~Caramelkitty

Caramelkitty
Jovem escritora
Nome: Sofia
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Amadora, Lisboa, Portugal
Aniversário: 11 de Agosto
Idade: 18
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Happy Halloween


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Happy Halloween

Primeiramente, quero desejar-vos a todos um muito feliz Halloween, com mts doces e sustos!
Devo dizer que passei a última semana em alvoroço, com tantas ideias do que fazer aqui pelo Spirit neste dia que quase entrei em colapso. Porque, obviamente, não tenho todo o tempo do mundo.
Então... começarei uma fic interativa de Diabolik lovers (para quem estiver interessado) e nem me perguntem porque eu gosto desse anime, hein?
O enredo é péssimo, admito, e a Yui é uma chata, mas até que os vampirinhos são pegáveis (apesar de serem sádicos e tals -.-)
E eu começo a ter a mania de fazer fics com todos os temas e mais alguns que se possam imaginar.
Se eu puder (SE) irei fazer uma oneshot bônus de «In Purple Eyes», um especial Halloween ;) Mas será pequenino, pois como já referi anteriormente não tenho mt tempo disponível.
Por agora, td o que posso dar para vcs nessa bela manhã de sol horrivelmente luminoso (ai, a minha vista dói >.<), é uma histórias que encontrei na internet e que decidi partilhar com vcs, pq algumas são realmente interessantes. Como vcs já devem ter percebido eu gosto mt de tudo o que mexe com o psíquico, que não seja de imediato entendimento. Essas histórias não são óbvias. Às vezes é preciso pensar um pouco para entender o final delas. Se não perceberem alguma, avisem-me:

P.s: Elas eram, na sua maior parte, Inglesas, por isso estive a traduzir para Português/Brasilês (com alguns retoques pessoais, pois claro)


Monstros debaixo da cama

Como em todas as noites, fui levar o meu filho à cama. Deitei-o e dei-lhe um beijo de boas noites. Então ele disse-me: - Pai, vê se há monstros debaixo da cama!
Para reconfortá-lo, eu o fiz. E tive um grande choque quando vi que o meu filho estava debaixo da cama, de bruços, e com olhos arregalados como duas luas cheias, apavorado. Ele sussurrou: - Pai, está alguém na minha cama!


Odeio quando o meu irmão Charlie tem de ir embora

Eu odeio quando meu irmão Charlie tem que ir embora.
Os meus pais constantemente, pacientemente, explicam-me que ele é doente. Que eu tenho a sorte de ter um cérebro, onde todos os produtos químicos fluem adequadamente aos seus destinos como rios sem barragens. Quando eu reclamo sobre como entediado estou, sem um irmãozinho para brincar, eles tentam fazer-me sentir mal, apontando que seu tédio provavelmente ultrapassa de longe o meu, considerando que está confinado a um quarto escuro de uma instituição.
Eu sempre peço para eles lhe darem uma última chance. É claro que eles o fizeram a início. Charlie voltou para casa várias vezes, cada uma delas de mais curta duração que a anterior. Nessas vezes, sem falhar, tudo começava novamente. Os gatos da vizinhança com os olhos arrancados aparecendo em sua caixa de brinquedos, aparelhos de barbear do meu pai caídos, encontrados nos brinquedos para bebê no parque do outro lado da rua, vitaminas da mãe substituídas por pedaços de tábuas de lavar louça. Meus pais estão hesitantes agora, o uso de "últimas chances" com moderação. Eles dizem que a sua doença o torna charmoso, faz com que seja fácil para ele fingir normalidade, e para enganar os médicos que cuidam dele em pensar que ele está pronto para a reabilitação. Eles dizem que eu terei que aguentar o meu tédio... se isso significar para mim segurança.
Vejo, da janela do meu quarto, médicos levando o meu irmão de volta para o manicômio. Ele está apavorado por se ver, novamente, em semelhante situação. Na minha cara, o tédio é significativo.
Eu odeio quando Charlie tem que ir embora. Isso faz-me ter que fingir ser bom até que ele esteja de volta.


Despertador

A última coisa de que me lembro foi de ver o meu despertador digital que apontava que eram 12:07. Após essa constatação, mãos frias, enrugadas com unhas cobertas de sangue rodearam a minha garganta e boca, impedindo-me de gritar e asfixiando-me lentamente. Acordei assustado, mas soltei um suspiro de alívio ao perceber que tudo não passara de um pesadelo. Foi então que eu olhei para o relógio. Eram 12:06.
Este som foi o armário a abrir-se?


Primeiras palavras

Um dia destes, a menina irá dizer as suas primeiras palavras. Eu e a minha esposa estamos neste impasse, neste jogo amigável de apostas sobre qual a palavra que ela primeiro dirá, se mãe, se pai.
Apesar da minha esposa mimá-la, rondando-a, sempre dizendo: «Diz mamã, querida! Mamãe ama-te tanto!», estou convencido de que irei ganhar. Quando a trouxemos para casa ela só gritava e chorava e nada do que a minha esposa fez conseguiu acalmá-la. Mas bastou eu chegar e segurá-la para ela cair no sono.
Sim, decididamente a nossa menina é uma garota do papai.
Sentei a nossa filha na cadeira e eu e a minha esposa começamos a balbuciar como galinhas: «Mamã» «Papá» «Diz mamã» «Quem é o papá, querida?»
Retirei a mordaça da boca da nossa garotinha:
- P-por favor... O-o que querem comigo? Por favor, deixem-me ir embora!
O sorriso da minha esposa caiu por terra. Com o coração pesado, voltei a amordaçar a menina que se preparava para gritar. Conduzi a minha esposa para fora de divisão, para que ela não tivesse que assistir. Tranquei a porta e peguei no revólver que estava em cima da mesa.
Após o trabalho feito, saí da sala e encontrei a minha esposa aos prantos. Coloquei as mãos nos seus ombros e reconfortei-a:
- Está tudo bem, querida! A próxima será melhor! Eu prometo!


Não adianta fingir dormir

Um jovem rapaz está dormindo na sua cama, numa noite que parece tão normal como as outras. Começa então a ouvir passos no corredor. Como a porta estava aberta, ele vê passar um assassino, que carrega os corpos dos seus pais.
Como toda a criança com medo, ele fingiu que estava a dormir, enquanto que na verdade, espreitava a cena pelas pálpebras semicerradas. O assassino pousou os cadáveres no chão e escreveu algo na parede com o sangue deles. Feito isto, ele desceu as escadas e o menino ouviu o bater da porta. O rapaz sentia a boca tão seca que duvidava que pudesse emitir qualquer som. Desceu silenciosamente da cama e aproximou-se do escrito na parede.
«Sei que estás acordado!»
Ele leu. E sentiu a ponta de uma faca pressionar-lhe a nuca.


Morto ou vivo?

As chamas de um incêndio alastravam-se pela madeira do meu apartamento. Elas queimavam a minha pele e o fumo estava a fazer-me perder, gradualmente, a consciência. Mortificada pelo ar tão denso, mal pude ouvir as sirenes dos bombeiros. Vi tudo negro, por um tempo indeterminado.
Acordei com sons de martelo. Estava a sentir-me apertada e com falta de ar. Abri os olhos. Estava tudo escuro. E o som das marteladas não cessava. Demorei muito tempo para perceber o que estava a acontecer. Tempo demais. Os meus gritos foram abafados pelas toneladas de terra que cobriram o meu caixão. O que aconteceu bem antes do meu fôlego findar.


Enfim, espero que tenham gostado!
Um grande abraço a todos e até à próxima!

Eis um gif para quem leu isto até ao final. Podem pôr no perfil, se quiserem, ou podem guardar:
http://www.dazzlejunction.com/graphics-holiday/halloween/moon-cat-pumpkin.gif

Escutando: sleepwalking (birthday massacre) - O meu irmão está a ouvir no quarto ao lado do meu kkk Mas a música é maneira ^-^
Lendo: Se eu estou a escrever como posso estar a ler? Só se estiver a ler o que escrevo :P
Assistindo: Mesma coisa que a anterior!
Jogando: Amor Doce (ou melhor, não jogando, tava contar as moedinhas para ver o que consigo comprar na loja de Halloween)
Comendo: Chocolate (Vou ficar gorda se continuar a empanturrar-me de doces hoje)
Bebendo: Por agora nada, mas o chocolate faz a minha garganta seca por isso irei beber algo bem laranja mais tarde (tipo sumo de laranja, cenoura e abacaxi :P)

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