~schitty-

schitty-
.{ the master of court }.
Nome: [//judge+ment -- .{ — hime ❞ }
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Osasco, São Paulo, Brasil
Aniversário: 9 de Dezembro
Idade: 4
Cadastro:

⇢ { ━ ! } fAIr¥ ~ ŴƗเŋģک { ¡ – } ⇠


Postado

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𝓢𝒆 𝓷𝓪̃𝓸 𝒆𝓼𝓽𝓲𝓿𝒆𝓻𝒆𝓼 𝒇𝒆𝓵𝓲𝔃...
𝓔𝓷𝒇𝓸𝓻𝓬𝓪𝓭𝓸, 𝓭𝒆𝓬𝓪𝓹𝓲𝓽𝓪𝓭𝓸, 𝓫𝓪𝓵𝒆𝓪𝓭𝓸, 𝓬𝓸𝔃𝓲𝓭𝓸 𝒆𝓶 𝓾𝓶𝓪 𝓹𝓪𝓷𝒆𝓵𝓪, 𝓪𝒇𝓸𝓰𝓪𝓭𝓸, 𝒆𝓵𝒆𝓽𝓻𝓸𝓬𝓾𝓽𝓪𝓭𝓸, 𝓺𝓾𝒆𝓲𝓶𝓪𝓭𝓸, 𝒆𝓷𝓽𝒆𝓻𝓻𝓪𝓭𝓸 𝓿𝓲𝓿𝓸, 𝒆𝓷𝓿𝒆𝓷𝒆𝓷𝓪𝓭𝓸, 𝓪𝓹𝒆𝓭𝓻𝒆𝓳𝓪𝓭𝓸, 𝓼𝒆𝓻𝓻𝓪𝓭𝓸, 𝓶𝓾𝓽𝓲𝓵𝓪𝓭𝓸, 𝓬𝓻𝓾𝓬𝓲𝒇𝓲𝓬𝓪𝓭𝓸.
𝓔𝓼𝓬𝓸𝓵𝓱𝓪 𝓸 𝓺𝓾𝒆 𝓶𝓪𝓲𝓼 𝓵𝓱𝒆 𝓪𝓰𝓻𝓪𝓭𝓪𝓻, 𝓸𝓴? ♪


Łυทα Ħαsєgαωα




ɴѳʍɛ

Łuna Ħasegawa

{ ● } O nome “Luna” pode vir de provavelmente uma origem latina, italiana ou até mesmo espanhola. Significa: “lua”, “a iluminada”, “a feminina”. Luna é um nome tipicamente feminino, que se originou a partir do latim luna, que significa literalmente “lua”. E, por extensão, o nome tem o sentido de “a iluminada”, “a feminina”. O seu sobrenome, Hasegawa, é de origem japonesa, obviamente. Significa: “longo rio que corre o vale”. É um sobrenome bastante comum, se contar com o número de pessoas que possuem esse sobrenome que chega a ser até um pouco confuso na hora de escrever, sendo herdado de seu pai. Sendo assim, o nome inteiro de Luna significa “longo rio que corre o vale da lua”. { ● }



ąթɛℓɪɗѳ

Ħase Lu Lua Assassina.

{ ● } Hase é um apelido usado preferencialmente por pessoas próximas à garota que costumam usar sufixos também, mas ela não impede a outros de usarem esse apelido: somente dá de ombros, menos se tiverem acabado de conhecer ela. Apenas com sua sobrancelha arqueada e seu olhar falsamente confuso direcionado à pessoa que acabou de usar o apelido que é provavelmente desconhecida para ela é o suficiente para saberem que ela não gostou nada disso. Lu e Lua são os apelidos carinhosos mais utilizados — isso se não os únicos, contando com Hase —, sendo comuns à qualquer pessoa que se chama Luna. Esse ela permite que qualquer um use, mas acha estranho pelo fato que o nome dela em si já é completamente curto e ainda querem o encurtar mais? Isso é estranho. Completamente estranho. Agora vamos o apelido final: assassina. Se é que isso pode ser considerado um apelido diante dos xingamentos que ela já recebe em geral, mas sim, é considerado um apelido de tanto que o usam, só não chegam a ultrapassar os apelidos Lu e Lua. Ela ao pressentir que vão chamá-la assim já começa a rir que nem uma condenada por acharem que poderiam a afetar verbalmente, assim como os outros xingamentos: chega até a ser estranho. { ● }



ąℓɔʋɴʜą

Øndine

{ ● } Isso é uma alcunha adotada por puro luxo, não tem um motivo aparente para ser criada. Talvez por que ela seja apaixonada por mitologia grega ou somente pelo o que ela teve a obsessão de criar (surprise e-e). Tanto que ela já até tinha adicionado como seu segundo nome artificial, muitas vezes sendo citada assim não só por si mesma e antes disso em seu passado. Ondine (se pronuncia Undine na verdade e se escreve Ondina aqui. Mas Ondine é melhor) na mitologia grega é um espírito da natureza que vive em rios, lagos e mares. São elementais da água. É uma espécie de sereia ou tágide, um gênio do amor, uma figura da imaginação poética. As Ondines também representam no ocultismo o elemento água, um dos cinco elementos do pentagrama. { ● }



ɪɗąɗɛ/ąɴɪvɛʀʂáʀɪѳ/ʂɪɢɴѳ

15 Дnos 20 de maio Touro

{ ● } Luna nascera no ano X882 possuindo assim quinze anos atualmente e nascida no dia vinte de Maio numa tarde calorosa, pertencendo ao signo de Touro, sendo assim uma taurina. { ● }



ʂɛxѳ

eminino, obviamente.



ąթąʀêɴɔɪą











Łuna é dona de uma beleza exótica, isso não podemos negar.

{ ● } Seus cabelos são naturalmente esverdeados e curtos. Não, ela não gosta de cabelos compridos, simplesmente porque acha que eles dão um calor desgraçado e prefere muito bem continuar com seus lindos cabelos curtos, e mesmo que os deixasse crescer, os deixaria presos: como ela os deixa, por que apesar de serem curtos, as vezes é necessário os prender (e isso a irrita bastante, acredite). Seu corte ultrapassa suavemente seus ombros com duas mechas maiores que ficam sobre seu corpo. Luna pode os pentear, lavar, usar magia e fazer sabe se lá mais o quê — o mesmo vale para outras pessoas — mas seus cabelos sempre irão sempre estar com um fio bagunçado, até mesmo com a mais fraca brisa, e por isso eles sempre estão bagunçados charmosamente e é claro, com algum enfeite que ela sempre coloca (Luna nunca seria Luna sem colocar algo extravagante, lide com isso). Acredite, ela odeia a capacidade que ela pode passar horas arrumando seu cabelo e aí vem uma ventania e acaba com todo seu trabalho, é simplesmente impressionante. Os olhos de Hase são verdes, assim como seu cabelo: mas os tons são completamente confundíveis, tanto que até ela mesma se confunde às vezes, pelo fato que seus olhos mudam a tonalidade do verde de acordo com a iluminação e escuridão, ou seja: se estiver neutro iria ficar num verde tipicamente normal, com seu brilho único, porém não tão destacada, se estivesse na escuridão iriam adquirir um tom mais escuro, como um tom grama e por aí vai. Os seus olhos não são tão expressivos de acordo com suas emoções, mas sim de acordo com o que ela quer sentir ou parecer sentir, e olhe, isso funciona muito bem, tanto que até os mais perceptivos caem em seu truque dos olhos, o que a faz ser uma pessoa quase ilegível, já que ela esconde seus sentimentos, e é através dos olhos que possuem a chave de a descobrir, e Luna sabe muito bem disso, embora eles sempre estejam brilhando num tom sarcástico: como se soubesse tudo sobre todos, o que trás certa sensação de desconforto para quem mira perfeitamente neles. Seus cílios são grandes e longos, mas não tão grossos, visto pelo fato que ela não vê necessidade nisso (e muito menos em passar um rímel para fazer isso, mas caso seja obrigada, ela também não reclama), porém destacam na perfeita média seus olhos esverdeados, e isso já está ótimo para Luna. Suas sobrancelhas são finas e bem desenhadas num tom novamente verde, mas a diferença é que ela se mantém numa cor verde diamante. Os traços de seu rosto são finos e delicados, quase como o de uma boneca de porcelana nada haver com a personalidade dela pp. Lábios pequenos e macios, sempre num tom avermelhado e brilhante, como se fossem verdadeiramente de uma boneca e sempre curvados num sorriso doce que contradiz o seu olhar sarcástico. Seu nariz também é pequeno, com a ponta levemente arrebitada, e o que a incomoda é que ele é completamente sensível a pó, ou seja, a mantenha bastante longe dele. Suas bochechas são — para sua enorme infelicidade — fofas e completamente apertáveis, num tom visivelmente avermelhado também: o que faz as pessoas terem vontade de apertar suas bochechas (aí que está a infelicidade), principalmente quando ela se envergonha — o que é, graças à Deus e todas as criaturas existentes nesse mundo, raro — e por isso ela odeia suas bochechas. Sua pele é pálida, algo que novamente ela desgosta em si, pelo simples fato que é necessitada de vários cuidados, e ela ser sensível também não ajuda, pois qualquer coisa faz um estrago enorme e bem visível para vir de recompensa para sua terrível situação: mas de recompensa ela é macia e está sempre cheirosa, devido aos cuidados (que ela odeia). Seu corpo não há nada que relativadamente a impressione comparado as outros corpos. Seios medianos assim como suas coxas, uma cintura fina com ombros nada largos: pés pequenos, calçando por volta de trinta e dois para trinta e três com mãos pequenas e dedos finos e delicados, com as unhas médias sempre pintadas em tons pastéis, o mesmo vale para as unhas dos pés. Seu quadril não é tão pequeno nem tão grande, pode ser considerado até “fofo”. As pernas são torneadas e delicadas, mas nada tão exagerado: assim como a cintura, que é fina, porém não tão delicada assim. Sua altura a irrita, e muito: tendo somente um metro e cinquenta centímetros, sempre ouvindo o quanto as pessoas comentam e zombam de sua altura, mas isso não a irrita, apenas a faz dar alguns risinhos porque ela é uma masoquista verbal u-u, ok, confisca isso. Provavelmente deve pesar por volta de trinta e oito ou trinta e nove quilos, já que não é tão fã de comida assim e muito menos de se preocupar ou saber seu próprio peso, embora seja preocupada com seus visuais. { ● }



ʂɛxʋąℓɪɗąɗɛ

Ħeterossexual.

{ ● } Apesar de nunca ter pensado muito nisso (já que achava praticamente muito desnecessário) nunca teve atração no mesmo sexo ou algo do tipo, o que a fez ter esse tipo de escolha, que para ela ainda atualmente é desnecessária. { ● }



թɛʀʂѳɴąℓɪɗąɗɛ

Łuna Ħasegawa não é o típico de garota clichê que você vê por aí.

{ ● } Seja irritadinha, tímida, gentil ou que se sacrificaria por qualquer um aparente. Não pense que ela será assim. Uma única definição certa para ela seria: egoísta, como será bem explicado, isso apenas se aumentou ao longo do tempo vendo sua obcecação por pessoas felizes, já que na mente da esverdeada se ela está feliz, todos devem estar. Sem exceção. Cada ser vivo desse mundo, ser morto, cada um que esteja no mesmo local que ela, até mesmo alguém que esteja na beira da morte deve estar feliz se ela quer e também está. Mesmo se fosse para decidir entre ela ou um amigo, Luna preferia umas duas mil vezes ela, embora não seja medrosa de sair entregando todo mundo numa situação de vida ou morte: não pense que ela fará isso, mas também não seria a burra tola de se sacrificar, o máximo onde poderia ir é até matar o inimigo, e se fosse mais experiente, ela não desistiria tão fácil, mas não por causa de seus amigos, e sim por causa de seu orgulho. Luna simplesmente não admite uma derrota, ela implora uma revanche, vai ter uma revanche, se duvidar ela até coloca algo muito importante para ela em risco, mas ela não vai admitir que ela foi derrotada tão cedo, ah, não mesmo: seu orgulho vai muito além do que muitos imaginam. Não se importando com a opinião dos outros, Luna coloca em primeiro a sua opinião e não se dá nem ao trabalho de querer saber a dos outros, sendo muitas vezes colocada como ignorante: mas não fale isso por suas costas e principalmente na frente dela. O sarcasmo está sempre bem visível em suas palavras e em seu olhar, principalmente quando entram em um assunto que ela não se interessa e praticamente é obrigada a ficar no olhar, ficando bem visível até para uma pessoa que pensa em chocolate vinte e quatro horas por dia sem ofensas, mas Luna não se importa se ofender uma pessoa assim... Fazer o que, foi criada por mim pp, além de seu tédio. Algo que assusta as pessoas na garota é sua capacidade de aparecer simplesmente do nada quando comentam ou falam algo dela, como se fosse automático, já que ela se diverte com pessoas zombando dela e até mesmo xingamentos: como monstro, puta, vadia entre outras coisas. Se está pensando que ela irá revidar, não, ela não irá fazer isso, apenas continuará a rir até não poder mais, muitas vezes ficando com dor em alguma parte do corpo por causa do seu riso exagerado, e em outros casos, precisando se apoiar em alguma coisa apenas para não cair no chão de tanto rir. Ela acha simplesmente engraçado as pessoas tentando a atingir através de palavras, sendo que isso apenas a faz ficar mais feliz. Infantil é algo que não poderia faltar aqui, não é? Apesar de ter quinze anos, seu egoísmo foi muito além da imaginação de sua família e de qualquer pessoa, ainda sendo muito nova, e as únicas coisas amargas que provou foi as coisas que ela fez apenas, então não tente dar um sermão nela: Luna não entenderá e nem fará questão de entender, provavelmente apenas dando de ombros e saindo do local completamente calma. Agora vamos falar sobre um assunto que definitivamente ninguém gosta (nenhuma pessoa gosta, convenhamos): a mentira. Mentir é uma definitiva capacidade de Luna Hasegawa, preferindo a mentira do que a verdade, visto em sua primeira impressão, já que ela praticamente finge ser algo que ela não é: uma garota completamente inocente e fofa, o típico de garota que é completamente gentil e desajeitada, sendo que até mesmo as pessoas mais perceptivas podem cair no seu truque, sendo uma mentirosa em geral. Uma farsa, simplesmente isso. Ah, um ponto interessante em Hase: antes de Ondine ser a sua alcunha, ela mesma já se citava assim, como por exemplo quando ela está na sua original personalidade, além que ela costuma falar consigo mesma já se citando como Ondine, frases como: “Isso não é excitante, Ondine?” ou simplesmente se citar assim. Focando novamente no assunto inicial, você já viu alguém que é obcecado pela felicidade? Não? Ah, Luna é o exemplo perfeito disso! O caso da obcecação dela é que simplesmente todos devem estar felizes, não importa quem, que hora e em que momento. Aparentemente delicada, somente pelo seu gosto por vestidos com traços detalhados e, consequentemente, também delicados e seus passos e atos físicos também: mas não pense que ela se consista apenas nisso. Nem tão delicada, mas também não tão tipo: uma pessoa completamente desajeitada que cai a cada passo que dá no universo (ok, ela nunca foi assim, se não nem viva ela estaria precisamente). Apesar de tudo isso, é inteligente e também conhecida como uma das mestres em jogos, tendo um raciocínio eficiente que não é tão bem usado quanto deveria ser, e por isso tem uma criatividade imensa, tendo uma das mais loucas ideias nos momentos mais estranhos. Não guarda os seus pensamentos para si, não possui medo de simplesmente dizer o ponto fraco de alguém no meio do mundo inteiro somente para prejudicar fortemente a pessoa, ou seja, não queira ser o inimigo de Luna, principalmente se já foi um dos amigos dela. Para Luna, uma amizade consiste em ambos saberem de um dos segredos mais profundos um do outro, suas fraquezas gerais, medos e sabe se lá mais o que. Mas isso também tem sua vantagem caso o amigo vire o seu pior inimigo, pois praticamente você saberá tudo dele e o que aconteceu com ele e mesmo assim poderá contar para todo o universo sem preocupação nenhuma, e o pior de tudo é que ela diz isso na maior felicidade e sarcasmo o possível. Para resumir em geral: ela sabe até mesmo usar uma pessoa inocente com a maior frieza, apesar dela mesma admitir que isso doa, não importa. Dependendo do objetivo, tudo vale nesse jogo. Fraudes, traição, manipulação, sedução, assassinatos, suicídios, tudo mesmo: apenas para ver quem será o vencedor. Falando novamente no assunto das mentiras, Luna não entende quem quer a verdade e a sinceridade. É tudo tão divertido quando você se vê num jogo onde tudo é possível e nisso o que vale é a vida ou a morte, e mesmo assim você pode se divertir enganando pessoas inocentes em troca de sua própria diversão e prazer, então qual a diversão em dizer a verdade? Qual a diversão em saber que a pessoa poderá ficar com uma raiva imensa de si mesmo mas depois isso saber que tem de aceitar aquilo e não sentirá nenhum remorso (talvez)? A diversão para ela está em saber que após a pessoa descobrir a verdade, ficará com uma enorme vontade em querer se vingar dela, juntando todos os meios possíveis apenas para ter uma vingança fria e em casos mais sérios, com sede de sangue. Já dissemos que ela se diverte com o caos? Não? Vamos citar aqui. Principalmente quando ela não está nele: ela prefere somente assistir tudo tomando uma delicada xícara de chá, enquanto preferencialmente a fica girando com um sorriso e uma face calma; de olhos fechados. Apesar disso, ela ainda tem suas fraquezas como todo ser humano e sabe ser gentil, mas apenas ao seu desejo e quando ela quer ser gentil, apesar que isso não é tão difícil de fazer. Apenas fique feliz quando ela quiser e conseguirá uma amizade fácil da garota egoísta, ela é fascinada por isso: como se fosse um ser humano completamente caidinho por coisas fofas e vitorianas e lolis, até. Falando nisso, ela até gosta de pelúcias, mas não tão exageradamente fofas, mas sim meio a meio (imagine ela com o Monokuma agora e a Monomi). Além disso que ela idolatra vestidos, sendo muitas vezes dada como patricinha apenas de ver seus visuais completos: sempre repletos de detalhes, enfeites para cabelo ou para a roupa, vestidos que combinem em geral com seu humor ou somente a sua vontade: jamais escolhendo qualquer tipo de roupa que ela vê por aí, muito pelo contrário. Ela pode acordar cinco da manhã, ir fazer as coisas matinais, estar super cansada, mas ela iria acalmar um pouquinho sua mente para aí sim escolher sua roupa geral, costumando atrair a atenção por causa do seu gosto em geral. Possui uma opinião neutra sobre lutas, não gostando nem desgostando, depende se tais vão bagunçar completamente a sua roupa (não que ela fique tipo chorando quando a estragam, simplesmente fica completamente irritada mas depois disso ela vai na maior paciência do mundo arrumar corretamente sua roupa) ou não a deixar tomar sua xícara de chá em paz (sério, imagine ela agora sentada tomando uma xícara de chá enquanto todo mundo está tentando se matar... Que cena maravilhosa). Sua face em frente as batalhas não é nem raivosa e nem tão séria, somente com um dos seus típicos sorrisos inocentes com seus olhos fechados, como se ela estivesse contente com a luta que está prestes a começar, e quando estiver com uma bela de uma raiva com o adversário e estiver ganhando, não duvide que ela possa torturar mentalmente o oponente por um bom tempo até ela se entediar. Luna costuma ficar sempre irritada com quem a trata como uma criança, ficando com uma veia saltando na testa nesses casos, mas não reclama, apenas mantém sua postura calma: respirando fundo inúmeras vezes, mas se passar dos limites também passou de sua paciência. Mas só para não estragar sua reputação de santinha ela também não iria explodir, só ia falar ‘gentilmente’ para parar com aquele comportamento. Apesar de tudo, possui um lado despertado por quando alguém de sua guilda está em apuros — que mesmo se ela seja uma falsa, cínica e egocêntrica e não goste de algumas pessoas, ser uma guilda praticamente não seria isso? Ou talvez não? Praticamente tudo é uma confusão para ela, então ela vai para o lado menos lógico ao seu ver, mas, tanto faz, né, mente é mente: sempre complicada — pior ainda do que ela normalmente, aos olhos de pessoas que já presenciaram esse lado, ela chega a ser muitas vezes uma psicopata. Sem contar o seu raciocínio com sua magia, além de sua inteligência avançada: embora assim evite causar destruição demais, o que é praticamente impossível e detesta saber disso. Ela não vê motivo algum para ter respeito aos mais velhos, a não ser que ela queira manter sua reputação de uma criancinha fofa e gentil ela pode até pensar no caso, mas, não garanto nada. Luna é uma das poucas garotas nessa idade que sabe andar perfeitamente em um salto alto, além de em certos casos poder correr com ele (isso não é para qualquer um), mas não pense que ela aprendeu de um dia para o outro, mesmo que quisesse e pudesse, não: ela não quis. Sempre achou que é divertido ver as pessoas se esforçarem para conseguir o que querem, então, ela também seguiu o exemplo, sendo considerada uma garota estranha, mimada, infantil e puramente egoísta, sendo que alguns dizem que ela chega até a ser cínica visto pelo fato que quando ela quer executar isso, chega ao ponto de ser uma cínica, sendo que isso não é nem o início para quem conhece detalhadamente a garota. Ou seja, ela simplesmente não possui medo de passar por cima de alguém somente para concluir os seus desejos. { ● }



ʜɪʂ†óʀɪą

Ħm... Uma história que começa normalmente, mas depois se inicia com o caos. Interessante isso, não?

{ ● } Só para avisar, antes de tudo, deixarei algumas coisas sobre a história dela em seu critério, apenas para não te confundir, então as colocações sem informações adicionais são obviamente as coisas que eu deixei para você, mas caso não souber de algo, me avise. Hase, ou também conhecida como “The Princess of Lucifer” (a princesa de Lúcifer), ou para uma tradução mais óbvia, “The Daughter of Evil” (a filha do mal) nasceu simplesmente no paraíso. Filha do rei e da rainha de um país de Earth Land presentinho para você, escolhe o país <3, mimada desde o nascimento e nascida num berço de ouro. Tinha algo como um presente melhor da vida? Para ela, obviamente não tinha. Mas, sabe? A partir dos sete anos de idade, sua mãe começou a lhe contar uma história que se chamava “a princesa de Lúcifer”, ironicamente, qual ela é reconhecida por muitos (não, não está incluído nos apelidos porque é praticamente algo bem maior do que isso): onde uma princesa que herdou o trono por puro egoísmo, já que para querer herdar o trono até mesmo permitiu uma tentativa de assassinato contra o seu irmão gêmeo que antes possuía treze anos, morreu antes de seu aniversário de quinze anos, um dia antes. Ao menos é isso o que dizem ser. Ela possuía praticamente tudo, desde a luxuosas mobílias que enchiam completamente o seu exigente castelo, todos os servos mais perfeitos que ela exigia (ou se não, morriam decapitados) até uma coleção de cavalos feita exclusivamente para ela. Mas pulando isso daqui já que não possui nada de interessante a não ser mortes causada pela tirana princesa. Voltando, novamente: desde a infância, a princesa esteve comprometida ao príncipe do reino azul por questões políticas, mas a diferença entre ela e o príncipe é que ela estava verdadeiramente apaixonada por ele, porém ele desfez o casamento a partir do momento que encontrou o seu verdadeiro amor: uma garota de cabelos verde água e os olhos da mesma cor, quase como esmeraldas. A princesa, cega pela a inveja, certo dia mandou chamar o seu primeiro ministro, e em uma voz baixa disse a ele: “Destruam todas as garotas de cabelo verde, seja verde água, até mesmo azul, todas que existem nesse mundo”. Inúmeros lugares foram destruídos a partir desse pedido, inúmeras vidas foram perdidas. Porém, o sofrimento dessas condenadas pessoas jamais alcançaria a princesa de Lúcifer. Após o ocorrido, as pessoas começaram a se levantar, uma a uma com o desejo de derrotar a princesa tirana. A que estava a guiar aquele bando de corvos era uma valente guerreira com uma armadura vermelha. A ira acumulada por anos, muitos anos foi finalmente libertada e envolveu praticamente todo o seu país. Depois de um longo tempo de guerra, e os soldados cansados pelos ataques que fizeram em outros reinos já não eram mais um obstáculo. Finalmente, o castelo foi cercado, todos os servos haviam escapado enquanto ainda havia tempo. A doce e encantadora princesa, finalmente havia sido capturada. “Estúpidos. Acham mesmo que iriam acabar com o meu reino do mal?”. Há muito, muito tempo atrás, existia um país cruel e tirano que ninguém ousava visitar, e quem o reinava era uma maligna e bela princesa de somente catorze anos de idade. A sua execução seria as três da tarde em ponto, a hora em que os sinos da igreja soavam. Aquela que um dia chamaram de princesa e havia sido um dia da realeza, o que será que estava pensando sozinha na prisão...? E ao fim, o momento finalmente chegou. Os sinos que anunciavam o final haviam tocado, e sem sequer se importar com a população e muito menos a olhar, a princesa se foi com um grande sorriso aos lábios como se estivesse feliz, com suas últimas palavras: “Ora, está na hora do lanche!”. Depois que tudo terminou, as pessoas começaram a falar assim dela: “Aah, ela foi a verdadeira Princesa de Lúcifer/Filha do Mal”. E Hase havia ficado surpresa por uma coisa: quem diabos morreria feliz? E, intrigada e admirada com isso, passou sempre a rir ao ouvir esse conto: ria mesmo quando estava triste, sorria mesmo nos momentos trágicos, era como se estivesse sempre feliz. Aos treze anos, achou uma completa injustiça só ela estar feliz em todos os momentos, tendo a maravilhosa ideia de criar um comitê somente da felicidade e do conforto, e a ideia não pareceu má aos olhos dos pais, que apoiaram a ideia da filha, tanto que ajudaram nos investimentos. Agora sim que realmente se inicia a diversão! . Tanto que facilmente achou pessoas competentes o suficiente para a ajudarem em seu projeto. Apenas possuía uma regra, acreditavam: “Esteja sempre feliz! Outro tipo de sentimento aqui além de felicidade e conforto não é aceito. Fingimentos muito menos. Caso façam algo fora do padrão, receberão sua devida punição, e em casos mais graves, a ida forçada do comitê. Desde que estejam nesse padrão, sejam bem vindos! Muito bem vindos!”. Ao menos acreditavam nisso. A punição deveria ser leve, bastante leve ao ver deles. A questão de muitos que não sabiam do evento que provavelmente não foi divulgado para eles era: por que todos estavam tão felizes? Diziam que queriam conhecer e ouvir sobre esse mundo. Na construção que verdadeiramente parecia mais um show exclusivo à beira da água, todos escutavam atentamente. “Isso não é excitante? Hein, Ondine?”. A porta que foi rapidamente trancada do local chamou a atenção das pessoas que por volta pareciam ser setecentos e noventa e sete., todas divididas por barreiras que pareciam ser times: cada um possuía sua cor respectiva. Roxo, vermelho, laranja, amarelo, rosa, azul escuro, azul, verde, branco, verde água e até mesmo a cor vinho. “Ateeenção! Certo, certo! Eu vou ensinar tudo para vocês. Sobre tudo o que os preocupa e os deixa em dúvida, eu vou ensinar tuudoo para vocês!”. Com aquela simples exclamação no microfone e sua entrada, gritos ensurdecedores foram ouvidos. Haviam, por mais incrível que pareça, pessoas que não sabiam das regras e que não foram comunicadas, e isso havia sido o objetivo desde o início. Seu sorriso e seu olhar animado, junto as suas vestimentas relativamente luxuosas e suas joias também era o que animava mais ainda, visto pelo fato que ela não parecia ser uma garota tão mimada assim. “Bem... Hm. A razão de todos estarem feliz. Todos estão feliz porque... Isso é uma obrigação. Você está feliz? É obrigação, sabia? Está cumprindo o seu papel?”. A partir das perguntas, todos novamente gritaram animados, causando um sorriso de canto da parte de Hase que era a que estava apresentando tudo desde o início de tudo. “Nós, do Comitê de Felicidade e Conforto, sempre desejamos e apoiamos a felicidade de toodos vocês! Lembrem-se, estar feliz é uma obrigação!”. E a partir desse momento, o chão que ela estava pisando rapidamente foi levantado, semelhante a um elevador. que a levou para outro ponto mais alto, qual já estava preparado. “E por isso, fique aliviado e somente cumpra a sua obrigação! A felicidade de todos é a nossa felicidade! Agora vamos a mais detalhes do Comitê de Felicidade e Conforto...”: a partir daí, sua face alegre se tornou rapidamente escurecida, porém ainda com sua alegria natural lá. “O que acontece se você não estiver feliz? Bem... Se você não estiver feliz...” E novamente ela subiu para outro ponto, com o mesmo sorriso de canto, esperando somente para ouvir gritos de felicidade após a notícia que iria chocar a muitos e assustar outros, mas, eram as suas condições. De mais ninguém. “Enforcado, decapitado, baleado, cozido em uma panela, afogado, eletrocutado, queimado, enterrado vivo, envenenado, apedrejado, serrado, mutilado, crucificado. Escolha o que mais lhe agradar, ok? ♪ ”. Ao olhar atrás de si mesma, viu o estado de colaboração com o comitê após a noticia: cem por cento completamente completo, e vendo por alguns minutos as pessoas ficarem mais felizes ainda, resolveu atrapalhar um pouquinho com a nova notícia. “Atençãão!” E novamente mais gritos histéricos. “Certo, certo! A felicidade de todos está apenas aumentando! Ansiedade ou insatisfação, vocês não tem nadinha disso, não éé? Oh! Que meeedo, muuito medo. É tanta felicidade que eu estou começando a ficar com medo”. Ok, nada interessante após isso. O mesmo de sempre, até o momento que as onze horas da noite chegaram, e todos estavam se aprontando para ir embora para ir com a família, amigos, ir jantar ou algo do tipo: já que não eram liberados tão cedo por Hase. Mas quando foram tentar sair, era bastante tarde, visto pelo fato que a porta estava completamente trancada e estavam bloqueados, e a garota que estava somente da cabine mais alta até mesmo do que seu palco estava somente observando atentamente sem expressão, atenta a qualquer tipo de sentimento negativo, até que um cavalheiro de onde o azul reinava lhe chamou completamente a atenção. Uma expressão de felicidade falsa. Sua ansiedade indicava rapidamente isso. Colocando rapidamente um sorriso no rosto, Hase simplesmente saltou de sua cabine e do palco, sendo acolhida por uma de suas rosas que já haviam sido convocadas antes disso, rachando uma parte do chão, mas nada tão preocupante assim. A garota lhe dando um sorriso acolhedor estendeu a mão para o cavalheiro que hesitante aceitou, recebendo novamente gritos animados de todas as outras pessoas. Oh, mal sabiam o que a garota estava prestes a fazer. Com isso, ela gentilmente se apresentou assim como ele fez o mesmo, e no mais simples ato ela lhe entregou um copo de água apenas para se resfriar em todo aquele calor, por que né, mais de trezentas pessoas num mesmo lugar não dá certo. Após beber o líquido, o rapaz rapidamente se engasgou com ele, demorando um bom tempo até finalmente o aceitar, logo indagando: “... O que... Você colocou aqui... H-Hasegawa-san?”. Depois disso, um sorriso sádico brotou no rosto da garota que com um sorriso o assistiu submeter o líquido, e antes disso, ela sussurrou: “Oh, me perdoe, Y-u-k-i-chan! Acho que misturei um pouco de veneno letal em sua água. Me desculpe! Esperei que estivesse pronto para morrer. Tomarei cuidado da próxima vez. Tenha bons sonhos com a felicidade!”. A nova e atual princesa de Lúcifer apenas o assistiu morrer em seus braços, logo sendo obrigada a coloca-lo em cima de sua rosa. Mas todos eram realmente felizes? Diziam mentalmente que queriam deixar aquele mundo, parar de saber mais sobre ele e fugir dele, não querendo também ouvir outra vez sobre esse mundo. Na construção à beira da água, todos estavam cobrindo os seus ouvidos e se tornaram completamente assustadiços. Isso não é excitante? Hein, Ondine? (E lá vamos nós de novo). “Atençãão! Certo, certo! Vamos todos, ele já morreu! O cavalheiro que enganou Ondine já está completamente adormecido na morte! Se gostaria de assistir o funeral de Yuki-chan, forme-se por ali”: havia apontado diretamente para um corredor que abriu a porta naquele momento, onde todos vidraram o olhar. “Se não, somente viva feliz! Bem, por hoje, isso deve ser o suficiente. E lembrem-se, como sempre: estar feliz é o dever de vocês. Você está feliz? É o seu dever! Está cumprindo de acordo com o seu papel, não é? Se você não está feliz... Que tal ter o mesmo fim trágico do Y-u-k-i-chan?”. Isso veio se repetindo diariamente, mas não, não iria ficar assim. Pessoas que já vinham estranhando desde há muito tempo o sumiço dos familiares, amigos, parentes, namorados, namoradas, inimigos ou coisas do tipo resolveram se juntar para descobrir o que estava acontecendo, e os gritos completamente ensurdecedores eram ouvidos por boa parte dos locais perto do Comitê e as falas de Luna, que já estavam se tornando estranhas, então praticamente ouviram um de seus típicos discursos e mais pessoas morrendo ao longo dos dias, e com isso, ficaram completamente raivosos. Um deles teve a ideia de montar um tipo de revolução contra a Filha do Mal, e mais pessoas apoiavam essa ideia, até o ponto onde chegavam a ultrapassar por somente sete pessoas o número de pessoas que possuíam no Comitê. Realmente, eram inúmeras. Com isso, começaram a treinar suas armas em locais diferentes e distantes dali, não sabendo que cartas a Princesa de Lúcifer tinha nas mãos, mas mal sabiam que ela estava os observando aquele tempo todo. Era uma mera rebelião, não era? O seu próprio paraíso que havia se mostrado um inferno para todos os outros jamais iria cair. O Comitê jamais iria ser destruído, era impossível ela ser derrotada, não era? Para ela era sim, mas para o outros obviamente era não. A ira que foi adquirida por causa das egoístas vontades da garota traiçoeira se acumulou até demais, mas não ao ponto de felizmente o país inteiro se virar contra ela, já que alguns sequer sabiam da existência do Comitê e outros sequer tinham interesse algum. Os ataques dos soldados que foram contratados para sua própria base de prazer não tiveram tanto efeito, visto pelo fato de tantas mortes cometida ao longo do tempo e todo o dia, isso havia os enfraquecido suavemente, mas o suficiente para que os da revolução os derrotassem. Por fim daquela guerra, a construção inteira havia sido rodeada, enquanto os que comandavam arrombavam a porta sem nenhum pingo de delicadeza, achando a Filha do Mal sentada na parte mais alta e detrás dos telões que estavam a frente do palco, o que dificultou um pouco a busca. Nesse momento, ela deu um riso nostálgico, se lembrando da história que a mãe sempre a contava. Oh, parecia que realmente todas as Princesas de Lúcifer tinham o mesmo destino, não é mesmo? Logo sentindo uma espada ser apontada para o seu pescoço, ela sorriu como sempre: mas não era um sorriso normal, e sim um maléfico, com os olhos brilhando também em pura tirania, o que assustaria a qualquer um, se não fosse pela situação. Os servos que trabalhavam para ela, tanto quanto os soldados, haviam fugido pelo corredor que poderia ser aberto somente para alguém que realmente trabalhava para ela ou ela mesma. E como resultado disso tudo: o demônio com cara de anjo foi finalmente capturada por fim. “Como ousas me tocar com suas mãos imundas?!”. Apesar de terem uma solução bem mais prática, o povo daquele reino preferia a assistir morrer. Ah, o seu paraíso construído a sua própria base de prazer teve a vida brutalmente rasgada e agora se colapsa de tão fragilizado. Mas o que aquela que um dia foi da realeza e agora estava presa sem dignidade alguma estava lamentando no calabouço...? Sua execução seriam as três e meia em ponto da tarde é, a maldição da Filha do Mal, não me culpe, a hora em que tipicamente os sinos soavam, anunciando que era a hora do lanche da princesa. Ao chegar por volta de três e vinte e dois da tarde, vieram os que comandavam a revolução, e o rapaz que comandava a puxou pelos cabelos até a guilhotina, primeiro colocando seus braços e depois a cabeça. Sim, iria ser morta definitivamente decapitada, como era a forma que ela mais gostava de matar as pessoas, porque não ser morta assim? Seria uma bela escolha. Finalmente, o momento chegou, a hora em que os sinos anunciavam o fim da vida da princesa. E sem sequer se importar com a multidão, somente fechando suavemente os olhos, a garota sorriu como o final de seu conto favorito e pronunciou o que deveriam ser suas últimas palavras, a sua frase favorita: “... Oh, está na hora do lanche!”. Porém, antes que dessem o sinal para a cabeça da princesa cair, a rainha e o rei chegaram apressadamente, completamente surpresos pela cena, e ao mesmo tempo assustados, mesmo sabendo dos pecados cometidos pela filha única, imploraram que ao menos poupassem a vida dela. “Poupar a vida dela não nos trará as pessoas preciosas que a nossa querida Princesa de Lúcifer tirou”, e mesmo assim, continuaram a implorar, e sem opção, os rebeldes somente suspiraram. “... Está bem. Com uma condição. Luna Hasegawa, a filha de vocês, deverá ao menos aprender o valor de sua própria vida e da vida dos outros nisso e saber que ela não pode ter tudo na hora que ela quer na hora que ela quer. Ah, aproveitando, ela também deve aprender algo, como teve tudo o que queria na palma da mão, aposto que a Princesa de Lúcifer mal sabe fritar algo”: a garota que comandava a rebelião disse, suspirando no final da frase, e os pais trocando olhares, embora não acharam uma boa ideia, tudo valia para o bem da vida de sua filha, que suspirou frustrada. Maldita hora que não poderia morrer: sempre entravam nos lugares errados e nas horas erradas. Dando uma sugestão, o rapaz continuou, sugerindo um tipo de guilda, o que a fez ficar mais furiosa ainda. Preferia duas mil vezes ser uma princesa. “... Droga... Não tenho opções mesmo. Somente por um tempo razoável”: esse havia sido o acordo. Ela deveria aprender o valor da vida enquanto ao mesmo tempo adquiria responsabilidade e independência, isso era uma tarefa praticamente quase impossível para quem teve tudo na palma de sua mão a vida inteira. Mas aquilo era para o bem de seus pais, para que não se suicidassem caso ela não aceitasse ou algo do tipo. Mas mesmo assim, o seu posto de princesa não iria cair tão rápido: aquilo era um acordo. Ela voltaria para o ter de volta. { ● }



ʍąɢɪą

Ðevils Ǥarden



ɗɛʂɔʀɪçãѳ ɗą ʍąɢɪą

Ðevils Garden não é uma magia tão difícil de se compreender, mas não é tão fácil de decifrar.

{ ● } Esta magia originalmente nem possuía um nome, para ser verdadeira. Foi um nome dado por ser realmente semelhante a um jardim do diabo se comparar com um jardim normal, ou seja, essa magia obviamente envolve as plantas, mas a de Luna envolve somente as flores de qualquer tipo existente nesse mundo, assim como a de sua mãe envolve somente as árvores. A diferença disso é que a magia precisa ser armazenada em algo, como a própria mente de quem a possui, num campo virtual dependendo do nível de inteligência ou em qualquer lugar que seja aparentemente possível. No caso de Hase, ela armazena suas flores num campo virtual e nisso possui todas as senhas de suas plantas, quais só ela pode acessar numa velocidade impressionante e sem sequer olhar, como já passou anos com elas. Isso gera a capacidade de controlar todas as flores que ela já tem em seu plano virtual aos seus desejos, embora maioria delas causem um grande estrago, como a maioria brota automaticamente do chão, leva a causa de rachaduras, terremotos e por aí vai, mas nada tão preocupante, ao ver dela (é sério, tudo o que não for preocupante para ela é preocupante sim, não vá pela palavra dela). Essa magia é bastante rara, visto pelo fato que só pertence a família de Luna, ninguém tirando essa família a possui, o que a faz ter uma vantagem geral, tirando as fraquezas de sua magia, que seria praticamente algo oposto das flores que ela quer invocar, ou seja, se sua flor pertencer à luz, magia da escuridão será o que a afetará e vice-versa. { ● }



ą†ąqʋɛʂ

Яealmente? Tem literalmente um jardim do tamanho do inferno no plano virtual de Luna, mas aqui o foco serão os ataques principais.

{ ● } Devil’s Black Rose of Paralysie — Apesar do nome deixar bem óbvio o ataque, como dito, ela simplesmente não o fala, apenas coloca a sua devida senha para invocar a rosa ao seu próprio desejo, o que complica para o adversário que não saberá que tipo de rosa a Hasegawa iria invocar. A rosa, como dito, possui o poder de paralisia geral com um veneno poderosíssimo, porém demora no máximo um minuto e cinquenta e dois segundos e no mínimo quarenta e quatro segundos e seu veneno ficaria ativo por, no máximo, sete minutos e vinte e nove segundos. Ela costuma o usar somente quando vai usar outra rosa de ataque, como por exemplo, as Roses Cannon: a atacando somente de cima ou diretamente, e, de recompensa, aos olhos dos adversários muitas vezes parecem somente simples rosas que causam um arranhão, o que melhora para sua situação. É obviamente do elementar da escuridão, ou seja, sua fraqueza é a luz, mas normalmente só pode ser impedida antes da rosa vir diretamente, apesar de demorar para fazer efeito, é difícil o retirar quando está em andamento, porém não é impossível. No sentido comum, isso é somente mais usado para uma batalha rápida e sem fins lucrativos para si, mas em casos mais sérios, é somente usada quando o adversário acabou de baixar a guarda, como ela costuma o distrair, principalmente se for um com mais nível de poder mágico do que o seu: também pelo fato que a flor tira a concentração geral de quem foi atingido por ela, seja de propósito ou sem propósito algum, apenas tirará o efeito rapidamente se a pessoa que foi atingida ficar inconsciente. Oh, falando que o veneno não é letal: ela mesma afirma isso, então não há preocupações (por que né...).

Roses Cannon — Estas rosas que são semelhantes a canhões são algumas das que lhe rendem uma vitória certa dependendo do adversário, mas para sua infelicidade, consomem uma barra acima do que deveria de poder mágico, como costumam vir seis rosas normalmente quando ela as chama, não é à toa que está no plural. Praticamente, é impossível chamar só uma de uma vez, o que dificulta sua situação caso esteja desgastada. Seu elementar é praticamente neutro, não é de luz nem de escuridão ou nada aparente, ou seja, pode ser ferido por ambos, a não ser que tenha uma proteção, como estas rosas são para ficar na ofensiva, não podem ser defensivas. Obviamente, como flores soltam sementes explosivas que ao entrar em contato com o chão ou a pele de alguém automaticamente explodem, normalmente as soltando no localizado de, onde deveria estar tipicamente o pólen. Como são ofensivas, obviamente são muito maiores do que qualquer pessoa normal, chegando a ultrapassar até mesmo garotas com dezesseis ou dezessete anos dependendo da altura delas: mas em recompensa para ferir o adversário, ele não pode praticamente sequer encostar na rosa se não for o desejo de Luna, simplesmente pelo fato que ela pode ordenar uma das rosas atacar o adversário por trás, e não, ela não considera uma trapaça. Se podem atacar de frente, de lado, de cima, de baixo, qual o problema em atacar de trás? Simplesmente nenhum para ela. Segundo a própria, é uma espécie perigosa, não queira ficar perto dessas rosas caso tenha sido afetado pela Black Rose of Paralysie.

Gluttony Flowers — Sim, você leu isso. Sabe se lá onde ela achou essas flores e as armazenou (e as outras também...), mas continuando. Como o próprio nome deduz, estas flores são as da Gula, ou seja, comem em excesso. Normalmente é usada para defender os ataques de seus adversários, como ela come de simplesmente tudo, tudo mesmo, ela pode absorver o ataque dependendo de sua força, se não a flor é destruída e o ataque mesmo assim vai, e se isso ocorrer, posso garantir que ela irá ficar completamente irada por terem destruído uma de suas flores da Gula que são suas favoritas simplesmente pelo fato que ela chama essas flores enormes para comer as comidas que ela odeia, e após isso, ela tem que achar outras desse tipo ou simplesmente sementes e as replantar, cuidar e fazer sabe se lá mais o quê, ou seja, aquela flor que foi destruída não pode mais voltar a vida, e ninguém sabe o quanto isso a mantém frustrada, estressada e completamente magoada: por isso, amiguinho, se destruir uma flor dela mesmo que seja sem querer, somente corra admitamos, nesses casos ela fica pior do que mulher de TPM dando patada toda a hora... pp.... Mas voltando ao assunto dessas flores, dependendo disso também, elas podem consumir um grande poder mágico da parte de Luna, e por isso ela apenas chama esse tipo de flor quando a situação é grave ou simplesmente está saindo de seu controle. Seu elementar é, obviamente, a escuridão, né. Gula com a luz? Fale sério.

Eternal Flowers — Eternas por que? Um simples fato. Nem aparentam ser flores, por que simplesmente brotam do chão como se fosse do inferno e vão direto atacar quem quer que seja o sortudo. Luna costuma geralmente ordenar para que estas flores agarrem tal e fique o segurando para ela dar o ataque final, sendo sado somente como o penúltimo ataque, se bem que entre todas o poder mágico que consome chega a empatar com as Gluttony. Não, chega não, já empatou e já superou também de tanto que são grandes, ou seja, ela somente as chama quando a situação novamente é grave, mas bem grave mesmo, ao ponto de até ela mesma estar enrascada. Seu elementar, finalmente é algo que envolva a luz simplesmente pelo fato de não possuir nada corrupto como a outra maioria olhe para a Luna, não para mim q.
{ ● }



ɢѳʂ†ą

Ðe ser agredida verbalmente. É bastante perceptível o divertimento em sua voz caso ela for responder assim como os seus risos nada discretos. É hilário como tentam atingir de uma forma que sequer daria certo com uma mentirosa.

{ ● } Fazer penteados novos — Segundo Luna, é sempre bom inovar, principalmente no visual, e por mais que ela não goste de prender seus cabelos por achar que eles estão ficando longos, gosta de fazer tranças pequenas, colocar enfeites, o ajeitar de uma maneira diferente da de sempre, e por isso, jamais a viriam com o mesmo penteado todo o dia, e caso vejam, o caso é sério com ela (ou alguém a deixou muito estressada ou ela está com mau humor, visto pelo fato que ela demonstrar isso é saindo do jeito costumeiro).

Flores — Óbvio! Você achou mesmo que ela não iria gostar de flores? De seus xodós eternos? Vidas maravilhosas e perfeitas (e completamente perigosas)? Ela sempre irá gostar de flores, sendo elas de seu armazenamento ou não, pois para ela flores são muito melhores do que essas pessoas que nem deixaram seu paraíso em paz e ainda obrigam ela a sair dele! Hase ainda acha que aquilo foi uma injustiça completa (e foi para ela sim... fazer o quê?).

Vestidos — Simplesmente os acha perfeitos em cada traço e detalhe, e caso seja simples, basta ela simplesmente dar um jeito nele e ficará mais lindo ainda. Sim, ela é fascinada em vestidos e ponto final. Menos aqueles que são muito longos e não possuem nenhum detalhe em especial, acha que estes dão um ar mais velho para quem os usa, apesar de gostar de vestidos longos, desde que sejam detalhados, lindos, perfeitos, magníficos e com enfeites está tudo ótimo para ela.

De ver as pessoas felizes — Uma obsessão pela felicidade, ela obviamente gosta, admira e idolatra ver as pessoas felizes em qualquer momento, mas mesmo assim no acordo não estava incluído o fato que ela deveria aprender que as pessoas não podem ficar felizes quando ela quer, então...

Lugares altos — Lugares altos são simplesmente algo inexplicável para ela, ainda mais se tiverem uma vista boa, isso é ótimo para ela já que desde pequena se acostumou com lugares completamente altos.

Comidas e bebidas leves — Somente saladas, sopas, caldos, frutas, sucos naturais e coisas dessa categoria entram em seu cardápio. Praticamente ela não gosta de doces e nem de nada açucarado, tirando sorvetes e pirulitos, ela somente os evita. Não que seja que ela queira emagrecer mais do que ela já é um palito, só que ela nunca foi com a cara de carnes, coisas gordurosas e principalmente coisas açucaradas. Desista se quer oferecer um chocolate a ela ou um doce aleatório que não sejam os citados.

Observar e fazer o caos — Luna Hasegawa não seria a verdadeira Luna sem gostar de um bom caos acompanhado de uma de suas típicas xícaras de chá (uma das únicas coisas que ela toma açucaradas). Realmente, é impressionante a capacidade dela de causar o caos e não ser descoberta, e ainda por cima ficar somente observando com um sorriso travesso estampado nos lábios.

Ser mencionada como a Princesa de Lúcifer, ou melhor dizendo, a Filha do Mal — Atualmente, ela acha impressionante o quanto ela se inspirou naquela história e quanto quase teve o mesmo final, se bem que talvez nem aquele tenha sido o verdadeiro final. Ela gosta de ser mencionada assim somente por puro luxo e ousadia, achando ainda interessante o fato de ser provavelmente a última e atual Filha do Mal.

Traições e Armadilhas — Além de querer e idolatrar o caos, ela ainda gosta de traições e armadilhas para isso. Afinal, como ela mesma diz, para sobreviver num jogo onde a vida e a morte estão em jogo, o que há de melhor a observar traições e armadilhas?
{ ● }



ɗɛʂɢѳʂ†ą

Ćoisas açucaradas demais. Como dito, chá, pirulitos e sorvetes são as únicas coisa que escapam dessa lista, mas de resto, pode esquecer. Pode tentar entregar um chocolate, doce de leite, cupcakes, bolos, mas enquanto estiver ainda açucarado demais pode esquecer.

{ ● } Perder ou admitir que seu “paraíso” foi destruído — Luna jamais admitiria perder ou que seu “paraíso” foi completamente destruído por uma simples rebelião (na verdade, revolução, mas tudo bem), sempre respondendo algo como: “O Reino do Mal jamais será destruído. Falhe quantas vezes quiser, caia quantas vezes quiser, mas o meu Reino do Mal jamais estará destruído” num sussurro completamente irritado. Oh, aí está uma dica de como a irritar!

Demonstrar fraquezas — Principalmente na frente dos outros. Ela é a Filha do Mal e também Ondine, jamais deveria demonstrar esses tipos de sentimentos indesejados tanto a si mesma quanto para os outros. Os acha completamente desnecessários, mas, se não existissem, não existiria a felicidade, então apenas ignora isso.

Pessoas sinceras demais — Não vê graça nenhuma nesse tipo de pessoa, simplesmente. Qual é a graça de ser sincero demais e revelar a verdade quando se pode destruir a pessoa com a mentira? Pfft! Completamente entediante!

Lugares muito barulhentos — Não a leve para um lugar assim nem pagando, sinceramente. Luna não sabe manter a calma nesse tipo de lugar: pode respirar, beber chá, tentar dormir, comer uma de suas frutas favoritas, mas ela não vai se acalmar até calar a boca de setenta e nove por cento das pessoas que estão lhe deixando surda de tanto fazer barulhos. Oh, eis mais uma dica para irrita-la (e a fazer sair gritando completamente estressada).

Pessoas mimadas — Sim, ela é mimada, porém não suporta pessoas desse tipo em seu ouvido. Só cabe uma pessoa mimada no mesmo lugar que ela, ou seja, ela mesma. O mesmo vale para outros tipos de pessoa que possuam a personalidade semelhante a dela: se for uma pessoa egocêntrica, saia de perto de Luna se não quiser causar uma guerra de cem mil dias, caso contrário, irão precisar de no mínimo duas pessoas para separar Luna e o outro ser existente no mundo.

Pessoas que se fazem de santinha perto dela — Ok, convenhamos: ela pode fazer tudo, mas se outra pessoa fazer o que ela faz ela já começa com um olhar de tipo “já te odeio, pode me considerar sua arqui-inimiga”. Ela só revira os olhos no início, mas se começar a ficar a irritante, se prepare novamente para um surto da parte de Hase e mais brigas.

Que já cheguem achando que a conhecem há alguns trezentos e noventa e sete anos atrás — Completamente irritante. Insuportável. Desista de ter uma relação pacífica com ela caso faça isso, por que ter uma rivalidade só com um olhar ou uma palavra com Luna significa uma inimizade eterna ou uma amizade e inimizade juntas dependendo do tipo de pessoa.

A cor azul e vermelha — Sempre teve uma mini grande rivalidade com essas cores, mas não reclama, porém também não fica quieta por muito tempo, ao menos em sua mente, começando a travar uma batalha mental consigo mesma sobre xingamentos das cores, somente para não causar uma briga com quem gosta dessas cores.

Perder a atenção — Ela sinceramente gosta bastante de receber atenção, mas odeia a perder, seja até com a mais simples das coisas. Como desde criança teve toda a atenção para si e desde o Comitê também, ela nunca se acostumou a não ser mais o centro das atenções, e isso simplesmente a incomoda (e muito).
{ ● }



ʜąʙɪℓɪɗąɗɛʂ

Ħm... Sobre habilidades?

{ ● } Depende do tipo de habilidade que for. Mas vamos citar primeiramente as gerais. Suas melhores e mais úteis habilidades em questão de um combate são os fatos que seu raciocínio é bastante rápido e avançado, perfeito para esse tipo de situação, apesar de possuir reflexos numa qualidade média não os usa tanto, e isso explica o porque da qualidade ser média, já que novamente ela não viu necessidade, já que em nenhum de seus combates atuais ela precisou deles, apesar que eles fazem uma boa combinação com sua velocidade avançada, o que a ajuda em batalhas rápidas por suas flores armazenadas. Outras? Acredito que o fato dela ser uma bela atriz tanto como uma bela mentirosa a faz ter vantagens caso quem ela queira enganar seja um inocente, e mesmo que seja muito perceptivo, tem que ser realmente um profissional, pois Luna conseguiu enganar por dois anos o povo de seu antigo país e nesse tempo mandava a morte as pessoas que não estavam felizes com a vida lá, e ainda sim conseguia fingir que estava tudo bem para o lado de fora, mandando cartas alegres e avisos sobre o comitê que estava tudo bem e outras desculpas esfarrapadas que caiam facilmente. Ah, sua reputação de uma garota santinha também a ajuda bastante. O fato que com o longo do tempo que passou livre após o acordo a ensinou a ser uma ótima cozinheira também, embora só cozinhe para os outros quando ela sente vontade ou quando oferecem algo de seu interesse INTERESSEIRA pp (?). O fato de ser uma mentirosa e uma bela atriz também lhe leva ao fato de facilmente perceber outras pessoas se fingindo ou mentindo somente com um olhar nervoso ou que demonstre desconfiança já é o suficiente para ela aproveita e se tiver outro mentiroso aí faça ele ser inimigo dela 2bj. { ● }



ɔѳʀ ɛ ℓѳɔąℓ ɗą ʍąʀɔą ɗą ɢʋɪℓɗą

Ňo ombro esquerdo.

{ ● } E, na cor alaranjada mais para o tom rosado, o que confunde levemente. Isto porque maioria de seus vestidos que ela possui deixam os ombros à mostra, sem deixarem de serem bonitos, então ela não viu problema algum.
{ ● }



թąʀ

Đuvido muito que alguém queira uma mentirosa, então deixo para você escolher, 2bj.



ʍɛɗѳʂ, Բѳʙɪąʂ ɛ †ʀąʋʍąʂ

Ƥodemos se dizer que os medos de Lua são bem peculiares, digamos assim.

{ ● } E um de seus medos peculiares é saber que seu Reino do Mal chegou realmente ao fim. Ela se recusa a acreditar nisso, de verdade, embora alguns ainda achem que é tudo uma brincadeira da garota. Mas não, não é: ela se recusa a acreditar que a história se repetiria, e por isso até agora ela acredita que seu Reino do Mal ainda voltará a ativa algum dia ainda. E um de seus outros medos não é morrer e nem nada do tipo, e sim morrer sem estar feliz. Sem um sorriso. Sem a sensação de ter felicidade. Ela criou tudo aquilo para ter a felicidade suprema, então do que valeria tudo se ela morresse infeliz? Simplesmente nada. E admito que a Filha do Mal odiaria saber que seu trabalho foi inútil. Um medo de fracassar ou falhar é uma de suas fobias excessivas, só que tem algo específico que ela tem medo de fracassar: no trabalho de manter seu Reino do Mal ainda em pé (eu falei que ela era estranha). Não possui nenhum trauma. { ● }



víɔɪѳʂ / ʍąɴɪąʂ

Ƥossui uma mania de cantarolar nas suas frases em momentos tensos ou difíceis.

{ ● } Porque, né. Luna sempre teve todos os luxos e o que quisesse ao seu favor, não é de seu costume estar em situações tensas (tirando quando vem uma revolução te atacar aí você quase morre, sabe? Nada demais), então somente para descontrair um pouco ela faz isso, é completamente inevitável. Isso também acontece quando ela está sendo irônica ou/e sarcástica. E outra de suas manias é girar xícaras de chá já vazias e quando alguém fica enchendo a sua mente de baboseiras falando que ela vai quebrar aquilo, pode ter certeza que ela só vai quebrar de propósito para tal parar de esvaziar sua paciência. É completamente viciada em coisas luxuosas ou detalhadas ao seu perfeito gosto e em chás e sorvetes também. { ● }



ʜѳʙʙɪɛʂ

βuscar e causar o caos;

{ ● } Ficar procurando sempre as mais luxuosas roupas para si e de quem ela é próxima;

Estragar momentos fofos de casais (típico dela);

Desenhar;

Tentar e/ou conseguir descobrir os segredos mais profundos dos outros.
{ ● }



ɗɛԲɛɪ†ѳʂ

کer completamente traiçoeira;

{ ● } É uma falsa totalmente, e olha que não é descoberta por qualquer um que vemos por aí, mas alguns ainda sim percebem algo estranho no olhar sarcástico dela, e isso trás desconfianças;

Egocêntrica;

Mimada demais;

Achar que tudo deve ocorrer do jeito que ela quer, da forma que ela quer, da maneira que ela quer e na hora que ela quer.
{ ● }



qʋąℓɪɗąɗɛʂ

Яacional, mas somente quando é necessário ou quando ela quer;

{ ● } Perfeitamente perceptiva, tanto ao ponto de perceber uma mentira somente de olhar para quem está provavelmente tentando mentir;

De vez em quando pode ser até caridosa ou piedosa, mas é bem raro mesmo, visto por sua personalidade original, é raro a ver sendo algo como assim quando retirou completamente sua máscara, agora, caso não, é comum a ver assim.
{ ● }



ʀɛℓąçãѳ ɔѳʍ ѳʂ ʍɛʍʙʀѳʂ ɗą ɢʋɪℓɗą

Ðepende muito da personalidade de tal.

{ ● } Muito mesmo. Como Luna primeiramente se fará de uma completa santa fofa, pode irritar a quem percebe o tom sarcástico em seus olhos esverdeados. Com essa sua falsa personalidade, provavelmente conquistaria os mais inocentes e menos perceptivos somente por seus atos que aparentariam ser doces, agora quando ela mostrar sua verdadeira personalidade, digamos que não seria algo tão bom assim como no início (sendo que provavelmente os que sabiam que ela não era uma santinha iriam ficar jogando na cara dos outros que eles estavam certos), podendo até alguns desistirem de ser amigos da garota mentirosa. Como se ela se importasse... (ou sim). { ● }



թѳʂʂѳ ɛʂɔѳℓʜɛʀ ʂʋą թɛʀʂѳɴąɢɛʍ թąʀą ʂɛʀ ʍɛʂ†ʀą?

á possui um mestre.

{ ● } E você acha mesmo que ela tem idade para ser uma mestra? E que ela seria uma mestra boa? Amiguinha, ela já matou mais de trezentas pessoas, obviamente que ela não seria escolhida para ser uma mestra (se fosse, o mundo estaria ferrado). { ● }



ʍą†ąʀɪą ąℓɢʋéʍ, ѳʋ ąℓɢѳ?

Øbviamente.

{ ● } Mas deve ter um bom motivo ou ao menos um, pois ela atualmente diz que não merece sujar suas mãos com sangues repugnantes somente para nada. E dependendo também do motivo, ela pode sim matar sem nenhuma preocupação e em outros casos, hesitante somente em sua mente. { ● }



ʂɛ ʂąɔʀɪԲɪɔąʀɪą թѳʀ ąℓɢʋéʍ?

Ðepende, e depende muito.

{ ● } Luna é muito egocêntrica como uma princesa, muito mesmo. Não daria sua vida para qualquer um que aparecesse, nem mesmo por alguém muito próximo dela. Deve ter um ótimo, perfeito e belo motivo para se sacrificar. Então não pense que ela se sacrificaria até mesmo para seus amigos.
{ ● }



ąℓɢѳ ą ʍąɪʂ?

¥ep.

{ ● } Luna possui suas frases preferidas e típicas, não só em horários comuns, mas em hora de batalhas também, quais ela provavelmente sempre pronunciará: e, também citando que as frases favoritas dela também foram retiradas da antiga Filha do Mal. Em horas normais, ela sempre murmuraria, sussurraria ou simplesmente diria em voz alta frases como “Ora/Oh~, está na hora do lanche!”, “... Estúpidos. Acham mesmo que o meu Reino do Mal chegou ao fim?”. Em horas de batalhas e no caso se ela estiver ganhando de bom grado e praticamente estiver odiando profundamente o inimigo, uma frase “Então, se ajoelhe perante mim!” completa de outra sempre será bem vinda em seu vocabulário. Ah, ela vai ser a segunda melhor amiga de Misaki. Não sei como, mas vai (sei lá como de novo, Luna é uma garota com uma cara de anjo e uma personalidade de um verdadeiro demônio, e já a Misaki odeia mentiras e pessoas fofas...). { ● }



Բʀąʂɛ թąɗʀãѳ

「 ❝ 〇ur wings do not take us where fairies can not guide us ❞. 」







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