é independente, forte e segura de si mesma. Odeia depender de outras pessoas para qualquer coisa e tem certa dificuldade para seguir regras.
Possui um lado um pouco sádico, embora não seja algo exagerado. Ela acha engraçado ver quem odeia sofrendo, mas para chegar a torturar alguém por puro prazer, teria de estar muito enraivecida.
Não é a garota mais paciente do mundo. Não gosta de ter de esperar demais ou ficar muito tempo num mesmo lugar. Fica ofendida com facilidade e nunca leva desaforo para casa. É bem superprotetora com as pessoas que gosta. Só ela pode incomodar seus preciosos, de forma que seria a primeira a meter um murro um chute em quem oferecer perigo para qualquer pessoa que ame, ou para ela mesma, afinal Alice se ama muito. Ela não chega a ser egocêntrica demais, mas é bastante vaidosa. Sua risada é alta e seu sorriso malicioso e lascivo. Sua mente é cheia de ideias que nem sempre são apropriadas para o momento, se é que você me entende (aquela carinha).
Para finalizar, sua inteligência é bem aguçada e dificilmente é passada para trás, embora seu ponto fraco seja com certeza o fato de ela não aturar ofensas por muito tempo antes de partir pra briga e odiar não estar no controle das situações, devido a acontecimentos do passado.

História
A família de Alice era bastante rica, donos de uma empresa de cosméticos nos EUA. Ela e seu irmão mais novo cresceram e estudaram nas melhores escolas do ensino fundamental. Eram populares, saudáveis, inteligentes e carismáticos. Seu irmão seguiu para o lado dos estudos, da matemática e das ciências biológicas.
Enquanto isso, ela procurava formar um time de basquete com as meninas da sua escola. O time masculino era muito forte. Eram considerados prodígios na região, sempre vencendo campeonatos e coisas do tipo. Alice adorava o esporte e queria muito poder derrotar cada um daqueles rapazes. Eles eram extremamente arrogantes, e quando ela pediu para treinar com eles, apenas riram e debocharam dela. Ofendida, ela começou a treinar sozinha e desafiar garotos de outras escolas e dos bairros ao redor. No começo, perdia de forma humilhante. Não se deu por vencida e continuou treinando e se tornando mais forte.
Quando já estava no segundo ano do ensino médio, os garotos tinham acabado de vencer mais um dos seus campeonatos e estavam cheios de si. Alice viu a oportunidade perfeita para desafia-los. Já com um time feminino bem formado e razoavelmente treinado, ela lançou a ideia. Os garotos só riram, é claro. Ela sabia disso e começou a espalhar boatos de que eles tinham comprado esse campeonato, de que o capitão do time tinha se machucado seriamente ou que eles estavam era com medo de enfrentar Alice e as outras. Assim, logo o “amistoso” foi marcado. A escola inteira compareceu para assistir. Ela tinha certeza que iria ganhar. Além de suas colegas serem muito boas e também terem participado de alguns campeonatos femininos, ela tinha passado dias inteiros treinando para esse momento.
Assim como ela esperava, a vitória foi eminente. Com quase o dobro da pontuação dos garotos, Alice os derrotou na quadra, um a um. Fosse com seus olhares ou com jogadas arrasadoras, ela acabou de vez com a arrogância de cada um deles.
Durante o resto do dia, toda a escola comentou e mesmo aqueles que não tinham ido ao jogo ficaram sabendo. Varias hipóteses foram levantadas, como o fato de eles terem acabado de sair do campeonato e estarem cansados. Fato é que Alice trabalhou muito para que sua reputação como boa jogadora não se espalhasse. Ela era extremamente boa, rápida, ágil, com mira certeira e pulos altíssimos. Trabalhou muito para construir isso para si, e queria derrota-los como se fosse uma jogadora qualquer que apareceu de repente. O efeito foi o esperado, e todos achavam que um dos melhores times da cidade foi derrotado por umas garotas aleatórias.
Sua glória durou pouco, mas ela já se sentia bem. Ganhou lugar na escola, podia praticar seu esporte favorito quando e onde quisesse sem ser julgada por ser uma garota. Achou que tudo ficaria por ai, mas não, é claro que não.
Mais ou menos uma semana depois do ocorrido, Alice terminou as aulas e foi para o enorme apartamento em que morava com seu irmão perto da escola. Seus pais estavam viajando a negócios. Ela passou o dia normalmente, saiu com algumas amigas e foi a academia treinar. Era fim de tarde e o crepúsculo mostrava seus últimos sinais quando ela voltava para casa. Não havia falando com Takashi – seu irmão – durante todo o dia, o que era meio incomum. Eles costumavam sempre trocar ideias e avisar um ao outro aonde iriam. Eram bastante unidos. Quando o telefone tocou, ela tinha certeza que seria ele.
Era do número de Takashi. Uma mensagem. Uma foto. Uma ameaça. Seu irmão corria perigo, e Alice não pensou duas vezes. Foi até sua casa, pegou a pistola que guardavam por segurança e correu até o endereço que haviam lhe passado.
O lugar era um armazém abandonado. Parou na esquina, perto do portão onde podia ver os escritórios, o único lugar onde havia luz. Viu algumas sombras lá e imaginou que estavam a esperando. Estava ofegante, preocupada, nervosa e extremamente irritada. Como aqueles perdedores ousavam tocar um dedo em seu irmão? Faria com que pagassem, com toda certeza.
Perdida em pensamentos, não viu quando o capitão do time chegou por trás e lhe acertou um golpe na cabeça. Ela caiu no chão, atordoada e por pouco não desmaiou. Estava tonta, portando foi facilmente desarmada e arrastada até o local onde os outros estavam. Lá, eles fizeram o que bem entendiam com ela durante horas. Lhe drogaram e fizeram com que seu irmão ainda assistisse tudo. Alice lutou a todo momento. Sabia que não havia o que pudesse fazer, mas jamais deixaria de resistir. No meio da noite, quando se cansaram da brincadeira, os rapazes foram embora e a deixaram a sós com Takashi, que estava amarrado a uma cadeira.
Alice não ficou nem um minuto parada depois que eles se foram. Levantou, vestiu suas roupas e soltou seu irmão para que eles fossem para casa. Takashi quis leva-la para um hospital e fazer um boletim de ocorrência, mas ela apenas negou. Quando ele insistiu, ela gritou e disse que se ele fizesse qualquer coisa jamais o perdoaria.
Nos dias seguinte, tudo correu normalmente na escola. Alice não se dignou a faltar, e deu uma desculpa aos seus ferimentos dizendo que havia se metido em uma briga com alguma garota de outra escola. Estava ainda tonta, um pouco enjoada e fraca. Lutou para parecer a mesma de sempre, mas uma tarde algo que realmente a preocupada a levou para uma farmácia. Pegou um taxi e seguiu para o mais longe possível do seu bairro. Comprou o que desejava e constatou: estava grávida. Seguiram semanas terríveis onde ela conseguiu certa fortuna com seus pais sem parecer suspeito e contratou um médico ilegal para praticar o aborto. Ela não poderia pensar em ter uma criança daqueles desgraçados, e também jamais iria contar para qualquer um o que havia acontecido.
Meses depois, quando estava em seu quarto refletindo sobre tudo o que havia acontecido, Alice chegou a uma conclusão. Ela se sentia terrivelmente mal pelo bebê, mas a culpa não era sua. Sabia que seu irmão também jamais seria o mesmo, por ter sido obrigado a assistir a tudo aquilo. Ela era forte, mas ainda assim, também jamais seria a mesma. Tomou uma decisão.
Mataria todos eles. Cada um deles. Não haveria drama, qualquer encenação de uma vingança bem planejada ou qualquer coisa assim. Ela daria um tiro bem dado na cabeça de cada um deles e fim. Por ela. Por seu irmão. Pelo bebê que fora obrigada a abortar.
Assim ela fez, usando os meios que o dinheiro poderia lhe oferecer. Invadiu a casa de um deles, que morava sozinho, no meio da noite e o matou com um tiro enquanto dormia. Outro, pegou em um hotel enquanto a namorada estava no banheiro. Cortou a garganta desse.
Havia acabado com quase metade do time antes de ser rastreada pela polícia. Tudo aconteceu muito rápido. Seus pais souberam, ficaram assombrados. Seu irmão tentou intervir em seu favor, mas apenas levou um tapa no rosto do próprio pai. Alice não queria ver sua família destruída por causa dela. A solução foi simples. Seus pais pagaram para que ela fosse ilegalmente libertada, bem como sua emancipação perante a lei. Lhe deram dinheiro suficiente, documentos falsos e o necessário para Alice fugir para outro país e começar uma nova vida.

Porque decidiu virar uma Assassina?
Depois da experiência que teve com o time de basquete, sabia que era isso o que ela queria fazer. Alice desejava acabar com todo o tipo de pessoas que causassem mal aos outros por motivos fúteis. Isso foi no começo, é claro. Aos poucos ela deixou essa ideia para trás, se tornando uma assassina como qualquer outra.

Gosta
Alice gosta de frequentas certo clube, onde ocorrem festas em que as pessoas usam máscaras e evitam perguntar sobre a vida pessoal das mesmas. Elas agem sem nenhum escrúpulo, mostrando suas verdadeiras personalidades sem ter medo de serem reconhecidos na vida real. Gosta de vinho, de dançar, flertar, de luxo e de prazeres. Se delícia com livros de mistério e com um bom som de heavy metal ou jazz. Ainda treina de vez em quando, praticando esportes e lembrando do passado. Gosta de manter a forma e estar sempre pronta para uma batalha. Adora perfumes, banhos com pétalas de rosas, tudo que for misterioso e sedutor. Ama a cor vermelha, veludo e coisas meio góticas. Gosta de competir, seja em videogames ou em uma luta sangrenta, gosta de vencer, de se esforçar para ser a melhor. Ficar acordada durante a noite e dormir pela manhã.

Desgosta
Depender de outras pessoas para qualquer coisa, não estar no controle das situações e receber as coisas de mão beijada. Odeia tédio, silêncio prolongado, ficar sozinha e ser mimada. Odeia calor excessivo, a não ser o dos corpos dos seus amantes. Não gosta de comer demais, fica saciada com pequenas refeições intercaladas, desde que tenham uma boa carne mal passada. Dias longos demais, dormir cedo, perder ou ser subestimada.

Medos/ Traumas / Fobias
Alice não pegou trauma de sexo por causa do que ocorreu em seu passado. Ela adora, principalmente quando está no controle da situação. Ou melhor dizendo, somente quando está no controle. Ela odeia ser forçada a fazer alguma coisa, seja nessa questão ou em qualquer outra.

Doença?
Nenhuma.

Habilidades
Devido ao constante treino para o basquete que sempre manteve, suas pernas são fortes. Isso faz com que ela seja mais veloz, ágil e consiga dar grandes pulos em questão de altura e distância. O treino também aumentou sua noção de espaço, de forma que ela sempre tem controle do que está acontecendo ao seu redor. Consegue captar movimentos com o canto dos olhos e ler quando alguém está tentando engana-la para fazer o contrario do que aparentava. Sua especialidade é com certeza em lutas corpo a corpo. Tem bom conhecimento do corpo humano e quais os melhores pontos para acertar chutes e socos. É melhor com pontapés e joelhadas, já que suas pernas são o ponto forte do seu corpo. O basquete também auxiliou para que ela tivesse boa mira, noção de distancia e tempo. As cestas de três pontos fizeram com que fosse fácil para ela acertar um tiro na cabeça de alguém, mesmo de longe. Maneja bem facas e armas brancas.
Não é a melhor estrategista do mundo para planos longos, mas é ótima na improvisação. Quando tudo der errado e nada for como planejado, Alice não perde a compostura e continua a lutar, procurando rapidamente uma saída para a situação.

Qualidades
O fato de sempre proteger as pessoas que ama, ser muito segura de si e nunca desistir de lutar. Alice é o tipo de pessoa que irá resistir e continuar em frente até que não seja mais capaz de mover um dedo.

Defeitos
Sua impaciência e dificuldade para seguir ordens. Ela é bem passional e emotiva, muitas vezes ignorando a razão, o que também pode ser um problema. Não dizer seus verdadeiros sentimentos. Se tiver de chorar, será sozinha.

Arma
Além de um chicote longo, com espinhos em seu comprimento, que ela adora usar para passar um efeito legal e prender seus inimigos, ela usa:
Uma revolver personalizada que é um tanto antiquada. Seu calibre faz voar miolos e Alice é a única que consegue utiliza-la com velocidade, já que é um tanto complicada.


Uma adaga longa, cuja lâmina tem aproximadamente 35 cm.


Dirige?
Sim, aliás, ela adora. Já participou de coisas como rachas e corridas somente pela diversão e pelo desafio. Com seus reflexos, é capaz de dirigir em alta velocidade e até mesmo na contra mão por algum tempo se necessário. Suas curvas são alucinantes.

Bebe bebidas com álcool?
Ela é apaixonada por vinho, então sim.

Segredo
O que aconteceu em seu passado. O fato de ter sido violentada, até mesmo o aborto. Ela diz não ter família, as vezes até brinca dizendo que ela mesma os assassinou, mas na verdade mantém contato com seu irmão. Eles trocam cartas, mandando para endereços diferentes sempre e por meios clandestinos, uma vez que e-mails e coisas pela internet são facilmente rastreadas.

Relação com...

O Par

Alice acha fascinante a forma como Reiji tem obsessão por regras e coisas refinadas. Geralmente, quando se depara com pessoas assim, Alice age de forma completamente irreverente apenas para incomodar. Com Reiji foi diferente. Primeiro, pelo fato de ele ser bem mais rígido do que qualquer um que ela tenha conhecido, e depois por ele ser sua presa e ela precisar aprender mais sobre ele. Fazer com que ele a repudie e se afaste logo de primeira não seria a atitude mais interessante a se tomar.
Assim, ela usa os modos que sempre aprendeu com sua mãe, para agir de forma agradável e nobre. É claro que ela faz isso com aquele toque sarcástico e irônico, deixando claro que não está sendo verdadeira. Quer testar os limites de Reiji, desafiando-o com o olhar e com seus gestos. Ele tem conhecimento de que ela está fingindo, mas tudo que Alice faz é perfeito, de forma que não há o que criticar. Isso faz com que surja algo como uma batalha silenciosa entre eles, um conflito em que cada um fica a observar atentamente as atitudes e ações do outro até pegar um erro e ponto fraco. A filosofia e dialeto de Alice não são fracos, de forma que em relação as regras ela também não tem problemas para importuna-lo. Usa a lábia e a sagacidade para distorcer as normas e fazer parecer que, por mais absurdo que seja o que ela esta fazendo, ainda está dentro das regras. Isso certamente tira Reiji do sério, o que é hilário e adorável para ela.
Alice veio a conhecer mais do seu lado sádico ao interagir mais com Reiji. Seus desejos praticamente gritam para que ela faça com que o vampiro siga exatamente todas as instruções que lhe der, como um mordomo particular. Ela delira imaginando essa cena, tendo por vezes reações exageradas a esses pensamentos. Claro que ela só age dessa forma quando ele não está por perto. O jogo de perfeição dos dois está sempre em andamento.
Em relação a mata-lo, Alice não tem pressa. Ela é confiante a ponto de saber que isso acontecera, mais cedo ou mais tarde.

Os Sakamakis

Ayato

O fato de o ruivo jogar basquete fez com que ela ficasse de olho nele. Ela acha engraçado a forma como ele é competitivo, parecidíssimo com ela e controle sua vontade de desafia-lo. De alguma forma, ela sabe que caso se envolvesse com ele em uma competição acabariam quase matando um ao outro em instantes.

Shuu
Alice prefere manter distancia. Ele é um cara extremamente parado e preguiçoso, o que tira ela do sério. É uma garota ativa, que sempre procura fazer alguma cosia nova e vê-lo parado daquela mesma forma sempre a faz ter vontade de arrasta-lo para todos os cantos e obriga-lo a praticar alguma atividade que não seja dormir.

Laito
Laito é bastante controlador, o que deixa Alice seriamente irritada. Ela odeia homens desse tipo, principalmente quando eles tentam fazer com que as coisas que ela não quer e odeia pareçam ser na verdade, boas.

Kanato
Adora importuna-lo até ver ele ficar irritado e agressivo. Kanato age como uma criança, gritando e exigindo aquilo que deseja. Alice acha isso desprezível. Para ela, as pessoas devem ter exatamente aquilo que merecem, e para ele a única coisa que ela daria seria uma mordaça eterna. Trata Teddy com cordialidade e como se ele fosse realmente alguém importante, já que Kanato é bem ciumento em relação a ele. Faz isso com muita ironia, assim como com Reiji, o que deixa o vampiro desconfiado.

Subaru
Outro que Alice se agrada de incomodar. Ela não o entende completamente, mas sabe que sua atitude um tanto agressiva é apenas uma fachada. Por isso, o perturba até que consiga arrancar dele como ele realmente é por dentro. Odeia pessoas que não são verdadeiras.

Com Ayka
Se ela é uma garota fria, terá problemas caso Alice goste dela. Como mencionado antes, ela adora provocar as pessoas que lhe agradam, principalmente as que são mais reservadas ou frias. Assim, a morena irá seguir Ayka e procurar conhece-la melhor.

Com as outras parceiras
Alice nunca teve amigas verdadeiramente próximas, então estar entre elas pode fazer com que ela tenha esse desejo. Infelizmente, sua personalidade não é exatamente a mais amigável de todas, mas talvez aos poucos ela aprenda a ser uma boa amiga. Incomodando suas parceiras e deixando-as irritadas, chamando-as para fazer as coisas mais loucas possíveis, o momento que Alice mais demonstraria preocupação para com elas, seria se tivesse de protege-las. Ela o faria sem pensar.

Com Tougo/ Karl Heinz
Ela finge respeitar e admirar o vampiro como um ser muito forte, embora isso seja apenas uma forma de se divertir. Alice não é suicida nem nada do tipo. Embora não tenha qualquer medo dele, imagina do que um vampiro muito poderoso deve ser capaz, de forma que é cuidadosa com as indiretas irônicas e sarcásticas que costuma usar.

Como reagiria se...

Matasse alguém?

Perdeu qualquer sensibilidade em relação a isso, a partir do momento em que precisou abortar uma criança por causa de um bando de perdedores. Para ela, tirar a vida daquele bebê foi como juntar todos os pecados que ela cometeria em uma vida num único ato. Ele não tinha culpa de nada, e mesmo assim não teve a chance de nascer. Assim, ela não tem qualquer remorso em relação aos que matou em sua vingança ou qualquer outro. Sua cota de pecados já se esgotou há muito tempo.

Se apaixonasse por sua caça?
Inicialmente ficaria bastante irritada consigo mesma, mas sendo passional como é, não seguiria exatamente pelo uso da razão no qual a atitude certa seria mata-lo imediatamente. Ela até poderia considerar essa opção, mas dificilmente levaria muito longe. Não teria forças.

Ser capturada?
Procuraria e pensaria a respeito da melhor forma de lutar para escapar e não desistiria até o fim, mesmo que todas as condições estivessem contra ela.

Aceita que sua personagem estará em minhas mãos podendo ser torturada, assediada tanto física quanto sexualmente?
Sim :3

Palavra e frase que a define
“Confiança”
“Você só perde uma batalha quando desiste de luta-la.”

Algo a mais?
Só (só?)! Espero que tenha gostado. S2




Cranesld Kingdom

Nome completo:
Luca Oliver

Idade:
18

Orientação sexual :
Heterossexual

Apelido:
Luc

Alcunha:
Seus pais costumavam dizer que ele parecia uma folha, dessas que caem fora de suas árvores. Ele é livre, mas deixa o vento e a vida o levarem aonde quer que seja, aprendendo e conhecendo sobre todos os lugares e deixando seus traços por ai.

Signo:
Aquário

Aparência:
Luca tem o cabelo castanho avermelhado, que mantém com uma franja rebelde e bem longo, preso para trás. Seus olhos estão a maior parte do tempo num tom escuro, podendo variar muito raramente para um tom levemente violeta. É alto, com 1,76 de altura e músculos desenvolvidos. Sua pele é comumente bronzeada e as feições do seu rosto estão sempre transparecendo seus sentimentos.



Personalidade:
A primeira coisa que se precisa saber sobre Luca é que ele nunca mente. É um rapaz muito verdadeiro em tudo, principalmente com seus sentimentos. Não tenta passar uma ideia errada sobre si. Ele demonstra suas emoções como elas são, sem tentar esconder qualquer coisa. Quando sente necessidade de chorar, o faz sem ter vergonha. Quando está alegre, sorri todo momento e tenta passar isso para as pessoas ao seu redor. Quando está irritado deixa bem claro o porquê e não tenta se acalmar. Se ficar assim, teve seus motivos e precisa descontar em alguma coisa. Luca é muito emotivo, mas se tiver as pessoas que ama por perto consegue aguentar grande pressão e sofrimento antes de se ver arrasado. É divertido, agindo as vezes de forma boba e inocente sem nem perceber. Faz seus amigos rirem e se sente feliz assim. É muito leal aos seus, lutando para proteger o que lhe é importante até esgotar suas forças, e um pouco mais ainda depois disso.
É difícil ver Luca agindo de forma violenta, embora ele não seja nenhum santo. Luta para se proteger sempre e tira-lo do serio talvez não seja a melhor coisa a se fazer. Ele pode ser bem agressivo se sentir raiva ou ressentimentos.
Volto a ressaltar que ele é bem sincero. Diz a verdade, procurando não magoar as pessoas se necessário. É um pouco teimoso, mas apenas quando se trata de coisas bobas como o que comer, o que vestir, a que horas acordar ou sair para treinar. Fora isso, se precisar seguir instruções num momento crítico, ele o fara prontamente. Se confiar em que lhe mandar, claro.
Incentiva as pessoas a serem sinceras consigo mesmas, sendo sempre um bom ouvinte e bom conselheiro. Não suporta injustiças e é muito observador, de forma que mesmo que tentem esconder qualquer coisa dele, facilmente irá perceber. Enfrenta certa dificuldade quando está sozinho, pois se sente meio deprimido. Procura lembrar do que lhe é importante nessas situações, para continuar seguindo em frente.

História:
A mãe de Luca morreu quando ele era bem jovem, mas não sem deixar dois presentes: a irmã mais nova, Ella, e muitas belas memorias que formaram juntos. Luca e seus pais eram uma família muito unida. Eles não tinham exatamente os mesmos gostos, mas se esforçavam para aprender um pouco sobre os interesses de cada um. Passeavam juntos e se metiam nas aventuras mais loucas possíveis. A mãe, Anna, tinha fascínio por plantas e ervas selvagens. Ela estudava muito sobre isso, lendo todos os livros que encontrasse. Depois saia para entrar em florestas e tentar encontrar as plantas em seu habitat natural. O pai e Luca a acompanharam várias vezes. Eles aproveitavam para nadar em lagos que ninguém nunca tinha visto ou encontrado, explorar cavernas e de vez em quando topar com um animal perigoso e ter de sair correndo. O pai, por outro lado, era um inventor caseiro. Ele criava as mais mirabolantes máquinas e objetos úteis com ferramentas e quinquilharias que tinha em sua garagem. Luca e Anna eram sempre as cobaias para seus testes, o que só dava em desastres. Luca seguiu mais pelo gosto da mãe, adquirindo mais interesse pelas coisas que ela fazia, uma vez que sempre acabava com a cara cheia de fuligem por causa do pai.
Quando ele tinha oito anos, veio a notícia: Anna estava grávida. Foi motivo de muita alegria e festa. Infelizmente, o parto foi bem problemático e a mãe não resistiu. Para a família agora abalada, eles tinham Ella, a criança que era a cara de Anna e viria a crescer tão amável e curiosa quanto ela.

Gosta/Desgosta:
Ficar sem uma boa refeição durante o dia pode deixa-lo meio mal humorado. Ele gosta muito de comer, nadar, de treinar, lutar de forma amistosa com seus colegas, beber de vez em quando (nada muito exagerado), brincar com animais, descobrir coisas novas e interagir com a natureza de forma geral.
Não se agrada de ver pessoas que tentam esconder seus verdadeiros sentimentos. Procura conversar com elas e ajuda-las a aceitar quem são. Odeia injustiças, dias muito frios, ficar sozinho, silêncio e lugares vazios.

Arma:


Medos/ Fobias/ Pavores:
Luca não tem grandes medos, coisas realmente específicas. Como todas as pessoas, ele teme o desconhecido, as coisas que estão fora do seu controle ou que ele absolutamente não consegue entender. Não há como se defender quando você não sabe o que está por vir.

Roupa:
Casual:




Inverno:




Dons:
Luca consegue perceber quando uma pessoa não está bem. Não é como se fosse um sexto sentido nem nada. Ele apenas é bastante observador, sempre vendo as expressões em seus rostos e a forma como agem. Ele é muito bom com as palavras, ótimo em convencer as pessoas ou menos engana-las se for preciso, embora ele odeie ter que fazer isso.

Família:
Tem uma irmã mais nova de 11 anos que se chama Ella e seu pai tem 42, se chama Louis. A mãe se chamava Anna.

Habilidades:
Ele é um ótimo nadador, conseguindo mergulhar em lugares perigosos e salvar pessoas se preciso. Tem certo conhecimento de primeiros socorros, principalmente sobre ervas medicinais e coisas assim.

Defeitos/Qualidades:
Sua sinceridade pode ser considerada tanto um defeito como uma qualidade. Ele sempre fala a verdade, independente do momento que seja. Isso pode ser bons em alguns momentos, mas em outros nem tanto. O seu ponto mais positivo é a sua lealdade, e negativo talvez, sua inocência.

Hobbies:
Natação, artes marciais, esportes.

Tatuagens?
Não.

Cicatrizes?
Uma bem discreta no pescoço. Ele não se lembra onde fez.

Animal de estimação:
Nenhum :3

Algo á mais?
Não ><


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