~CarolMoretto

CarolMoretto
Nome: Caroline Barros Moretto
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Santos, São Paulo, Brasil
Aniversário: 6 de Junho
Idade: 18
Cadastro:

Eve False — Interativa


Postado

Like a small boat
On the ocean
Sending big waves
Into motion
Like how a single word
Can make a heart open?
I might only have one match
But I can make an explosion


♦Nome completo:

Asuka Matsumoto

Significado:

Fragrância do amanhã,
Matsu: pinheiro,
Moto: base, pé, princípio
Base do pinheiro.

♦Idade:

15 anos.

♦Aparência:

Rin Shibuya.




Têm cabelos castanho-escuros e longos. São lisos. Seus olhos, que possuem um brilho adorável — e raro —, são da cor verde. Sua pele é branquinha, sem nenhum resquício de qualquer defeito. Tem um corpo com curvas bem desenhadas, seios satisfatórios — médios e fartos, eu diria —, coxas grossas e bumbum também médio. Nada muito exagerado, ela tem um corpo ótimo, na medida do possível. Mede 165 cm e pesa 44kg.

♦Personalidade:




De personalidade forte, Asuka jamais leva desaforo para casa, nunca abaixará a cabeça à ninguém. É na dela, não sai puxando briga por aí, porém nunca recusou uma boa discussão, contanto que ela saísse ganhando. É orgulhosa e dificilmente dá o braço à torcer. Uma bela frase para defini-la é “Aqui se faz, aqui se paga”. Não pode simplesmente tentar rebaixá-la e achar que sairá sem um mísero ressentimento.

Não gosta de demonstrar fraqueza, portanto, por mais triste e mal que esteja, continuará dizendo que está bem, mas como não é nem de longe uma boa mentirosa e não consegue que as pessoas acreditem.

VIngativa. Ela nunca lhe fará nada, porém se a fizerem mal ou a alguém que ela goste, estará se metendo com a pessoa errada, pois Asuka não tem a menor piedade e fará o possível e impossível para que você sofra as consequências.

Sincera e sarcástica, dependendo da pessoa, Asuka fala o que pensa na cara dela, se doeu, fazer o quê, uma pena. Agora se for, por exemplo, uma amiga perguntando “essa roupa ficou boa?” e ela achou que não, responderá algo como “acho que ficará melhor com outra”. Odeia qualquer tipo de mentira, talvez porque ela não saiba mentir, não quer que mintam para ela.

Ela não aprendeu muito por si mesma, mas o que aprendeu simplesmente não largará. Dificilmente ela colocará seus sentimentos expostos para quem quiser vê-los, então muitas vezes é difícil decifrá-la, mas não impossível. Guarda todo sentimento para si mesma, o que pode complicar tudo para si, e, quando explodir, será de uma vez.


Muito perfeccionista e organizada, sempre têm tudo em seu devido lugar e não suporta a bagunça, é claro, em seu lugar de ‘conforto’. Agora, se tratando da bagunça dos outros, não liga.

Não é nem um pouco tímida, pelo contrário. Porém, apenas se for você a puxar assunto, pois ela não é boa nisso. Com pessoas que ela já possui certo conforto e se sinta confiante o suficiente, se soltará e possivelmente falará mais. Fará brincadeiras e será descontraída.

Ela sempre pensa mais antes de agir ou falar. Se está em uma situação que requer rapidez, simplesmente tentará a todo custo dar um jeito rápido. Em discussões normalmente seu raciocínio é mais rápido e por isso ela é sempre tão determinada a sair ganhando de tudo.

É independente demais e nunca procurou depender de alguém, já que isso lhe traz o sentimento de sufocamento. E é por isso que não gosta de se sentir submissa, nunca foi e, em seu pensamento, nunca será de ninguém.

É muito determinada quando se trata algo do que ela deseja muito e na maioria das vezes sempre corre atrás. Não faz o tipo curiosa intrometida, que procura o que não lhe diz respeito, normalmente se foca em algo que trará algum lucro à ela.

Quando gosta de alguém, é 8 ou 80. Não gostara por partes, mas inteiramente e intensamente. É muito, mas muito possessiva mesmo, sente ciúmes até do vento que chega perto do amado, porém, nunca fora nenhuma escandalosa nem nada, por isso é bem difícil saber sempre o que está a acontecer dentro da mente da mesma.

Ela se dá bem com a maioria das pessoas de sua forma. Na sua cabeça não é preciso que fique grudada à tal pessoa para que demonstre seus sentimentos, ela ficará na dela e, de alguma forma, você saberá que ela gosta de você. Nunca odiou ninguém, nem mesmo seus pais, contanto que não sejam ignorantes e qualquer jeito desagradável, ela será mais que agradável.

Ela pode se tornar atrapalhada na hora em que, raramente, tenta demonstrar carinho fisicamente ou verbalmente. Já que nunca foi muito mimada ou nunca recebeu carinhos constantemente quando mais nova, ela é sem jeito nessas horas e fica se martirizando mentalmente em que situação se colocou. É um dos momentos raros que fica sem palavras e ri de nervosismo.

No fundo é uma garota toda sentimental e intensa. Mas nunca mostrará isso, pois não fora assim que fora educada. Se apega facilmente às pessoas, mas não grudando-se nelas, apenas apreciando as amizades silenciosamente, o que pode acabar resultando nos outros achando que ela não gosta deles, então é sempre preciso muito paciência, compreensão e determinação para lidar com a garota. Asuka é prestativa e pode estar sempre ajudando os outros, porém não a ponto de fazer papel de trouxa.

♦História:

Desde muito cedo teve de tomar conta de si mesma. Não dependia muito de seus pais, já que os mesmos nunca passaram nem ao menos uma hora do dia em casa. Ela teve uma babá apenas até seus 10 anos, a partir daí eles despediram-na e Asuka passou a ser independente. Eles sempre trabalharam muito para que pudessem ter uma boa vida, sem complicações, e então esqueceram que a menina necessitava do amor que apenas eles podiam dar. Mas a garota nunca deixou transparecer, já que sabia o quão eles sempre se esforçaram para chegar aonde estavam e não tinha o direito, em sua cabeça, de cobrar-lhes qualquer sentimento. Com o fato de ter 'se criado’ sozinha, ela estava à base de suas regras. E, ao passar dos anos, guardou bastante rancor de seus pais, pelos mesmos não terem dado a atenção que a garota tanto precisava. E como sempre, ela não se deixava parecer fraca na frente dos pais ou como se um dia tivesse realmente precisado deles. Aos treze anos de idade vinha começando a bolar aula, para que pudesse sair de lá com as más companhias que arranjava, e fazer diversas bobeiras, que se arrepende. A garota de apenas treze anos estava voltando 3 horas da manhã para casa, não permanecia em seu colégio e possuía riscos de repetir. Seus pais mal sabiam onde ela estava e a garota não tinha nem, ao menos, mais de 15 anos. Quando chegava em sua casa, recebia boas surras, mas ela sempre se recusava a abaixar a cabeça para qualquer um deles. Começaram também a trancafiá-la em casa, fechavam tudo e chegou ao extremo de trancarem todas as janelas com cadeado, para que ela não tivesse nenhuma saída. E ela, claro, não deixaria barato. Vivia quebrando todos os objetos de vidro e fazendo um grande furdunço na casa, para que não saísse por baixo. Eles já não aguentavam mais, precisavam fazer algo para que ela parasse com essa rebeldia ridícula. E situações extremas necessitam de ações extremas. Então eles a colocaram na mão de Karlheinz, que prometeu dar um jeito nela.

▶ Estilo:

Roupas que ela costuma usar:







Ela tem um estilo bem diverso. Ela gosta daquilo que lhe caía bem e seja no mínimo confortável. Mas a maioria de suas roupas são bem combinadas e bonitas.

Cabelos:



Ela possui longos cabelos e muitas vezes isso a incomoda de deixá-los apenas soltos. Então sempre procura fazer vários penteados diferentes.

♦Familiares:

Mãe:



Nome:

Emi Matsumoto.

Idade:

36 anos.

Relação:

Elas não eram muito próximas, mas Asuka sempre, mesmo que não admitisse em voz alta, admirou a mãe. Ela sempre teve essa necessidade de suprimir o sentimento da carência e queria que fosse sua mãe a lhe dar carinho ou elogia-la. Ela gostava de sua mãe, mas amar, não. Amar depende da convivência e sua mãe nunca fez muita questão, por causa do trabalho, de lhe dar atenção.

Pai:



Nome:

Daisuki Matsumoto.

Idade:

48 anos.

Relação:

Também não era muito próxima de seu pai e não fazia muita questão. Ele queria sempre lhe dar uma “lição” e não via o lado da garota. Ela o achava repugnante, mas não o odiava. Gostava do mesmo, pois apesar de tudo, era seu pai. Mas não queria-o tão perto assim.

♦Manias:


Esconder o rosto atrás de seus cabelos quando não quer encarar algo ou alguém;
Revirar os olhos para quase todo mundo e todas as situações;
Chacoalhar as pernas quando está entediada.

♦Gostos/desgostos:

Gostos:



Ela é completamente apaixonada pela cor preta;
Ela gosta de lugares bem movimentados, como festas, onde ninguém a notará e ela poderá se soltar como nunca;
Adora chocolate quente, ainda mais se estiver um frio bonzinho;
Flores e seus significados. A sua preferida é a Flor de Cerejeira, que significa beleza feminina e simboliza o amor, a felicidade, a renovação e a esperança;
O frio a agrada mais que o calor, mas adora todas as estações;
Ela se sente bem sozinha, mas adora uma boa companhia;
Às vezes faz algumas loucura para se entreter;
Tocar piano;
Salgados;
Música, um de seus maiores passatempos. Fica cantarolando por aí como se o mundo nem existisse.

Desgostos:

Que a desafiem ou joguem comentários mal intencionados à ela;
Sorrisos debochados;
Pessoas falsas;
Brincadeiras de mal gosto;
Pimenta;
Fofocas, pois em sua concepção, ninguém não tem nada haver com a vida de ninguém;
Pessoas que tentam, à todo instante, chamarem atenção;
Que vivam a reclamar;
Que tentem, de alguma forma, mandar nela;
Que apontem o dedo para ela ou a acusem de algo que a mesma não fez;
Mentiras;
Pessoas grudentas;
Que a ignorem.

♦Medos:

✴Tempestades:



❇ Lugares vazios e escuros:



♦Traumas:


De altura.
Uma vez a garota fora a uma festa com seus amigos com treze anos, apenas. Todos se divertiam e decidiram que subiriam na cobertura, não sabiam bem o por que ou quem havia proposto, mas eles estavam tão desligados que não se opuseram. Asuka se divertia com uma amiga que tinha feito na mesma festa, e, por ironia do destino, estavam muito próximas a beira do terraço. Ela nem teve tempo de raciocinar, logo ela ouviu um berro e presenciou toda a cena: Hana já estava caindo de lá e foi tudo em câmera lenta para Asuka, que ainda esticou os braços para tentar ajudá-la: os pedidos de socorro, a sensação de horror e medo em seu peito, o rosto sorridente ainda à pouco de Hana. Ela decidiu nunca mais desafiar as alturas.

♦Par:


Shuu Sakamaki.

♦Relação com o par:


Se sente uma grande de uma estúpida perto de Shu. Ela sempre quer ter a atenção do loiro, mas ele está sempre tão no mundo da lua, que ela mal têm chances. E não é de seu feitio tentar chamar a atenção dele, ela quer que o mesmo note-a sozinho, sem que ela precise ficar no pé. Por isso, na maioria das vezes, se enfurece e não sabem o por quê. É possessiva e ciumenta com ele, mas ele possivelmente não sabe. Pois ela não mostrará. Normalmente o observa de longe, sem incomodá-lo, porque não quer morrer tão cedo. Mas apesar dela ser caidinha por ele, não dá o braço a torcer mesmo! E, mesmo sabendo que ele é mil vezes mais forte e sempre ganhará, não entrega a chance dele fazer o que quiser com a mesma de bandeja. Se debate, bate nele, esperneia e o xinga de todas as coisas possíveis.

♦Relação com os Sakamakis:

Laito:

De primeira ela não teve uma boa impressão do garoto, por isso não gostou dele ou se acostumou com seu jeito pervertido tão facilmente. Mas foi cedendo ao passar do tempo, pois não via realmente uma ameaça nele, além do mesmo ser vampiro, é claro. Era a única forma de diversão para ela dentro daquela mansão, já que vivia a conversar com o ruivo, é claro, fugindo de suas malícias. Mas não é muito próxima dele e decidiu não ultrapassar a barreira de “só conhecido” no começo, pois é muito desconfiada.

Reiji:

Nada contra, nem a favor. Ela achava até estranho quanto controle ele tinha comparado aos irmãos. Mas quando o viu em sua sala, quando decidiu conversar com o mesmo por algum motivo, chupando o sangue de uma garota até que a mesma caísse, já sem forças, no chão, teve outra visão dele. Preferia manter-se a distância do 'senhor certinho’, que já não parecia tão certinho em sua concepção. Mas ele era o mais suportável ali dentro para ela.

Ayato:

Não gostava do jeito abusado e possessivo ( haha ) como ele se portava. Ele, ao seu ver, sempre estava querendo atenção, e isso a deixava entediada. Mas ela nunca chegou a realmente ligar para sua presença, nunca se incomodou de forma alguma com ele. Ao passar dos dias ela se acostumou mais com Ayato e seu jeito impulsivo, achava-o legal às vezes, quando o mesmo não tinha seus surtos. Vivia trocando farpas com ele, para a sua diversão.

Kanato:

Se não fosse pelo modo atormentador como o garoto fala e se comporta, ela o acharia um fofo. Às vezes ele a assusta, como o resto dos habitantes da mansão, com suas palavras. Mas de resto, leva numa boa. Ele é uma ameaça, juntamente com todos os Sakamakis, mas ela acaba sempre se adaptando. E muitas vezes até que deixa de lado todos os "porém's" que a empatam de chegar perto, e arrisca uma conversa.

Subaru:

Ela o acha uma piada. Pelo fato do garoto sempre estar tão irritadiço e quebrando tudo por aí, costuma rir discretamente quando alguns se assustam com sua agressividade e Reiji o adverte pela falta de educação. Mas se arrepende ao perceber que ele a pega no flagra.
Asuka mal se dá ao trabalho de irritá-la já que o mesmo, aparentemente, nasceu assim. Mas nunca perde uma boa troca de palavras.

Ao todo:

Acho que é igualmente com todos. Ela prefere a distância porque é insegura em relação ao novo e prefere não arriscar. Além deles serem vampiros e sádicos, claro. E, mesmo que não demonstre, teme cada um deles. Mas, quando se sentir mais segura, pode deixar isso tudo de lado.

♦Relação com as noivas:



Se dá bem com todas, do seu jeito. Ela vai tentar sempre ser sincera com elas, pois sempre quer o bem de todas as pessoas, a não ser que alguém se volte contra ela. Gosta quando há alguém que dê uma animada em tudo e que a tire da zona de conforto, para que ela se solte um pouco. Trata todas elas bem, porque são as únicas humanas ali dentro, além dela. E tenta se esforçar um pouco para não ser a 'ovelha negra’ dentre elas.

♦Reações ao…

•Perceber que está com ciúmes:

É normal e já se acostumou com isso, apesar de sempre se dar um tapa internamente por ser tão ridícula a este ponto. Vai tentar negar um pouco seus pensamentos e tentar mudá-los, mas sempre irá sentir aquela pontada — soco — no peito de ciúmes presente. Apenas analisará a situação e se amaldiçoará pelo resto de sua vida.

•Descobrir que eles são vampiros:

Ficará bem surpresa, porém em silêncio. Negará infinitamente para si mesma e afirmará que é só uma brincadeira de muito mal gosto. Mas quando perceber que não, entrará em pânico. Suas mãos suarão e ela vai querer procurar um apoio, incrédula. Mas vai aceitando com o tempo, quando não estiver vendo mais saídas.

•Descobrir que está apaixonada por um vampiro:

“Aonde eu fui me meter?”

Ela se sentirá até meio acanhada, vai decidir ignorá-lo apenas para ver se o sentimento some e dá um basta na história. Mas quando perceber que não, aí sim se sentirá detonada. Ela vai tentar achar soluções como: se isolar, fugir ou até mesmo dar seu sangue para um dos Sakamakis até que não tenha mais sangue correndo em seu corpo, ou seja, morrer. Pois a mesma tenta a todo evitar qualquer um deles, e estar apaixonada por um vampiro — um deles — é o cúmulo da morte para ela.

•Ver seu par mordendo outra garota:


Se morderá de ciúmes. Vai querer gritar e arrancá-la dos braços dele, mas não culpará ela. Ela vai ficar olhando a cena de longe, provavelmente sentindo seu peito corroer e uma vontade imensa de espancá-lo. Mas não poderá fazer nada, pois, mais uma vez, não é a sua. Ela vai ficar ressentida e vai ignorá-lo até onde puder.

♦Sabe que sua personagem está em minhas mãos e eu posso fazer o que quiser com ela?


Claro que sim!

♦Algo mais?:



Ele, por favor. Frete grátis, viu?


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