Perguntas às musas IV


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Perguntas às musas IV

Olá, pessoal!

Depois de um bom tempo, voltei com o jornal "Perguntas às musas", porque vi que havia muita pergunta não respondida e que agora poderia ter resposta sem comprometer os acontecimentos futuros da fic - para quem leu até o último capítulos, rs. Oh sim, pra quem não leu até o último: HÁ SPOILER!

Antes de passar para as perguntas, queria dizer umas coisas sobre este espaço que criei para isso: 1. não coloquei todas as perguntas aqui ainda, porque algumas precisariam de spoilers de coisas que não escrevi ainda; 2. nem toda pergunta é respondida com objetividade, pois aqui é um espaço onde eu trabalho as musas de outra forma, mas nas mesmas personalidades, ou seja: elas respondem o que quiser, inclusive sem responder o que você perguntou haha; 3. se há alguma pergunta que não foi respondida direito, pode ser porque a) não tem resposta definitiva ou b) eu ainda vou abordar isso no jornal master que farei sobre a fic depois que acabá-la.

Tendo isso esclarecido, ressalto que tudo abordado aqui diz respeito à minha fanfic de Saint Seiya, EmMusas - The Lost Canvas, e possui intenção única de entretenimento!

(PS IMPORTANTE: Euterpe na imagem do Jornal!)

Vamos lá!

1. Afinal quantos anos têm as Musas no seu conceito, não é na vdd essa a dúvida, a dúvida é se as Musas são como Atena e reencarnam sempre, ou se estão vivas desde os tempos mitológicos e, se como na Mitologia, elas são deusas.

Guerrakia - Antes de responder sobre a idade, vou me focar na segunda parte da sua dúvida. As musas, ao contrário das reencarnações de Athena, não possuem uma missão específica e voltada unicamente para a salvação do mundo. Elas, por serem “mecanismos” de inspiração para os seres humanos, possuem funções contínuas que devem sempre ocorrer para o mundo continue descobrindo e experimentando o que diz respeito a essas funções. Em poucas palavras, a missão das musas sempre será a de inspirar o mundo, ponto. Considerando isso, elas não possuem reencarnações, pois não chegaram a ser afastadas da Terra através da morte ou do sono temporário. Portanto, estão vivas desde os tempos mitológicos, crescendo de acordo com seu tempo e importância.
As musas, embora sejam divindades e possuam grande influência cósmica, não são deusas. São filhas de Zeus e Mnemósine – uma titânide filha de Urano e Gaia.

Sobre a idade das musas, bom, eu prefiro não compartilhar as que tenho em mente para que não tire a graça da que vocês imaginam para elas hahaha Até porque a noção de tempo para deuses/divindades é diferente das dos humanos, no que diz respeito aos efeitos que isso causa no corpo e etc. Se eu disser que Erato (a mais jovem) tem uns 500 anos, o que vocês pensariam? Não que seja essa idade, mas elas não possuem idade de humanos, elas vagueiam há muito mais tempo pelo mundo, portanto é diferente. E, ao mesmo tempo, a aparência possui outra proporção em relação à idade. Mas, a ordem que pensei para elas é a seguinte: Calíope, Polímnia, Urânia, Clio, Euterpe, Tália & Melpomene (gêmeas), Terpsícore, e Erato. Calíope, na mitologia, já é considerada a mais velha das Musas, porém o resto eu coloquei dessa forma por outros motivos – os quais eu pretendo esclarecer após o término da fic, num jornal unicamente dedicado a dúvidas maiores e profundas!


2. Terpsícore, se não fosse musa, o que estaria fazendo da vida?

Terpsícore – Não sei... Na verdade, nunca parei pra pensar nisso, mas acho que faria algo relacionado com meu gosto pessoal, que talvez pareça óbvio pra você. Acho que gostaria de seguir com a dança e a música, mas admito que ultimamente a luta tem me parecido convidativa. Yuzuriha certamente não me falou o bastante da realidade dura por trás dessa escolha, porém eu acredito na essência bonita motivadora da intenção de lutar e defender aquilo que acredita. Pelo menos, seria assim comigo. Não lutaria por lutar, mas por ser capaz de defender minhas irmãs de outra forma, eu acho... Estou pensando ainda sobre isso.

Guerrakia – Estranho você dizer isso, Terps, porque, na sua realidade divina, você já tem capacidade de defender as irmãs através de outros recursos, mas é legal que se interesse por lutar corpo a corpo também. Enfim!

Terpsícore – É, talvez eu procurasse o Santuário pra me tornar amazona.

Guerrakia – Oh, e seria unicamente para proteger o amor e a paz na Terra ou há outro fator motivador pra você procurar o Santuário? Hahaha

Terpsícore – Você bem sabe a resposta.

Guerrakia – Ouch, ficarei calada!

4. Urânia: Sisi ou Kaka?

Urânia - Você quis dizer Sísifo ou Kagaho? Ah, vamos lá, eu sabia que um dia isso iria voltar. Bom, antes de tudo, queria ressaltar que essa pergunta é meio inadequada atualmente, pois meu coração já tem um dono definitivo. Acredito que, desde que cheguei no Santuário, ele sempre teve. Não me agrada ter que colocá-los dessa forma, mas talvez seja um jeito bom de compreender o que sinto por cada um. Kagaho teve uma enorme importância no meu passado, mas, como disse: passado. Ele permanece lá e não pretendo excluí-lo dele, muito menos torná-lo meu presente ou futuro. Por ter sido meu primeiro amor, ele deixou uma marca bastante profunda em meu ser, que não se apagará facilmente, e acho que nem desejo que se apague totalmente, pois ele me mostrou a necessidade de ser forte, independentemente dos fatores que me influenciam. Me mostrou também que a fraqueza de um ser não pode ser medida pela sua função no Universo e não posso julgar um ser humano no momento em que possuo a mesma possibilidade de sentimento que ele, mesmo sendo uma divindade. Portanto, ele foi importante, e talvez nunca deixe de ser. Mas sua importância permanece no passado, e eu gosto de tratar do futuro. A importância que Sísifo teve e tem em minha vida é ainda maior do que qualquer outra, pois ele, em sua linda composição de ser, me mostrou que o amor se transforma e é mais poderoso do que qualquer outro elemento. Foi ele quem curou a ferida que Kagaho abriu; ferida essa que não me deixava ter coragem para encarar o amor novamente. E foi o cavaleiro de sagitário quem conseguiu mudar isso. Ah... Estou falando demais hehehe Só que gostaria que parassem de colocar Sísifo e Kagaho na mesma frase. Ninguém conseguiria representar melhor o amor em minha vida do que o cavaleiro de sagitário.

5. Euterpe, qual é a polêmica com Kagaho? Kárdia sabe disso?

Euterpe – Ai, fala sério, que povo fofoqueiro. Mas imagino mesmo que não seja novidade para ninguém que eu já fui apaixonada por Kagaho. Na verdade, acredito que ele foi o único homem por quem me apaixonei a ponto de considerar mudar minhas convicções, e não tenho muito orgulho disso, se quer saber. E acho que me apaixonei justamente por ele despertar meu lado questionador, ao mesmo tempo em que fez isso com Urânia, mas, nela, ele despertou um lado rebelde sem causa. E, bom,aquele homem é delicioso só de ver, imagina de outra forma! É normal ficar curiosa vendo Kagaho se movimentar tão livremente, com seu porte intimidador e sua cara de pouquíssimos amigos. Ele sempre foi um mistério para mim, porém hoje em dia não sinto mais interesse em resolvê-lo. O que talvez vocês considerem polêmica seja o momento em que eu me apaixonei, que foi quando ele e Urânia estavam mantendo um relacionamento meio secreto. Secreto, porém que todo mundo sabia! E eu sempre fui devota de Urânia por ela ser inteligente... Tsc, eu devia ser muito tosca naquela época. (risos) Estou brincando, admiro-a até hoje por toda força que emana. Mas enfim, a polêmica é essa: me apaixonei, fui rejeitada, Urânia brigou comigo por estar cega de amor, nos afastamos e depois tudo se resolveu, fim da história!

Guerrakia – É, não conte mais, porque pretendo fazer uma short-fic sobre vocês nesse período.

Euterpe – Olha lá o que você vai escrever sobre mim. Você sabe que Calíope não é a única vaca vingativa entre nós.

Guerrakia – Zeus me livre de pegar briga com uma de vocês. Porém, Euterpe, faltou a segunda pergunta.

Euterpe – Eu pensei em ignorar a segunda pergunta, porque não tem nada a ver meter aquele cretino na conversa. Ele não tem que saber de nada, isso não diz respeito à vida dele, só à minha e ponto.

Guerrakia – Oh, Euterpe, sabemos que você pode ser mais legal que isso...

Euterpe – Tanto faz. Kárdia não sabia e nem saberá, porque se há algo que aprendi muito bem com Urânia é que o passado deve ficar no passado, a não ser que não tenha sido verdadeiramente resolvido. E, bom, sabemos que já foi.


5. Mais uma para Euterpe: como foi sua primeira vez?

Euterpe - Foi dolorosa, porém interessante.

Guerrakia -... É isso que tem para dizer?

Euterpe - Foi apenas essa a pergunta, ora. Ou quer que eu narre onde ele meteu?

Guerrakia - HAHAHAHA Euterpe, cala a boca. Enfim, fale mais um pouco aí da experiência.

Euterpe - Não, a experiência mesmo eu adquiri com outros, não com meu primeiro. Sinceramente, não vejo por que romantizar tanto a primeira vez. Ela me foi algo marcante por marcar uma nova etapa na minha vida enquanto conhecimento de relação, corpo e essas coisas, mas não tornou meu mundo diferente. Minha primeira vez foi com alguém especial, mas se não tivesse sido, tudo bem!

Guerrakia - E não vai dar nem uma dica? Nem uma informação sobre ele?

Euterpe - Muitos centímetros, pronto.

Guerrakia - Okay, Euterpe, tu não quer falar sobre isso. Entendemos já!

Euterpe - Você não disse para não informar muito coisa devido à short-fic?

Guerrakia - Boa garota!

6. Táliaaaaaaaaaaaaa, o que você acha que diferencia o seu vale dos demais? (ps.: te adoro!)

Tália – Oieeeeeeeeeeeeeee! Nossa, que pergunta fácil: meu vale é divertido, o restante não. (risos) Tá, bom, estou brincando, mas há um fundo de verdade nisso, ainda que seja uma pergunta relativa. Se for perguntar a cada musa a mesma coisa, provavelmente todas citarão parte de sua própria essência e também os membros que compõem o templo. Por exemplo, eu diria que as vibrações alegres e coloridas do meu templo são atraentes e diferenciam dos demais, citaria também a presença de Makarios, aquele bode velho e safado! Mas o que diferencia meu vale dos demais não necessariamente o torna melhor, entende? Até porque qual seria o sentido de o vale de Melpomene ser tão parecido com o meu se o que a inspira é o contrário do que me inspira? Muito do que mostramos é fruto do que nos complementa, então nosso templo segue um pouco disso. E, no fim, nós pensamos naqueles que nos procuram, então meu ambiente procura ser acolhedor para os que chegam até ele! Acredito que o que diferencia o vale de Urânia é “o melhor lugar para ler a estrelas”; o de Calíope, as diversas plataformas experimentais espalhadas e a enorme quantidade de elemento químico encontrado em cada pequeno espaço do vale; o de Clio, a enorme biblioteca e diversas esculturas de personalidades históricas, construídas anonimamente – ela deve saber, claro; o de Erato, os belos cenários românticos que existem fora e dentro do templo... Ah, não sei se há graça em citar todas as diferenças que penso, vou deixar um pouco de mistério! (ps.: obrigada! Adorei seu interesse pelo vale, sinta-se à vontade para me visitar).

Espero que tenham entendido o recado das musas nas entrelinhas. To brincando hahaha Espero que algumas coisas tenham sido esclarecidas. E, se houver mais perguntas, PODEM MANDAR! =D

Erato, Polímnia e Euterpe possuem poucas perguntas, o que vocês gostariam de perguntar a elas?

Beijos!

Escutando: Incubus
Bebendo: Guaraná

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