~Catxp

Catxp
Caroline
Nome: Caroline (Cat)
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Petropolis, Rio de Janeiro, Brasil
Aniversário: 10 de Julho
Idade: 18
Cadastro:

Esboços de sinopses de fanfics que (talvez) venham à ser escritas por MIM


Postado

Título: Looking at you

Gênero: Hentai (principalmente), comédia, romance e novela, drama.

Sinopse: (EM ANDAMENTO) Scarlet era doce como limão, e leve como um avião. Tinha poder sobre mim, o poder de me deixar louco, e levar tudo de bom que ainda restava aqui dentro. Quando à conheci, naquela sala ridícula da delegacia aonde eu à fiz perguntas ridículas e assisti de primeira mão ela me fazer de ridículo, sabia que ela me traria problemas, porque eu me sentia atraído por ela, e isso nunca seria normal.

E então aconteceu.

Havia me afastado da luz, tanto a física quanto a simbólica. Eu havia deixado que ela me envolvesse em sua escuridão, fortalecendo a minha.
Eu finalmente entendi que aquilo não era ruim. Bem e mal são conceitos relativos quando se leva uma vida como a minha, eu devia ter aprendido isso antes. A escuridão nem sempre é ruim – não, por vezes ela se mostra gentil, confortável, misteriosa... A escuridão dela era assim, e por mais perigosa e odiosa que por diversas vezes me parecesse, era o que havia me mantido de pé, me dado forças, e de um jeito estranho, foi o que reacendeu uma espécie de claridade dentro de mim. A sombra dela era a minha luz. Mas até isso havia sido arrancado de mim.

A minha luz me deixou, e agora eu não tenho mais nada, porque ela também era a minha escuridão e tudo o que eu era capaz de sentir.

Prólogo:
Scarlet, vulgo a serial killer por quem eu havia me apaixonado, se sentou em sua cadeira, que rugiu por ser de uma madeira velha e corroída. Levantei levemente a cabeça sentindo a presença da pessoa que me fazia ficar excitado várias vezes durante a noite.

Era estranho me sentir preso em uma sala contra a minha vontade.
Era estranho estar preso para interrogar uma assassina que queria ser interrogada, por mim, e que possivelmente me mataria depois disso.

- Segunda-feira, oito e trinta da manhã, Nova York... - encarei a mulher, de vinte e sete anos, enquanto posicionava delicadamente o gravador sobre a mesa de metal - ...Paciente Caroline Marie Hartmann... - Scarlet revirou os olhos verdes - ... Dupla personalidade, sociopata, psicopata...

- Opa, psicopata é a melhor palavra pra me definir! Adorei! - gritou, interrompendo-me, enquanto girava um canivete no dedo indicador da mão esquerda.

- ... Cleptomaníaca e insana. - terminei, com um leve quê de inexperiência e medo que escondia pelo menos perante Scarlet. Era um dos maiores casos que pegaria em minha vida toda, sem dúvidas o mais complicado.

- "Insana" soa tão... ARLEQUINA! Você sabe, eu sou uma grande fã dela! - encarou-me animada, esboçando um sorriso enorme - Oh, eu não deveria falar, certo? Eu sou um pouco inquieta, me desculpe por isso, doutor Christian Jordan. - sorriu de lado, voltando a se acostar na parede.

- Como sabe o meu sobrenome? - questionei, sério porém surpreso.

- Eu sei de tudo, meu amor... - seu sorriso ardeu em malícia - Mas, vamos ao que interessa, quando vai começar a me interrogar? Eu quero te tirar logo daqui... Tenho outros planos com você. - encarou as unhas, entediada.

- Você não vai me tirar daqui. - disse, com convicção - Está claro que vai me matar.

- Isso é o que eu quero que você pense - respondeu, afiada.

- Porquê está aqui? - perguntei, a ignorando.

- Porque me descuidei, e deixei pistas, então eles me achariam. - continuou a encarar a unhas - Eu preciso fazê-las... - murmurou, se referindo à elas.

- Porquê continua nessa vida? Digo, você é rica e já não é o bastante saber que as pessoas tem medo de você? - questionei.

- Não, não é o bastante! - pareceu irritada com a pergunta, mas se conteve, respirando fundo - Eu cresci não muito longe dessa cidade... - se sentou na cadeira de frente pra mim.

Por um segundo, me vi perdido nos olhos cinzas daquela mulher, olhos que transbordavam luxuria, mas ainda assim um passado misterioso que eu queria - necessitava - descobrir, pois exalava medo; O medo da maior serial killer que eu havia encontrado até hoje, e também da mulher mais incrível que eu havia conhecido.

- Era só um quarto, - ela continuou - a água era fria... Só eu e minha mãe. Eu dormia em uma cama atrás da cortina, sabe, era aonde eu me escondia enquanto ela divertia os homens.

- Sua mãe, ela era... - sei que pareci surpreso, mas não ousei terminar a frase quando Scarlet me lançou um olhar cortante.

- Era lá que eu estava... Quando ele a matou. Um dos homens que você já trabalhou ou ainda trabalha junto.

- Um policial? Do FBI? - me sentia interessado, fissurado, queria saber mais, sabia que depois disso seria promovido à uma relação mais confiante com Scarlet.

- Ele não gostou do serviço. - soltou uma risada sarcástica - Eu me escondi lá, quietinha, até de manhã, com a minha mãe a meio metro de mim, morta. Naquela noite eu fiz uma promessa... - se levantou, andando até a porta, e esperando a pergunta que sabia que eu faria.

- Que iria se vingar? - ela sorriu, sem se virar para mim.

- Que nunca mais seria indefesa, perante à ninguém, por ninguém. E de nunca deixar nenhum homem ficar sobre mim. - ela voltou a se colocar de frente para mim, apoiando os cotovelos na mesa e ficando à milimetros de selar um beijo comigo - Isso tudo é sobre manter a promessa que eu fiz à mim mesma, me desculpe. É pro seu bem. - e então me beijou, o seu toque era quente e incrivelmente aveludado, depois disso...

Eu não me lembro de mais nada.


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