~rogueone

rogueone
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"Naquele dia, como em todos os outros, meu pai reclamava do seu esforço insuficiente para diminuir com a criminalidade de Gotham, eu tentava o animar fazendo piadas com a situação crítica da cidade e foi quando a campainha tocou... Abri a porta ainda rindo de meu pai, inocente não identifiquei os visitantes de imediato, meu maior erro, não pude me defender ele estava ali atrás da filha do comissário Gordon não da parceira do vigilante de Gotham City. Coringa não esperou um segundo sequer, foi o tempo de olhar em seus olhos e ouvir o disparo.

Senti meu corpo ser arremessado para longe, tentei me levantar em vão, havia quebrado a coluna não sabia a exatidão de quantas vértebras e nem a gravidade da fratura no momento, mas, com anos de treinamento e conhecimento adquirido com Batman sabia exatamente que não voltaria a andar tão cedo.

A dor tomou conta de mim estava quase que inconsciente, quase. Estive sóbria o suficiente para ver e sentir a maldade e insanidade daquele homem vestido de uma criatura circense. Minhas roupas foram descartadas com total brutalidade, da mesma forma que se arranca a folha de um caderno Coringa me despiu e foi nesse momento que eu percebi que qualquer medo que eu tivera anteriormente em minha vida havia sido falso.

Jogada no chão, nua, eu conheci o medo, meu corpo todo estava tenso, os músculos paralisados, minha única reação era chorar com os olhos fechados enquanto rezava a Deus.

Senti suas mãos frias percorrer meu corpo desenhando cada curva com os dedos indo até minha intimidade rindo histericamente, quando alcançou meu ponto de prazer parou, senti seu hálito perto de meu rosto mas me recusava a abrir os olhos, Coringa segurou meu rosto falando rente a minha boca:

—Abra os olhos mini Gordon, quero que seu pai veja a dor em seus olhos, quero que ele sinta o que eu senti uma vez nessa vida, quero que você pague pelos pecados de seu pai...

Involuntariamente abri os olhos me arrependendo logo em seguida, o palhaço do crime estava saciando seus prazeres com meu corpo, invadindo minha privacidade o mais intimo do meu ser, era a pior das humilhações, a pior das agressões, a pior dor que já senti em toda minha vida. Tal dor que me cegou os sentidos e retirou de mim toda sobriedade, não era uma dor exclusivamente física, mas me sentia violada em todos os sentidos, o resto de dignidade que me restava havia sido tirado de mim a força, me permiti fechar os olhos e desmaiar nas mãos daquele monstro"


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