~Jubs_1Direction

Jubs_1Direction
Joy
Nome: Joyce Ferreira
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Salvador, Bahia, Brasil
Aniversário: 9 de Fevereiro
Idade: 15
Cadastro:

MEUS QUERIDOS AMORES


Postado




A série da minha vida. Doente por ela? Talvez.... Sam, Dean, Cas e Crowley são os melhores boy magia a se apaixonar e se ferrar no final, Charlie quem diga! Quem ainda não fica deprê ao lembrar da saída de Jim Beaver ( Bobby Singer) da série. Quem é Hunter sentiu uma raivazinha de Robert Singer ao ver que Bobby volta na 10 temporada que logo volta pro céu. e.e Carma de Supernatural: Morrer e não sei porque diabos ( ou Deus, maldição, sei lá... kkk) voltar.

Chuck, resolve logo aparecer! Sabemos muio bem que você é Deus.




Eu nunca me esquecerei do dia em que eu estava na escola em meio a aula de Ciências, quando resolvi ler Os instrumentos Mortais, me desliguei do mundo. Sou completamente apaixonada por Jamie Bower, desde quando ele fez Harry Potter e Crepúsculo ( 90% das pessoas nem sabia, psé), ele atuando como Jace, senhor! Com esse humor sarcástico que deixa qualquer um ( inclusive Alec) louquinho. Amo o casal Bane e Lightwood, Magnus e Alec são o casal mais esquisito que já vi, esse humor loucão de Magnus não combina nem um terço com o humor de Alec.
Aquela cena do beijo, deles dividindo uma maçã e em seguida Jace sacaneado com Claire no ''momento fudeu tudo'' com Simon. Simon meu vampiro lindo <3 Amo essa cena de cidade de vidro: ( essa é a versão original, a que está no livro Jace não beija Alec)

– Magnus diz que é porque você está caidinho por mim. Isso é verdade?

Houve um momento de silêncio absoluto. Então Alec deu um gemido desesperado de horror e levantou suas mãos para cobrir seu rosto.

– Eu vou matar o Magnus. Matá-lo bem.

-Não. Ele cuida de você. Ele realmente cuida. Eu acredito nisso – disse Jace, soando um pouco desajeitado. – Olha. Eu não quero te pressionar em nada, mas você talvez queira…

– Ligar para o Magnus? Olhe, esse é um fim de assunto, eu sei que você está tentando ajudar, mas…

– me beijar? Jace finalizou.

Alec pareceu como se ele estivesse caindo de sua cadeira.

– O QUÊ? O quê? O quê?

– O que você faria – Jace deu seu melhor em olhar como se isso fosse o tipo de sugestão que se faz a todo o tempo. – Eu acho que isso poderia ajudar.

Alec o olhou com algo como horror.

– Você não disse isso.

– Porque eu não diria isso?

– Porque você é a pessoa mais heterossexual que eu conheço. Possivelmente a pessoa mais heterossexual do mundo.

– Exatamente – disse Jace, se encostando com rapidez, e beijou Alec na boca.

O beijo durou aproximadamente quatro segundos antes que Alec o empurrasse forçadamente, levantando suas mãos como se para evitar Jace de vir até ele novamente. Ele parecia como se tivesse vomitado.

– Pelo Anjo – ele disse. – Nunca mais faça isso.

– Oh, sério? – Jace sorriu – Foi ruim?

– Como se beijasse meu irmão – disse Alec, com uma aparência de horror em seus olhos.

– Eu imaginava que você poderia se sentir assim, – Jace cruzou seus braços sobre seu peitoral. – também estava esperando que nós pudéssemos apenas maquiar toda ironia aqui em o que você apenas disse.

– Nós podemos maquiar o que quer que você queria. – disse Alec fervorosamente – Apenas não me beije novamente.

– Eu não vou. Eu tenho outros negócios para tratar. – Jace levantou, empurrando sua cadeira para trás.

– Se alguém perguntar para onde eu fui, fala que eu fui dar uma caminhada.

– Para onde você estar realmente indo? – Perguntou Alec, vendo-o andando até a porta. – Ver Clary?

– Não. – Jace sacudiu sua cabeça. – Eu vou no Gard. Vou ajudar o Simon a fugir da prisão.


PER- FECT! Amo o Alec, que inveja do Magnus '-'

[b]Outra cena deletada é essa: [/b]

– O que foi? – Alec disse.
– Nunca beijou ninguém? – Magnus disse – Ninguém mesmo?
– Não – disse Alec, esperando que isso não o desqualificasse para ser namorável – Não um beijo de verdade…
– Venha aqui.
Magnus o pegou pelo ombro e o aproximou de si. Por um momento, Alec estava totalmente desorientado pelo sentimento de estar tão próximo de alguém, o tipo de pessoa que ele queria estar perto há muito tempo. Magnus era alto e esguio, mas não magro; seu corpo era firme, seus braços levemente musculosos porém fortes; ele era aproximadamente três centímetros mais alto que Alec, o que raramente acontecia, e eles se encaixavam perfeitamente. Os dedos de Magnus estavam em seu queixo, levantando seu rosto, e eles estavam se beijando. Alec ouviu uma pequena arfada vindo de sua própria garganta, e então suas bocas estavam pressionadas uma contra a outra, em uma espécie de urgência controlada. Magnus, Alec pensou, um pouco desorientado, realmente sabia o que estava fazendo. Seus lábios eram macios, e ele partia os de Alec com destreza, explorando sua boca: uma sinfonia de lábios, dentes, língua, cada movimento acordando uma ligação nervosa que Alec nunca soubera que tinha.
Ele encontrou a cintura de Magnus com seus dedos, tocando a faixa de pele nua que ele estava tentando evitar olhar antes, e deslizou suas mãos para cima, por baixo da camiseta de Magnus. Magnus ficou tenso por um momento pela surpresa, e então relaxou, suas mãos pelos braços de Alec, sobre seu peito, sua cintura, encontrando o passador de cinto do jeans de Alec e usando para trazer ele mais para perto. Sua boca deixou a de Alec, e Alec sentiu a pressão quente de seus lábios em seu próprio pescoço, onde a pele era tão sensível que parecia estar diretamente ligado aos ossos de suas pernas, que estavam prestes a ceder. Antes que ele caísse no chão, Magnus o soltou. Seus olhos brilhavam, assim como sua boca.
– Agora você foi beijado – ele disse, se virou e abriu a porta. – Te vejo na sexta?

Alec limpou a garganta. Ele se sentiu tonto, mas também se sentia vivo – sangue correndo em suas veias com um trânsito a toda velocidade, tudo parecendo de repente quase que com cores vivas demais. Conforme ele passou pela porta, ele se virou e olhou para Magnus, que o estava assistindo com admiração. Alec avançou e pegou a frente da camiseta de Magnus com as mãos e puxou o feiticeiro em sua direção. Magnus pisou em falso, e Alec o beijou, forte e rápido e desajeitadamente e sem prática alguma, mas com tudo o que ele tinha. Ele pressionou Magnus contra ele, sua própria mão entre eles, e sentiu o coração de Magnus batendo em seu peito.
Ele encerrou o beijo, e deu um passo para trás.

– Sexta-feira – ele disse, e deixou Magnus ir.
Ele se virou, em direção à saída, Magnus olhando ele por trás. O feiticeiro cruzou os braços sobre sua camiseta – amassada onde Alec havia pegado – e balançou a cabeça, sorrindo.

– Lightwoods – Magnus disse – Eles sempre têm que ter a última palavra.
Ele fechou a porta atrás de si, e Alec desceu a escada, dois degraus por vez, seu sangue ainda cantando em seus ouvidos como música.

<3 <3


Gostou da Jornal? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...