~whoharleyxsz

whoharleyxsz
.babygirl.
Nome: Harley
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 24 de Dezembro
Idade: 16
Cadastro:

▲ FICHA || F.R.I.E.N.D.S ▼


Postado



"α sєℓvα ∂є ρє∂rα ∂σ qυє σs sσทнσs sãσ ƒєiτσs,
ทãσ нá ทα∂α qυє vσcê ทãσ ρσssα ƒαʑєr,
αgσrα vσcê єsτá єм ทσvα yσrк,
єssαs rυαs vãσ ƒαʑєr vσcê sє sєทτir ทσvσ єм ƒσℓнα,
αs grαท∂єs ℓυʑєs vãσ τє iทsρirαr,
sαℓvα ∂є ραℓмαs ραrα ทσvα yσrк..."




Nome Completo:

Norman William Bates.


Apelido:

Norma — Geralmente o chamam dessa forma para irrita-lo, pois soa igual seu primeiro nome, porém feminino.

BatesApenas os mais formais como familiares ou amigos de trabalho lhe chamam dessa forma.

Norm [pronuncia-se ‘norme’] — Apenas mais íntimos se dirigem assim pelo mesmo.

Boo — Gradualmente quando o chamam dessa forma deixam-no constrangido ou sem jeito, pois fora um apelido que sua mãe lhe deu para intimidar o filho de propósito na frente das visitas ou familiares.


Idade e data de nascimento:

Nosso caro Norman, possuí 25 anos. Sendo o primogênito nascido em 25/12/1991, sim, ele faz aniversário inusitadamente no natal.


Sexualidade:

Bissexual.


Nacionalidade:

Inglaterra, Londres.



Aparência:

Além de não ter um corpo lá tão intitulado “masculino” e sim um tanto viril o que não o incomoda, Norman sempre fora de se admirar fisicamente tendo seus 1,75 de altura, o quadril largo dando mais destaque a sua cintura que muitos julgam na maioria das vezes feminina devido a suas meras e notáveis curvas. Os lábios finos e na maioria das vezes avermelhados do rapaz minimamente são notáveis quando cerrados, porém quando o garoto se pronuncia por sua vez, os mesmos são bem expostos por serem um tanto bem alinhados e desenhados. Possui a pele brevemente bronzeada junto aos cabelos levemente castanhos e escuros formados no início á uma franja que o rapaz esconde quase sempre por não querer deixá-la a frente de seus olhos mesmo que pela metade, ele sempre a puxa para trás como um breve gesto a “disfarçando” ou até mesmo quando não dá tanta importância ao detalhe simplesmente a deixa amostra caindo pela testa. Seus olhos são detalhes indecifráveis, muitas vezes pela pouca luminosidade facilmente confundem com um tom verde apagado porém claramente visto, pode-se notar que as mesmas órbitas possuem o mais tom azul escurecido e dilatado.

̶L̶o̶u̶i̶s̶ ̶T̶o̶m̶l̶i̶n̶s̶o̶n̶





Gifs:








Personalidade:

Podemos definir Norman com um “breve estereótipo” se titulando como um paradoxo inevitável e extrovertido. Claro, ele tem suas diversas faces para cada devida situação, mas no geral, sempre fora alguém que carrega um sorriso divertido nos lábios sendo considerado até dócil, mas não se engane por suas expressões, geralmente nunca sabem como o rapaz pode reagir á uma mera ação.


Não que ele seja um individuo explosivo, ao contrario disso, sua paciência é algo intrigante até, por isso muitos tem o receio de aproximar-se, o mesmo rapaz mal se irrita com detalhes fúteis e sempre tira um lado positivo para levar na graça, muitos ficam cismados quando em uma situação crítica o mesmo é o único naquele meio que não está á beira de um surto ainda mantendo a postura. Mas, existem momentos que ele solta algo em seu dialogo mais inesperado que o normal e inadequado em certo ponto, seu linguajar “pesado” é um dos leves detalhes que fazem as pessoas o olharem torto ou sem graça em uma roda coletiva de amigos, chegando a ser repreendido pelos mais próximos quando deixa escapar um palavrão sem necessidade, mas de nada serve-lhe os olhares tortos e até mesmo a repreensão, ele apenas se dá de ombros e continua como se a bronca não servisse de opinião.


Mas em certas situações as pessoas em sua volta que estão acostumadas com o jeito solto e sem divagações do rapaz, até se divertem quando ele tira graça fazendo-as não se importarem com as palavras de baixo calão sendo proferidas – até sendo mal notadas - apenas a presença e forma do mesmo levantar o astral da maioria quando estão em uma situação monótona os conforta.


Sabe o tipo de pessoa que sempre está com o famoso “fuck You” —na tradução mais conhecido como o famoso: foda-se, porém, também é uma referencia á música da Lily Allen com o mesmo nome, Norman praticamente leva essa música na cabeça quando ouve algo estúpido ou sem utilidade alguma á seu respeito — estampada na face quando recebe alguma opinião alheia e mal dada sobre si ou sobre alguém que o mesmo tem um laço afetivo? Norman é esse tipo de pessoa, sempre que nota alguém tentando passar por cima do mesmo ou alguém que o trata com indiferença, não hesita em retribuir com um sorriso cínico no rosto e uma tirada de seu jeito logo passando a ignorar a pessoa. Não é diferente quando observa alguém tentando por um(a) amigo(a) seu para baixo, na primeira ação se mete no meio e intervi a situação nem que tenha que puxar o amigo(a) á força dali sendo no modo de defesa dele dizendo sempre o mesmo argumento pelo seu ato: — O que fiz de errado? Apenas não quero um amigo meu ouvindo asneiras de uma pessoa inútil.


Norman sempre fora esse tipo de pessoa, além de ter um humor quase sempre por vista de muitos, censurado, nunca levou as palavras para o ponto de querer machucar alguém que considera, ao contrario, sempre tenta ser cauteloso com as mesmas. Sua proteção imersa pelos mais próximos e até mesmo amigos é algo admirável, não consegue ficar calado quando uma situação envolve as pessoas próximas de si, sempre é o primeiro a se pronunciar seriamente. Porém quando falamos de amor ou de encontrar alguém para estabelecer um laço afetivo além do comum para o rapaz, ele facilmente se encolhe pelos ombros e se cala, mesmo que goste bastante de alguém, tende a ser mais reprimido e menos decifrável que o comum, esconde-se principalmente encobrindo seus sentimentos, para ele, entre “destruir” uma amizade se confessando e manter-se na friendzone ficando calado estabelecendo o vinculo de ser o amigo, ele prefere sem intervenções manter-se na amigável friendzone.



Qualidades / Defeitos:


[Q]


PersistenteQuem verá, nunca esquece, Norman é extremamente insistente quando tem um objetivo em mãos, nem que valha seu status, ele nunca desce a voz até chegar ao seu destino ou conclusão de tal objetivo.

Sociável Norman pode ser tudo, menos antissocial, facilmente se envolve socialmente tentando criar um vinculo com alguém.

Afetivomuitos podem até notar, porém poucos destacam, Norman é extremamente afetivo. Facilmente você o verá chamando-o algum amigo por “anjo” ou “brother” e vez outra de brincadeira estar abraçado á alguém insinuando que a pessoa é seu (sua) noivo (a) para ver a reação das pessoas, mas claro, se tiver um laço forte de amizade que não pareça estranha com esse detalhe e até mesmo desconfortável.

HonestoEle nunca saberá mentir ou desviar, sempre que possível, fala a mais possível verdade e até mesmo se for machucar a pessoa para enviar alguma noticia ou opinião construtiva, tenta escolher as palavras certas para não machuca-la tanto de tal forma.


[D]


Extremamente ciumentoseja o laço afetivo que ele tenha com alguém, sempre terá a cisma e medo de ser trocado o fazendo ser ciumento ao extremo certas vezes.

Teimoso quando o caro mete uma ideia na cabeça e alguém discorda, se prepare para presenciar um debate devido á teimosia do mesmo até porque ele não desce do salto até defender seu lado.

Infantil Quando ele já está digamos de saco cheio em alguma discussão age infantilmente até mesmo afinando a voz imitando cada fala da pessoa que puxará discórdia tanto que fazendo as pessoas que observam a cena terem a conhecida vergonha alheia pelo rapaz.


História:

Na mera noite fria de natal de 1991 chegou ao mundo Norman William Bates, sendo o filho primogênito de uma famosa escritora de Londres e de um renomeado diretor de cinema da Califórnia. Sua mãe anunciará a gravidez atrasadamente quanto estava prestes a ter seu primeiro filho e em meio aos nervos por lançar um de seus novos livros naquele mês conturbado foi um tanto á fio das preocupações surgirem, mas por bem, sua gravidez não se prejudicou e a criança nasceu com saúde vinda a nascer naquela noite inesperada de natal.


Norman desde criança foi uma criança criada em um casulo de tal forma por sua mãe que devido á mídia em cima de si, encobria muito o filho por certa raiva dos tablóides se metendo tanto aonde nem deviam se meter fazendo-a sempre deixar o filho confinado e entretido em seu próprio mundo ou até mesmo... Apenas observando o garoto brincando no jardim imaginando do porque não poderá passar nas cercas enormes que cobriam a propriedade Bates. Sua mãe sempre foi protetora e extremamente carinhosa com o primogênito, além de ter tido mais duas irmãs depois de seu posto, Norman nunca deixou de ser o preferido de sua mãe que sempre dará o braço a torcer pelo garoto desde muito cedo. Já seu pai sempre foi um pé atrás com o rapaz assim como o mesmo, os dois nunca tiveram um afeto enorme entre si, porém sempre em meio de indiretas e insinuações familiares deixavam "claro" que se importavam, especificamente o pai do rapaz se cismava com o futuro do primogênito, mesmo estando focado sempre nos roteiros e trabalhos que recebia ao longo dos anos, Norman até mesmo se questionou se valia a pena ter a convivência de um pai ausente e que quase não derá as caras em sua vida.


Aos belos 14 anos aos hormônios á flor da pele, o rapaz sempre escapava de casa vez ou outra pulando á sua janela do quarto às escondidas para ir á festas com colegas de classe experimentando sempre novas experiências junto aos mesmos. Foi em uma das tais festas que o mesmo descobriu que jogará para os dois lados, deixando mais claro, foi quando descobriu que era bissexual, em uma brincadeira ao ser desafiado por uma “amiga” á beijar ambos um garoto tímido de sua classe e uma garota totalmente ao verso, totalmente exibida, ele não hesitou e acabou no final por gostar de ambos os beijos e por ali foi vendo durante alguns meses — talvez anos, cujo suas experiências e pensamentos travados para aceitar a si mesmo, sim, aos poucos fora um processo complicado — que não importava tal sexo, ele sentia uma mera atração por ambos.

"I kissed a girl and a boy... And I liked it..."


Aos 16 anos, ele decidiu que se assumirá para sua família porém foi algo mais complicado que o normal... Sua mãe não teve uma reação em específico, apenas olhou ternamente o filho chegando a conforta-lo por alguns segundos e antes mesmo da mulher falar em sua vez, o pai interviu já gritando aos nervos com o rapaz deixando-o além de atordoado reprimido pelos pensamentos fechados da figura paterna.


— Somos uma família, Norman. Podemos te ajudar com isso, sabe que deus pode te ajudar a superar isso... Pode te tornar-te de volta o que era antes. — pronunciará o mais velho da casa olhando o filho enquanto as irmãs mais novas ao topo da escada encaravam a cena.

— Acha que pode me curar? — indagou o filho cruzando os braços em uma tentativa de se encolher ali após o surto do próprio pai trocando vez ou outra olhares de relance com a mãe encostada á batente da cozinha.


[...]


— Porque não admite isso?! Porque não admite logo que não suporta aquilo que sou?! — Norman levantou a voz de frente ao próprio pai vendo-o olha-lo rígido pigarreando.

— Aquilo que se tornou. — insistiu o mesmo.

Aquilo que sou! — exclamou o rapaz deixando as lágrimas por caírem de suas órbitas por ter que deixar aquilo claro, o sentimento em seu peito já o apertava naquele momento — Lamento, pai se não sou o Norman perfeito que sonhou e sempre desejou! Mas merda, não posso continuar pedindo desculpas por isso, pai!

— Pela pouca vergonha que se tornou! — o pai gritou aos prantos vendo o filho encolher os ombros — Olhe só... Não vou aceitar um filho que se deite com dois sexos na mesma cama, isso é pouca vergonha aos olhos de todos e estou certo, não teime!

— Me aceite como sou ou me esqueça! — finalmente Norman gritou no mesmo nível vendo a expressão do pai não mudar estando indecifrável porém, rígida.

— Não vou ter um filho gay ou o que quer você seja, inútil!

— Então você não tem um filho mais, pai... — Norman sussurrou falho.

— Não... Não tenho mais e acho bom, pegue suas coisas e saia da minha casa...

— NOSSA CASA! Na verdade, está no meu nome, Bobby! Meu filho não vai sair por aquela porta por sua ignorância de droga! — a mãe se pronunciou exclamando seriamente ali olhando friamente o próprio marido — Ou os dois ficam ou você saia, Bobby! Eu aceito meu filho se ele estiver feliz, eu também estou! Decida.

— Sempre desconfiei da sua má fé, Helena... — Bobby olhará a esposa sorrindo cinicamente falando por fim: — Então eu saio, não quero ver alguém olhando esse sem vergonha e sem caminho... Como meu filho.


Logo após o episodio que abalou brevemente o garoto por ver quem era a figura paterna de verdade que seu pai afinal era, obviamente doeu enxergar aquilo mas no momento ele até deixou um sorriso cínico surgir nos lábios quando viu o mais velho sair com as malas pela porta e logo olhar para a família recebendo um dedo do meio disfarçado da própria ex-esposa lhe trazendo uma carranca fazendo-o sair as pressas dali a xingando aos quatros ventos, o casamento dos pais do rapaz não estava no melhor status então na primeira oportunidade para chutar o próprio marido para fora de casa sem a guarda as crianças, a mãe de Norman a agarrou e fez. Graças ao conforto e acolhimento extremo da própria mãe, em torno de um ano lento, ele conseguiu esquecer por flashes as memorias daquela noite totalmente desconfortável e conturbada agradecendo por ter a mãe e irmãs ao seu lado.


Aos 17 anos mesmo com a insegurança morando em si mesmo, Norman recebeu á sua casa, sua adorada irmã mais velha que havia saído de casa um pouco mais jovem que o normal para seguir a carreira de artista cênica e que por sinal, a mesma saiu pelas ignorâncias do pai da família devido á mesma ter se assumido lésbica sem ser reprimir ou algo do tipo batendo de frente ao próprio pai, Norman sempre sentirá orgulho da mais velha. — Norman só era considerado o primogênito por ser o único filho homem no meio da família — a mesma moraria por um tempo com seus familiares mais próximos por uma mudança. Digamos que os dois eram mais afetivos, na realidade, portavam-se como tais irmãos inseparáveis. E foram nesses tempos que a irmã mais velha notando que o irmão caçula se reprimia a sua sexualidade resolveu praticamente arrastar o mesmo á se soltar e não ter vergonha do que era, muitas vezes escapando de casa para levar o rapaz em boates ou em festas coletivas para fazer o nosso caro Norman socializar e foi por ai que seu jeito extrovertido e sociável surgiu porém, ele conheceu alguém...Uma garota chamada Katharine em especifico, para ele, era considerada um anjo por um jeito aparentemente delicado porém...



Lembre-se que as aparências enganam, o diabo já fora um anjo. Com conversas ali um sentimento nasceu em Norman e com as esperanças que a “Anjo” o jogava, facilmente ele se caiu apaixonado devido á inúmeros encontros com a moça, mas claro, toda rosa tem seus cravos, após belos cinco meses de namoro instável com a mesma, descobriu que obvio, ela não queria nada mais que status de namorar com o filho da famosa escritora que a mãe do rapaz ainda era... Norman besta que nem foi, se enfureceu e magoe-se como receber uma facada nas costas ao saber e notar com seus olhos a fama que a namorada amava receber quando eles saiam á publico.


Logo quando completou seus belos 18 anos, terminou com a namorada na véspera de seu aniversário a deixando além de surtada, enfurecida por perder o status que ganhará e ter os holofotes desviados de si. Infelizmente com aquilo a tona, Norman jogou seus papeis para o ar e literalmente soltou o que era dentro de si, mas mais do que o necessário, ele praticamente procurou encobrir a magoa com o mero prazer lhe trazendo a tona um vicio que de começa parecia inofensivo e natural, mas logo que foi notado por sua família, deixou-a intrigada. É óbvio que a família dele preocupou-se com o estado do rapaz porque estava prejudicando tanto sua vida pessoal como social, sua mãe chegou a levá-lo — forçá-lo — para fazer exames com receio do rapaz não se proteger durante tantas noites e tanto foram feitos diagnósticos... Alguns psicológicos diante de inúmeras consultas simplesmente concluíram que o rapaz tinha um vicio peculiar e bem explicito: Satiríase.


Ninfomania (em mulheres) e Satiríase (em homens) é um transtorno sexual caracterizado por um nível elevado de desejo e atividade sexual a ponto de causar prejuízos na vida da pessoa. Trata-se de um tipo de vício com sintomas compulsivos, obsessivos e impulsivos, e seu tratamento é similar ao de outros tipos de dependências.


Com esse detalhe estampado em seus exames, o mesmo começou a depender de inúmeras consultas até então, tentará se regular com a "doença" que levará consigo.


Ao completar 20 anos, deu um ponto decisivo em sua vida, já bastava de se comportar como um adolescente vendo que em casa sua mãe estava á se aposentar do mundo literário com os livros que escreverá e faziam sucesso á cada saga, ela com os dias passando não tinha mais força para o esforço mental de criar mais historias e isso cismou no rapaz que em um dia respirou fundo e decidiu que precisava seguir com a vida adiante e construí-las aos poucos.


Sua irmã mais velha logo acendeu como uma luz no fim do túnel e insistiu para o irmão mais novo ir á New York começar sua vida afinal, mesmo com um pé atrás e vendo tantas idéias e chances serem oferecidas pela irmã, logo repensou e após alguns meses decidiu que se mudaria para a tão sonhada New York. Em uma manhã fria de inverno se arrumou as pressas devido aos jogos sentimentais da mãe insistindo para o filho permanecer em Londres, porém o rapaz apenas sorriu acolhedor para a mãe que desistiu de vez ao insistir apenas falando para o mesmo ter cuidado o vendo terminar e colher suas malas junto ás passagens rapidamente se despedindo de suas irmãs mais novas, com certeza sentiria falta da família.



Chegando ao solo de New York se estabeleceu separado de sua irmã — que por sinal morará em um parte mais afastada de NY, sendo assim, agora dificilmente se vêem — em um apartamento de começo morando sozinho por suas despesas sempre caírem atrasadas no banco, mas sendo daquela forma, estava crítico. Em um breve surto de dividas estando em uma cidade totalmente distante da sua Natal sendo que sua mãe não podia lhe enviar mais despesas á troco, Norman se encontrou encurralado, a faculdade que começará em NY já estava por cobrar taxas e nessa quase ameaçaram-a trancar a faculdade do jovem rapaz, nem sua irmã poderia lhe salvar pois estava agoniada com os inúmeros desings que tinha de fazer em sua firma não podendo dar atenção ao primo.


Uma luz se acendeu para o rapaz quando ele decidiu pedir ajuda digamos que entre o intercâmbio, por uma imprensa de firmas e ajudas inter-cambistas chamada"Company Express", funcionava praticamente de tal forma: Pessoas caridosas se cadastravam e enviam dinheiro para jovens inter-cambistas ou gringos de classe baixa ou média para ajudar á troco de apenas guia-los e o verem seguirem seus sonhos como se o adotassem "por meio" daquilo apenas para verem o que seu dinheiro mudou e construiu no futuro dos jovens, entre muitas pessoas que ofereceram distantemente ajuda, uma família em especial decidiu ajudar o jovem Norman a concluir sua faculdade para tornar-se um ator e quem saiba renomeado e bem, quem foi essa família...? Foi a mera Família Boyle.


E só Deus e os sete ventos sabem como o jovem chegou a beijar a tela de seu computador ao ver o dinheiro que a família lhe ofereceu depositado na sua conta. O mesmo chegou a mandar um e-mail para família totalmente agradecido por aquilo... De curioso, óbvio que procurou algum contato da família pelo sobrenome da mesma, porém por ironia do destino apenas passou de relance por um perfil social da filha do casal Boyle, a bela Michelle, de primeira entre tantas fotos da garota por ver, até repensou por chama-la para agradecer ou até mesmo para conhecê-la pessoalmente — até porque digamos que uma breve admiração se acendeu no peito do rapaz ao stalkear um pouco a garota — mas achou que seria invasivo e mesquinho demais aproveitando-se de uma situação caridosa e também ele sendo sincero á si mesmo, por ele, nunca que uma bela garota daquelas lhe daria atenção, pobre Norman e seus pensamentos imediatos... Deixou o perfil da garota quieto, mas, talvez por algumas noites lhe vinha involuntariamente a imagem de Michelle á sua mente entre tantos pensamentos conturbados e bagunçados, não que ele fosse uma espécie de perseguidor ou pervertido, apenas tinha uma mera pitada de curiosidade para conhecer a garota lhe cismou.


O jovem rapaz repensou por algumas noites logo se acostumando a nova rotina da cidade, quem diria á ele que aos vintes anos se mudaria para a luminosa New York e seguiria um novo rumo? Ele riria ouvindo isso tempos atrás mas a consciência lhe atingia. Ali ele verá finalmente que estava em um novo começo.


Emprego:


Aos 21 anos mesmo tendo um conhecimento mínimo em teatro, ele aceitou participar de uma mera seleção para um elenco em um filme de estreia, mesmo fazendo o teste papel do principal acabou sendo um personagem secundário, atualmente ele até ganha um cachê alto fazendo breves aparições em seriados ou brechas em filmes minimamente conhecidos, não chega á ser um ator totalmente conhecido e com inúmeros fãs. Não, apenas está na escala (C) da fama, não fora tão conhecido, mas ganha por isso então para o mesmo é o suficiente para se segurar hipoteticamente em suas contas. É um ator em escala mediana.


Família:

Helena Bates Grifford — 47 anos — Mãe — Escritora.
— Vera Farmiga —

Quem a conhece por relance a intitula como rígida mas pessoalmente, Helena sempre fora um amor de pessoa com sua família. Principalmente tendo em casa para segurar quatro filhos aos auges dos hormônios. Seu preferido mesmo estando estampado em suas expressões carinhosas, é e sempre foi Norman, a relação de mãe e filho entre os dois sempre foi a mais estável possível, sempre fora liberal com o garoto e até mesmo compressiva em certas situações, o casamento com o ultimo e único ex-marido foi de certa forma forçado mas ela nunca se arrependeu dos quatro frutos de amor que ganhou durantes longos anos que foram claro, seus filhos.


Bobby William Bates — 53 anos — Pai — Chefe de cargo á Corporate's Bates.
— Michael Fassbender —

Um homem totalmente superficial, além de reprimido á pensamentos liberais, nunca foi de descer das tradicionais leis da família que queria seguir adiante para sua imagem como empresário mas nos planos da cara ex-esposa, imagem era o que eles menos deviam para algum individuo. Sempre foi o tipo de homem que agia mais como um tipo de dominador do que uma especie utilizável de pai aos seus filhos, sempre quis molda-los, claro, trazendo assim consigo á tona, a discórdia dos quatros herdeiros que derá origem. Norman e Bobby nunca foram de agirem como pai e filho, acho que eles poderiam até se considerar como chefe e funcionário mas, laços familiares não existiam ali.


Elizabeth Bates William — 21 anos — Irmã mais nova — Pediatra.
Megan Bates William— 21 anos — Irmã mais nova — Modelo.
— As gêmeas Bates representadas pelas gêmeas Mary-Kate & Ashley Olsen —


As gêmeas Bates sendo as mais novas da família sempre ganharam um pouco de atenção do irmão mais velho, na verdade, sempre foram mimadas pelos mesmo que especialmente o adoram, sempre tentaram apoiar o irmão á custo de tudo, mas em questão de vista, as garotas sempre foram iguais deste do mero nascimento, poucos minutos de diferença para parto e outro, sempre andavam juntas desde do pré jardim, sempre escolhiam as mesmas opções e compartilhavam dos mesmos pensamentos, eram totalmente idênticas, a única diferença em suas vidas são as tonalidades de seus fios e as carreiras que arriscaram escolher separadamente. Podem ser consideradas meigas mas, sabe Norman como as gêmeas podem ser o pesadelo de qualquer um quando provocadas, porém de qualquer forma, ele ama suas caçulas de qualquer jeito tendo o sentimento recíproco.


Jennette Bates William — 27 anos — Irmã mais velha — Sexologista

— Jenna Dewan —


Jennette sempre foi o tipo de mulher decidida, nunca desceu a voz quando fora por sua vez, óbvio, sempre amou a família, bom, uma parte dela devido á alguns familiares totalmente de rostos virados á cara mais velha. Norman e Jennette sempre foram os tipos de irmãos criado separadamente por mudanças familiares porém quando se encontravam após meses ou anos não demonstravam afeto em público mas, sozinhos ou apenas entre irmãos e sua mãe, sempre foram colados e sempre colocavam tal conversa em dia, os dois irmãos sempre apoiaram-se um no outro contudo até mesmo por suas sexualidades. A profissão de sexóloga foi bem mal vista por seu pai mas a mesma nunca derá bola para o seu velho, afinal, ela não esperava muito do intitulado seu pai que á rejeitou por anos quando ela se assumirá lésbica. Foram tempos difíceis mas superáveis.


Gostos / Desgostos:

[Gostos]


Doces em geral; ou em excesso.



Músicas Indie ou até mesmo antigas; flashbacks dos anos 80 e afins.



Clima frio; dias chuvosos



[Desgostos]

Felinos; no geral, gatos pois o mesmo nunca terá um gato que vá de cara com o rapaz sem o arranhar sem motivo aparente.



Bebidas alcoólicas; facilmente se enjoa quando sente algum cheiro forte ou até mesmo muito cítrico como semelhantes á drinks.




Hobbies / Manias:

[Hobbies]


— Cantar ou compor quando se sente mais relaxado ou mais privado —



[Manias]




— Geralmente quando se encontra perdido em alguma situação, fica olhando para os lados em uma tentativa falha de saber o que houve tentando se recompor porém, acaba se perdendo mais ainda quando vê que ninguém lhe explicará o que exatamente está acontecendo, dessa forma se irrita acabando por revirar os olhos e debochar um pouco; ou simplesmente coloca um sorriso cínico e infantil nos lábios —


— Morde os cantos dos lábios quando está pensando em algo de imediato —


— Quando está pensando demais fica meio "pasmo" pois do nada ele para e fica encarando o vão com o olhar fixo —


Alergias / Doenças:

Alergia extrema á Abacaxi, da última que comeu um doce com a fruta cítrica teve de parar no Pronto Socorro devido a garganta ter inflado de imediato o deixando sufocado.


Vícios? Se sim, quais e qual a gravidade do vício?

Cafeiná; É um vício mediano, apenas exagera quando está estressado.


Satiríase; Como já dito, é o vício mais apontado como ninfomania porém, o termo "ninfomania" é aplicado para as mulheres diretamente. Mas deixando mais nítido, é praticamente o desejo sexual excessivo. O nível desse vício em Norman é sensivelmente estável, geralmente quando ele está estressado ou com os nervos queimando, o vício ataca e geralmente ele se alivia da forma mais "natural" ou simplesmente procura um parceiro ou parceira em algum clube noturno. Facilmente ele tem deslizes com esse vício.


Quer ter par? Se sim, como é sua relação com ele?

Sim, claro. Bem, de inicio Norman ficaria receoso em se aproximar sentimentalmente de alguém devido á seu ultimo relacionamento de fachada, mas aos poucos conseguiria se “entregar” á pessoa destinada. Seria além de atencioso, carinhoso já que afetividade é um de seus fortes pontos, em nenhum momento abraços e beijos faltariam de sua lista de atos afetivos, sempre que possível, até mesmo inventando uma desculpa, faria de tudo para ficar próximo da pessoa que ama de tal forma. Ele faria praticamente tudo para sua (seu) parceira (o) sentir-se bem tanto consigo mesma (o) como com a presença dele, facilmente o veria elogiando vez ou outra, algum detalhe notável do (a) parceiro (a). Mesmo com o segundo vício vindo á tona á um detalhe íntimo, Norman em hipótese alguma cortaria sua fidelidade.



Como será sua relação com Michelle?

De primeira ele ficaria meio sem jeito para conversar com a mesma, já que de tal forma, a admiração interna do rapaz por ela o deixaria com cara de idiota além de ficar á todo momento divagando para concluir uma frase em sua presença da morena acabando por se xingar mentalmente calando-se. Mas depois que eles pegassem certa intimidade mesmo pela timidez dos dois barrarem um pouco, talvez sejam até bons amigos, facilmente Norman se daria com a garota e vez ou outra riria meigamente pela timidez mútua e adorável da mesma. Se possível chegariam até a ter vagas conversas porém significativas, aos poucos a confiança ia se estabelecendo em ambos. Bem, teria momento que Norman puxaria a morena junto consigo para alguma “aventura” por New York a metendo muitas vezes em situações até cômicas e até mesmo tensas mas no final renderia boas risadas entre os dois amigos para dividirem no final do dia.


Algo mais?

Ao decorrer de seus 17 até seus 25 anos, Norman praticamente marcou eternamente uma coleção de tatuagens por sua pele, das mais significativas até as mas "fúteis".


Como por exemplo, o belo jogo da velha encontrado em seu braço esquerdo perto de seus bíceps na lateral do mesmo podendo ser visto mais nitidamente quando seus braços estão dobrados, a tatuagem fora umas das primeiras á serem feitas em seu corpo. Na sua mera opinião, a mais boba que o mesmo já fez fora um boneco de linhas sobre um skate, nos auges dos hormônios, o rapaz fez por uma aposta idiota entre amigos.


Porém certamente uma de suas favoritas é a memorável “If is what it is” que significa “É o que é”.


Sabe que, a partir do momento em que seu personagem for aceito, ele me pertence e posso fazer o que quiser com ele?

Sim, estou ciente desse detalhe. Fique á vontade.


Favoritou a fic?

Sim, favoritei.


Sabe que se ficar muito tempo sem comentar, seu personagem pode sumir?

Sim, estou ciente disso.


Frase-chave:

I’ll be there for you!




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