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Gossip girl | annymos


Postado



“Na verdade, não espere nada de mim; além de egoísta, tenho o costume de ser imprevisível.”




When you think it’s too late
You’ve already fallen for me, it’s out of your control
You knew everything from the start
And now you’re blaming it all on me?

{ p l a y b o y }

〈 NOME COMPLETO 〉
Leonardo “Leon” Nathan Wynn' Yokoyama
" Leonardo; valente como um leão | Nathan; dádiva, presente, dom "
O significado dado à junção dos dois nomes é dom da valentia de um leão. Claramente, quem deu-lhe esse nome fora sua mãe biológica, uma japonesa tradicional que levava o misticismo a sério e, por isso, para ela tudo deve ter um significado mais profundo. Esse nome lhe foi dado visando que, no futuro, ele se tornasse tão majestoso e forte como o rei da selva, o leão. De qualquer forma, Leon como prefere ser chamado nunca levou isso a sério e apenas deixa isso como o resultado de ter nascido em uma família de "loucos".

⦃ a p e l i d o s ⦄
Leon ▷ apelido que funciona quase como seu nome, também prefere ser chamado dessa forma; todos chamam-no assim.
Nate ▷ outra forma de chamá-lo, porém menos comum; geralmente, só os mais íntimos adotam esse apelido.
Storm ▷ devido à sua personalidade caótica, recebeu o título de tempestade de seus colegas; forma que é conhecido/identificado.
Xingamentos em geral ▷ bem, esse já se auto justifica.

〈 DATA DE NASCIMENTO 〉
Sendo do signo de leão com seus dezessete anos de idade, já sabemos
que nascera na data de 26 de Julho de 1999.


〈 SITUAÇÃO FINANCEIRA 〉
Devido ao emprego de seus pais, podem viver
muito bem na classe média alta.


〈 ORIENTAÇÃO SEXUAL 〉
Definitivamente, o asiático é hétero sem qualquer dúvida.

〈 GRUPO SOCIAL 〉
Bem, apesar de ser óbvio, é um playboyzinho de primeira.



(jeon jung kook, bts)
“De olhos castanhos e pele branquinha, Leon passa seduzindo as gatinhas!”
De fato, é um menino sedutor, não há como negar ainda que o deteste. A começar por seu corpo muito bem trabalho e definido, não existe um exagero, pelo contrário, é musculoso na medida certa – de forma que, mesmo que tenha um rostinho fofo, seu corpo mostra que é realmente um homem em andamento; isso é fruto dos esportes que sempre pratica, tendo uma leve ajuda da academia. Sua face é marcada por traços delicados mas, ao mesmo tempo, masculinos; é realmente interesse olhar para ele e ver um menino fofo aparentemente comportado e no segundo seguinte, ver um rapaz de olhar galante cheio de segundas intenções. Os fios curtos atualmente não carregam mais a cor preta natural, depois de clareá-los para um loiro acastanhado e não gostar, pintou-os de um castanho escuro que se assemelha ao preto, de forma que só percebe-se que é castanho quando está em um ambiente claro – manteve-o assim desde seus dezesseis anos, e não pretende mudar. Sua estatura não passa de 1,78 centímetros, bem como sua massa corporal está estagnada em 66 quilogramas. Os olhos puxados é outra característica marcante do menino, estes têm o poder de dar ao menino uma aparência mais fofa, mais gentil, entretanto, basta olhar no fundo de seu olhos para perceber que não é bem assim – todavia, há aqueles que não conseguem fugir e caem em sua armadilhas. Outra característica bonitinha em Leon são os seus dentes, eles não são perfeitamente alinhados, suas arcadas dentárias são levemente mais para frente na vertical e não perfeitamente reto, o que faz com que lembre um coelhinho ao abrir um meio sorriso, uma vez que somente os dois dentes da frente aparecem (xx). Suas roupas resumem-se a peças simples com cores neutras, apesar de ter dinheiro, valoriza mais seu próprio conforto – e geralmente, você irá encontrá-lo com blusas jeans ou jaquetas no estilo baseball, são suas peças preferidas; ah, outra coisa que é fundamental: óculos escuros, nunca sai de casa sem eles.



⎾ DIA A DIA ⏌


⎾ FESTAS ⏌


⎾ FORMAL ⏌


⎾ BAILE ⏌


⎾ PRAIA ⏌


⎾ PIJAMA ⏌


▷ (p)ersonalidade

Para você lembrar-se do asiático, basta não esquecer-se da palavra catástrofe. A melhor palavra que pode definir um dos meninos mais arteiros para se encontrar em seu caminho. Normalmente, costuma ser levado pelo calor do momento e acaba criando confusões por causa disso; aliás, confusões estas que, espertamente, consegue fugir e deixar a culpa cair nas costas de outro de forma que apenas assiste tudo de longe com uma taça de vinho em mãos. Esse é Leon Nathan.


A primeira coisa que você vai perceber em uma conversa inicial, é seu lado completamente sarcástico. Um garoto que parece não temer nada e que zomba de tudo. Despreocupado. Com uma atitude arrogante de dar nos nervos, tanto que, para alguns, só de citar seu nome já é um meio de tortura. Leon é daqueles que gosta de plantar a discórdia e depois tirar a cara do sol, de forma que a culpa cai em outro enquanto ele nem mesmo é suspeito – e mesmo que seja, raro ter algo para provar. Ele é bem esperto. Geralmente, seus planos tanto para brincadeiras quanto para coisas importantes envolvem algum método sujo, algum “truque” antigo mas que, surpreendentemente, acaba funcionando na maioria das vezes. Pode ser um tanto , não, ele é realmente impulsivo em situações de raiva. Como já dito, ele é despreocupado, não se irrita tão facilmente pois sabe muito bem como rebater insultos e etc; todavia, quando é zombaria com seu passado ou com sua mãe, as coisas tendem a sair do controle do asiático – dependendo do nível, pode até mesmo perder a cabeça de vez. Caracterizado, também, por sua sinceridade direta. Independente de quem está se dirigindo, quando trata-se de ser sincero, o garoto não tem piedade alguma em falar o pensa; pode ser algo bom mas também é ruim, uma vez que, junto disso, vem a possibilidade de acabar machucando alguém importante para ele com suas próprias palavras – e o resto? Bem, é somente o resto, não lhe interessa. Independência é seu terceiro sobrenome. Não costuma nem gosta de se apegar a algo/alguém, geralmente, quando percebe que está formando laço tende a começar se afastar de forma bruta; isso devido a acontecimentos durante toda sua história até agora, todavia, quando conseguem driblar isso, simplesmente ele desiste de lutar e apenas aceita que perdeu. Em alguns momentos, na maioria deles, mostra-se como um alguém muito insensível. É assustador o quão sem escrúpulos ele é ao ferir alguém de propósito, entretanto, não chega ao nível de humor negro uma vez que sabe bem o limite da falta de respeito é, por aí que pensa – na verdade, às vezes ele o faz sem perceber, então quando o “alvo” de sua insensibilidade é alguém importante, acaba pedindo desculpas pelo que falou ou fez. Sua arrogância é explícita até em seu jeito de andar. Na verdade, é bem comum ele ter um ar e aparência de arrogante, pior que nem se trata de um “as aparências enganam”, de fato, o que você vê de longe é que o você vai confirmar de perto; o garoto nem mesmo tem vergonha ou tenta mudar sua prepotência, pelo contrário, ter orgulho e prazer em ser assim.

▷ (h)istória



Era uma vez... uma linda mocinha no auge de seus dezenove anos e um belo rapaz com seus vinte anos. Eles se chamavam Melina e Isaac, tinham um ponto em comum: apesar de terem nascido na europa, suas origens eram completamente asiáticas. Em uma festa de amigos em comum, se conheceram e lá, ela se apaixonou. O tempo passou. Entraram em uma mesma universidade e lá, ele se apaixonou. Os meses foram se passando e eles a cada dia ficavam mais próximos, mais apaixonados – até que ela se confessou e teve seus sentimentos tanto aceitos como retribuídos. A partir daí, eram namorados. Em uma certa noite que o rapaz fora visitá-la em seu apartamento, não resistiram aos seus impulsos e bem... tiveram a melhor noite de suas vidas. Três semanas mais tarde começaram coisas estranhas acontecerem. Cólicas, atraso na menstruação, náuseas, cansaço, entre outros. Então, o rapaz levou sua pequena ao médico a pedido da mesma e teve uma surpresa ao chegar lá, entretanto, a menina já desconfiava. Eles seriam pais.


Desde o seu nascimento, passaram-se dois anos e seis meses até que seu mundo começou a ruir, prestes a cair. Sua mãe sempre tivera problemas com a saúde e, por isso, a gravidez fora algo bastante preocupante por dois motivos: o primeiro que poderia complicar a situação dela, e o segundo é de que poderia acabar com a saúde igual a da mãe; entretanto, a mulher acabou dando à luz sem muitas complicações. Entretanto, é como dizem, “o diabo vem no sapatinho” e assim foi. Em dezembro de 2001, após a consulta mensal que sempre fazia, o médico de sua mãe disse a seu pai para manter-se de olho na mulher pois algo não parecia certo, tinhas suas suspeitas mas ainda era necessário alguns exames, então preferiu manter-se em silêncio para não apavorar ninguém. A partir de janeiro de 2002, as coisas começaram a ficar ainda mais estranhas. Melina começou a reclamar de dores na pélvis e se cansava com muita facilidade, porém, visto a mulher forte que era, mantinha-se firme apenas para cuidar de seu querido filho. Os meses se seguiram e a cada dia ela parecia pior, entretanto, recusava-se ir ao médico – tudo o que sempre queria era ficar o máximo de tempo ao lado do esposo e do filho. Em uma bela manhã de Sol, literalmente do nada, a mulher, enquanto regava as amadas flores de seu jardim, simplesmente caiu desmaiada sendo encontrada minutos depois por Isaac que levou-a as pressas para o hospital e fora lá que o seu mundo caiu. Após alguns exames e outras coisas que nada entendia, sua mãe fora diagnosticada com câncer de ovário em seu estágio final. Não havia como salvá-la. Não demorou muitas semanas até que ela que viesse a falecer com o pequeno Leon em seus braços.

[ . . . ]

“Acho que a mamãe dormiu, papai.
Mas ela está demorando tanto pra acordar...
Posso acordá-la? Eu quero muito brincar com ela!”
Pequeno Leon.
“Que estranho, mãe. Você me colocou no mundo mas...
parece que eu te tirei dele... por quê?
Eu te amava tanto...”
Leon N.
"Naquele dia... as estrelas falaram comigo, mamãe."


26 DE MAIO DE 2003
{ um ano após a morte de melina }

O pequeno garotinho risonho de três anos brincava no quintal de sua casa com sua tia e seu cachorro, seu amado King Lee. Um labrador branco. E no exato momento em que levantara seu super-man para o céu afim de fazê-lo voar, uma estrela cadente atravessou o céu negro, atraindo totalmente a atenção do menino.

— Tia! Você viu?! — ele falava animado enquanto apontava para o céu — Uma estrela se mexeu!

— É mesmo? — a mulher, tão parecida com sua mãe, sorriu-lhe terna — Que tal fazer um pedido?

— Por quêêê? — indagou confuso, tombando a cabeça para o lado. Fofo.

— Porque quando uma estrela se mexe, você faz um pedido e ele pode ser realizado, ainda que demore.

— Sério?! — inocente, acreditou na mentira da tia e, após alguns segundos de olhos fechados, abriu-os — Pronto!

— O que você pediu? — sua tia perguntou com curiosidade.

— É segredo, hihihi. — sorriu feliz da vida, voltando a brincar de onde havia parado.

[ . . . ]

"Naquele dia mãe... no aniversário de sua morte.
Eu pedi que pudesse te encontrar no futuro.
De fato, te encontrei... mas não como eu gostaria."

[ . . . ]

Após esse dia, o garoto passou a se interessar cada vez pelas estrelas. Todos os dias, durante a noite, olhava pela janela de seu quarto e fica observando a estrela mais brilhante, perguntando-se se sua mãe também estava vendo ela para onde quer que estivesse viajando. Sim, seu pai lhe omitira a morte de sua querida mãe, dizendo que ela havia viajado para outro país por motivos de trabalho. Durante anos essa mentira perdurou. Passara-se três anos desde aquela conversa com sua tia, e desde então viera estudando as estrelas e depois disso passou para os planetas, de forma que sempre tirava as melhores notas na escola quando o assunto era relacionado à astronomia. Manteve sua cabeça ocupada o suficiente para esquecer de sua mãe que ainda “não havia voltado da viagem”, mas seu pai preferia assim – ainda não estava no tempo de ele saber o que havia acontecido. Com seus seis anos de idade, decidiu que queria ser um astronauta pois, na sua concepção infantil, ele poderia visitar todos os planetas do Universo.

Todavia, nessa mesma época, Leon começou a ficar cada vez mais inquieto sobre a sua mãe, afinal, tinha colocado na cabeça que deveria dizer à ela sobre o seu maior sonho; definitivamente, ela tinha que saber. E quanto mais perguntava sobre a progenitora, mais seu pai se esquivava e afastava. Nem mesmo olhava o menino nos olhos. Os dias das mães ficava cada ano mais pesado sobre as costas do pequeno porque seus colegas sempre perguntavam o que tinha dado a sua mãe e a resposta era sempre a mesma: “não dei nada porque ela ainda não chegou”, e eles caçoavam dizendo que ela não ia voltar mais por ele ser muito chato. Isso machucava-o bastante. Tanto que até mesmo entrou em uma briga porque o irmão mais velho de um de seus colegas xingou a sua mãe de prostituta, dizendo que ela deveria estar por aí traído o marido. Foi um tempo difícil que teve de aguentar até seus dez anos de idade. Mais especificamente, 14 de Agosto de 2009.

Um dias antes, seu pai chegara do trabalho completamente feliz, até mesmo lhe afagou o cabelo, coisa que não fez durante os anos de sua vida. Era estranho vê-lo daquele maneira mas, de qualquer forma, estava gostando de vê-lo animado pois assim poderia ter um melhor relacionamento com ele – poderia não parecer mas era um de seus maiores desejos: ter um pai que agisse como tal. Apesar disso, ele, novamente, passou as horas restantes do dia trancafiado em seu escritório com seus afazeres da empresa; mas algo estranho aconteceu depois que ele saiu de lá para jantar. Enquanto comiam, percebeu que o mais velho não estava mais com a expressão feliz de antes e quando perguntou o que houve, ele apenas colocou seu prato na pia e avisou o filho para acordar cedo amanhã pois iriam encontrar com sua mãe. É claro que, depois de tanto tempo sem vê-la, faltou apenas soltar fogos de artifícios para comemorar.

[ . . . ]



“ Mais profunda, a ferida só fica mais profunda;
Como pedaços de um vidro quebrado que eu não posso reverter.
Mais profundo, é apenas o coração que se machuca todos os dias.
Você, que foi punida em meu lugar...
Você, que era delicada e frágil... ”
STIGMA.

[ . . . ]

Era praticamente de madrugada, mãe. Era muito cedo quando ele me acordou rispidamente, mandando-me ir me arrumar pois tinha o fazer muito rápido, afinal, ele teria um compromisso importante naquele sábado. Naquela merda de sábado. Eu estava animado, me lembro, eu estava realmente feliz pois iria vê-la... depois de tanto anos, eu finalmente iria encontrar minha mãe. Ainda me pergunto o quão burras as crianças podem ser, não é à toa que não me dou bem com ela. São todas um poço de burrice e ingenuidade. Idiotas. Naquele dia mãe, 15 de Agosto de 2009, às 05h45 da manhã eu estava dentro do carro luxuoso com um sorriso de orelha a orelha e olha que eu odeio acordar cedo, mas era um dia especial, não era? Exatamente 06h00, pelo o que dizia no painel do carro, quando o velho parou na frente daquele cemitério. Fiquei confuso. Iríamos encontrar você, por que estávamos ali? Ah, mamãe, se eu soubesse que de fato iríamos vê-la. Eu perguntava mas não recebia resposta, estava tão aborrecido que gritei e ele me mandou ficar em silêncio com uma expressão ameaçadora. Confesso, fiquei com medo e por isso me calei. E então... nós paramos. Estávamos na frente de um túmulo muito bem cuidado, com flores brancas – que hoje sei que eram lírios, suas favoritas – por todo o lado. Eu li o nome Melina Wynn' Nakamura naquela pedra e também vi as datas, fiquei ainda mais confuso com aqueles pontos e traços junto daqueles números. Olhei para o velho pedindo uma resposta e, incrivelmente, ela veio mas não era o que esperava: “Eu irei me casar novamente, Nathan”. Continuei sem entender, afinal, você não era esposa dele? Não estava de volta? Por que ele iria se casar com outra mulher? Então eu abri minha maldita boca, ah mãe, como me odiei por ter a perguntado. “Mas e a mamãe?” foi o que eu perguntei... “Ela está aí, bem diante de seus olhos” foi a resposta que ganhei... “Mas ali só fica que já foi embora, mamãe só estava viajando, né?” eu insisti... “Não, Nathan, sua mãe não está mais viajando, ela nunca esteve” ele respondeu com frieza... “Mas a gente ia se encontrar com ela hoje... não íamos?” comecei a chorar... “E nos encontramos...” ele fez uma breve pausa e, então, continuou: “Leonardo, é tarde para te dizer isso, porém a sua mãe está morta faz anos”. Foi aí, mamãe, diante de seu túmulo que o meu mundo cheio de cores se quebrou.
"Eu sabia que nunca mais seria o mesmo, mas tentei me manter forte.
Mas acho que me tornei um pouco mau, mãe. Desculpa."

[ . . . ]

Após esse dia, seu pai afastou-se de uma vez e o menino também não tentou se aproximar, na verdade, ele ficou tão deprimido que não queria saber de mais ninguém. Durante as duas semanas seguintes, não manteve contato com ninguém e saía de seu quarto somente para comer, faltou a escola sem se importar com o conteúdo perdido e todas as ligações ou visitas feitas por seus amigos eram ignoradas. Então, no dia 30 de Agosto, seu pai apareceu em casa na hora do almoço acompanhado de uma linda mulher com traços asiáticos. Estranhou-a por nunca tê-la visto, todavia, não estava com cabeça para aquilo então resolveu apenas ignorar a presença nova. Enquanto comiam, percebeu que ela conversava animadamente com seu velho ao ponto de fazê-lo sorrir, isso foi o que atraiu sua atenção, afinal, ele nunca sorria. Foi então que ligou os pontos. “Eu irei me casar novamente, Nathan”. Essa lembrança foi o suficiente para fazer Leon se levantar bruscamente e voltar a se trancafiar em seu quarto. Definitivamente, não estava nem um pouco afim de conhecer sua "nova mãe". Mas não pôde fugir por muito tempo, pois, mais tarde, já de noite, a mulher lhe encontrou no quintal de sua casa observando as estrelas como sempre fazia e mesmo tentando fugir da conversa (e dela), não conseguiu.

[ . . . ]

30 DE AGOSTO DE 2009
{ duas semanas após saber a verdade }

Estava sentado na escadinha da varanda dos fundos de sua casa, olhando o céu estrelado. Mais especificamente, o pontinho branco mais brilhante. Em sua mão, havia uma pequena caixinha que seu pai deixou na porta de seu quarto horas atrás, já tinha visto o que tinha dentro e no momento estava tentando parecer indiferente enquanto fixava os olhos naquela estrela. Não percebeu quando a porta se abriu e a mulher passou por ela, ficando de pé um pouco atrás de si.

— Não deve ser bom descobrir algo assim depois de tanto tempo, né? — deu um meio sorriso ao vê-lo sobressaltar com sua voz cortando o silêncio repentinamente.

— O que você quer? — foi ríspido — Não quero ver ninguém, muito menos você...

— Estava observando a mais brilhante, não é? — ignorou a resposta dele e caminhou mais a frente, sentando-se ao lado dele.

— ... — ele permaneceu em silêncio, olhando para ela de canto de olho, vendo-a olhar para o céu com um sorriso.

— Dizem que a estrela mais brilhante é a alma daquela pessoa tão importante para nós que já morreu. — disse com uma voz suave — Sabe, entendo sua situação, passei por uma bem parecida. Eu perdi meu pai e só me contaram depois de dois meses. — um pequeno sorriso surgiu em seus lábios enquanto ainda olhava para a estrela — Era muito próxima dele e bem... fiquei bastante deprimida e até mesmo tentei tirar minha vida, mas estou aqui, prestes a me casar com um homem maravilhoso que tem um filho ainda mais maravilhoso. — nesse momento, seu sorriso aumentou — Estava animada para conhecê-lo, Nathan, e prometi a mim mesma que não deixaria você cair na mesma escuridão que eu já caí um dia. — seu olhar ficou fora até o menino, percebeu que este apertava a caixinha em suas mãos — Leo, se você me permitir, gostaria de ser aquela figura feminina que você não pôde ter durante todos esses anos. Quero cuidar de você e te amar como meu próprio filho. — olhou em seus olhos vendo-os encher de lágrimas — Então, você me permitiria isso?

Não foi mais necessário respostas. O garoto jogou-se nos braços da mais velha chorando tudo aquilo que ainda não havia chorado. Estava libertando sua alma naquele momento. E a mulher, bem, como uma bondosa mãe faria, abraçou-o e começou a afagar os fios negros afim de consolá-lo. No final, ele ainda era apenas uma criança que precisava do colo de alguém, que precisava ter suas lágrimas enxugadas, que precisava ser entendida.




"Foi assim, mamãe, que eu acabei sendo resgatado por Hana.
No início, não achei certo te substituir mas percebi que não era esse o caso.
Ela estava me dando a chance de recomeçar e eu aceitei.
Hana me mostrou o caminho certo para seguir."

[ . . . ]

Dois meses depois dessa conversa, Hanami e Isaac se casaram numa praia, ambos dizendo o aceito bem no momento em que o Sol começou a se pôr; tudo fora muito bem organizado para que aquele dia fosse o mais mágico de todos e Nathan teve que confessar, gostou da ideia de tê-la como mãe – apesar de não ter gostado muito do fato de que teria uma irmã mais nova, não queria dividir nada seu. Eles permaneceram na Inglaterra só até janeiro de 2010 para se despedirem dos amigos, familiares e arrumar as coisas da mudança. Estariam indo para a América, mais especificamente, New York onde realizariam um novo começo na vida dos quatro. De início, Leon não gostou muito. Não queria se mudar e perder todos os amigos que já tinha feito, principalmente, Luke que era seu melhor amigo de infância, porém em hipótese alguma que poderia ficar em outro continente longe dos pais e também, Hana não queria deixá-lo por isso o convenceu a ir.

Os anos seguintes foram maravilhosos para o britânico, entretanto, um inferno para aqueles que eram seu alvo. O garoto começou a mudar sua personalidade ingênua para uma mais prepotente e intimidadora, sempre usando o poder de seu pai para colocar as pessoas debaixo de seus pés. Todo escola por onde passava era sempre odiado por alguém e com motivo, a escolha de quem seria seu novo alvo era extremamente aleatória, mas o importante é que nunca deixava de ter um e normalmente era alguém no mesmo nível que o seu no quesito financeiro. A diferença é que está mais para um playboy rebelde, “caguei pra ti, meu irmão” como ele diria, enquanto os garotos ou garotas que importunava eram do tipo filhinho de papai, que não sabe fazer nada sem colocar o pai ricasso no meio para resolver. Acabou se metendo em várias encrencas porém não se arrepende de nenhuma. Foram as melhores aventuras de sua vida.


Mãe, não se preocupe, minha infância foi muito boa. A tia cuidou bem de mim. Sempre tirei boas notas mesmo sem me esforçar muito, desculpe, não consigo ser alguém estudioso mas presto atenção nas aulas quase sempre e consigo entender rapidamente. Perdoe-me por ter te visitado somente duas vezes, no dia em que descobri que estava morta e depois antes de me mudar. Ainda que não te visse, queria poder ter te dado mais importância. Mamãe, peço que me desculpe se no futuro eu me tornar um filho ruim, não é sua culpa. É somente minha, apenas minha. Saiba que mesmo tendo Hanami ao meu lado, me apoiando, você continuará sendo aquela que me colocou nesse mundo e eu nunca te esquecerei. A propósito, obrigado pelo presente, tenho orgulho de estar sempre usando-o. Mãe... eu te amo.
— De Leon Nathan, para Melina.



▷ (q)ualidades & (d)efeitos

"Fun, fun, the engine is on; fun, fun, the speed is fast
Look at me, I’m gonna go crazy today, don’t stop me
Leave, if you don’t wanna, just go home"
— FUN BOYS.











"Even if you don’t like me, you know me
I like hate comments more than no comments
I don’t know you but you know my name"
— CYPHER PT 4.











▷ (g)ostos & (d)esgostos

( + ) astronomia; comida japonesa; praias e relacionados; Seattle (USA); carros esportivos; videogames; sair com os amigos; fliperamas; filmes de ação e aventura; disciplinas de exatas; aborrecer sua irmã; músicas calmas; fotografias; lugares grandes e abertos com piscina; garotas de personalidade forte; esportes em geral; cachorros; blusas jeans; óculos escuros; doces em geral; competições; bater recordes em jogos.

( - ) hospitais; lugares apertados demais; cemitérios; comida muito apimentada; café; ficar parado; ser interrompido; disciplinas de humanas; felinos exceção dos selvagens; garotas melosas e grudentas; falar sobre sua mãe; 26/05; mentiras e traições; acordar cedo; intromissão em sua vida; dias de chuva; ficar doente; quebrar seus fones; gente interesseira; olhares de pena; legumes e verduras; cozinhar; Dover (UK).

▷ (m)anias


▷ (h)obbies


▷ (m)edos; (t)raumas & (f)obias




Se fosse pra ser bonzinho com todo mundo, eu seria um príncipe. Se liga.

— αмigσs
Sortudo é aquele que tem o prazer de ser amigo do olhos puxados. O companheirismo e lealdade desse menino, visto sua personalidade, é impressionante para aqueles que veem de fora. Claro, a zoeira está em seu sangue então o que mais acontecerá entre ele e os amigos serão brincadeiras, piadinhas e “altos micãos” em momentos aleatórios mas, na maioria das vezes, quando aquela pessoa está por perto – vulga-se, a pessoa no qual seu amigo/a estiver afim. Apesar de não parecer, pode-se dizer que é do tipo protetor, ou melhor, “mexeu com meu amigo, mexeu comigo” e pode ter certeza que ele não deixa barato quando algo acontece. Não é muito de compartilhar segredos exceção se for amigo de anos então, raramente isso acontecerá, entretanto, não quer dizer que não confie neles. Numa roda de amigos, Leon definitivamente seria aquele que gosta de irritar uma pessoa em específico mas que alegra todo mundo com suas histórias travessas e ideias mirabolantes. É daqueles que corre atrás quando percebe que alguém importante está se afastando e que se mostra preocupado quando vê a amizade esfriando – ele realmente se importa muito com quem considera seu amigo; entretanto, é melhor nem pensar em traí-lo ou semelhante, você definitivamente não gostará do tratamento que irá receber.

— cσℓєgαs
Não muito diferente do relacionamento que tem com seus amigos, com colegas também é muito bom. Trata-os bem, sempre colocando suas piadinhas e/ou brincadeiras durante uma conversa afim de ter mais leveza ao conversar, entretanto, é claro, se for tratado bem. Irá ser legal se também forem legais com ele. Apesar de sua personalidade arrogante, costuma tentar ter uma boa conversa inicial para que, no caso das garotas, elas venham estar a seus pés mais tarde perdidamente apaixonadas, e, no caso dos garotos, sejam bons aliados no futuro se precisar fazer alguma merda.

— iทiмigσs
Bem, quem é seu inimigo saberá disso pois o Wynn sempre deixa bem claro as pessoas com quem não se dá bem. Geralmente, quando o sentimento de inimizade é recíproco, não tem hesitação nenhuma em mexer na ferida da pessoa quando esta entra alguma discussão consigo. Para eles, não há piedade. Se for preciso entrar no mano a mano para resolver, pode ter certeza que o garoto o fará; não tem nem um pingo de paciência para aturar gente indesejada por si. O deboche é completamente evidente quando está num diálogo com alguém que não cogita nem em sonhos ser amigo – e suas palavras nunca são agradáveis, de certa forma. A propósito, ele é um garoto mau, tanto que nem se importa de humilhar essas pessoas caso necessário, entretanto, geralmente só o faz quando se trata de um amigo que virou inimigo porque sua raiva não dissipa tão rápido quanto parece.

— ρrσƒєssσrєs
Há dois tipos diferentes de tratamento para com professores. Quando se trata daqueles que gosta, o garoto está sempre dando um jeito de irritá-los apenas para os fazer rir depois; os exercícios estão sempre feitos com dedicação e o próprio Leon até mesmo, dependendo de quem for, deixa saber sobre sua vida fora da escola contando suas aventuras e tudo mais – pode ser até que haja um professor no qual confie para contar seus problemas. Com professores que gosta, é um aluno exemplar que está sempre com todos os exercícios prontos, esforça-se nos trabalhos e se comporta nas aulas, mesmo que ainda converse e outras coisas, caso for pedido para parar, definitivamente ele irá ficar quieto. Entretanto, quando se trata daqueles que não gosta, ele sempre faz questão de atrapalhar a aula de alguma forma; geralmente, esses professores do qual não tem boa afinidade, são os que lhe colocam para fora de sala e os que mais fazem reclamações dele na diretoria. Ele costuma sempre desafiá-los na frente da turma e não hesita nem um pouco em ser debochado. Seus trabalhos e exercícios são feitos de qualquer maneira, mas tira eles do sério quando vai fazer a prova e tira uma excelente de nota – pois querendo ou não, é muito inteligente.

— ραr
Ah, assim como seus amigos, a garota que conseguir seu coração também será uma sortuda. Desde quando teve uma decepção amorosa na escola primária, decidiu que meninas são meras bonequinhas nas quais pode brincar sem temer nada; entretanto, esse pensamento irá sumir quando se apaixonar. Ela receberá um tratamento especial e as outras garotas não serão mais seu meio de diversão – afinal, estará ocupado com outro assunto mais importante. Sempre fora muito galanteador, todavia, isso irá triplicar quando for conversar com aquela especial e até mesmo seu cavalheirismo virá à tona de forma que, em algumas ocasiões, principalmente em eventos formais, será até algo estranho e extremamente incomum para quem vê de fora. Fará o possível para que ela se sinta bem e o contato físico será frequente, com abraços por trás e beijos na testa; caso venha se tornar sua namorado, ah, os lábios dela definitivamente não serão deixados em paz e suas mãos estarão entrelaçados ou, como prefere, os ombros dela sempre ocupados com um de seus braços. Claro, o lado zoeiro não vai ser deixados de lado. Não perderá uma oportunidade de deixá-la envergonhada com comentários ou então descrevendo o quão bonita ela é ou como seus beijos são incríveis – a propósito, isso inclui as cantadas bregas que serão frequentes e em momentos mais que aleatórios. Para finalizar, fará dela sua melhor amiga de forma que a confiança e lealdade dada à menina surpreenderá muitos; mas que fique claro: traí-lo não será a coisa mais inteligente a se fazer.



“ this is so fun, all fakeness has gone home ”

s e g r e d o
Enviado por MENSAGEM PRIVADA para não ser estraga prazeres. ♡

p a r ?
Com certeza.

b e b e ?
Sim, e apesar de ser forte para bebidas, não tende a abusar.

f u m a ?
Não é frequente, mas vez ou outra aparece com um cigarro na boca.

d r o g a s ?
Definitivamente, não. Nem agora, nem futuramente.


⌜ f a m í l i a ⌟


Isaac Wynn' Hemingway | 41 | empresário | pai (jo in sung)
“ i can only see our relationship withering ”
É incrível o quão ruim é o relacionamento dos dois, nem parece que têm o mesmo sangue correndo nas veias. O homem de negócios tem uma personalidade difícil, rígida e muito quieta, o próprio filho se impressiona com o fato de que ele casara com mulheres que eram/são seu completo oposto – ele raramente demonstra emoções e está sempre com uma expressão séria, junto isso com o terno preto que está sempre usando, você perde qualquer vontade de puxar assunto; bem, não se espera menos do presidente da empresa de construção Wynn. Entre eles não há nenhuma relação de pai e filho, aliás, é bastante raro eles continuarem a conversa depois do “como vai na escola?” já que um dos dois acaba se retirando do cômodo. A maior parte do tempo do mais velho é gasta com o trabalho, logo, ele está 90% do tempo dentro no prédio da empresa, os outros são assim: 8% dentro do escritório e 2% qualquer outra coisa; o herdeiro nem lembra mais quando foi a última vez que tiveram a oportunidade de saírem ou almoçarem em família. As poucas vezes em que fica junto do pai, madrasta e meia-irmã é quando tem algum evento importante na empresa e ele os convida a estar lá – fora isso, é bastante difícil pois, além do emprego do pai, ainda tem o da madrasta que ocupa ela por um bom tempo e Ayami, que já deixou bem claro não gostar do homem; a única vez que os viu trocando alguma palavra foi antes de ir para colégio no fundamental, os viu trocando um bom dia. Não entende bem o porquê do mais velho ter esse tipo de comportamento tão fechado com a família, aliás, já explodiu várias vezes por causa disso dizendo que “nem o podia chamar de pai já que não agia como um” e bem, diante disso, ele apenas manteve a expressão inexpressiva de sempre. Com tempo, apenas passou aceitar esse fato e trata-o da mesma forma que é tratado: com frieza. Um ponto a se destacar é que Leon pensa que o pai pode estar culpando-o pela morte de sua mãe, e por isso recebe esse tipo de tratamento, porém nunca verbalizou isso por medo da resposta, afinal, não saberia reagir.


Hanami "Hana" Wynn' Yokoyama | 40 | médica | madrasta (gong hyo jin)
“ you are forever my placebo ”
Trata a mulher como se fosse sua mãe biológica, é incrível o quão excelente é o relacionamento entre os dois. Diferente da filha, a mulher tem uma personalidade muito dócil e calma, raramente mostra-se irritada e sabe bem respeitar o espaço do enteado, apesar de lidar com situações estressantes todos os dias e passar muitas horas dentro do hospitais, ela está sempre com um sorriso no rosto e disposta a ajudar seus filhos com seus problemas pessoais de adolescentes, e também o marido com seus problemas na empresa. Sendo uma exímia psiquiatra com mestrado em psicologia, sabe identificar rapidamente quando eles estão metido em um, principalmente o menino que deixa isso mais explícito em suas expressões – e por isso confia tanto nela, pois, logo quando esta percebe algo, espera ficarem a sós para perguntar o que está acontecendo mas não o força a dizer, apenas se ele se sentir a vontade para tal; e esse jeito de agir, de não tratá-lo como uma criança porém não o ignorar, o fez criar uma grande afeição pela japonesa. Uma madrasta que considera sua mãe – tanto que até chama-a dessa forma naturalmente. A japonesa está sempre informada sobre os assuntos pessoais da vida do enteado, melhor, do filho por este contar à ela por livre e espontânea vontade; normalmente, ele só não conta quando está passando por uma situação ruim para não a preocupar mas acaba falando uma hora ou outra. Uma curiosidade: a mulher costuma chamá-lo de coelhinho na frente das meninas que ele está saindo para constrangê-lo propositalmente, mas ele não se irrita, pelo contrário, realmente expressa estar envergonhado e, no fundo, gosta desse tratamento dela.


Ayami "Anna" Wynn' Yokoyama | 15 | estudante | meia-irmã (kim so hyun)
“ you’re not normal, you’re abnormal ”
O relacionamento dos dois é estranho, algo parecido com o clássico cachorro e gato. Diferentemente da maioria das meninas asiáticas, Ayami tem uma personalidade muito forte e decidida, um pouco fria até, é aquele tipo de pessoa que tem opinião própria e que não muda seu jeito de pensar com qualquer argumento – ela, assim como Leon, tem fortes inclinações para a ironia e sarcasmo. E, talvez, seja por isso que vivem esse relacionamento estranho de irmãos no qual até um mísero bom dia é carregado de deboche e segundos significados. Os dois vivem trocando farpas e nunca deixam a casa passar um dia em paz, o que começa com tons de ironia, termina com gritos e objetos voando (geralmente, almofadas, mochilas e estojos). A garota nunca perde uma oportunidade de importunar o irmão e vice-versa. Entretanto, de certa forma, o amor fraternal também existe – talvez essas constantes “brigas” deve-se ao fato de que ambos eram filhos únicos até seus pais se casarem. Nate está sempre de lho na irmã, vigiando e protegendo-a de possíveis caras idiotas caso ela caia na lábia deles, também mostra se preocupar bastante com ela pois basta a própria reclamar de alguma dor física que ele é o primeiro a “examiná-la”, claro, tudo isso à sua própria maneira. Quando se trata de aprontar algo contra alguém, eles são uma dupla e tanto. A propósito, por viverem uma situação de vida parecida, eles também se entendem muito bem. Outra curiosidade é que têm o costume de se chamarem por "xingamentos", por exemplo, ela está sempre o chamando de "Manuke" (idiota em japonês) enquanto ele a chama de "Fea" (feia em espanhol).

⌜ c a s a ⌟


⌜ q u a r t o ⌟
obs; seu quarto é seu recinto e ninguém pode entrar lá sem a permissão do próprio (até mesmo a empregada), entretanto, de alguma forma, Anna tem uma cópia da chave e vive entrando lá para irritá-lo ou quando precisa de alguém para desabafar seus problemas.




Como ficɑrá ɑo sɑber que ɑ Gɑrotɑ do Blog está de voltɑ?
Ao mesmo tempo em que já estaria preparando a sua bacia de pipoca e refrigerante, estaria espreitando pelo canto dos olhos com receio de fazer alguma que pudesse ser explanada de forma errada por aí. A verdade é que gosta de ver as pessoas se ferrando desde que não esteja envolvido e, bom, digamos que há alguns segredos bem reveladores sobre si que preferiria manter em off.

Está ciente que seu personɑgem pode ser dono (ɑ) do Blog?
Completamente ciente.

Dê um motivo pɑrɑ seu personɑgem ser dono(ɑ) do Blog:
Bem, apenas um é o suficiente: gosta de ver todo mundo se ferrando
mas não gosta de se ferrar junto. Rç.


— fanfiction favoritada com gosto —
{ confiarei em você, meu neném está em suas mãos }



Forever, we are young
Under the flower petals raining down
I run, so lost in this maze
Forever, we are young
Even when I fall and hurt myself

I keep running toward my dream


+ M O R E

As poucas memórias que tem de sua mãe são muito vagas, na realidade, não se lembra realmente de ter passado algum tempo com ela antes desta falecer ou se apenas são fragmentos de sonhos que pensa ser memórias. Era muito novo quando ela se foi; o túmulo dela está em Dover (Inglaterra), sua cidade natal.
Recentemente, adotou um filhote de cachorro que encontrou machucado na rua. Batizou-o de Ling e este vivia em seu quarto, mas agora, passa o dia solto pela casa.
O presente dado por sua mãe fora uma pulseira, está sempre com ela no pulso.
Ainda mantém contato com seu melhor amigo Luke, este mora na Califórnia.
É fluente em Espanhol e Francês, além disso, está aprendendo Mandarim.
Furou suas orelhas com quinze anos, no início, seus colegas lhe zoavam.
Mesmo que cozinhe raramente, possui um ótimo senso de boa comida.
Leon é de exatas, apesar de também ser bom nas outras disciplinas.
É um exímio fotógrafo, deixando isso explícito nas fotos de seu IG.
Pode tocar violão e cantar, mas não o faz com frequência.
Seu maior sonho é fazer uma visita a NASA.




@sommika


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