~cozart

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_monsta
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。˚✩⋆。˚ sanatorium ‵̤✦))ˉ̞̭♡


Postado


彡⊱;;it's ˡᶤᵏᵉ a +_WHIRLwind i[n]side of my‿headرة*
Nome Completo: Alef Wright.
* Seu nome de batismo é Jeong YongSoo mas, ao ser adotado, os pais resolveram nomeá-lo novamente para que o garoto pudesse viver tranquilamente com sua nova identidade.

Idade: Vinte anos.
* Nascido no dia treze de setembro, é regido pelo signo de virgem.

Orientação sexual: Bissexual.

Aparência: [son hyun woo | shownu]


Personalidade:
Alef é um paradoxo no espaço temporal. Ele não faz o menor sentido e ouve isso desde que era uma criança. Desligado do restante do mundo, desconectado de toda e qualquer fonte de emoção exterior, ele é prisioneiro de sua própria mente; só há espaço para sua quase insanidade em seu interior.
Cresceu por si só, tropeçando nos próprios pés e recebendo pouca ajuda em sua pequena jornada. Isolando-se por vontade própria, dificilmente era visto com sorrisos no rosto ou a animação costumeira das outras crianças e adolescentes com quem convivia.
Está em uma constante luta, desejando ter total controle sobre seu corpo. É atormentado pelas vozes ao seu redor como sussurros, ecos do que realmente foram um dia. Larkin não o deixa em paz e o rapaz começa a pensar que esse fantasma pode ser real. Sente-se preso em um quarto escuro e frio. A única presença ao seu lado é Larkin e seu sorriso que, mesmo que Alef não possa ver com clareza, transmite um intenso medo; nem mesmo os cachos loiros e os angelicais olhos azuis são capazes de torná-lo menos assustador. É como se enlouquecesse a cada dia mais. A loucura é tudo o que lhe restou; aquelas vozes, as mãos trêmulas, os sussurros entrecortados durante a noite. E vai além da simples imagem pintada por um ego doído. Além do simples penar, das simples feridas cicatrizadas e dele próprio.
Tudo o que o Wright sabe é que gostaria de ser normal. De sorrir, cantar, sentir normalmente. Gostaria que sua mente não guardasse uma incerta turbulência, fazendo-o delirar em momentos pouco propícios e de maneira desenfreada.

Diagnóstico:
Transtorno do estresse pós-traumático e transtorno obsessivo compulsivo.
* TOC: Entende-se por obsessão pensamentos, ideias e imagens que invadem a pessoa insistentemente, sem que ela queira. Como um disco riscado que se põe a repetir sempre o mesmo ponto da gravação, eles ficam patinando dentro da cabeça e o único jeito para livrar-se deles por algum tempo é realizar o ritual próprio da compulsão, seguindo regras e etapas rígidas e pré-estabelecidas que ajudam a aliviar a ansiedade. Alguns portadores dessa desordem acham que, se não agirem assim, algo terrível pode acontecer-lhes.
* TEPT: Pode ser definido como um distúrbio da ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais. Esse quadro ocorre devido à pessoa ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que representaram ameaça à sua vida ou à vida de terceiros. Quando ele se recorda do fato, revive o episódio como se estivesse ocorrendo naquele momento e com a mesma sensação de dor e sofrimento vivido na primeira vez. Essa recordação, conhecida como revivescência, desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais. Em certos casos, o paciente passa a apresentar alucinações.

História:
Nascido em Gwacheon, cidade da província de Gyeonggi, na Coréia do Sul, a vida do então Jeong YongSoo nunca fora realmente gratificante. Vindo de uma família humilde e com outros cinco irmãos, nunca teve artigos de valor e, por vezes, seus pais nem mesmo possuíam comida para colocar sobre a mesa na hora do jantar. Ele tinha apenas um ano e quatro meses quando, visando salvar ao menos dois dos filhos, o senhor e a senhora Jeong entregaram YongSoo e YongMin aos cuidados de um casal americano. Batizados como Alef e Azaf Wright, os dois garotos experimentaram de tudo o que nunca puderam ter no novo continente. Alef era quatro anos mais novo que o irmão e pouco se lembrava de sua antiga identidade, ao passo que Azaf, teimoso como nenhum outro, batia o pé, negando-se a aceitar a distância que o separava dos pais biológicos.
Apesar de toda a resistência, no entanto, John e Nora cuidaram das duas crianças tal como se fossem suas; e de fato passaram a ser, afinal. Davam-lhe do bom e do melhor, pagando os melhores tutores para ensinar-lhes o inglês e outras disciplinas. Alef cresceu rodeado de pessoas ao mesmo tempo em que se isolava. Não havia motivos para ser desse jeito, mas nem mesmo todo o amor que Nora dirigia ao filho tirava-lhe do casulo que criou para si. O único que conseguia aproximar-se minimamente era Azaf (e, na maioria das vezes, apenas sussurrava o quão estranho o irmão era), mas o rapaz ingressou em um colégio interno britânico durante o ensino médio, tornando as coisas ainda mais difíceis.
Tinha apenas doze anos quando Larkin apareceu pela primeira vez, exibindo sua fileira de dentes branquinhos e escondendo-se por trás da imagem de falso anjo. Havia acabado de voltar de uma exposição de arte com os pais. Andava pelo meio fio, como já era de costume, e mantinha uma expressão fechada no rosto quando foram abordados por quatro homens encapuzados. John e Nora não resistiram; precisavam zelar por Alef e por Azaf, mesmo que esse último estivesse com a vida encaminhada em outro continente. E todas as jóias e dinheiro nas mãos dos assaltantes não impediram o tiro que atingiu o garoto no braço.
Tudo piorou a partir de então. De início, não contou o que estava acontecendo; a presença de Larkin durante sua recuperação não precisava ser compartilhada com mais ninguém, nem seus olhos que passaram de doces para amedrontadores. Nora foi a primeira a reparar que havia algo de errado após pegar o filho falando sozinho em uma madrugada chuvosa. Não demorou a contar ao esposo e os dois o observaram por cerca de um mês antes de tomarem alguma providência.
Por alguns anos, o tratamento ocorreu em casa, mas a situação passou a sair de controle ao que Alef completou dezoito anos; sua pele machucada e lágrimas grossas derramadas de maneira incessante denunciavam isso. Eles o enviaram ao Creedmoor por influência do médico que acompanhava seu caso, tendo sua promessa de total sigilo.

Família - (parentescos vivos, foto, nome, idade e relação com o personagem)

Par? Não.

Relação com o par? -

Gostos/Desgostos
Manias:

Está ciente de que, ao ser aceito, seu personagem me pertence? Sim.

Está ciente de que pode morrer a qualquer momento? Sim.

Algo a mais?
* O nome Larkin tem origem irlandesa e significa áspero, feroz.
* Raramente o pequeno menino aparece para Alef. Suas alucinações são, em sua maioria, auditivas; desse jeito, pode apenas ouvir a voz infantil proferindo as mais diversas palavras de ódio.
* Jeong nada desde os seis anos, tendo no esporte sua única paixão verdadeira.


Palavra chave: all monsters are humans.


╰sᴀᴠᴇ me if i be.come [m]y DEMONS.۶·̩̩⋆̩
Nome Completo: Kim Hyun Jin.
* O sobrenome Kim significa ouro ou realeza, assim como o nome Jin.
* Hyun representa virtuosidade.

Idade: Dezenove anos.
* Nascido no dia vinte e três de fevereiro, é regido pelo signo de peixes.

Orientação sexual: Assexual.

Aparência: [kim namjoon]

A beleza de HyunJin não é convencional. O cabelo naturalmente castanho foi descolorido ao chegar à puberdade, permanecendo desse jeito até então; ele costumava colocar outras cores nos fios, também, com a ajuda de sua mãe, e gostava especialmente do rosa. As bochechas ligeiramente grandes são marcadas por profundas covinhas. O nariz é fino e levemente arredondado, enquanto os lábios são grossos e um tanto rosados. Os olhos profundos e castanhos são adornados por sobrancelhas finas e óculos de armação preta, destacando-se na tez morena. De alta estatura (1 metro e 81 centímetros), o corpo magro não possui curvas ou definição.

Personalidade:
HyunJin pode ser comparado a uma pequena caixinha de surpresas. Sua expressão facial está constantemente fechada e ele faz de tudo para afastar quem estiver ao seu redor. É como um espelho, frágil, refletindo as ações de qualquer um, guardando-as para então se isolar ainda mais; seu interior é de vidro. Se quebrar, não poderá ser consertado.
Constantemente assemelha-se a um filhote assustado. Sente-se estúpido por ter medo de algo tão bobo quanto pessoas. Tem consciência de que tal medo irracional fora criado por si mesmo, mas não pode fazer nada para mudar. HyunJin está fatigado, cansado de ser assim. É como se fosse oprimido pelos olhares alheios e tem medo de ser rejeitado caso mostre sua verdadeira personalidade.
Você não pode tocá-lo ou tentar conversar com ele. Você não pode gritar com ele ou soar rude. Ou ele fará em dobro. Irá gritar, espernear, estapear. Irá destruir o que estiver em seu caminho e se mutilar até que se sinta melhor, só para, então, se encolher novamente, assustado demais para sequer levantar o olhar.
O rapaz não é de falar muito; ele quase nunca o faz, para ser sincero. Sua voz é rouca e baixa pela falta de uso e só pode ser ouvida através de suas lamúrias após uma explosão de raiva, ou durante as madrugadas, onde acorda gritando e chorando tão alto quanto possível.
Ele é doentio e perigoso; não apresenta ameaça para os outros, e sim para si próprio. Sua cor favorita é vermelho e, durante uma consulta psiquiátrica, soltou que gostava de vê-la escorrendo por sua pele morena. Costuma dizer que sua mente é como um grande balão inflado com hélio que já foi estourado vezes demais e possui curativos para que continue inteiro.

Diagnóstico:
Transtorno explosivo intermitente, fobia social
e terror noturno.
* TEI: Esta doença é caracterizada pelo constante fracasso em resistir a impulsos agressivos, acarretando em ataques físicos ou destruição de propriedades, sendo que o grau de agressividade expressada durante um episódio é amplamente desproporcional a qualquer provocação ou estressor psicossocial desencadeante.
O indivíduo pode descrever os episódios agressivos como "surtos" ou "ataques" nos quais o comportamento explosivo é precedido por um sentimento de tensão ou excitação, seguido imediatamente por uma sensação de alívio. Posteriormente, o indivíduo pode sentir remorso, arrependimento ou embaraço pelo comportamento agressivo.
* O transtorno de ansiedade social, vulgarmente chamado de fobia social ou sociofobia, é um transtorno ansioso caracterizado por manifestações de alarme, tensão nervosa, medo e desconforto desencadeadas pela exposição à avaliação social — o que ocorre quando o portador precisa interagir com outras pessoas, realizar desempenhos sob observação ou participar de atividades sociais.
As pessoas afetadas por essa patologia compreendem que seus medos são excessivos e irracionais, no entanto experimentam uma enorme ansiedade e apreensão ao confrontarem situações socialmente temidas e não raramente fazem de tudo para evitá-las. Durante as situações temidas, é frequentemente presente nessas pessoas a sensação de que os outros estão as julgando e, enfim, tais sujeitos não raramente temem ser reputados muito ansiosos, fracos ou estúpidos. Por conta disso, tendem a se isolar frequentemente.
* Terror noturno é uma parassonia (distúrbio do sono) que, assim como o sonambulismo, é mais comum em crianças mas pode acometer adultos. Durante os episódios, que normalmente duram de alguns segundos até poucos minutos, a pessoa pode sentar-se na cama, gritar, abrir os olhos, correr pela casa, chorar inconsolavelmente e não acordar, não se lembrando do acontecido no outro dia. Adultos com terror noturno têm mais tendência a serem agressivos durante os episódios do problema do que as crianças e, ao contrário delas, podem se lembrar de pequenas partes do que aconteceu. Todos esses sintomas acontecem nas primeiras horas do sono.

História:
Nascido na província de Siena, na Itália, foi deixado com os avós maternos logo após completar sete meses de vida, pois seus pais eram membros de uma importante companhia de teatro e estavam sempre viajando. Cresceu em uma pequena chácara na comuna de Pienza até os cinco anos, quando sua avó adoeceu e precisou ser levada para a capital, Roma. A senhora veio a falecer cerca de três semanas depois, e apenas dois meses foram necessários para que o mesmo acontecesse ao seu marido. Desse jeito, Angie e YoonSu foram obrigados a levar o filho consigo em suas viagens.
Não era fácil ter uma criança aos seus pés. Amavam HyunJin e se preocupavam com sua segurança nos bastidores enquanto estavam no palco, e durante as comemorações após mais uma peça bem interpretada, precisavam ser dez vezes mais cautelosos. Seguiram nessa vida até o garoto completar dez anos, quando aposentaram-se precocemente e voltaram para a Itália.
Aos treze anos, o Kim passou a apresentar certo pânico ao sair de casa. Seus colegas constantemente tiravam sarro de sua cara e faziam piadas de mau gosto, por vezes agredindo-o fisicamente. Ele não se concentrava na escola e matava muitas aulas. Suas notas diminuíram consideravelmente e os pais resolveram que seria melhor se continuasse a estudar em casa. A partir desse ponto, passou a isolar-se ainda mais. Gostava tanto da sensação de estar sozinho, que passou a agredir verbal e, as vezes, fisicamente quem tentava se aproximar, tal como acontecia consigo na época do colégio. Desenvolvera receio de pessoas e medo de adormecer. O pânico o atingia em sua forma mais bruta assim que as luzes eram apagadas; mas não por medo do escuro. Quando seus olhos pesavam demais, deixava que descansassem por algum tempo, logo tornando a acordar com gritos guturais e lágrimas escorrendo por seu rosto.
Desse jeito, aos quinze anos, foi enviado ao Creedmoor, onde está até os dias de hoje. YoonSu manteve tudo em segredo (por baixo dos panos, como costumava dizer); era uma época hostil e não queria que o filho sofresse ainda mais com olhares acusadores. HyunJin nunca se sentira tão assustado em toda a sua vida. Aquele lugar era estranho e o garoto com quem dividia o quarto conversava com as paredes. Se perguntava onde tinha errado para ser castigado daquela forma e, na única vez em que sua mãe pôde visitá-lo junto ao pai, o garoto precisou fazer o possível e o impossível para esconder os machucados em seu corpo; estes são causados não apenas por ele, mas também pelos enfermeiros que não possuíam paciência o suficiente.

Família:
* Kim Angie (precisou abandonar o sobrenome de solteira ao casar-se, adotando "Kim"). Quarenta e três anos. [interpretada por Anne Dorval].

Desde muito nova, apresentou talento para o teatro. Quebrando todos os tabus de sua época, Angie tornou-se atriz em uma pequena companhia na província italiana onde nasceu. Aos poucos, tomou seu lugar atrás das cortinas, esperando o tecido carmesim subir para mostrar o que tinha a oferecer ao mundo, e foi em um desses espetáculos que acabou entregando-se de corpo e alma a um jovem coreano com quem contracenou.
Da paixão dos dois surgiu o pequeno HyunJin, tão frágil e bonito quanto a mãe. A mulher o amou desde que tomou consciência de sua existência e não teve um dia sequer que, durante uma apresentação, não sentisse falta do filho em seus braços. Com todos os acontecimentos rápidos e a morte de seus pais, pôs-se a cuidar do primogênito e da casa, aposentando-se junto ao marido e voltando à cidade natal. A partir daquele momento, o esposo e HyunJin tornaram-se as únicas razões pelas quais acordava diariamente.
Visando o bem estar do filho, acabou concordando com a insana ideia que YoonSu apresentou-lhe, mandando-o para a América a fim de ser cuidado por profissionais. Só pôde visitá-lo uma vez; os custos eram altos e viajar para outro continente não era tão fácil. Apesar disso, constantemente troca cartas com o garoto, sempre lembrando-o de que possuía pais que o amam e um lar o aguardando.

* Kim YoonSu. Cinquenta anos. [interpretado por Kim Yoon-seok].

Ao deixar sua casa na Coréia do Sul para ingressar em uma companhia de teatro italiana, YoonSu não poderia imaginar que teria o coração fisgado pela bela Angie, que na época possuía seus vinte anos recém completados. Apaixonou-se profundamente, não tardando a declarar-se e iniciar um romance duradouro. Pensando em sua vida naquele momento, não passava por sua cabeça que poderia ser ainda mais feliz; tal coisa mudou ao ver HyunJin pela primeira vez. Diariamente agradecia à toda e qualquer entidade divina pela família maravilhosa que possuía, mesmo que não tenha acompanhado os primeiros anos de vida do filho.
Quando as coisas tornaram-se difíceis, tomou as rédeas da situação, procurando apenas o melhor para o primogênito e desejando que melhorasse de uma vez. Tudo o que fez foi para o seu bem e esperava que HyunJin tivesse consciência disso.
Ele manda cartas, assim como sua esposa, e faz de tudo para que a mulher abra o sorriso tão bonito do qual sente falta. Ao voltar para a Itália, abriu uma pequena escola para crianças que, assim como ele e Angie, sonham alto. Todo o dinheiro que arrecada vai para uma pequena poupança, juntando o suficiente para levar a mulher até a América para que possa ver o filho novamente.

Par? Não.

Relação com o par? -

Gostos:
Kim gosta de seu espaço e de passar bastante tempo deitado. Estações amenas o agradam por lembrá-lo da chácara de seus avós no outono. Flores silvestres lhe fazem sorrir e um de seus passatempos é colhe-las para depois arrancar suas pétalas devagar. A cor vermelha é a sua favorita, como já citado, e a dor dos machucados já tornou-se costumeira sob sua pele.

Desgostos:
Tende a afastar toda e qualquer pessoa que tente algum tipo de contato. Assusta-se facilmente com gritos e barulhos altos e possui real pavor de tempestades. Por ser alérgico a pelos, detesta animais que o possuem. Despreza alimentos verdes e doces em excesso (principalmente chocolate). Os tratamentos utilizados no Creedmoor são desumanos, em sua opinião, e o fazem se sentir ainda pior, assim como os remédios.

Manias:
Costuma limpar seus óculos num espaço de tempo muito curto, mantendo-os impecáveis.
E ele faz muito isso aqui também:


Está ciente de que, ao ser aceito, seu personagem me pertence? Sim.

Está ciente de que pode morrer a qualquer momento? Sim.

Algo a mais? Não.

Palavra chave: all monsters are humans.


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