~GabrieleBastos

GabrieleBastos
Nome: Gabriele Bastos
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Aniversário: 28 de Dezembro
Idade: 23
Cadastro:

Ficha de Fanfic


Postado

Nome Completo: Angeline Blacker Stenkovisk
Idade: 20
Orientação Sexual: Pansexual
Aparência:
Personalidade: Não tem nenhum senso de moralidade, ou ética,  nada a afeta, nada a faz perder o sono, nada nem ninguém a comove, porém ela sabe fingir muito bem, nunca soube o que é sentir algo, nada mesmo, nem amor, nem empatia, nada, olhar nos olhos dela é como olhar em vazio que pode corroer a mais doce das almas, ela nunca faz o "trabalho sujo" ela sempre pega alguém para ser seu "fiel seguidor" e então ela manipula essa pessoa, geralmente se aproveitando de sua carências e psique frágil,  ela completa as lacunas que essa pessoa tem dando o mínimo de atenção necessária,  para ter um "seguidor" porém não pense que ela irá tratar bem essa pessoa, não mesmo, ela irá o fazer pensar que por mais que faça,  esta sempre fazendo pouco, que a pessoa está sempre errada e que supostamente nunca será digno de ser bem tratado por ela, do tipo que joga com as armas que tem, ela é muito inteligente e pode ser encantadora quando quer, muito sexy e não nenhum pudor em usar isso para conseguir uma vantagem, gosta de controlar, acha que é melhor do que qualquer outra pessoa no mundo, muito sarcástica e por mais que pareça alguém inocente, ela é extremamente observadora, pode ser muito cruel com as palavras e também não teria problemas em castigar fisicamente alguém,  apenas para provar que ela pode.
Diagnóstico: Psicopatia grave e megalomania.
História: Nasceu em Detroit, seus pais eram uma família normal, tinha um irmão mais velho, ela sempre teve um tipo de curiosidade mórbida,  que se os pais tivessem percebido antes evitaria a tragédia.
Sua mãe Susan Blacker, era uma jovem de uma família emergente, que queria um casamento com alguma família rica para que seu nome fosse mais respeitado,  dentre os da alta sociedade, então eis que a o caçula da família Stenkovisk, Tristan, começa a cortejar a jovem e bela Susan, não demorou muito para que eles juntassem suas fortunas e que sua união gerasse o primeiro fruto.
O filho varão,  Andreas, nasceu foi uma festa de fato, um ano após o nascimento do herdeiro veio Angeline o pequeno anjo da família, só que a felicidade da família durou pouco.
Angeline sempre causava problemas com os professores particulares que vinham ensinar a ela e Andreas, ela sempre foi o cérebro da coisa toda enquanto o irmão era o executor, eles levavam os profissionais a um extremo que eles acabavam castigando fisicamente as duas crianças,  o que na época era permitido, porém com a ajuda do irmão ela fazia tudo parecer pior aos olhos dos pais.
Quando alguém a contrariava, seja quem for, tinha que arcar com as consequências, ela escondeu o remédio do avô,  o que acarretou na morte dele, apenas por que o idoso não quis que ela continuasse brincando junto ao irmão.
Claro que eles foram crescendo e Angie (como era chamada) começou a gostar de ver o sofrimento das outras pessoas, ela começou com o pai, assim que ela percebeu a maneira com que o homem olhava para a empregada, ela começou a envenenar a cabeça da mãe e como realmente ouve a traição por que ela incentivava o pai a cometer tal ato, a mãe de Angie se matou.
A culpa consumia Tristan, que se consumia em bebidas, o que deixava praticamente todas as decisões da casa para ela e Andreas.
Como o irmão era homem e mais velho, acabou ficando com a parte do dinheiro, que era a parte que mais interessava a Angie, então ela criou um "jogo" com o irmão, ela o favorecia com carícias consideradas impróprias para irmãos e ele fazia o que ela queria, como o rapaz tinha baixa alto estima (graças a Angie, que sempre o diminuiu), ele acreditava que nunca encontraria ninguém que gostasse dele, ele achava não ser digno de ser amado e quando Angie dava a ele migalhas de atenção ele fazia tudo o que ela queria, ela o controlava e o castigava, o rapaz nunca teve alguém que não fosse ela.
O único problema era que Andreas não era discreto e um dia seu pai o ouviu implorar por Angie, então começou a ficar atento e em um belo dia descobriu tudo, porém, já tinha perdido a mulher e o sogro.
Quando ela foi confrontada, chorou e convenceu o pai de que era inocente e Tristan fingiu acreditar nela e também fingiu sair, foi então que viu ela castigar o irmão.
Ela foi levada a igreja e depois quando não conseguiram tirar o mau dela, a mandaram para o manicômio.
Dois anos depois o pai morreu por cirrose e Andreas depois desses dois anos ia sempre visitar a irmã.

Família: Pai: Tristan Stenkovisk, 45 anos:
Mae: Susan Blacker, 30 anos:
Irmão: Andreas Blacker Stenkovisk, 21 anos:
Par? Sim.
Relação com o par? Ela não sente nada por ele ou ela, apenas quer tirar vantagem.
Gostos/Desgostos: Gostos: Boa música, manipular, se sentir poderosa, humilhar pessoas que considera mais fracas.
Desgostos; Alguém que seja mais inteligente que ela, que não se submetam as suas ordens, que a questionem.
Manias: Batucar os dedos.
Está ciente que seu personagem me pertence? Sim.
Está ciente de que pode morrer a qualquer momento? Sim.
Algo mais? Não.
Palavra-Chave: All monsters are Humans


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