~nothatkindagirl

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Sara-chan
Nome: Sara
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Ficha: Lágrimas de Sangue - Interativa


Postado

Δ Nome e Sobrenome: Gabriella Ether (Ether devido ao seu padrasto)

Δ Sexo: Feminino.

Δ Idade: 19 anos.

Δ Nacionalidade: Africana, porém se mudou para o Texas aos seus 5 anos de idade.

Δ Etnia: Africana.

Δ Aparência [Descrição]: Com a pele da cor de chocolate e o cabelo naturalmente enrolado, Gabriella ou encanta ou abomina as pessoas, já que a sua raça nunca foi bem aceite na sociedade. Tem o típico corpo puxado da sua raça, porém ela não usa roupas que mostrem menos do que o necessário. O seu rosto é longo e no meio do seu queixo tem uma pequena covinha. Os seus olhos são negros são um pouco puxados e seus cílios longos.

Δ Aparência [Imagens]:


[P.S: Essa imagem foi realmente só pra mostrar o cabelo, ignore o decote. Uau, isso foi muito estranho…]

Normani Kordei.


Δ História: Nascida num berço feito de palha, Gabriella sempre sofreu dificuldades desde o ínicio da sua vida até hoje. Vivia na tranquila aldeia Soweto em África e sua vida já era complicada, mas a garota havia se acostumado com isso; ainda se podia ver um sorriso verdadeiro no seu rosto. Porém tudo mudou quando aos seus 5 anos, Gabriella e sua família foram obrigados a fugir do terror que havia se instalado na aldeia com a chegada de vários ingleses, alemães, entre outras nacionalidades europeias. Gabriella, sua mãe e seus dois recém-nascidos irmãos conseguiram escapar, mas seu pai havia ficado pra trás para tentar combater com um soldado alemão. Depois desse dia nunca mais tiveram notícias dele; pensa-se que tenha sido morto ou levado para o mercado de escravos. Gabriella e o restante da sua família se mudaram para Houston, Texas e com dificuldade, se acostumaram à nova vida. A mãe de Gabriella tratou de superar a suposta “morte” do seu marido rapidamente e 1 ano depois, casou com um americano de alta classe. Gabriella nunca soube como sua mãe conseguiu fazer isso, já que a menina havia notado desde sempre que era difícil para a sua raça ficar alguém de outra raça diferente. Ao que parece, era realmente amor verdadeiro. Gabriella, sua mãe e seus irmãos se mudaram para a luxuosa casa do tal americano (cujo nome era Bill, ela havia descoberto quando sua mãe o chamou) e vivem lá até hoje. Ao princípio Gabriella não podia deixar de ficar com a boca aberta ao ver tamanho luxo. Hoje já está acostumada. Mudanças sempre foram normais na sua vida, sejam elas boas ou… menos boas… Gabriella começou frequentando a escola aos seus 6 anos e ela absolutamente adorava poder se sentar numa cadeira e ficar escutando a professora falar coisas novas para ela. Ela nunca tinha tido a noção da tamanha variedade de palavras e números e acontecimentos e coisas que ela não conhecia ainda. Ela sempre foi muito aplicada e sempre tirava boas notas, mas por algum motivo seus coleguinhas não gostavam muito dela. Ela descobriu o porquê quando eles a começaram apelidando de “sujeira” e “nódoa preta” nas suas costas. Gabriella nunca ligou muito a isso. Com o tempo foi se acostumando. Aos seus 9 anos, Gabriella começou a aprender a falar outras línguas. Devido à sua enorme curiosidade e fome de aprendizagem, a garota hoje fala: inglês, francês, alemão e um pouco de português. Sua mãe sempre lhe falou que mesmo que ela tivesse todos os conhecimentos deste mundo, ela nunca conseguiria chegar a lugar algum, pois ela era negra e aparentemente pessoas negras nunca chegam a lugar algum. O máximo que conseguem é trabalhar num café como empregados de mesa. Gabriella começou questionando se isso era realmente correto. Diferenciar as oportunidades e direitos só por causa de cor de pele? Hoje, com os seus 19 anos já feitos, Gabriella conseguiu chegar ao aparente “máximo” da tabela dos negros. Trabalha num café como empregada de mesa, porém não é isso que ela quer fazer para o resto da vida. Gabriella tem o desejo de fazer algo pelas pessoas, ela quer ser médica. Quando ela contou isso pra sua família eles riram na cara dela, até mesmo os seus irmãos já com 13 anos, se renderam aos padrões impostos pela sociedade. Que o mínimo de uma pessoa branca é o máximo para uma pessoa negra. A garota ficou ainda mais furiosa ao saber de que já não basta ser difícil pra ela só porque é de raça africana, mas também é ainda mais difícil quando se é de raça africana e mulher. Gabriella prometeu a ela mesma que não deixaria todas essas coisas serem obstáculos pra ela. Tudo corria normalmente na vida da garota até que souberam da existência de uma família negra em Houston. Vários soldados alemães invadiram a casa de sua família e tudo o que Gabriella se lembra é de gritar a plenos pulmões pela sua mãe que também era arrastada por dois soldados robustos só que em uma direção diferente da dela. Gabriella protestou, berrou, chorou, mas nunca implorou que a soltassem. Ela não desceria a esse nível, ainda mais com esse tipo de pessoas que tratavam sua raça como lixo. Jamais ela imploraria por algo a eles. Ainda deu tempo de esconderem os seus irmãos no porão antes dos soldados chegarem, pelo menos isso. Bill assistia a tudo com uma tristeza nítida no seu rosto, porém não fazia nada para impedir os soldados de levarem a sua esposa e a sua enteada. Gabriella sentiu um misto de raiva e compreensão pelo homem pois ele não mexeu uma palha perante a situação. Porém ela sabia que mesmo que ele tentasse impedi-los de nada adiantaria e além disso poderia ser morto. A garota foi colocada à força numa espécie de caixa e fechada lá dentro. Tudo o que ela se lembra é de se sentir em movimento e depois disso, tudo não passou de uma mancha negra. ”Calma, Gabriella. Você irá se acostumar com o que quer que seja que esteja vindo daqui pra frente. Você sempre se acostuma.
[Peço desculpa se a história ficou grande e dramática demais, porém eu não consegui me conter, eu manjo quando é pra drama gjhgfhj e-e]

Δ Personalidade: Determinada, dura e trabalhadora. São três palavras que combinam bastante com Gabriella. A garota sempre trabalhou duro para conseguir alcançar os seus objetivos, mesmo que ainda não os tenha alcançado completamente. Curiosa e arrebatada, Gabriella ama sempre descobrir coisas novas e de aprender aquilo que ainda não sabia. Assim como é muito determinada, Gabriella também é teimosa. Se ela coloca algo na cabeça, dificilmente ela muda de ideias, mesmo que as circunstâncias nem sempre estejam (e não estão) a seu favor. Gabriella dá muito valor às pequenas coisas. Todos os dias, a partir do dia em que começou a morar na casa de seu padrasto, isso ocorria: Gabriella era a única que se levantava cedo, sempre preocupada em regar as margaridas que cresciam todos os anos no jardim; mesmo tendo jardineiro, a garota insistia que ele não deitava muita água nas flores com o intuito de “poupar.” A garota também se preocupava em alimentar uns passarinhos que sempre pousavam na cerejeira que ali havia. Especialmente no Inverno onde a escassez de comida era mais forte para os animaizinhos. Resumindo, Gabriella é daquelas poucas pessoas que ligam para pequenos detalhes que outras pessoas consideram inúteis, mas que para ela são tão importantes quanto os grandes. Gabriella também é uma pessoa muito diplomática, se tem coisa que ela mais odeia são as injustiças que são cometidas todos os dias na sociedade e que as pessoas tapam os olhos para não as ver.

Δ Ocupação: Será escravizada em breve.

Δ Gosta:
– De ler (seja qual tipo de livro for);
– De aprender coisas novas, sejam elas insignificantes ou importantíssimas;
– Do mar (a única vez que Gabriella foi na praia, ela ficou fascinada pelo vasto oceano à sua frente);
– De pessoas justas e trabalhadoras;
– De mentes abertas a novas ideias;
– De animais;
– De carícias (ela nunca recebeu muitas, mas pelo o que ela lê nos livros, parecem ser muito boas)

Δ Desgosta:
– Pessoas egoístas;
– Mentes fechadas com ideias do século passado;
– Preconceito (seja racismo, homofobia, etc)
– Barulho das máquinas;
– Pessoas preguiçosas;
– Pessoas convencidas.

Δ Medos:
– Não conseguir lidar com uma situação que lhe apareça no futuro; Gabriella está acostumada a conseguir aceitar os desafios que a vida lhe impõe, por mais difíceis que sejam. Porém, ela tem medo de um dia o desafio ser muito difícil de superar e ela não conseguir aguentar até ao final.
– Ela é claustrofóbica.

Δ Manias/Costumes: Gabriella tem essa mania de ficar olhando para o teto do nada, deixando sua mente vaguear por aí, até que alguém a chame e ela volte à realidade;
Ela também tem o costume de resolver os problemas, sejam dela ou dos outros, sozinha e ainda voluntariamente.

Δ Distração: Gabriella ama ler todos os tipos livros. Ela também passa muito tempo no próprio jardim quando não está trabalhando, cuidando das floras e plantando pequenas sementes.

Δ Sexualidade: Bissexual.

Δ Se for Nazista, diga o que seu personagem acha das outras etnias. Se fizer parte dos outros grupos étnicos, diga o que acha sobre os nazistas: Gabriella os abomina, assim como muitos dos mesmos abominam a sua raça. Ela acha o nazismo uma coisa sem nexo e completamente desnecessária, porém ela sempre se mantém em silêncio sobre o assunto pois está ciente das consequências que virão se ela falar o que realmente pensa.

Δ Deseja um par? (x) Sim / () Não

Δ Você arruma o par ou deixa para o autor? O autor arruma, se puder.

Δ Se desejar o par e deixar o autor, quer que ele seja Ariano/Nazista? (x) Sim / () Não

Δ Algo mais: O pai de Gabriella está na verdade vivo e é agora um fugitivo. (pode fazer o que quiser com o personagem gjhgf eu só falei isso pois acho que pode ser importante para a história hehe)

Δ Está de acordo que agora seu personagem pertence a minha história? (x) Sim / () Não

Δ Está de acordo que ele pode morrer e/ou não ter um final feliz? (x) Sim / () Não

Δ Está de acordo que me sentirei no direito de mudar algo em seu personagem se isso for necessário para o melhor desenrolar da história? (x) Sim / () Não

Espero que goste, fiz com carinho. =3


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