~hellferr

hellferr
Malkavian Mind
Nome: H E L L
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: São Paulo, São Paulo, Brasil
Aniversário: 6 de Agosto
Idade: 18
Cadastro:

Fanfic O Manicômio – História Interativa


Postado



Nome:
Anabelle (Bell) Lewis Jackson

Idade:
17 anos



Aparência link:
Indiana Evans
Tem 1,73 altura pesa 58kg, seu corpo é longuinho, seus cabelos loiros compridos até o fim das costas (corte de época), nariz pequeno levemente empinado, grandes e lindos olhos azuis num tom calmo de piscina, os lábios cheios e naturalmente rosados, sua pele num tom claro sem manchas pois evita contato direto com o sol, dedos finos e unhas devidamente aparadas.





Opção sexual:
Homossexual

Mentalidade:
Bell apesar da aparência jovial possui uma mentalidade madura para sua idade. Costuma ser curiosa e espontânea. Também defende suas ideias e ideais. Argumentativa, gosta de debater sobre o mundo, a sociedade e a cultura a qual vivemos. Talvez em outra época ela fosse respeitada, pois sempre se posiciona quanto ao que pensa ser correto.

O que faz quando está só:
Adepta da pintura acredita que deve deixar algo para o mundo lembre-se que pessoas como ela existiram e que lutaram por algo melhor.

Manias:
Esta sempre suja de tinta, mesmo que não queira. Tem um sorriso de lado e tranquilo. Algum momento se perde em seus devaneios (fruto de sua atual realidade).

Gostos:
Chocolate quente, chás no fim da tarde, pessoas polidas, ouvir uma boa música na vitrola, dançar, pintar, cultivar alimentos de porte pequeno temperos e chás.

Desgostos:
Ser tratada de modo desrespeitoso, homens que dizem que mulheres são menos capazes, não tomar seu chá das cinco, ficar trancada, estar suja ou em local sujo.

Defeitos:
Falar o que pensa em uma sociedade machista, ficar nervosa quando esta sem inspiração e acaba descontando a frustração em quem a quer bem.

Relação (COMO TRATA):
Amigos: Com carinho, proteção e dedicação.
Pessoas que odeia: Tenta ao máximo ignorar esse tido de pessoa, no entanto quando se irrita muito acaba confrontando com palavras, muito argumentativa, ganhando o debate fazendo com que o outro acabe a atacando por não haver mais recursos.
Pessoas que gosta: Sempre tenta fazer com que o dia dessa pessoa se torne um pouco mais alegre, seja com presentes (algo feito por ela ou flores), também gosta de apresentar um lado positivo da vida para dar um pouco de motivação aqueles que ela gosta.
Forçam algo: Quando a forçam ela não reage bem, ficando muitas vezes retraída e magoada.


Talento:
Artes (pintura, esculpir, escrever, dançar), boas maneiras, boa argumentação.



Biografia:
Bell desde pequena apresentou traços que para a época eram estranhos e confusos. Como uma garotinha tinha opiniões tão fortes? Muitos perguntavam. No começo achavam até uma graça, dizendo que ela havia puxado o avô. O pai muitas vezes enciumado acabava repreendendo a garota, pois queria ele ser comparado ao próprio pai e não uma menininha magricela.

Dizia que ela era uma menina e deveria se portar como tal. As coisas ficaram piores quando ela completou seus 12 anos. Além de toda a carga hormonal ela teve que conviver com a perda do amado avô. Seu pai ficou mais rígido, queria logo marcar um casamento para se livrar da menina. Planejou tudo para quando ela completasse 15 anos. A mãe não podia discutir com o homem, principalmente porque naquela época as mulheres simplesmente acatavam ordens, essa era a realidade das coisas, uma mulher não falava, ela perguntava ao marido que por sua vez respondia ou fazia a pergunta para outros.

Enfim, Bell aos 13 anos já estava conhecendo senhores de 30 a 40. Era na sua concepção algo repugnante. Não somente pelo machismo existente na época, mas também por conta de um sentimento que começava a domina-la, ela não conseguia ter mais controle sobre si.

Esse sentimento cada dia se revelou mais intenso, seus desejos, agora como mulher, não estavam voltados para rapazes, mas sim para garotas, de preferencia garotas com algo na cabeça que não fossem viver a vida doméstica encoleirada daquela época.

Até então tudo que ela sentia era uma espécie de neblina, envolto em sonhos os quais ela tinha certeza que não faziam parte da realidade, mas como tudo que se sonha é algo que pode-se realizar, algo aconteceu, ela conheceu uma mulher.

Agora com 15 anos cursava o ensino médio, o casamento arranjado com um fidalgo de 35 anos estava marcado não por agora, com insistência dela própria e argumentos que convenceram o homem que já fazia a corte, conseguiu adiar o evento para os seus 18 anos, após completar o ensino médio.

Estava feliz por ter realizado tal façanha e em sua mente pensava claramente em fugir, mas aquela mulher a fez ficar só mais um pouco, só o suficiente para mais uma espiada, era a professora substituta de Artes, lindamente jovial que por hora preenchia seus dias e suas noites em seus sonhos. Bell tornou-se mais e mais devota daquela apaixonante mulher. Suas palavras e o modo como ela enxergava a vida trouxe luz aquele coração que acreditava que tudo era revolto.

Amou a arte assim como amou a mulher, e seu nome merecia tal amor. Amanda era assim que ela se chamava.

Os dias passavam rapidamente até que o encontro dos dois universos coexistiu. Primeiro sorrisos, depois um pouco de pele que se tocaram sem premeditação, mãos que se encontraram, finalmente um cálido beijo roubado... Até que tarde após tarde, ela conheceu o amor nos braços de Amanda.

Tudo era discreto, no entanto tem aquele dia que falhamos. E o dia não podia ser o pior deles. O pai havia ido ao colégio buscar a filha porque saíra mais cedo e queria que nesse dia ela fosse para a casa junto dele, para receber o noivo. Bell estava prestes a completar seus 17 anos e deveria na concepção do pai dar mais atenção ao seu futuro marido.

Passos no corredor, os poucos alunos que restavam falavam alto, passos mais próximos da sala de aula, beijos não tão inocentes, a porta rangendo ao ser aberta lentamente, duas mulheres se agarrando... Um pai enfurecido, proferindo todas as ofensas possíveis, uma garota que argumentava confessando seu absurdo plano de fugir, uma outra mulher jovem que chorava copiosamente imaginando um futuro o qual ela não teria mais emprego, um tapa no rosto e uma promessa.

Aos 17 anos ela foi encaminhada para o manicômio, pois só havia de estar louca em acreditar que poderia viver esse sonho. A outra mulher fora transferida para um local muito distante, fora demitida e obrigada a sumir da cidade, era uma reliz temporária e não teria mais propostas de emprego naquela região, ela aceitou para não ter mesmo destino que a outra garota, ou um pior, a cadeia por seduzir uma aluna.


Pessoas que fizeram (fazem) parte do círculo de Bell:

Avô – Natanael Lewis Jackson. Faleceu aos 72 anos. Eram muito próximos, ela a tratava como uma filha amada. Era aposentado, trabalhou a vida toda como advogado.
Pai – Anthony Lewis Jackson. Hoje 47 anos. Odeia a filha por ter ciúmes dela como próprio pai. Este o tratava mal por ver nele um bajulador sem ideias. Seguiu a mesma profissão que o pai. Também é advogado.
Mãe – Josefine Moore Jackson. 34 anos. Dona de casa. Não conseguiu proteger a filha da ira do pai. Sente remorso, mas na época não podia fazer nada a não ser visitar a filha escondido do marido.
Professora Substituta de Artes – Amanda Black. 25 anos. Criada pelos tios, aos 18 anos saiu da casa dos mesmos por logicamente ter idade para se virar. A relação com os tios era instável já que ambos eram artistas e só criaram a menina por ordem de lei e para não receberem maus olhares da sociedade. Apesar dos pesares Amanda tornou-se professora, no momento seu paradeiro é desconhecido, dizem que mudou de país depois do ocorrido com a aluna.



Recebe visita frequentemente?
√ Sim ou Não

De quem? Da mãe

Vai responder todas as perguntas que eu fizer no decorrer da história?
Sim.


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