~PearlCelestial

PearlCelestial
Determinada
Nome: Celeste
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Ficha: Sobreviventes (INTERATIVA)


Postado

Ficha: Sobreviventes (INTERATIVA)

Eu sou a humanidade

*Nome completo:*
Nora Germany

*Aniversário*
28/05

*Idade*
17 anos

*Sexualidade*
Bissexual

*Signo*
Gêmeos

*Aparência*



Nora tem consigo uma beleza diferente das outras, sendo ela a perfeita representação da rebeldia e da revolução. Tem consigo longos cabelos vermelhos, da cor do fogo (não são naturais, ela pintou escondido dos pais quando nova) e olhos azuis, penetrantes e que guardam consigo certos mistérios a serem desvendados. Seu corpo é curvilíneo, e bem contrastado por suas roupas normalmente apertadas: suas cochas são grossas, sem serem exageradas, seus seios são medianos e sua bunda é empinada. Tem a pele branca e um pouco ressecada e em seu braço contém uma tatuagem de leão tribal, que fez na cadeia.

*Personalidade*
Orgulhosa, não se deixa intimidar por ninguém, nem mesmo por algum zumbi. Sempre mantém a cabeça erguida e não aceita desaforo ou fofocas, pois se quer falar alguma coisa de ruim, fale na frente dela, encare-a nos olhos e tenha no mínimo a dignidade de enfrentá-la e dizer tudo cara a cara, sem se esconder nos cantos feito um verme.
Divertida, gosta de viver a vida ao máximo, tentando ver graça em tudo e sempre descontrariando algum momento constrangedor em que pode se meter. Gosta de se aventurar e correr riscos, afinal ela não pode passar a vida toda apenas sobrevivendo.
Não é responsável, mas sabe exatamente a hora de agir e a hora de brincar, as vezes estando muito avoada e nem percebendo a situação em que pode se encontrar, seja ela boa ou má.
Finge ter o raciocínio lento, pois não quer se dar ao trabalho de ter mais alguma função além de ser o transtorno e a diversão das pessoas que estão a sua volta. Sempre se exclui dos planos que fazem, pois gosta de fazer as coisas do seu jeito, seguir seus instintos e seus próprios planejamentos para si mesma.

*História*
Nora vivia junto com seu pai e sua mãe em uma das unidades de abrigo das naves, não tinham muitos recursos por não serem tão importantes e quando seus avós e seus pais estavam na terra eram considerados pobres, por isso não viviam no luxo, mas todos se amavam e compreendiam uns aos outros, eram uma família feliz.
Nora sempre foi mais apegada ao pai, um homem alegre que sempre via graça em tudo. Para ela ele era um exemplo de vida, um exemplo do que queria ser quando crescer. Gostava de ouvir suas histórias sobre a terra, imaginando, fascinada como seria viver lá e sempre mantendo a mesma frase que o mesmo sempre dizia para ela em mente “Mesmo com um apocalipse, não podemos passar a vida toda apenas sobrevivendo, ela seria chata se fosse assim”. Os dois gostavam de se divertir e as vezes roubavam algumas armas e suprimentos escondidos, mas isso era para sua sobrevivência e claro... para a sua diversão.
Seu pai já tinha um histórico ruim por roubar coisas com ela, pois sempre assumia a culpa, porém, em uma dia, ele foi acusado de um assassinato e foi preso, sentenciado a morte sem ao menos poder se defender. Nora fez de tudo para que eles o soltassem, implorou e chorou, mas nada adiantou e no dia da execução de seu pai, ao passar por ela em direção á morte, ele sorriu a abraçando, falando para viver o máximo possível e que a mesma era a maior conquista da sua vida.
Nora cresceu, sem o amor materno pelo fato de sua mãe falar que ela lembrava demais o pai e que queria manter distancia das lembranças dele. Ela logo virou uma bandida, uma criminosa de mão cheia que gostava de assaltar bancos de armas principalmente, sempre indo para a prisão, acabando por sair imune. Mas em todos os seus roubos ela procurava por pistas para o assassino que viveu por seu pai, e quando finalmente o achou; um senador famoso e membro do conselho da nave, não hesitou em entrar em seu quarto no meio da noite e assassiná-lo com um tiro na cabeça e sorrir com sua vitoria quando os guardas chegaram e a prenderam novamente na prisão, com seu destino já sendo a morte.
O conselho viu a sua habilidade e a ofereceu para ir a missão em busca da salvação da Terra, tendo duas escolhas “Ir ou morrer”. E com isso apenas aceitou, pois logo que chegasse em terra firme estaria livre daquela carroça metálica e poderia finalmente ver com seus próprios olhos o mundo que seu pai tanto admirava.

*Gosta*
Diversão
Aventura
Armas
Coisas valiosas
Predadores
Doces

*Não gosta*
Pessoas chatas
Pessoas falsas
Injustiça
Intrometidos

*Medos*
De morrer em vão.
De ninguém nunca a compreender.
Mosquitos.
Trovões.
Raios

*Traumas*
Uma vez entrou sem querer em um simulador climático, apertando no botão da “tempestade”. No mesmo momento em que um raio artificial quase a acertou, ela criou um pânico e um pavor incrível por raios, quase morrendo uma vez por causa deles.

*Arma*
Uma adaga que ao apertar um botão, assume o formato de uma grande foice com a lâmina afiada e revestida por Vertrex, e duas pistolas pequenas com tecnologia 2.0 que ao invés de atirarem balas, disparam várias bolar de energia pequenas, mas muitas ao mesmo tempo.


*Relação com os outros personagens*
Na hora dos planejamentos, gosta de ficar na sua, quase nunca dando bola para a opnião dos outros o que provavelmente os faz ficarem irritados com a mesma. Porém ela tem um jeito engraçado e gosta de fazer todos rir, mesmo quando querem chorar. É agradável ficar perto de si, a menos que ela esteja irritada, começando a culpar a todos pelos seus problemas.

*Quer par*
Tanto faz.

*Quer morrer na fic*
Eu sou a autora, pq eu to respondendo essas partes? --.--‘

*Frase de vida*
“Você acredita em mundo de finais felizes?”
“Você não pode passar a vida toda apenas sobrevivendo”

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