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[Resenha] Red queen ~ Victoria Aveyard


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[Resenha] Red queen ~ Victoria Aveyard

/AVISO!\ O post a seguir pode conter spoilers a respeito do livro em questão. Se não o leu ainda, veja a seu próprio risco.

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Olá, pessoas! Crazy-chan na área novamente! (Risos). E hoje, divergindo dos assuntos comumente abordados pelos meus jornais, trago a resenha de um livro pelo qual eu me apaixonei: Red queen, ou A rainha vermelha, da autora americana Victoria Aveyard.

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Sinopse:"O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.
Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração."


O que a tia Crazy tem a dizer: well, pessoas, como bem dá para perceber, a tia aqui curtiu bastante. (Claro, né? Senão, por que estaria fazendo a resenha?). Como uma fã alucinada de enredos fantasiosos ao melhor estilo "Guerra, guerra, guerra!", eu devo confessar que sou um pouco suspeita para falar, mas enfim...

Já faz um tempo desde que a li, mas a história, caros leitores, é contada sob o ponto de vista da protagonista, Mare Barrow. Como a sinopse deu a entender, ela é uma garota comum e muito pobre, cuja família vive à sombra dos prateados.

Não, vocês não leram errado. (Risos). Esse é o modo de se referir aos nobres, que, por mais bizarro que isso possa soar, realmente têm sangue prateado. Pelo que me recordo, não há explicações para isso, mas é bem assim mesmo. Suponhamos que o cara se machucou; durante seu treinamento com armas brancas, cortou o braço. Do nada, em vez de um líquido vermelho, um líquido prata começa a jorrar da ferida. "Olha lá, é um nobre!".

Simples, não? (Pouco massa seria ter o sangue prata ~risos~).

Enfim... Além de obterem o sangue de uma cor distinta, os caras da nobreza também têm poderes. E dos mais variados tipos, diga-se de passagem: leitura e controle da mente, domínio dos quatro elementos e hipinose através de vibrações sonoras são apenas alguns deles.

"Tá, Crazy-chan, e daí?". Ok, já deu para ver que os nobres, em tese, são os badasses da história. O reino de Norta, o universo onde a trama se desenrola, está em guerra há anos, trazendo uma realidade cada vez mais enfadonha aos pobres vermelhos que lutam nos frontes de batalha. Porque sim, por mais poderosos que os prateados sejam, "Ah, temos muito a fazer aqui em nossas mansões de luxo, como fazer a contagem das pedras preciosas em nosso estoque. Mandem os vermelhos mesmo. Eles não estão fazendo nada.".

Pois é, né? (Risos). Compromissos muito importantes...

Mas enfim! A nossa querida protagonista é proveniente de uma família muito pobre e,por não obter um trabalho que lhe ofereça "renda", terá de partir para a guerra. As regras são bem claras: se, ao completar 18 anos, o indivíduo não tiver um trabalho estabelecido (costureiro, pescador, etc. Coisas mais artesanais.), o recrutamento será imediato. Independentemente do sexo.

Desesperada, então, Mare vem com a ideia mais óbvia para reverter a situação: fugir, claro. E esse ataque de pânico a leva até Diana Farley, a capitã do chamado Guarda escarlate, um grupo de rebeldes que se opõe ao poder prateado. Farley diz que pode ajudá-la a fugir, porém com uma condição. Para que a rota de fuga tenha início, uma certa quantidade de dinheiro teria de entrar na jogada.

Ok, considerando o fato de Mare nunca nem ter trabalhado (quero dizer... Pelo que eu me lembre, né? ~Risos~), as coisas ficam difíceis. Muito difíceis, para ser franca. É óbvio, então, que ela vai recorrer ao que sabe fazer de melhor: roubar.

Sim, pessoas. Roubar. A Mare segue até uma taverna onde só há bêbados e começa a cometer os furtos para arrecadar a quantia necessária para sua fuga. Mas o que acontece por lá acaba lhe conferindo uma situação, no mínimo, inusitada. (Para poupá-los de maiores spoilers, manterei a boca fechada. Desculpem-me! ~Risos~). Na manhã seguinte, os assessores do rei aparecem para buscá-la. "Parabéns! Você acaba de ser escalada para trabalhar no Palacete!".

E é aí que os problemas começam. Quando nossa protagonista é designada ao respectivo posto de criada, um evento arrasador está para acontecer: a Prova real, onde várias filhas de condes e duques demonstram sua força para ver qual é a melhor. Ah, e, é claro, para conseguir o tão desejado posto de futura esposa do príncipe. (Imaginem só, ser a rainha de um país inteirinho. Oh, sonho de consumo! ~Risos~).

Em dado momento dessa tal competição, a Mare acaba por se meter ali no meio, descobrindo também possuir poderes. E isso deixa todos alarmados, pois, em tese, uma vermelha não seria capaz de obter tal atributo. Em tese, porque, na realidade...

"Crazy-chan! Tem romance?". A resposta é sim, caros leitores. E eu até ousaria dizer que há um triângulo amoroso na parada. (Pronto, falei e não estou nem aí! ~Risos~). Mas aviso, já de antemão, que não é algo muito explícito. Para ser franca, é um tópico apenas levemente abordado, pois o foco da trama é o desejo de vingança da Mare e de todo o esquadrão da Guarda escarlate. Isso, a meu ver, é até bom, já que não deixa as coisas naquele maçante melodrama adolescente, deixando-nos ligados na história do começo ao fim.

Em suma, Red queen foi um dos melhores livros que li nesses últimos meses, pois a história, além de ser muito original, me prendeu do início ao fim. (Risos). Sério, gente, vocês nem imaginam o quão viciada eu fiquei na leitura. Eu levava o livro ao banheiro, ao restaurante, à faculdade...

Só espero que a continuação não demore a sair. (Risos). Mas me contento, por ora, com os contos da série, que acabam de chegar fresquinhos às livrarias.

Victoria Aveyard está de parabéns. Recomendo!



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Então, people, por enquanto é só! Nos vemos por aí, hein? (E comprem o livro, por favorzinho! ~Risos~ EU PRECISO DE ALGUÉM PARA COMPARTILHAR MINHA OBSESSÃO!).

Abraços,

Crazy-chan.

Lendo: Coroa cruel ~ Victoria Aveyard

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