~cozart

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Postado


「i bℓame◟✦*;;it on my⋆ *oωn sick p;ride◟.彡
Nome completo, idade, aparência:
Jude Worrall • 21 anos.
[Michael Clifford]


Personalidade:
Jude nunca fora um garoto fácil de se lidar. Intenso da cabeça aos pés, você nunca vai querer estar ao seu lado no momento em que seu sangue ferver. Não é do tipo que aceita brincadeiras fora de hora e sua expressão sempre fechada revela isso. Para ele, a vida é bem simples; sempre escolhendo os próprios caminhos, desenhando os próprios mapas. Desde que não se metam em suas escolhas, ele pode até vir a ser uma pessoa agradável.
Sua voz é carregada em cinismo e sarcasmo e vez ou outra Jude permite que um comentário ácido saia de seus lábios franzidos. Até mesmo nos raros momentos em que tenta ser gentil, passa uma imagem amargurada e rancorosa. Com o nariz constantemente arrebitado, não é difícil achá-lo arrogante e um tanto prepotente.
Não possui auto controle, assimilando-se a uma bomba relógio prestes a explodir; apenas tem pena de quem será atingido com seus estilhaços quando isso finalmente acontecer.
Se quer sinceridade, posso garantir que raramente verá algo puro e doce vindo de Jude Worrall, visto que, durante a vida, perdeu toda a sutileza que havia restado em seu corpo.

História:
Worrall vivia com a mãe e o padrasto em um cubículo cheirando a mofo no subúrbio da cidade. Nada era realmente gratificante para sua felicidade ou bem estar lá e o garoto mais parecia um estranho no que deveria ser seu lar. A mãe trabalhava em uma lanchonete para receber uma miséria ao final do mês, enquanto o padrasto desempregado gastava seu tempo livre vendo futebol, bebendo cerveja e folheando revistas com conteúdo pornográfico. Ele trabalhava em uma farmácia não muito longe de casa, usando metade do salário para ajudar sua mãe com as despesas e guardando o restante em sua gaveta de meias.
Por muitos meses adiou o dia em que finalmente iria adquirir sua independência; tinha medo do que o futuro poderia lhe reservar. Porém, pouco tempo após completar dezenove anos, viu que não tinha nada a perder e resolveu se arriscar pelas rodovias do estado. Pegando carona com pessoas nem tão confiáveis e carregando apenas uma mochila nas costas, não demorou para se ver livre de tudo o que o prendia naquela cidade.
Por fim, arranjou um emprego como mecânico em uma de suas paradas, resolvendo se estabelecer naquele local. Com o dinheiro que ganhava, comprou sua primeira moto e passou a dividir um apartamento pequeno demais com seu companheiro de trabalho, Dez. Era uma vida razoável; apenas o suficiente, naquele momento.
Estava com Dez quando o mundo começou a ruir ao seu redor. Os dois costumavam ficar chapados juntos até mesmo nos dias de semana e estavam com a mente nebulosa demais para entender o que acontecia ao seu redor. Havia gritos, sons de tiros e vidro sendo estilhaçado. Jude apenas deixou o corpo tombar no sofá fedido de seu apartamento e permaneceu lá até a manhã seguinte, quando percebeu a porta do local escancarada e nada além de um Dez ensanguentado ao seu lado.

Habilidades ou algum hobby:
• Jude era realmente muito bom no que fazia, possuindo grande habilidade com carros, motos e qualquer outra coisa que possua um motor, podendo consertá-los facilmente;
• Seu porte físico não é invejável (nem de longe), mas o rapaz possui agilidade o suficiente para escapar de uma possível ameaça;
• Sua mira com armas de fogo não é algo invejável e Jude prefere um combate corpo a corpo ou com armas brancas;
• Durante o tempo em que trabalhou em uma farmácia em sua cidade natal, acabou fazendo um breve curso de primeiros socorros e sabe tratar de ferimentos e doenças, desde que não sejam muito graves;
• Ele costumava tocar violão ou guitarra elétrica quando se sentia frustrado com algo, o que ao longo do tempo tornou-se um hobby.

Curiosidades sobre o personagem:
• Ao sair de sua cidade, deixou para trás a promessa de que voltaria para buscar a mãe assim que adquirisse certa estabilidade financeira (coisa que, certamente, ainda não havia acontecido). Ele ainda tem esperanças de encontrar a mulher;
• Quando o mundo ainda não havia sido desolado pelo vírus, costumava pintar o cabelo de diversas cores diferentes, escolhendo uma por mês. Porém, na última vez em que realizou o ato, resolveu voltar ao tom natural de seus fios, permanecendo com o loiro até agora.


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