~eIysium

eIysium
Mi{a}mi
Nome: ✧ ℱ𝒆𝓻{𝓷𝓪𝓷𝓭𝓪} ✧
Status: Usuário
Sexo: Indisponivel
Localização: Indisponivel
Aniversário: 25 de Agosto
Cadastro:

~eIysium - Mi{a}mi

.᎒Would ..+/you ;+` [lie *.:。with m.e
- ´And just

╮for▫get ;+⌇。 the ◠.;world?

୭.°[a]t w.a.r ¡nside ◠.;my ch▫est

Postado


·̩̩⋆̩*↑My :*:・hope is blo ॢ٭¨̮od on *.¸৴]broken gl˚̩̥̩̥*_ass a *̥̥.ೃ*shatt+ .༚ ered hole—a . u+.˚ ⊱p cause ⊹ . ゚ the ,-‿*darkness৴*̥̥⋆̥ is ◠.;taking hold ∞・.*
─ Everything Is Lost by Maggie Eckford


Aᴍᴏʀ﹐ ᴀᴍᴏʀ﹐ ᴀᴍᴏʀ. Pʀᴀ ϙᴜᴇ ɪssᴏ sᴇʀᴠᴇ﹖ Aʙsᴏʟᴜᴛᴀᴍᴇɴᴛᴇ ɴᴀᴅᴀ.❞


.・Nome・.
Rᴀᴠᴇɴɴᴀ Lᴇᴀʀᴍᴏɴᴛʜ Tᴇᴍᴘᴇsᴛ

Charles não era nem de longe a primeira opção de mais confiável a quem você permitiria a guarda de seu filho apenas para ir na esquina comprar o pão. Não gostava quando os outros lhe chamavam de irresponsável, inconsequente, descuidado, e sinônimos ─ eram palavras muito fortes, segundo ele. Digamos que a sua fama não era das melhores. Diga-se de passagem que ele também não era muito fã de bebês. Porém, foi aí que a icônica a bebê pareceu na porta de sua casa. Não sabia nem de onde havia brotado aquele bebê, já que Charles era praticamente um virjão; não é de beber, logo, fácil para bebidas e não seria surpresa se não lembrasse de nada, então apenas deu de ombros. Com a criança lhe encarando como se soubesse todos os seus pecados, Charles quase teve um surto naquele momento, mas tentou manter a calma, ou o bebê chorão seria ele. Pulando a fase de negação e tentativa de autoconvencimento de que aquilo era apenas um sonho – ou pesadelo, depende do ponto de vista – pegou a cestinha onde a menina estava acomodada e levou para dentro de sua casa. Leu a carta que vinha junto; esperava que nela viesse algum esclarecimento, mas foi tão inútil como a parte azul daquela borracha que se diz apagar caneta. Não contou nada a família, que já não via fazia um tempo, a única pessoa que possuía consciência da criança era seu filho mais velho, Sam. Nem tinha certeza de que era a sua filha, mas as semelhanças como o cabelo, os olhos e o sinal no lado esquerdo do rosto foram o suficiente para Charles falar: "É, o que importa é ter saúde".
Evanna, Ishbel, Adaira, Daviva, entre outros nomes que não são convenientes no momento, estavam expostos na lista de supostos nomes que a bebê iria receber. A carta era tão inútil que não se deu nem o trabalho de por um apelidinho para menina. Já fazia uma semana que a Tempestuosa, apelido temporário que Hubert havia dado, estava sem nome. E deve-se comentar que o imprudente estava fazendo um razoável trabalho como novamente pai: a menina já estava viva a uma semana! Mas, é claro, que Sam teve um grande papel ajudando Charles a se virar como pai. Enfim, em uma noite que finalmente conseguiu dormir, já que ser pai solteiro sem nenhum experiência novamente não é coisa mais fácil, pois só tinha ele para levantar na madrugada quando o bebê chorava e ninguém para empurrar a responsabilidade, sonhou com um corvo. Pesquisou entre abas na internet e logo um sorriso cortou seu rosto. Jogou fora a lista que havia grudado na geladeira com um daqueles imãs que se recebe após comprar gás e ligou para a família, esbanjando felicidade, a notícia que ele tinha uma filha e ela se chamava Ravenna.


.・Apelido・.
Rᴀᴠᴇɴ Este apelido é devidamente comum entre seu âmbito familiar. De princípio, apesar de simplicidade em sua nomenclatura, com pouco tempo após aprender as nuances de falar, Ravenna não sabia pronunciar corretamente o próprio nome. Charles, dessa forma, arrumou um modo de Ravenna saber falar ao menos parte de seu nome. Raven fora a abreviação dele, que mesmo com o avançar da idade, o apelido permaneceu. É comum vê-la se apresentar para a demasia dessa forma. Não se passa apenas da forma abreviada de Ravenna. Usado quando querem fazer algum agrado para a menina ou apenas a tratarem de forma carinhosa. Entretanto, também é usado por almas sujas quando querem tirar proveito dela. De qualquer maneira, ela prefere o seu nome normal, sem nenhuma abreviação;

Rᴀʏ Um apelido que é repleto de lembranças. Sam era o único qual se dirigia pela jovem dessa forma. Sendo um rebelde instintivamente, sua essência de ir do contra resultou em um apelido único e inusitado. Sam após uma briga duradoura entre ambos na infância, ele sempre esperava um momento de distração da jovem para agarrá-la na cintura e dar-lhe cócegas. “Ray, você foi pega!” Após sua morte, fora esperado que ninguém dissesse novamente este. O apelido foi morto juntamente com o corpo empodrecido do irmão.

Bɪʙᴇʟᴏ̂ Dado por Charles de forma carinhosa, devido a aparência delicada de Ravenna; que lembra a de uma boneca. Bibelôs são objetos pequenos utilizado para enfeitar e para Raven é um objeto irrelevante e de pouco valor, indivíduo que aparenta delicadeza ou se comporta de maneira delicada — coisa que definidamente ela não é — e, pior de todos, alguém que possui boa aparência, mas é inútil. Ela não quer ser comparada com um serzinho que não pensa, não faz nada e é apenas um rostinho bonito e que remete a fragilidade. Ela não corrige Ches quando a chamam assim, pois sabe que é uma forma carinhosa de lhe tratarem, mas não faz nenhum esforço de tentar esconder a careta feia, mostrando seu desgosto;

Rᴏʙɪɴ Hᴏᴏᴅ Originado pelos morados. Na época da infância, não possuía condições e era vista como maltrapilha, sua única solução para comer era através de roubos realizados em bancas. Mesmo que muitos considerasse isso extremamente errado, possuía conhecimento que aquilo era o único modo dela conseguir algo que eles não tinha oportunidades de oferecer. Robin Hood era conhecido por ser um ladrão nato e sempre passar despercebido, se safando das piores situações. Ravenna na época era exatamente assim, e fora daí onde seguira esse apelido. Não era dirigida somente dessa forma pelos outros de baixa condição. Muitos que percebiam sua sagacidade, chamavam-na assim. Porém, ser Robin Hood lhe custava cicatrizes quando era pega, e principalmente, punições.


.・Idade ・.
Dᴇᴢᴏɪᴛᴏ Iɴᴠᴇʀɴᴏs
Primavera nunca fora a estação preferida de Ravenna e, consequentemente, não combinaria com a moça de forma alguma, sejamos francos. O quê é irônico, pelo fato de nascer enquanto a primavera estava sob vigor fortemente. A mesma representa renascimento, muito favorável a novos inícios. Inverno, no qual é sua estação de preferência, simboliza a acidez do frio árduo e as mudança de clima constantemente. Um misto de confusão e que relevantemente, igualmente à jovem. Em vinte e cinco de janeiro (25/03) nascera Ravenna, portanto, pertence ao signo de Áries. Não é possível que Raven se sente em uma mesa com idosas nas cadeiras desgastadas que relatam sobre momentos produtivos de suas mútuas vidas e falar algo marcante que acontecera consigo durante seus dezoito anos. Não realizara nada que possuía em mente na infância, sonhos enterrados, planos e idealização inacabáveis, o amor nunca realmente chegara em sua vida até certo ponto. Seus dezoito anos foram repletos de erros, um após outro. Namoros fracassos, fanfarras e bebidas alcoólicas que lhe proporcionavam dores e náuseas no dia seguinte. Não acredita em horóscopos, ou algo que é similar ao gênero. Considerando-os um completa baboseira no qual o indivíduo usa-os para não assumir seus erros.


.・Nacionalidade・.

O sangue australiano corre nas veias ardentes de Ravenna. A jovem nascera na Austrália, sendo precisa, Hobart. O país é, ou ao menos era, um dos mais populosos existentes, beirando aos 23 milhões de habitantes. A Austrália é um país de beleza espetacular mundialmente conhecido por paisagens extraordinárias e cidades vibrantes. Possui o ar selvagem, a cultura rica e a história colonial de Hobart, lugar de nascença da jovem. Ravenna explorava a costa selvagem, altas florestas e suaves colinas verdes que sua cidade oferecia, entre degraus, trilhas e subidas íngremes. Salamanca era o lugar preferido de seu pai, por isso, era comumente que eles realizassem passeios por galerias, teatros, restaurantes, livrarias alternativas e butiques de vanguarda. Seu lugar predileto, acima de todos, era o Rio Derwent. Ravenna colocava os pés sob as águas límpidas e apreciava a sensação delas batendo contra seu tornozelo, caso possuísse o poder de escolha, moraria sob as águas do rio pela eternidade. Também era de costume de Ravenna que ela fosse para o Rio para deslembrar dos problemas e as consequências que a vida trouxe para si, a fase conturbada que fora sua adolescência, Ravenna levava Sam consigo às vezes quando precisava de alguém com que ela pudesse contar nesse momento difícil. Porém, agora, resta apenas resquícios desse lugar, e de todos também.


.・Orientação sexual・.
Dᴇᴍɪsᴇxᴜᴀʟ
Demissexualidade é o termo utilizado para descrever uma forma de relacionamento peculiar, onde a atração sexual só aparece depois de estabelecido um vínculo psicológico, intelectual ou emocional (ou tudo isso junto) com o parceiro. Ou seja, ela pode sentir atração por ambos os sexos desde que haja conexão emocional.


.・Aparência・.
ℱ𝒆𝓲𝓽𝓪 𝓹𝓸𝓻 @𝓸𝓫𝓿𝓲𝓸𝓾𝓼𝓘𝔂

Ravenna é dona de uma beleza abundante que desperta inúmeros olhares, tanto para o seu rosto quanto para as curvas avantajadas. O próprio pai estava sempre a dizer que a mulher tem uma beleza digna do século XIX — mas raramente dá ouvidos para suas subjeções poéticas. O rosto de Raven é oval com o queixo pequeno e maçãs baixas. Nariz no formato hispânico, não muito grande e pouco aberto nas narinas, lhe dão um ar tanto afeminado. De pele branca que lhe rendeu um apelido na família, e que possibilitam ver as veias no contorno dos olhos, também realça o vermelho quando está acanhada ou simplesmente irada — o último vem ocorrendo com mais frequência. Olhos grandes de cílios longos, porém finos, no mesmo tom castanho da raiz dos seus fios. As suas íris possuem heterocromia central, são verdes como a árvore que reflete nas águas do rio, esses tem o tom azul mais caramelado cercando as duas pupilas seguindo um padrão pariforme. Sob seus cílios grossos surgem grandiosos olhos vibrantes que esbanjam insanidade, com um enorme poder de encantamento, lembra para muitos a inquietude das ondas marinhas que se chocam fortemente contra as pedras. São eles sua principal marca e o que incita olhares e charmes para a morena.


Os lábios reforçam a ideia de sensualidade, carnudos e levemente avermelhados, fazem charme mesmo cerrados, escondem um sorriso magnético, quase tocado pela inocência. Quando sorri, é possível visualizar duas covinhas crescentes rentes aos lábios. Sobrancelhas retas e castanhas como a raiz dos fios, praticamente sem falhas, retilíneas, colaboram para a imagem descontraída de Ravenna. Tem fios castanhos achocolatados, dependendo da luminosidade, dá impressão de leves luzes, são ondulados, a franja reta acima dos olhos e, na maioria das vezes, é jogada para o lado dando a Ravenna o aspecto rebelde e despreocupado. É curto, na altura do ombro. Alisados, reforçam sua parte mais provocadora. Apesar da aparência digna de passarelas, sua altura não possuí a mesma congruência. Puxou ao lado materno da família, sendo baixa de um metro e sessenta e seis de altura. Já sua silhueta é magra e curvilínea, seu busto não é tão grande, nem tão pequeno, é ideal e favorecidos em vestidos sem alças. Tem coxas grossas, não de forma exagerada, mas bastante invejadas. Cintura fina e ombros pequenos, o corpo em geral é praticamente ideal para sua altura.



.・Photoplayer・.
Kᴀʏᴀ Sᴄᴏᴅᴇʟᴀʀɪᴏ

Escreveu
Kaya Rose Humphrey nasceu em Holloway, Londres, Inglaterra, no dia 13 de março de 1992. Depois de Skins, Kaya participou de alguns filmes. Em 2009 interpretou Eve, filha do astronauta Sam Bell (Sam Rockwell) no filme de ficção cientifica Moon (Lunar). Em 2010 fez seu segundo filme, chamado Shank, no qual interpretou uma adolescente integrante de um gangue chamada Tasha. No mesmo ano, fez uma pequena participação no filme Clash Of Titans (Fúria de Titãs) interpretando Peshet. Também participou de videoclipes da banda Plan B e The Ruskins. Kaya também trabalhou como modelo durante esses anos.


.・História・.

Rosemary havia acabado de completar seus 18 anos, assim, acompanhada por um grupo de amigos, fora comemorar a festa de seu aniversário em uma boate famosa de Hobart. Junto de Louis, seu amigo de infância, Rose passou a noite curtindo, bebendo, aproveitando o que a vida havia lhe preparado para aquele dia. Ao fim da festa, já fora de si, ela acabou ficando com o menino que almejava desde muito nova, Charles Tempest, o garanhão do time de futebol. Quando acordou na manhã seguinte, um pouco desorientada, procurou pelo quarto que estava algum sinal que lhe indicasse a sua localização. Ainda incrédula da notícia, Rose desceu para o saguão do hotel, ela já estava quase indo embora quando a recepcionista lhe chamou, dizendo que ela não poderia ir sem pagar a estadia. Então, Rosemary acompanhou a mulher até a recepção, onde ficou sabendo que a "brincadeira" da noite passada havia saído mais caro do que ela imaginava. Em uma noite só, a menina fora capaz de arranjar uma dívida de 300 dólares. Desesperada, a jovem ligou para Louis, pedindo para que ele a ajudasse e que trouxesse consigo 150 dólares para que ela pudesse salvar a sua pele sem ficar com a ficha suja. O melhor amigo não pensou duas vezes antes de ajudar. Assim que chegaram na casa de Louis (já que a menina não queria voltar para a casa), eles se sentaram no sofá e aproveitaram o resta da manhã para assistir alguns filmes um do lado do outro. Quando a senhora James chegou em casa e os chamou para almoçar, Rose disse que ela nunca poderia agradecer mais por ele ser tão gentil. Louis respondeu que havia feito o que bons amigos deveriam fazer, mesmo que demonstrasse um certo desconforto em pronunciar tais palavras. Durante o almoço, Cathryn James começou uma conversa com Rosemary, como elas costumavam a fazer quando se encontravam no almoço e, durante essa conversa, Rose acabou por receber uma das piores notícias da sua vida. Ela teria que se despedir do seu melhor amigo de infância porquê ele e sua família estavam se mudando para Barcelona, na Espanha. A partida de Louis apertou o coração de Rose, por isso, ela o fez prometer que eles nunca parariam de trocar cartas. Assim, depois que a menina deixou o aeroporto, ela foi até uma loja de doces no shopping center, onde comprou quase todos os doces que viu pela frente. Em casa, ela deitou na cama e ligou a TV em uma longa programação de filmes românticos e melosos, a qual ela assistiu com lágrimas e dormiu com o rosto inchado e com o coração apertado.
A menina acordara no meio da noite, desnorteada com as suas ações, com a cabeça latejando e com o estômago embrulhado. Dessa maneira, cheia de ânsias, ela correu para o banheiro do quarto, onde vomitou tudo o que tinha direito. Depois, voltou para a cama e dormiu até que outra onda de enjoos a atacasse. Na quarta vez do dia que fora desperta pelo vômito, passou a deixar de lado os seus pensamentos de que os doces haviam lhe feito mal e, assim que se sentou para conferir o seu ciclo menstrual, ideias perturbadoras começaram a invadir a sua mente. Então, Rosemary foi secretamente até a farmácia mais próxima e comprou um teste. Um teste de gravidez com dois traços que indicavam o positivo. Tecnicamente falando, ela estava grávida. E, a pior parte era que a jovem sabia de quem. Com dois meses de gravidez, ela não conseguiu mais esconder o fato da família, estava grávida e logo todos saberiam. Seus pais eram ambos advogados de tamanha importância na cidade, eles eram conservadores, a notícia de que a única filha deles estava grávida poderia destruir a imagem do nome de sua família. Por isso, assim que Mary entregou os fatos, o seu pai logo quis a colocar para fora de casa. Porém, a mãe da garota impediu tal fato, determinando que ela poderia ficar na casa até que a criança nascesse. E depois, por ser maior de idade, Rosemary deveria procurar um trabalho e alugar um apartamento para ela mesma. Durante toda a gravidez, Rosemary continuou trocando as cartas com Louis, porém, em momento algum ela contou para o mesmo estar grávida. Enquanto a barriga ia crescendo, o apego da mãe da garota também ia crescendo, enquanto o ódio do pai aumentava.

A mãe de Rosemary, Aurora, era uma mulher que aparentava ser durona, mas que, no fundo, era dona de uma coração extremamente grade. Fora assim que, quando a filha descobrira o sexo da criança, ela comprara a primeira roupinha. Também fora ela que aprovara o nome do menininho, Samuel. Ela estava, claramente, apegada ao bebê de Mary. Mesmo que Aurora gostasse da ideia de ter um netinho, assim que Sam nasceu, o pai de Rosemary a expulsou de casa e disse que não queria mais ver a filha nem pintada de ouro. Eis que inicia-se a nova fase na vida da jovem, agora uma menina obrigada a ser mulher. Por sorte, alguns meses depois de dar a luz, Rose arranjou um trabalho como bibliotecária, então, o bebezinho passava o dia na creche do bairro enquanto a mãe trabalhava e, pela noite, eles passavam o tempo ouvindo músicas infantis, brincando e fazendo palhaçadas até que Samuel pegasse no sono. Por quatro anos, a mãe e o filho viveram em harmonia, de manhã, Sam ia para a escola e, a tarde ficava na casa da avó, que insistia em ficar com a neta, já que ajudara desde o início da gravidez. Durante todo esses anos, Rose continuou escrevendo cartas para Louis, porém, não contou para ele que tinha um filho, assim como também não foi ao casamento do melhor amigo. Um dia, enquanto ia ao café na cidade, a mulher trombou com Charles, o homem que não via havia anos, por sorte, Sam estava no parquinho. Quer dizer, até o momento que o garoto sentiu fome e foi pedir comida na barra da saia da mãe. Assim, Rosemary encontrou-se obrigada a contar toda a verdade para Ches, que pediu para que pudesse se aproximar do filho, disse que gostaria de estabelecer laços com Samuel. É errado dizer que Rosemary e Charles não aprenderam a amar um ao outro, porém, também é errado dizer que Samuel foi planejado. As coisas iam bem para o casal, eles finalmente haviam assumido que eram uma família feliz, e mesmo que já fossem casados, os adultos decidiram que iram tratar a relação como um namoro, até que considerassem o casamento válido. Tudo ia aos conformes, até que houve algo que abalou a família.
Rosemary acordou em uma manhã bela, levou Samuel aos três anos para a escolinha e foi até o ponto de ônibus, onde pegou a linha 64 e foi até o trabalho. Tirou a chave da bolsa e abriu a biblioteca. Catalogou novos livros, conversou com os clientes, pediu silêncio umas sete vezes na manhã, até dar meio-dia e ela sair para o almoço. Deixou o estabelecimento ao meio-dia e um, andou até a linha 64. Perdeu o ônibus, começou a chover, fez sinal para o táxi, atravessou a rua correndo, sofreu um acidente. Havia sido atropelada por uma moto. A ambulância demorou, mas ainda chegou a tempo de colocar a mulher na maca e a direcionar ao hospital, infelizmente, quando o carro estacionou na garagem do hospital, os batimentos de Rose já haviam se perdido. Na sala do hospital, Rosemary já estava morta.
Samuel e Charles estavam na casa da avó e sogra quando a notícia chegou, pegou todos de surpresa. Inclusive o pai de Rosemary, que fechou a cara e, no mesmo instante que desligou o telefone, o seu coração amargurou-se. Da família, Samuel e Ches foram os que mais sentiram a morte, ele quatro anos de idade. No velório e no enterro de Rosemary, o menino não saiu nem um minuto de perto do corpo pálido da mãe, ele jogou a última flor de despedida e fez uma oração para ela, mesmo que não soubesse muito o que dizer. Quando voltou para casa, o menino tomou um banho, deitou na cama e chorou a perda até adormecer abraçado com o pai.

Foi tão doloroso para Charles. O homem se viu, novamente, sozinho no mundo. Exceto pelo presente que a mulher havia lhe dado antes de falecer, Samuel. Ches teve de se redobrar em inúmeras tarefas para casa, sendo considerado mãe e pai para a criança. A mesma cresceu sob cuidados constantes, farto de amor e carinho presente no seu dia-a-dia. Charles nunca permitiu que faltasse nada para seu filho, mesmo que isso significasse horas extras de trabalho. Sam não precisara de babá com as horas extras que seu pai cumpria, apesar de pouca idade, desenvolveu uma enorme independência. Não por falta de cuidados, mas sim por esta ser uma das características que nasceu com a criança. A escola não fora diferente, desde cedo, foi descoberto que possuía um QI elevadíssimo e uma inteligência absurda. Charles sentia apenas orgulho ao observar o crescimento de seu filho na vida, e o quão trabalhoso foi para isso acontecer. Samuel, era sempre o preferido dos professores, e isso despertava ciúmes assim como inveja de outros alunos. Estes praticavam um enorme bullying com a garoto, de apenas sete anos, que retornava para casa com os lábios sangrando e machucados pelo corpo. Samuel começou a criar uma bola de proteção dentro de si, causando preocupação em Charles. O garoto que se demonstrava sorridente até certo ponto, era agora um menino de poucas palavras e que dificilmente mostrava seus belos dentes brancos. Samuel fora levado em psicólogos para compreender o problema dele, e aos oito anos, Samuel fora diagnosticado com depressão. É raro acontecer isso, depressão em crianças. Mas não é impossível. Charles possuiu uma busca incansável para o melhoramento de seu filho, que se demonstrou a cada dia mais, recluso e quieto. Mas mal Charles sabia que, a cura de seu filho, viria da forma mais imprescindível possível.

O homem exausto do trabalho, deixara Sam no psicólogo e retornou para casa, já que o mesmo insistia em permanecer sozinho e que sabia voltar para a casa sem assistência alguma do pai. Charles decidiu não contestar e voltou para casa, porém, as preocupações e problemas rondaram na sua mente até ele decidir que deveria esquecê-los com uma boa dose de uísque. Ele fora para o bar próximo de casa, sendo poucos quarteirões de seu âmbito familiar até o lugar. Seus planos eram tomar apenas três copos, se manter com a mente sã e ter consciência de seus atos. Contudo, quando a jovem com a aparência semelhante de sua esposa adentrou no bar, todo o plano fora esquecido pela sua mente. Ele conseguia apenas se concentrar nela, com um belo par de olhos castanhos mirando para si. Ele pensou naquele instante que, só por aquele momento, pudesse reviver alguma lembrança do passado com aquela jovem cujo feições pertenciam à sua esposa. Os olhares, copos de bebidas, perda de consciência dos atos, resultaram numa noite selvagem entre ambos.
Ches não se lembrou de absolutamente nada no dia seguinte, apenas de amanhecer enrolado em cobertas e um doce eflúvio de rosas vermelhas exalando sob eles. Quando retornou para casa, com a mente em seu filho, se ele permanecia bem, que ele não deveria ter feito a besteira de permitir Sam voltar só para casa. Praguejou para si mesmo até adentrar no cômodo do quarto de Sam, observando as feições sonolentas do menino que dormia calmamente. Abriu um sorriso e um suspiro aliviado, caso algo acontecesse com eles, jamais perdoaria a si mesmo. Nos meses seguintes, os medicamentos parecem ter surtido efeito na depressão de Sam, tendo um progresso, para a felicidade da família. Porém, quando completara oito meses, os ataques retornaram e a inclusão também. O garoto não queria saborear a comida, sua pele empalidecia e a depressão voltara agressiva. Muitos pensaram que o motivo era a escola, contudo, quando houve a mudança de escola, a depressão permaneceu. Porém, a depressão foi causada pela falta da mãe, Sam era pego chorando pelos cantos da casa com uma fotografia de Rosemary nas mãos. No nono mês, Charles sem esperança para trazer seu filho novamente para si, preparou um jantar naquela noite, o prato predileto do menino. Certamente, isso alegraria o filho. Mas o quê abriu um sorriso magnético no rosto de Samuel não fora a macarronada, e sim o presente chorão que apareceu na porta.

Charles de demonstrou incrédulo diante daquilo; como pode um bebê ter aparecido na sua porta? Porém, ao ler a carta cujo amassou o jogou no lixo após ser considerada inútil para ele, a pessoa quem escreveu ela relatava que eles haviam tido uma noite e este foi o presente dela; um bebê. Não havia nome assinado, muito menos endereço. Apenas um leve rascunho debaixo da caneta feito à lápis. Samuel fora o primeiro que a segurou nos braços, e um gargalhada uníssono surgiu na noite. Charles soube, a partir desse instante, que aquela criança seria a cura para a depressão contínua do filho. Samuel desempenhou um excelente trabalho na maternidade da criança, juntamente com Charles. Ambos ajudaram no desenvolvimento dela, os primeiros passos, a primeira fala, tudo fora acompanhados por eles. Charles revivia novamente a sensação de ser pai, não que isso fosse ruim, era apenas trabalho. Mas com o apoio de Samuel, tudo foi menos complicado. Sam se apegou ao bebê, não se desgrudava dela. Os médicos e advogados se admiraram com a recuperação de Sam na sua depressão, e em poucos meses, ele foi curado. Não encontraram mais resquícios da depressão em seus diagnósticos.
Ravenna fora crescendo, e se demonstrando uma rebelde indomável, o oposto de Sam. A menina era considerada um furacão pela vizinhança, nunca parava quieta ao menos um instante. Era costumeiro vê-la participar do futebol com os garotos, escalar árvores, pular em lagos, sujar suas roupas, rolar sob as colinas esverdeadas da Austrália. Ela sempre levava Sam consigo nas suas aventuras, o quê por oras resultava em uma leve bronca pelo Charles, que repreendia os atos insolentes que às vezes Ravenna realizava. Charles possuía um enorme coração para seus filhos, porém, deveria mostrar pulso forte para eles. Em sua filosofia, isso é essencial para uma boa educação. Ravenna se deitava sob a grama para observar as estelas juntamente com Samuel, para descobrir as histórias delas e desvendar suas constelações magníficas. Apesar de diferença de idade de Ravenna para Samuel, já que ela possuía oito e ele dezesseis, o rapaz não se importava em reviver os auges dos oitos anos, já que essa fase fora praticamente pulada pela depressão. Na mesma época, Ravenna acordara Charles e Sam na madrugada, com tosses agudas. Eles correram em direção ao seu quarto e observaram a pele da criança enroxar, os lábios manterem pálidos e as mãos gélidas. A falta de ar era absurda, Raven sentira uma dor insuportável. Ches levou-a no médico, eles aplicaram injeção na criança e recomendaram repouso. Entregaram uma bombinha para ela respirar quando possuísse falta de oxigênio ou diariamente, para não ter interrupções na noite com ataques de asma. Ravenna fora diagnosticada com asma nível 1, que pouco tempo depois, essa parou de atacar, o quê deu início à novos transtornos.

Não houveram problemas na escola, até ser descoberto sua asma e a informação de alastrar por todo o colégio. Durante as aulas, os seus colegas puxavam seu cabelo para trás e lhe jogavam bolinhas da papel, com o intuito dela ler as palavras dolorosas que eles escreviam sobre si. Na hora do recreio, eles esperavam que Ravenna saísse da sala de aula para puxarem a jovem pelo braço até o banheiro, onde jogavam bombinhas e pronunciavam “a menininha não consegue respirar, é? Por que não morre sufocada logo?” Essas palavras tão bobas e superficiais, esses atos indolentes, na época afetaram Ravenna de uma forma indescritível. Quando era para retornarem à sala de aula, Raven se encolhia no banheiro às lágrimas e soluços baixos. Era costumeiro que isso acontecesse, até uma garota, beirando sua idade, fora ao banheiro para saber de quem se tratava aquele choro cujo escutou pela porta entreaberta. Ela estendeu a mão para Ravenna, que após esse pequeno gesto, se formou uma sólida amizade. Ambas eram vistas nos corredores, gargalhando e dividindo o lanche, além das numerosas brincadeiras existente entre elas. Elle era seu nome, uma jovem que carregava sempre consigo uma lancheira surrada e uma aparência desgrenhada. Na educação física da escola, Ravenna fora mudar de roupa para o uniforme, e como ele já havia mudado, esperou na quadra supostamente vazia até então. Porém, os mesmos garotos cujo perturbavam Ravenna no banheiro, pegaram as roupas sob os braços desprotegidos de Elle e jogaram sobre o chão, avançando em cima da menina. Ravenna, ao sair do cômodo, apertou as mãos entre si e correu na direção daquele que ia até então direcionar um tapa para a melhor amiga. Raven caiu sob o rapaz, dando socos e chutes nele, além de breves arranhões e algumas cicatrizes permanentes. Charles fora chamado para comparecer na escola na mesma manhã, para receber a expulsão de Ravenna. Quando perguntou o porquê de sua filha ter feito aquilo, nem mesmo ela soube responder. Ravenna desde desse dia, não pôde ver novamente Elle devido à mudança de escolas. Samuel que havia estudado os distúrbios e transtornos semanas atrás, analisou a situação da irmã, e concluiu. Ravenna possuía TIE, Transtorno Imimente Explosivo.
O TIE desenvolveu um gênio até então, que não era para ser incluído na personalidade da jovem. Ela começou possuir uma personalidade descontraída e sem limites, já era de se esperar que não demorasse muito quando os problemas surgissem. Mesmo com onze anos, a morena costumava ser assimilada a um ímã para problemas — quando ela não os procurava, eles chegavam à ela. Apesar de não ser problemática, nasceu com um senso de justiça inevitável, sempre procurando fazer o melhor, e nunca permitiu que desigualdades passassem invisíveis aos seus olhos. Devido a isso, saía em defesa dos menos privilegiados, e acabava em situações perigosas. Independente do sexo ou idade, Ravenna os enfrentava, sem se preocupar com as consequências, e acabava em sequelas. Quando provocava a ira de alguns, acabava saindo repletas de feridas, mas não parecia ser algo a incomodá-la. Extremamente preocupado, o pai a mudou de escola, sempre variando de ambiente, preocupado com os problemas que ela poderia encontrar novamente. Sendo assim, Ravenna se adaptou as mudanças constantes, nunca criando laços fortes ou realmente sentimentais. Ao longo dos tempos, a família teve de se acostumar com a garota; possuía um gene forte, e alternando de um lugar para o outro não faria seu comportamento se tornar outro. Por isso, Ches aceitou o fato de que não poderia mudar quem a filha era, e suas ações penderiam, independente das situações.

Ravenna sentia que era ela contra o mundo e por incrível que pareça, nunca fora uma criança triste. Claro, não tinha os mesmos motivos para sorrir daquelas meninas ricas com brinquedos caros, mas ela se virava do seu jeito. De noite, armava uma tenda com os lençóis da casa e fingia ser uma pirata navegando os sete mares. Subia em árvores e brincava de observar as pessoas da rua. Atravessava a cidade para chegar até a praia e conseguir algumas conchas para sua coleção. Desde sempre fora assim, sem medo de se aventurar no mundo. Quando Ravenna observava seu irmão indefeso em alguma encurralada ou briga, não media esforços para adentrar nela, o quê resultava em hematomas e sangramentos. Claro que Samuel defendia sua irmã, dando socos naqueles considerados valentes. Fora neste dia, que Sam e Raven quando retornavam para casa, feridos, puderam observar aulas gratuitas de treinamento. Nessas aulas possuíam treinamento para manusear armas em geral, defesa corporal, além de outros ensinos para a sobrevivência. Assim e feito. Os nomes Ravenna Tempest e Samuel Lermonth permaneciam na lista.
Ravenna desde quando se inscreveu, fora enxergada como uma prodígio, aos quatorze anos. Nela possuía um animal selvagem, que sobressaía sua alma e penetrava nos olhos ardentes da Ravenna. Esse animal fora engaiolado até iniciar suas aulas, onde pôde libertar toda a garra que existia dentro de si. Ravenna apesar da estatura frágil, nos treinos, poderia muito bem levar qualquer um ao chão sem dificuldades. Em poucos meses, era uma das melhores que aquele lugar já possuiu. Raven sabia manusear uma arma perfeitamente e os segredos para derrubar alguém ao chão facilmente. Samuel fora grande ajuda. Ele ensinou a jovem a pontaria que ela possuí atualmente, como manejar espadas, e disponha seu corpo para ela treinar lutas.

Ravenna e Samuel nunca foram tão próximos. Não era possível que existisse irmãos tão próximos quanto estes; eles compartilhavam seus segredos, pensamentos e sonhos íntimos. Por isso, enquanto eles lutavam para aperfeiçoar as habilidades, Ravenna fora a primeira a ver o ataque de convulsão do irmão. Os outros eles levaram Sam até o hospital, onde o adolescente passou por uma pesada bateria de exames. Fora um baque para Ravenna e Ches quando eles descobriram que o menino havia tido uma hemorragia no cérebro. Por sorte, os médicos conseguiram salvar a vida do jovem, porém, Samuel ficou debilitado e incapaz de desenvolver muitas atividades. Raven cuidou do irmão como se ele fosse o seu filho como ele cuidou dela na infância, ela o amor e o tratou com carinho, a vida da menina não seria nada sem ele, ela não podia perdê-lo, por isso, precisava cuidar dele. Infelizmente, o destino fora cruel, eles descobriram que o menino possuía câncer no pulmão. Aos poucos, a doença fora tomando conta do corpo do jovem, ele tomava mais antibióticos do que os próprios avós tomavam. A irmã passava as noites no hospital, ela lia para o irmão, ia até as seções de quimioterapia com o garoto e oferecia suporte para ele. Ela não aceitava a possibilidade de o perder. Ela não acreditou na perda. Os médicos arrumaram uma solução, e esta envolvia a injeção que alastrou a epidemia. Charles considerou interessante os benefícios da injeção que não servia somente para o filho, assim como para ele também. O líquido fora injetado na veia de ambos, menos na de Ravenna, que insistiu para não aplicar ela, apesar do irmão.

Nos dias seguintes, quando fora visitar o irmão, Raven percebeu que o estado do mesmo havia piorado bastante. A febres se tornaram habitual, assim como os enjoos constantes e as dores agudas de cabeça. Samuel não sabia o quê estava acontecendo consigo, e Ravenna ao menos conseguia se comunicar com o irmão. Quando retornou para casa, ela percebeu também os sintomas e balbucios alucinógeno de Charles, que o estado de saúde era idêntico ao de Samuel. O pai e irmão que a amavam, não estavam presentes ali. Restavam apenas resquícios da identidade. Fora no dia de seu aniversário que a epidemia se alastrou. Ao sair da cozinha com um bolo nas mãos para seu aniversário, seu pai na aparência de zumbi saltara por detrás do sofá, com a intenção de mordê-la. Ele conseguiu encurralar Ravenna, porém, quando moveu a boca para criar uma vítima, um dardo fora disparado contra sua cabeça. Raven gritou, de dor, não acreditava que o pai que amava tanto tivesse ido embora. Quando saíra, ela observou que o homem cujo salvou sua vida era seu treinador. Ele deu uma besta para a jovem. Ela segurou aquela arma nas mãos, apesar de ter usá-las diversas vezes para treinar, as mãos permaneciam trêmulas e as pernas enfraquecidas, como nunca estiveram antes. Ela gemeu para o homem ir ao hospital ver seu corpo. Ele permitiu, porém, não seguiria o mesmo caminho que a jovem. Ela fora seguindo o caminho para o hospital rapidamente, que se encontrava às ruínas, assim como a cidade. Ravenna foi para o quarto onde Samuel permanecia, contudo, ela gritou assim que abriu a porta. Pôde ver o irmão degustar de um cérebro humano. O grito dela despertou a atenção dele, o quê impulsionou para ele andasse na direção dela. Raven proferiu o nome dele diversas vezes, porém, Samuel não existia mais. Era uma perda de tempo chamar por alguém que não existe, aquilo era apenas uma carcaça podre que se apossou do corpo do irmão. Na metade do caminho, Ravenna vira uma katana no ala de Samuel, pelo fato dele ser fissurado nisso trouxe uma consigo para o hospital. Ela apenas perfurou. O sangue se esvaiu da cabeça do irmão. As lágrimas caíam compulsivamente de seu rosto quando viu o corpo empodrecido de Samuel.
Ela se viu só, num caminho com monstros à espreita. Porém, ela buscou reforços em sua mente para não desistir. Ela certamente fora a pessoa quem mais sofreu com isso tudo, a perda de seus entes foram como receber um dardo no coração. E ela recebeu exatamente isso, seu coração se endureceu. Ela se encontrou nas ruínas da cidade, no meio da destruição e de todo o caos. Essa era Ravenna Tempest.



.・Personalidade・.

.・Gostos・.

.・Desgostos・.

.・Trauma(s)・.

.・Doença(s) ou alergia(s)・.

.・Mania(s)・.

.・Vício(s)・.

.・Habilidade(s)・.

.・Qualidades & Defeitos・.

.・Relação com os outros recrutados・.

.・Relação com Danielle Cooper・.


.・Relação com Daniel Morgan・.


.・Par・.
(this) Sim, mas a autora escolhe, podendo ser até com Daniel ou Danielle.

.・Relação com o mesmo・.

.・Existe algum motivo especial pelo qual está indo a missão?・.

.・Palavra-Chave・.
₃₅/₃₆

.・Arma・.
Por seus pais serem ex-agentes, Ravenna cresceu aprendendo usar diversas armas, então sua habilidade é ampla. Nunca pegarão Ravenna desprevenida, qualquer arma que caísse em suas mãos, ela saberia manusear perfeitamente essa. Porém, as de uso costumeiro são espadas, armas de fogo e brancas, e certamente, sua preferida, a besta.

As espadas em geral ela sabe manejar como ninguém, porém, seu irmão tendo um QI elevadíssimo e sendo considerado geek incurável, Sam ensinou Raven a usar à katana, uma espada que era vista em animes qual o irmão assistia. Ravenna possuí afinidade com espadas, todavia, desenvolveu afeto pela katana. Ela usa a katana cujo o irmão lhe presentou nos dias atuais, com o nome dele gravado na espada. Armas de fogo e brancas também são sua especialidades, apesar de não usá-las comumente. Mas caso fosse necessário ela usar uma dessas, não teria problema algum para ela. Contudo, apesar dessas citadas acima, sua predileta é a besta, uma arma com aparência de espingarda, com um arco de flechas acoplado no lado oposto da coronha, acionada por um gatilho, que projeta dardos similares e flechas, porém mais curtos.



.・Do que mais vai sentir falta?・.

.・Objeto pessoal・.

.・Qual a por maneira de morrer: asfixiado, torturado, comido por um infectado ou queimado?・.

.・Algo mais?・.
𝓟𝓪𝓻𝓽𝒆𝓼 𝓭𝒆𝓼𝓽𝓪 𝒇𝓲𝓬𝓱𝓪𝓼 𝓷𝓪̃𝓸 𝓹𝒆𝓻𝓽𝒆𝓷𝓬𝒆𝓶 𝓪̀ 𝓶𝓲𝓶, 𝒆 𝓼𝓲𝓶 𝓪 𝓸𝓾𝓽𝓻𝓸𝓼 𝓾𝓼𝓾𝓪́𝓻𝓲𝓸𝓼. 𝓒𝓻𝒆́𝓭𝓲𝓽𝓸 𝓽𝓸𝓽𝓪𝓵 𝓪 𝒆𝓵𝒆𝓼.

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Essa é uma história de como a adolescência pode ser contraditória e, acima de tudo, intensa. Jasmine tem tudo o que quiser, quando quiser. Seu carisma é algo de tirar o fôlego,..
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@sivanature não sei se é correto, mas sla. Vou tomar toddynho que é o melhor que faço
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@sivanature que ela tinha essa idade ou em cada canto foi diferente. Por exemplo, na história da minha, fiz a epidemia se alastrar aos 15
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@sivanature sobre Kepler, o vírus se espalha quando a Dani tinha dois ou quatro anos, certo? É assim? A epidemia se alastrou nessa época +
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