Um ano de EmMusas!


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Um ano de EmMusas!

Olá, queridxs leitorxs!

Sério, gente, eu to tipo... Tri morta e cansada, MAS não podia deixar de fazer uma jornal comemorando o ano de EmMusas, a fic que eu super certo HAHAHA Aliás, que está dando, óbvio. Eu adoraria ter comemorado com um capítulo novo, mas sei que muitxs ainda não leram o que postei por último (já que esse fim de semestre não tá fácil pra ninguém), portanto escolhi esperar um pouco mais.

Mas não falarei sobre minhas decisões e sim sobre vocês: pessoal, leitorxs de EmMusas, eu quero dizer que essa fanfic só tá continuando (com capítulos colossais) por causa de vocês, que me inspiram e incentivam grandiosamente com comentários, críticas, observações, interpretações, apoios e carinhos. De verdade, pra um escritor, isso é imprescindível. Mais do que isso, é transformador. Lembro-me de ter pensado em EmMusas como algo simples, mas acabei tendo vontade de criá-la com mais corpo e conteúdo a partir do entusiasmo que recebi dxs leitorxs. É imediato o efeito e repercute nisso! Então, assim, quem me ajuda muito na estória são vocês, por isso eu agradeço MUITO.

Terminar uma fanfic não é fácil - eu nunca terminei uma, mas tb só comecei duas - e tenho muito carinho por EmMusas, por isso eu farei de tudo para que o final seja memorável, como um dos orgasmos que a Terps tanto tem - quem conhece, sabe hahahaha

É um enorme prazer escrever EmMusas e completar um ano com ela é ainda mais! Não tenho pressa em terminá-la, quero degustá-la com vocês, quero ouvir as fofocas e surpresas de cada um, assim como as insatisfações - meninas que estão putas com Defteros, essa é pra vocês! hahaha

Não sei o que falar, quero agradecer a uma porrada de gente, mas não sei se citar é válido, pois cada um contribui pra mim e me marca de um jeitinho diferente, todos têm sua importância. Algumas pessoas tem contato mais direto comigo e possuem uma intimidade maior com EmMusas - embora isso seja relativo -, mas é maravilhoso perceber quantas pessoas conheci por causa dessa fanfic.

Falando nisso, quero dizer também que fico MUITO feliz quando vocês compartilham seus problemas, visões de mundo, opiniões e dias comigo; adoro quando me mandam mensagem falando mil coisas que acham sobre o orgulho de Calíope e os sermões de Clio; enlouqueço de alegria quando vocês deixam o lado pervo falar mais alto e comentam horrroooooore sobre os hentais; me arrepio toda quando vocês me contam das intensas sensações que tiveram com o cap - principalmente quando choraram com ele (simmmm, amo saber desses dramas, hahaha!!); rio demais com os rumos das conversas que acabo iniciando quando vocês me chamam pra papear no chat; e, acima de tudo, SOU APAIXONADA pelas trocas de ideias que temos, que nos fazem quebrar essa barreira de escritora e leitora, que nos aproximam como pessoas inspiradas e apaixonadas pelo universo de Cavaleiros do Zodíaco.

Então, sintam-se todxs abraçadxs com muito aperto e carinho! Agradeço demais e em breve teremos mais capítulos para analisar, criticar, apontar coisas e etc.

Ah, sim, as musas querem falar também:

Quem começa?

- EU - Tália animada.
- Aff, tinha que ser. - Calíope revira os olhos.
- Não é melhor estabelecer uma ordem previamente? Talvez seguir a nossa própria. - Clio.
- Também acho. - Calíope.
- Que besteira, Calíope deixe de ser mimada. - Euterpe.
- Ficou insatisfeita porque tá no final da fila? - Calíope.
- Ah, pois saiba que os últimos serã-
- Minha nossa, mas vocês não param! - Tália. - Deixem de causar intriga e me deixem começar. Já até ensaiei pra este dia, faz tempo.
- Verdade, não aguento mais ouvir você repetindo as falas. - Melpomene para Tália.
- Meu nome do meio é esforço, cara irmã. Algo que anda ao meu lado até nos assuntos mais triviais. - Tália sorri.
- Seu único nome é Tália. - Calíope.

- Como faremos? - Clio para Urânia e Polímnia, enquanto Calíope, Euterpe e Tália discutem.
- Não sei, eu estou me divertindo. - Polímnia ri, gentilmente.
- Admito que eu também. - Urânia.

- Ei, nem pensem em decidir algo aí. Para início de conversa, eu sou a primeira Musa! - Calíope para as três.
- Então anda logo, que onde a ciência termina, a arte começa, irmã! - Tália saltita, referindo-se à representação de Calíope (poesia épica, ciência e eloquência).
- A ciência nunca termina, Tália. - Calíope.
- E a arte sempre começa! - Tália sorri e Melpomene concorda.

- Esperem. Por onde andam Terpsícore e Erato? - Polímnia olha em volta.

- Aqui. Já sabíamos que isso ia acontecer. - Erato fala, entediada.
- Decidimos esperar do lado de fora. - Terpsícore sorri.
- Inclusive, pensamos em algo! - Erato.
- Em que, minha florzinha? - Euterpe.
- Pensamos em falar primeiro. - Erato.
- Oh, e por que permitiríamos que as duas mais novas iniciassem algo? - Calíope.
- Calíope, tem algo no seu rosto. - Euterpe aponta.
- O quê?! - Calíope toca nas bochechas.
- Recalque. - Euterpe diz, Tália ri.
- Ah, cale a boca, infantil! - Calíope bufa.
- Ei, vocês, parem. - Clio diz e se vira para Terps e Erato. - Defendam a proposta.
- Ora, Clio, vocês sempre começam tudo, tem a palavra em tudo, ditam tudo, criticam tudo e limitam tudo entre nós. Estou falando de você, Calíope e Urânia, porque Polímnia é a única que nos ouve de verdade. - Erato.
- E nós? - Tália e Melpomene.
- Vocês vivem em outro mundo. - Erato rebate rápido, fazendo as outras rirem.
- E eu? - Euterpe.
- Você é uma louca. Pois bem - Erato é interrompida.
- Ora louca! Louca é Calíope! - Euterpe.
- Chega, Euterpe. - Polímnia, antes de Calíope puxar ar.
- Certo, prestem atenção em mim novamente, por favor. - Erato. - O que quero dizer é que, pelo menos hoje, nessa ocasião, é justo que eu e Terps comecemos falando o que queremos desejar para essas pessoas que nos acompanham.
- Só por vocês serem as mais jovens? - Calíope.
- Sim, só por isso. - Terps.
- Só por hoje? - Clio.
- É negociável. - Erato.
- Acho justo. - Euterpe. Todas concordam com a cabeça.
- Que orgulho de vocês! - Tália abraça Terps e Erato. - Agora falem, faremos a ordem reversa então!

- Finalmente começarei algo entre nós, chega a ser romântico! - Erato juntas as mãos e sorri. - Pois bem, o que quero dizer é que adorei ser bem recebida pelas leitoras, adorei os comentários fofos e que eu estou muito feliz por ter aparecido no Santuário, mesmo que tenha encontrado pessoas que mereçam um belo soco nas costelas para que o ar lhes falte e elas caiam num jardim com flores venenosas e-
- Certo, florzinha, já entendemos. Foi muito bom, muito bom mesmo. - Tália abraça Erato, as demais concordam. - Que tal darmos a palavra pra Terps?
- Sim, oh... Hum... Bom... Eu quero dizer que precisarei sempre do apoio que me dão. Especialmente agora. E obrigada... Prometo dar atenção a o que dizem, sei que me desejam coisas boas!
- Nossa, e eu achando que você tinha se soltado um pouco mais, Terpsícore. - Calíope.
- Sua vez ainda não chegou, Calíope. - Erato.
- Hunf!
- Vai passar. - Euterpe para Calíope, com deboche.
- Nossa vez! Quer falar primeiro? - Tália para Melpomene.
- Hum, pode s-
- Imaginei que não quisesse!
- Tália!
- Tá, pode falar.
- Embora vocês compartilhem a minha dor, quero que sigam com felicidade a trajetória da estória. Recebo sempre as boas energias que me mandam e fico feliz com esse carinho todo, porque eu realmente preciso... - Mel sorri.
- Meeeeeeel, vem cá. - Erato abre os braços.
- Minha nossa, o drama chega até aqui. - Calíope.
- Tu tá azeda hoje, hein. Achei que Clio fosse ser mais chata. - Euterpe.
- O que quer dizer com isso? - Clio estranha.
- Parou o auê. Minha vez! - Tália levanta a mão e pigarreia. - Para vocês, leitores e leitoras: não parem de ler e não parem de compartilhar o olhar de vocês. Todos os olhares são diferentes e únicos, todos eles enriquecem quem escreve para vocês, saibam disso! Vocês são preciosos da forma que são!
- Que bonito, Tália. - Polímnia.
- Como sempre, suas palavras são carregadas pela sua bagagem empírica. - Urânia.
- Acho essencial se falar do que se viveu, principalmente se tirou algo disso! - Tália.
- Tá, façam silencio que eu vou falar. - Euterpe se ajeita. - Espero que entendam bem que eu não vou simplesmente me igualar às minhas irmãs e cair de amores por ninguém, viu. Esse é o primeiro ponto.
- Objeção! - Clio.
- Clio, não estamos num tribunal. - Tália.
- Não, mas ela tá certa! - Calíope defende Clio. - Há muito erro nesse primeiro ponto aí, Euterpe!
- Até porque não é o que parece... - Tália. - Esse lance aí de cair de amores por ninguém...
- Continuando - Euterpe vira a cara. -, quero dizer que adoro as torcidas e desejo vida longas às fãs, porque de existência de inimiga a única que me interessa é a de Calíope, que eu adoro atazanar.
- Mas é muito convencida! - Calíope.
- E terceiro ponto - Euterpe -: queria aproveitar pra dizer que este é um momento épico não só pelo um ano de EmMusas, mas também porque Calíope será a ÚLTIMA a falar alguma coisa, portanto serão palavras desgastadas. Tô achando lindo!
- Não foi você que disse que as últimas serão as primeiras? - Calíope rebate.
- Isso é desculpa de inconformado, e eu nem cheguei a dizer, portanto não vale. - Euterpe sorri com presunção.
- Respeitem minha vez, vocês duas. - Clio. - Meu recado é simples: nunca deixem de abranger os olhares, pois toda entrelinha contém algo que, na leitura aprofundada, esclarece-se e se revela em algo novo. É um prazer ter vocês como leitores e leitoras.
- Curta e seca. - Euterpe.
- Não vou revidar, se é isso que espera. - Clio.
- Não espero nada.
- Urânia, pode falar. - Calíope.
- Uh, tá com pressa? - Euterpe. Tália ri.
- Faço das palavras de Clio as minhas para você. - Calíope ergue o nariz.
- Que milagre. - Erato baixinho para Terps.
- Só quero dizer duas coisas - Urânia. -: acreditem em nós sempre e confiem na autora! Mesmo em tempestades, é possível encontrar alguma luz.
- Às vezes, ela está dentro de nós, inclusive. - Polímnia sorri, gentilmente. - Já que acabou, vou continuar. Também agradeço pelo acolhimento. Desejo, de volta, uma leitura fluida, emocionante e transformadora, que levante questionamentos a todos, pois é sempre importante. Que a estória só envolva ainda mais vocês. E espero estar por perto para poder acompanhar!
- Polímniaaaaaa - Erato abre os braços, assim como Tália. Polímnia ri.
- Pronto, rainha das musas, pode fazer o discurso azedo que tanto cultivou no seu coração de trevas. - Euterpe para Calíope.
- Euterpe, como está poética! - Tália zomba.
- E você uma flor agarrada em Polímnia, até parece um ser doce e carinhoso. - Euterpe zomba de volta.
- Oh, irmã, é porque sou um! - Tália ri e faz Euterpe rir também, em cumplicidade.
- Por favor, façam silêncio. - Calíope suavemente. - Só quero dizer que... Assim como eu mudei em alguns aspectos, todos nós podemos se prestarmos atenção no que nos move. - pausa. - Talvez muitas coisas não sejam nítidas, mas na hora de se revelarem, nós as percebermos. Acho que... Confiar em si mesmo perante os questionamentos que levantamos é essencial. - respira fundo. - Por fim, gostaria de dizer que, se começaram a ler, é bom que terminem, pois é deselegante simplesmente sair de fininho. Hunf.
- Não seria Calíope se não falasse a última frase com arrogância. - Euterpe diz e todas as outras concordam.
- Ah, tchau pra vocês! - Calíope se vira e sai.
- Deixe de ser deselegante! hahahahah - Euterpe e Tália riem.


BEIJO ENORME PRA VOCÊS!!

ps.: a imagem é um desenho que eu fiz um dia antes de postar o primeiro capítulo da fic. Era pra ser a Urânia, porém não tinha finalizado ainda. Hoje ele já está terminado, mas postarei em outra ocasião :x fiquem ligados!


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