ßOvergreen - Clan Sídhe

Overgreen
Tremendo vacilão
Nome: Erik Overgreen / Gabriel Bellia
Status: Beta Reader
Sexo: Masculino
Localização: Marilia, São Paulo, Brasil
Aniversário: 1 de Dezembro
Idade: 21
Cadastro:

Fichas de Fanfics


Postado

Fichas de Fanfics


- Hogwarts em sangue - Interativa.



Nome: Caleb John Greenhope.

Apelido: Cal, mas só para os muito íntimos.

Idade: 18 anos.

Data de nascimento: 15 de junho (Gêmeos com ascendente em Aquário e lua em Libra).

Sangue: Mestiço.

Sexualidade: Heterossexual.

Casa: Lufa-Lufa.

Aparência: Caleb tem cabelos castanhos escuros que podem se tornar meio dourados no sol, olhos negros fortes, barba bem aparada e pele clara. É bastante alto, atinge seus 1,93 m, possui uma boa estrutura muscular.





Psicologia: Caleb é um cara extremamente comunicativo e sociável, dificilmente ele pode ser visto sozinho ou quieto. Uma palavra que o descreve perfeitamente é Falador, já que para Caleb tudo pode ser definido na base da conversa, e como todo bom falador, ele possui uma habilidade nata em se aproximar de pessoas desconhecidas e rapidamente puxar uma conversa e ganhar a amizade da mesma rapidamente. Caleb é um perfeito canalha, consegue ganhar qualquer um apenas com o poder de sua lábia, e por isso sua capacidade de manipulação é bastante apurada. No entanto, ele é um bom amigo, sempre pensa no próximo antes de si mesmo e assim como adora falar, ele também ama ouvir os dilemas alheios e aconselhar da melhor forma possível.
Ele é um cara inteligente e sabe disso, sempre busca o conhecimento com todas as suas forças e possui preferência pelos assuntos ditos como superiores, como política, filosofia, religião, entre outros. Gosta de pessoas com a mente aberta e que possuam essa mesma característica, já que ele busca conversas profundas, mas consegue dialogar sobre praticamente qualquer coisa. Caleb possui um lado cortês e gentil, odeia grosserias de qualquer forma e a violência, mesmo tendo músculos bem proeminentes ele foge de qualquer tipo de brigas físicas, e por isso acaba sendo taxado de frouxo pelos demais. Por ser da Lufa-Lufa, muitos dos alunos das outras casas o desprezam ou tentam rebaixá-lo, mas Caleb possui um espírito forte e resiste bravamente às provocações, sempre provando o seu valor como pessoa e membro da Lufa-Lufa.
Outra coisa a se dizer sobre Caleb é que ele tem uma veia bastante rebelde, está sempre se questionando sobre os valores sociais e hierárquicos do mundo bruxo, dizendo a si mesmo sobre o quanto os mestiços e bruxos trouxas sofrem represálias por não serem de sangue puro. Ele não é bom em brigas físicas, mas no diálogo e debates ele possui domínio quase absoluto, conseguindo vencer qualquer discussão que entra com seus argumentos sólidos e bem estruturados. E por causa dessa sua característica, Caleb tem uma mente aberta ao próximo, acolhendo e aceitando as pessoas exatamente do jeito que são, e sempre que pode tenta vir em defesa dos que precisam. Além disso, a sua velocidade de pensamento é incrivelmente acelerada, de forma que sua mente cria conexões imensas em um piscar de olhos, e por isso ele também tente a mudar de ideia e estado emocional muito rápido, sendo o retrato da bipolaridade.
Caleb nunca foi muito desconfiado, mas depois da morte de Ludmilla foi como se Hogwarts tivesse se tornado outro lugar. Ele passa a desconfiar de tudo e todos e se mantém ainda mais atento do que já era normalmente, ainda mais por ser mestiço. Mas ele vai se esforçar para tentar descobrir a identidade do assassino, já que Caleb não resiste a uma aventura por informações, e seu trabalho seria impressionante ao ponto do próprio detetive se surpreender com o garoto.

História: A história de Caleb não é exatamente normal como a de várias pessoas no mundo bruxo, já que ele cresceu e viveu apenas com o pai, e nunca teve contato com mais ninguém da família. Desde criança ele perguntava ao pai sobre a existência de sua mãe e o resto da família, mas o pai sempre desviava de assunto. No entanto, mesmo sendo uma criança, Caleb era muito esperto, logo foi juntando as peças do quebra-cabeças e tentando juntar informações por conta própria. Thomas tinha medo que seu filho acabasse por descobrir tudo sozinho, então aos 10 anos abriu o jogo com o filho: quando era mais novo, ele acabou se apaixonando por uma mulher trouxa, que não possuía inclinação alguma para a magia, e decidiu construir sua vida com ela. No entanto, por ser o herdeiro de uma família de sangue puro, eles reprovaram totalmente a ideia, temendo que aquele relacionamento manchasse o nome e o sangue da família. E quando ele assumiu que realmente ficaria com ela, seus pais o expulsaram de casa e da família, chegando até mesmo a retirar dele o nome "sagrado" de sua família. Mas Thomas era uma homem determinado, então provou para os pais e a si mesmo que conseguiria se virar sem eles, e, de fato, usou de suas habilidades para se tornar um jornalista dedicado, que trabalhava tanto para o Profeta Diário como para um jornal trouxa.
Eles se casaram e Thomas adotou o sobrenome da esposa, indicando que teria uma nova vida, e algum tempo depois ela ficou grávida de Caleb. Contudo, quando o garoto recebeu alta do hospital, a mulher de Thomas simplesmente desapareceu sem deixar vestígios. Algumas enfermeiras disseram ter visto a mulher sair as pressas, o que só deixou Thomas ainda mais desesperado. Ele tentou usar de seus contatos para localizar a mulher, mas tudo em vão: ela simplesmente desaparecera, deixando ele e o filho sozinhos. E não tinha uma família para voltar, então Thomas se forçou a superar aquilo tudo e seguir sua vida com Caleb.
Caleb ficou extremamente abalado com tudo aquilo, e secretamente desejou usar de tudo que pudesse para encontrar sua mãe. Não porque queria ter a presença dela, mas questionar o motivo de ter sido tão rejeitado. No ano seguinte ele foi chamado para Hogwarts, e odiou ser mandado para a Lufa-Lufa, mas ao entrar em contato com aquela aura amorosa e acolhedora ele foi curando seu trauma de ter sido abandonado pela mãe. Mas não desistiu da ideia de encontrá-la, apenas se tornou cada vez mais forte.

Relações:

Família:
- Pai: Thomas Greenhope, 45 anos, jornalista. É um homem dedicado e atencioso com o filho, eles poderiam definir sua relação como melhores amigos, e assim como Caleb ele possui uma personalidade dinâmica e expansiva. Antigo aluno da Corvinal.


Com a vitima: Não a conhecia de fato, mas sabia mais de Ludmilla do que qualquer pessoa dentro daquele castelo, já que Caleb possui relações com muitos dos alunos, e muitos dos mesmos tinham várias histórias sobre ela. Ele odiava quando a desprezavam por ser uma trouxa, mas ele mesmo não suportava Ludmilla.

Com inimigos: Caleb é bastante gentil, então se esforça ao máximo não entrar em conflito com ninguém, principalmente conflitos físicos. No entanto, quando o conflito se dá no meio de debate, Caleb enfrenta com todas as suas forças, e se esforça para fazer seus inimigos voltarem para casa humilhados e derrotados.

Com amigos: Bastante acolhedor e amigável, gosta de conversar e passar algum tempo com eles, sempre exalta seus pontos fortes e os faz se sentirem importantes.

Gostos: Livros e bibliotecas, criaturas mágicas e estar em contato com elas, principalmente os dragões, gosta de ser o centro das atenções, estar rodeado de amigos e saber das histórias de todos, principalmente as mais podres, pois considera a informação como sua maior fonte de poder, estudar e trabalhar com poções e plantas.

Desgostos: Pessoas desinteressantes e que não saibam conversar, ficar parado e/ou quieto, ser o último a saber das coisas, ser ignorado ou desprezado, injustiças e grosseria, que debochem de sua casa e ser privado de qualquer tipo de interação social.

Manias: Cumprimentar TODAS as pessoas que conhece, falar sozinho e batucar os dedos quando precisa fazer silêncio.

Maior defeito: Sua língua, Caleb não consegue ficar quieto por muito tempo, então sempre acaba falando o que não deve.

Maior qualidade: Suas ideias, que sempre são bastante inteligentes e admiráveis.

Segredos: O fato de ser abandonado pela mãe é seu maior segredo, ele sempre conta que a mãe morreu quando era criança para não passar pelo constrangimento de admitir ter sido abandonado pela própria mãe.

Medos e fobias: Não possui muitos medos, mas seus principais é perder seu pai, a única família que lhe resta, e perder a voz permanentemente, de forma que nunca mais poderia falar.

Varinha: Madeira de Nogueira, núcleo de pelo de unicórnio, 30 centímetros, rígida.


Patrono: Raposa.


É um animago? Não.

Matéria favorita? Qual não gosta?
Favoritas: Herbologia, Poções e Trato de Criaturas Mágicas.
Não gosta: Astronomia, Adivinhação e Voo.

Joga Quadribol? Se sim, em qual posição? Não.

Gostaria de participar do torneio tribruxo? Sim.

Animal de estimação: Nenhum.

Par: Fica ao seu critério =)

Algo mais?
- Caleb e Ray se conheceram por acaso no primeiro ano, onde o loiro defendeu o moreno de uns sonserinos que decidiram implicar com ele, e logo se tornaram melhores amigos. Enquanto Ray o ajuda a ser mais corajoso e determinado, Caleb se torna o conselheiro de Ray e sua fonte de conhecimento e bom senso.
- Assim como Ray, Caleb foi uma dos melhores em Duelos de seu ano. Os dois chegaram a disputar uma luta, mas terminaram empatados. Contudo, enquanto a especialidade de Ray são os feitiços ofensivos e elementais, Caleb é exímio em feitiços defensivos e mentais.
- No começo Caleb odiou cair na Lufa-Lufa, já que almejava a Corvinal, casa do conhecimento e alunos sagazes. Mas ao entrar em contato com a aura acolhedora e amistosa da Lufa-Lufa ele se encantou logo de cara.
- Tem uma habilidade nata em se comunicar com os animais e dominá-los, sua paixão maior é pelas criaturas que vivem nas florestas e os dragões.

Você está ciente de que posso fazer o que quiser com o seu personagem, como culpá-lo, matá-lo ou torturá-lo? Com certeza, tamos ai.


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Nome: Hayleigh Joseph O'Jackson.

Apelido: Ray ou Johnny. Atende pelos dois, mas Ray é mais comum.

Idade: 18 anos.

Data de nascimento: 01 de dezembro (Sagitário com ascendente e lua em Áries).

Sangue: Puro.

Sexualidade: Heterossexual.

Casa: Grifinória.

Aparência: Ray possui cabelos loiros escuros, que se tornam meio dourados no sol e castanhos na sombra, olhos verdes, barba por fazer e pele bronzeada coberta com algumas tatuagens. Possui 1,75 m de altura, é magro, mas possui boa estrutura muscular.





Psicologia: Se fosse descrever Ray em uma palavra, seria Liberdade. Ele possui uma paixão incrível pelas viagens e aventuras, é destemido e altamente curioso, além de possuir um grande desapego de pessoas e bens materiais. Para Ray, a vida é uma verdadeira aventura, e ele está disposto a aproveitar cada momento. Por ser uma pessoa tão desapegada, ele tende a se distrair muito facilmente e se esquecer de coisas absurdas, como perder suas coisas ou não perceber que estão com ele (como procurar pelos óculos quando eles estão em seu rosto ou procurar pelo celular quando está falando com outra pessoa por ele) e esquecer/confundir o nome das pessoas. Além disso, ele pode ser bastante inconveniente por causa de sua personalidade franca e expansiva, dizendo coisas bastante inapropriadas espontaneamente e invadindo o espaço pessoal dos outros por tratar a todos como se fossem seus melhores amigos.
No entanto, Ray possui uma característica única, que é a de ganhar a confiança das pessoas. Algo dentro dele faz com que imediatamente ele seja querido pelos demais, assim como as boas energias que ele emana naturalmente, sempre incentivando todos à sua volta a darem o melhor de si. Ray está sempre sorrindo e fazendo piadas, se mantém sempre otimista e possui uma fé inabalável no Criador e em Seu poder, sempre dizendo a si mesmo que no final as coisas sempre darão certo e com isso recarrega suas energias para enfrentar o que vier.
Apesar de ser bastante espontâneo e inconveniente, Ray é um poço de responsabilidade, compaixão e justiça, sempre sabe a coisa certa a se fazer, disposto a sacrificar a si mesmo pelo outro e defender todos aqueles que se encontram injustiçados. Ray se comporta como o juiz da situação, acusando os culpados e protegendo as vítimas. Seu altruísmo é louvável, já que ele dificilmente pensa em si mesmo e dedica tudo de si para ajudar o próximo, seja ele quem for. Por isso, não é incomum que ele nunca converse com uma pessoa, mas seja o primeiro a estender a mão quando a mesma precisar, e tem uma capacidade gigantesca de lutar em nome daqueles que ama, defendendo seus amigos como um leão defende seus filhotes. Por esse mesmo motivo ficou conhecido por alguns em Hogwarts como o "Guardião da Grifinória".
Por fim, Ray é uma pessoa bastante sábia e intuitiva, sempre sabe quando algo de errado está acontecendo com alguém ou ao seu redor, e possui a habilidade nata de compreender os sentimentos e decifrar os pensamentos das pessoas, enxergando o que existe de melhor em cada um.

História: Ray nasceu em uma família de bruxos regular, sendo que seu pai era um auror e sua mãe secretária do Departamento de Controle de Criaturas Mágicas, por isso, desde pequeno ele foi inspirado a aprender sobre magia e viajar com seus pais durante o trabalho. Aos sete anos, durante uma missão de sua mãe, ele se perdeu em uma floresta escura no norte da Irlanda e lá descobriu um ninho de Acromântulas, ele quase foi morto, mas surpreendentemente um Kelpie (Cavalo-do-Lago) o salvou. Nunca entendeu o porque de um Kelpie socorrer um humano, mas conseguiu voltar para o acampamento e prometeu a si mesmo que um dia seria um bruxo poderoso o suficiente para se defender sozinho. Ao mesmo tempo, ele desenvolveu um medo irracional de insetos em gerais e de se perder no escuro, pois toda vez que isso acontece ele ouve o relinchar do Kelpie atrás de si.
Aos oitos anos ele descobriu que sua mãe havia engravidado novamente, e de início odiou a ideia de ter um irmão. Até o dia que, ironicamente, Ray viu um filhote de Acromântula cercar o berço do irmãozinho, pronto para dar o bote. Ray conseguiu bater na criatura com um dos livros pesados de sua mãe e matá-la, já que era apenas um filhote, e desde então criou uma afeição muito grande pelo irmão.
Quando a carta de Hogwarts chegou, toda a família comemorou com muita alegria, pois Ray só foi convocado aos 12 anos ao invés dos 11, mesmo já possuindo uma inclinação à magia. Como uma ironia do destino, a coruja que deveria entregar sua carta um ano antes se perdeu, passando um ano a procura do garoto. Tanto que ao chegar em Hogwarts, a primeira coisa que Minerva lhe disse foi: Por onde você se enfiou durante um ano inteiro? A maioria dos alunos de Hogwarts se lembram dessa história até os dias atuais. Os anos que passou em Hogwarts foram os melhores de sua vida, ele acabou se afeiçoando à cada detalhe daquela escola (inclusive alguns alunos da Sonserina, que ele considera uma casa muito sinistra), e deseja se especializar ainda mais lá dentro, para um dia poder ocupar o posto de professor de Feitiços e/ou Transfiguração.

Relações:

Família:
- Pai: Richard O'Jackson, 41 anos, Auror. Richard é um tanto atrapalhado e dramático, mas determinado e corajoso, era aluno da Lufa-Lufa e vivia sofrendo bullying dos alunos de outras casas. Poucos acreditavam que ele se tornaria alguém importante, mas hoje é um dos aurores mais preparados e poderosos. Seu relacionamento com Ray é dos melhores, já que ele é um pai amoroso e um tanto coruja.

- Mãe: Melissa Green O'Jackson, 43 anos, Secretária do Departamento de Controle de Criaturas Mágicas. Melissa era uma aluna popular da Corvinal, bastante estudiosa e bela, que foi desejada por muitos garotos, mas escolheu o nerd Rich da Lufa-Lufa para ser seu namorado. Possui o mesmo espírito aventureiro e desapegado de Ray, e tem o costume de levar o filho em suas viagens para conhecer o seu trabalho.

(Ross e Rachel <3)
Também tem um irmão de 10 anos, Michael 'Micah' O'Jackson, onde os dois são cúmplices, Ray o protege de todas as formas e o pequeno se espelha no mais velho.


Com a vitima: Como eram da mesma casa eles se conheciam, mas não eram amigos. Ludmila o achava um "riponga esquisito" e Ray nunca reparava muito nela, mas todas as vezes que ele a via chorando pelos cantos de Hogwarts ou se sentindo mal de alguma forma, Ray vinha em seu socorro. Então os dois eram desconhecidos que se conheciam, sendo que Ludmila sempre tentava ser gentil com ele e Ray sempre a ajudava como podia.
Quando soube da morte dela, ele chorou como se tivesse visto a morte de seus próprios pais, e quando lhe perguntaram quem havia morrido ele simplesmente respondeu "não sei, mas devia ser uma pessoa legal" por não ter ligado o nome à pessoa (e também por ter se esquecido momentaneamente de Ludmila). Ele confia na justiça Divina e sabe que uma hora o detetive irá descobrir o culpado, mas estaria disposto a dar uma mãozinha se precisassem dele.

Com inimigos: Ray dificilmente faz inimigos, ou melhor, dificilmente considera que tem inimigos, já que perdoa muito fácil e se esquece das mágoas mais facilmente ainda. No entanto, quando por algum motivo ele não consegue mais gostar de uma pessoa, não existe nada no mundo que o faria reconsiderar sua decisão, e deixa bem claro que não a quer perto de si, podendo ser até mesmo agressivo com a pessoa.

Com amigos: Vira o paizão de todos, o cara mais folgado, intrometido e inconveniente possível, mas ao mesmo tempo sempre oferece suporte aos amigos, possui a paciência de ouvir os seus dilemas e aconselhar a qualquer momento e sempre os defende, mesmo quando estão errados (mas passa um senhor sermão em seguida).

Gostos: Músicas animadas e que emitem boas energias, seus gêneros preferidos são Country, Reggae, Rock e Eletrônica, comidas e bebidas de gosto doce, mas adora cerveja, vinho e tequila, gosta das motos dos trouxas e correr sobre elas, possui um fascínio pelos animais que voam, em especial os grifos. Voar na vassoura e praticar feitiços é o seu passatempo, além de sentir afeição por pessoas otimistas e alegres. Adora os dias quentes e ensolarados e festas, viagens, se mover e cores fortes.

Desgostos: Músicas lentas, tristes e românticas, principalmente música clássica e instrumental, pimenta, comidas e bebidas amargas e/ou apimentadas, animais e meios de transporte lentos, assim como possui um desgosto natural por caracóis e insetos em geral. Odeia o frio com todas as suas forças, ficar parado no mesmo lugar e cores monocromáticas.

Manias: Estralar as articulações dos dedos a cada meia hora, falar movimentando as mãos e fazendo caretas, trocar o nome de pessoas por nomes completamente diferentes (de Regina chama por Emily, Willian por Frank, e por ai vai).

Maior defeito: Sua espontaneidade, já que isso o torna muito intrometido e inconveniente.

Maior qualidade: Sua espontaneidade, por incrível que pareça, já que isso o torna autêntico e verdadeiro.

Segredos:
- É poeta e escritor nas horas vagas. Trabalha em um livro sobre feitiços elementais e simples que podem ser úteis nas mais diversas situações.
- Ele consegue ver os testrálios, mas finge que não.
- Possui um estranho fetiche: ele se sente excitado quando outras pessoas o vem sem roupas, então evita ao máximo esse tipo de situação.

Medos e fobias: Possui um medo irracional de insetos e ficar sozinho da escuridão por causa de uma experiência traumática na infância.

Varinha: Madeira de lariço, núcleo de cordas de coração de dragão, 36 centímetros, flexível.


Patrono: Águia.


É um animago? Nops.

Matéria favorita? Qual não gosta?
Favoritas: Feitiços e Transfiguração.
Não gosta: História da Magia e Estudo dos Trouxas.

Joga Quadribol? Se sim, em qual posição? Nops.

Gostaria de participar do torneio tribruxo? Não faz questão, mas se pintar a oportunidade ele iria.

Animal de estimação: Nops.

Par: Lara Gamma Megaron.

Algo mais?
- Ele simplesmente não suporta que o chamem de Hayleigh, tanto que criou um feitiço que impede a pessoa de chamá-lo pelo nome (Nomini Electus, quando conjurado, a pessoa afetada simplesmente não consegue pronunciar o nome "Hayleigh", dizendo apenas Ray e a língua se embola no restante do nome, não importa o quanto tente).
- Tem um instinto de sempre proteger e fazer amizade com os alunos da Lufa-Lufa pelo simples fato de não gostar de ver os demais alunos chamando-os de fracos, e consequentemente ver o seu pai em todos os Lufa-Lufa.
- Durante a seleção, o chapéu confessou que tinha dúvidas em mandá-lo para a Corvinal ou Lufa-Lufa, mas surpreendentemente acabando mandando-o para a Grifinória. Ray não gostou a princípio, mas acabou se encontrando naquela casa.
- Domina com perfeição os feitiços Lumos Maxima, Impedimenta e Arania Exumai, justamente por causa de seus medos.
- Foi um dos melhores de seu ano em Duelos, por possuir habilidades e conhecimentos avançados em feitiços.

Você está ciente de que posso fazer o que quiser com o seu personagem, como culpá-lo, matá-lo ou torturá-lo?
Usa e abusa, faz o que quiser de mim rç




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