~CatyNews

CatyNews
¢ Little BabyGirl ¢
Nome: Gabriela // Caty // Baymax // Marshmallow // Moranguinho // Pooh // Carinho // Mione // Baloo
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: São Bernardo do Campo, São Paulo, Brasil
Aniversário: 21 de Setembro
Idade: 15
Cadastro:

Mary - Interativa (Ficha)


Postado

Oi gatinha! Aqui é a Cat! ^^
Estou aqui para enviar a minha ficha para a sua Fanfic "Mary - Interativa". Espero que goste da minha personagem e a aceite ^-^



FICHA :::



"Friends just sleep in another bed
And friends don't treat me like you do
Well I know that there's a limit to everything
But my friends won't love me like you
No, my friends won't love me like you"
- Friends (Ed Sheeran)



Nome completo:
Beatrice Bragatti Sartori.


Apelido:
Trice.


Idade e Aniversário:
Faz aniversário dia 21/09.
Tem 18 anos.


Sexualidade:
Heterossexual.


Aparência:
Trice possui madeixas ruivo-alaranjadas em ondulações sinuosas que vão até a altura do ombro e com uma franja na diagonal cobrindo boa parte da sua testa.
Seus olhos são azul-esverdeados, variando de tom conforme a luminosidade, o que faz com que muitos criem dúvidas com relação à coloração de suas orbes.
Seu nariz é fino e pouco arrebitado.
Sua pele é branca como porcelana, macia como seda e sem nenhuma imperfeição aparente.
Seus lábios têm tamanho médio, são rosados por natureza e abrigam um volume satisfatório.


















Personalidade:
Beatrice sempre foi movida pela lógica. Interpreta a vida pelo seu lado racional, defendendo a visão científica acima de tudo.
Pra ela, tudo tem uma explicação lógica; qualquer coisa existente que nunca tenha sido estudada ou sequer tenha passado por alguma experiência científica é completamente alheia para si. Isso inclui, até mesmo, os sentimentos. Apesar de senti-los como qualquer pessoa, ela nunca os compreendeu, principalmente o amor, em qualquer uma de suas formas. Por que amamos? Como esse sentimento se aflora? De onde ele vem? Nem mesmo os cientistas foram capazes de explicar isso ainda, o que a torna muito insegura com relação a qualquer tipo de emoção, e isso faz com que ela evite ao máximo se apegar às pessoas, pois não quer ser vítima do inexplicável, não quer ser pega desprevenida; mantém uma distância segura das pessoas, não cria intimidades com elas e não dá espaço para fazerem o mesmo consigo. Revela muito pouco de si mesma, não quer ninguém sabendo demais da sua vida.
Sua forma de se manter indiferente aos outros a torna, na maior parte do tempo, fria, inflexível e impassível.
Tem raciocínio rápido, conseguindo formar estratégias de fuga de última hora, além de planejar ataques quase nunca falhos e até mesmo supor os movimentos de seus adversários com precisão constante. É capaz de fazer cálculos complicadíssimos em pouco tempo. Entende de vários assuntos por sempre admirar muito o estudo e a inteligência, virtude essa que lhe foi concedida com fartura, resultando num Q.I bastante elevado de sua parte.
Possui uma forte e potente muralha dentro de si: a muralha do orgulho. Trice nunca dá o braço a torcer, é muito difícil vê-la pedindo perdão a alguém, mesmo que ela saiba que agiu errado, raramente admite. Quando coloca algo em sua cabeça, ninguém é capaz de tirar. Acredita em suas teorias até o fim, e ninguém nunca está mais certo que ela. Por mais que a mesma falhe ou erre, não abaixa a cabeça, continua achando que suas atitudes foram sólidas e coerentes, mesmo o contrário estando evidente.
Não desiste de nada com facilidade, bate de frente até que o outro recue e não descansa até conseguir o que quer da forma mais rápida possível, porém, sem nunca passar por cima de alguém ou trapacear. Ela é inteligente o suficiente pra conseguir as coisas de maneira honesta.
Também não se assusta por nada. Intimidá-la é uma tarefa quase vã, e mesmo quando há qualquer tipo de receio de sua parte, não espere que ela saia de cena, pois é justamente aí que ela insiste em ficar.
Não é de comprar briga, mas se alguém a provoca ou desafia, ela enfrenta, e dificilmente perde. Não leva desaforo pra casa.
É difícil tirá-la do sério, mas quando se consegue, pode contar com uma vingança muito bem planejada em seus mínimos detalhes.
Risos não são muito ouvidos da parte dela, então quem a faz rir, uma única vez que seja e mesmo se for um risinho baixo, é um verdadeiro comediante.
Beatrice não tem medo de ser quem é ou o que os outros vão pensar disso. Age da forma como bem entende sem se preocupar se vai ofender ou magoar alguém, embora essa nunca seja a sua intenção, pois não é um ser movido pela maldade.
Mesmo mantendo uma barreira anti-sentimental ente si e o resto das pessoas, isso não evita que goste de alguns, afinal, isso é algo completamente natural e inevitável. Porém, sempre nega tal afinidade ou agrado, fazendo questão de nunca transparecê-lo e expulsá-lo de dentro de si o mais rápido possível, obviamente nunca obtendo o êxito pretendido, o que a leva a apenas ignorar o seu coração e somente dar atenção ao seu cérebro.
De vez em quando e inconscientemente age pela voz do coração, e quando isso acontece, pragueja-se, se repreende e fica com ódio de si. Se apegar às pessoas é, em sua opinião, uma atitude muito idiota... A natureza humana é algo que nunca foi assimilado pelos olhos confiáveis da ciência, então como ela poderia saber que tinha valido à pena? Como saber se a pessoa realmente gosta de você (se é que tal sentimento realmente existe)? Como saber se ela teria feito o mesmo por você? Como saber que foi o certo a se fazer?
Mas ela não pode evitar. Trice também tem coração, acima de tudo, e quanto a isso ela não pode manter a sua indiferença.
Dificilmente se sacrificaria por alguém, pois em momentos de risco, sua mene foca-se apenas na maneira mais inteligente de se agir, ou seja, manter-se viva. Em raros momento, o silvo fraco porém insistente de seu coração a faz assumir atitudes heroicas e que salvam milhões de vidas.
No fundo, ela é uma pessoa amorosa e cheia de sentimentos bons para distribuir por aí, mas ela se nega, nega isso de corpo e alma, porque em seu interior, há medo, há apreensão. Ela é inteligente demais para arriscar.
Seu sotaque é uma de suas marcas registradas. Mesmo capaz de dialogar em vários línguas, é impossível disfarçar a descendência italiana. Ela usa palavras de seu idioma natal durante as conversas sem nem perceber... Algumas das palavras mais usadas são:

Ciao: Oi/Tchau;
Perdono: Perdão;
Ragazzo: Moço;
Bambino: Menino/Menina/ Bebê;
Amare: Te amo;
Grazzie: Obrigada;
Di niente: De nada;
Si prega: Por favor;
Ti odio!: Te odeio!
Va bane: Tudo bem;
Mio Dio!: Meu Deus!;
Aiuto!: Socorro!;
Io: Eu;
Voi: Você;
Buongiorno: Bom dia;
Buon pomeriggio; Boa tarde;
Buonanotte: Boa noite;
Addio: Adeus;
Grande!: Ótimo!;
Perfetto!: Perfeito!
Calore: Calor;
Freddo: Frio;
Bello: Bonito/Bonita;
Ora che cosa?: E agora?;
Che maraviglia!: Que maravilha!.


Beatrice é uma grande amante da literatura. Lê livros atrás de livros, não consegue ficar sem. Curte todos os gêneros literários, qualquer categoria lhe agrada e lhe entretê com facilidade, embora tenha preferência por dramas.
Assim como ama ler, ama escrever. O talento na escrita revelou-se desde muito nova. Trice tem uma mão perfeita para criar histórias, algo que ama fazer e que realiza sempre que pode. Ela publica artigos opinativos num blog que criou com o objetivo de expor a sua opinião e incentivar debates referentes a diferentes tipos de assunto que, em sua maioria, são polêmicos, e tem até alguns fãs por isso. Recebe comentários muito bons dos seus seguidores e é sempre incentivada pelos mesmos.
Caderno em que costuma escrever seus contos e histórias aleatórias:



Somente ela tem a chave, e nunca deixa ninguém se aproximar do caderno, pois é algo muito especial e pessoal para si.
Quanto às histórias sobrenaturais, sua existência nunca foi realmente comprovada pela ciência, e além de tudo, são poucas as pessoas que alegam terem visto ou vivido algo do tipo, o que a faz descrente de tal coisa.
A morte, para si, é algo comum do ser humano. Trice sabe que um dia todos morrerão, por isso não tem medo da morte ou sente repulsa ao falar de tal assunto, pelo contrário, é muito natural ao debater esse quesito.


História:
Seu pai (Lorenzo Bragatti) conheceu sua mãe (Giovana Sartori) em Milão, quando ambos eram jovens.
Pode-se dizer que foi "Amor a primeira vista". Ambos se apaixonaram incondicionalmente,uma paixão pura e inocente, pelo menos era isso que Giovana pensava.
Na verdade, o pai de Lorenzo era dono de uma empresa rival à da família de Giovana, e ele pedira ao filho que se aproximasse da herdeira da família inimiga para que conseguisse informações capazes de fazê-lo afundar seus concorrentes.
Completamente cega de amor, Giovana nunca negava nada ao namorado, inclusive quando o mesmo quis "avançar no relacionamento" (Se é que me entende) e respondeu a todas as perguntas sobre sua família, mesmo achando estranho.
De repente, os negócios da família Sartori foram subitamente trapaceados, e o pior, é que não haviam provas ou pistas de quem poderia ter sido o tal trapaceiro. Porém, nem era preciso. Todos sabiam que havia sido o dono da empresa Bragatti, e nesse momento, a máscara de Lorenzo caiu. Giovana sentiu-se muito culpada. Sofreu por sua ingenuidade, burrice e pelo amor que, apesar de tudo, continuava a sentir pelo ex-namorado.
Sua família - ao descobrir o que ocorrera - a expulsou de casa, alegando que ela era uma vergonha para os seus antepassados e que nunca mais queriam vê-la. Ela, sem muitas opções, deixou a casa, a família e o país onde morava, como assim lhe fora solicitado, mudando-se para a Califórnia.
Demorou um pouco para que ela se adaptasse, mas logo conseguiu um emprego, comprou uma casa e restabeleceu sua vida.
Quando descobriu que estava grávida - um mês após a sua saída de casa - não precisou nem pensar para concluir que a filha era de Lorenzo. Obviamente não o procuraria, por isso decidiu criar a criança sozinha.
Beatrice nasceu e, mesmo sem o pai ao seu lado, recebeu sobrenome do mesmo, pois Giovana achava que isso era o certo.
Trice cresceu com todo o amor que a mãe poderia lhe dar, porém, sempre odiou o pai por a ter enganado e toda a sua família materna por a ter expulsado de casa, e esse foi um dos motivos para começar a duvidar do amor.


Gostos e Desgostos:

Gostos:
Ler;
Escrever;
Frio;
Silêncio;
Macarrão;
Bebidas quentes;
Noite;
Brisa leve do amanhecer;
Cheiro de livro novo;
Cheiro de pinheiros;
Inteligência;
Estudos;
Estratégias.

Desgostos:
Burrice;
Ignorância;
Pessoas melosas;
Barulho;
Calor;
Bebidas frias;
Luz solar;
Imprudência.


Medos/Fobias/Traumas:
Astrofobia (Medo de trovões);
Hidrofobia (Medo de água).


Manias/Vícios/Habilidades:
Morde o lábio inferior sempre;
Enrola o dedo indicador nos cabelos enquanto pensa;
Escreve muito bem.


Par?
Sim, você pode escolher como achar melhor.


Família:

Mãe: Giovana Sartori - 50 anos.



Tem uma relação amistosa com a mãe. As duas se amam e se ajudam como podem, embora a mania de indiferença de Trice deixe a mulher intrigada, a mesma respeita o espaço da filha e sabe que no fundo ela a ama muito também.

Pai: Lorenzo Bragatti - 52 anos.



Nunca chegou a ver o pai e também não faz nenhuma questão. Rejeita o homem e o julga por ter arruinado a vida de sua mãe.


Relação com o par e os amigos:
Amigos:
Ela respeita muito os amigos e está sempre chamando a atenção dos mesmos quando agem errado ou de maneira burra.
Par:
Ela, apesar de amá-lo muito, não vai ficar demonstrando esse amor o tempo todo.


Trilha sonora do Personagem:
Summertime Sadness - Lana Del Rey.


Estilo de roupas:










Só pra confirmar: Você está ciente de que as chances de seu personagem morrer são grandes e promete não me matar caso isso aconteça?
Sim, tenho consciência, e prometo de coração não te matar <3


Bem, essa foi a minha ficha, espero que tenha gostado da Trice e que a aceite na história.
Se não aceitá-la continuarei acompanhando a fic mesmo assim :3
Se tiver algo errado ou faltando, por favor me avise okay?
Beijos da Cat! *Meow*


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