~Haguren

Haguren
Ue?
Nome: Yatay Haguren
Status: Usuário Veterano
Sexo: Feminino
Localização: São José do Rio Preto, São Paulo, Brasil
Aniversário: 21 de Março
Idade: 21
Cadastro:

Olivia Cooper - Biohazard 792.


Postado

Olivia Cooper - Biohazard 792.

"Viver sóbria ou morrer bêbada?"


Nome completo:
Olivia Cooper

Apelido: -

Idade:
26 anos.

Orientação Sexual:
( ) Homossexual (x) Heterossexual ( )Bissexual

Trabalho:
Investigadora.



História:
Sempre fora uma garota curiosa, querendo aprender coisas novas e desejando uma vida agitada. Tinha várias HQs por seu quarto, onde sempre lia sobre como era agitada e emocionante a vida na cidade grande, o que a fez decidir desde seus 15 anos que seria uma policial. Aos 18, decidira viver por conta própria, indo para sua tão sonhada cidade grande e entrando na academia de polícia, demorando um tempo para se ajustar, mas graças à Rick Cooper - um rapaz adoravelmente gentil -, ela pôde se adaptar a vida corrida com mais facilidade, o que os fez grandes amigos. Ao terminarem o treinamento na academia, ambos foram designados para o mesmo departamento, onde após muita conversa, conseguiram ficar como parceiros. Dois anos se passaram e Olívia se apaixonou por seu parceiro, já Rick, que sempre gostara do jeito dela, não demorou para pedi-la em namoro e, três anos mais tarde, estavam casados.
Aos seus 25 anos, no natal, tiveram um caso de suposto sequestro em uma construção de um prédio, mas na realidade era só uma cilada e o real acidente estava para acontecer. Após convencer a esposa, Rick fora na frente, subindo uma enorme escadaria da construção e Olívia ficara cuidando do térreo, ele dissera que qualquer coisa a chamaria. Ao chegar no outro andar, ele foi pego de surpresa por uma pancada de cano de metal na mão, fazendo com que ele derrubasse sua arma, abaixando a guarda e recebendo outro golpe com o cano, desta vez na face, o deformando um pouco, continuara recebendo outros golpes em sequência, sem chance de se defender. "Olívia, fuja!" foi o que a garota ouvira, fazendo com que a morena corresse com todas as suas forças para subir as escadas o mais rápido que pudera, chegara a tempo de ver seu marido completamente espancado, um encapuzado em sua frente o empurrando para o andar debaixo por cima de um parapeito. Ela atirara no criminoso, correndo até o parapeito a fim de ver seu amado imóvel, o rosto inchado, ensanguentado, morto.
Olívia tentara se afastar de tudo o que lembrava ele, mudou de apartamento, se afastara da polícia. Mas tudo estava em sua mente, bem nítido, todas as lembranças boas com Rick, todos seus casos, sua morte, então começara a beber com frequência, tentando fazer as lembranças sumirem, assim como a dor que insistia em aparecer em seu peito.
Todo natal, ela o passava em algum bar, bebendo até não conseguir se manter em pé, pois era quando as lembranças doíam mais e sua mente traiçoeira a fazia ficar repassando o ocorrido naquele caso. "Por que não eu?" Era o que mais se perguntava.
Tem uma breve lembrança de ter contado sua história e chorado até se acabar no colo de alguém num bar enquanto estava bêbada, não faz ideia de quem era, mas nunca esquecera de suas palavras: "A morte faz parte do ciclo da vida, cedo ou tarde isso iria acontecer, é normal. Viva por ele.".
Atualmente é uma mulher desempregada, que gasta suas economias para comprar bebidas alcoólicas. Ou ela está em casa, ou em bares aleatórios bebendo.

Personalidade:
Antes era alegre e brincalhona, sempre fazendo piadas quando abrissem brechas. Atualmente é uma mulher séria, objetiva, rude e irônica, ainda mais quando lhe fazem perguntas idiotas. Quando bebe, fica completamente emotiva e sensível.



Como lida com a situação de uma pandemia:
Ficaria num dilema se vale a pena viver sozinha. "Viver sóbria ou morrer bêbada?". Mas tentaria viver por Rick.

Como agia no trabalho antes da pandemia:
Estava afastada do trabalho por luto.

Ia constantemente ao médico?
Quando trabalhava, sim. Após o ocorrido, não.

Como agia com a família? Era muito próximo?
Seus parentes eram do campo, mas ela sempre gostou da cidade, então, assim que pudera se sustentar, começou a morar sozinha. Se dava bem com seus pais e, assim que entrara na polícia, sempre mandava um pouco de dinheiro a fim de ajudá-los.

De qual membro da família era mais próximo?
Falecido marido.

Você mataria por vingança?
Sim.

Teria coragem de matar alguém importante pra você se essa pessoa se infectasse?
Não. Não aguentaria perder outra pessoa, muito menos por suas mãos.

Tem algum trauma?
Perder seu marido a fez perder o rumo de sua vida.



Já frequentou algum clube de tiro antes de pegar em uma arma?
Treinara na academia de polícia.

Arma branca / primária:
Faca trincheira de seu marido. Vai continuar com a faca independente de outra arma que encontrar.

Arma de fogo / secundária:
Pistola, sempre usava uma Glock em seus casos.

Você se considera uma pessoa emocional ou fria? Por quê?
Fria quando sóbria, emocional quando bêbada. Não quer criar laços com as pessoas para não sofrer caso os perca, por isso as afasta.

Deseja algum par? Se sim, qual seria seu par ideal?
Sim. Alguém que consiga tirar a dor que sente sendo viúva, que a faça voltar a ser a antiga Olívia.

De 0 a 100% quanto seria para relações sexuais?
50%, se a encontrarem bêbada, pode ser que com um papo convincente ela ceda mais facilmente.

Música Favorita: The Trooper - Iron Maiden.


Escutando: Breaking Benjamin
Lendo: Jornais alheios -q

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