~agronz

agronz
.heterofobica
Nome: .caroles
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Santos, São Paulo, Brasil
Aniversário: 20 de Junho
Idade: 16
Cadastro:

✧ FICHAS ✧


Postado


Dorothy Underwood - F.R.I.E.N.D.S

Nome Completo
Dorothy Underwood.

Apelido
Dory

Idade e data de nascimento
25 anos | 27 de agosto

Sexualidade
Heterossexual

Nacionalidade
Americana | Nascida em Nashville, Tennessee.

Aparência
Interpretada por Lea Michele




Dorothy possui ascendência judaica e espanica, logo possui um nariz devidamente grande e uma pele levemente bronzeada naturalmente. É dona de cabelos castanhos e ondulados que batem um pouco abaixo de seu ombro e possui uma franja cheia em sua testa. Seus grandes olhos castanhos são emoldurados por sobrancelhas grossas e perfeitamente desenhadas e seus lábios são cheios a largos.

Personalidade

Espontânea e engraçada são duas palavras capazes de apresentar Dorothy Underwood. Uma menina com a habilidade natural e ingenoa de fazer as pessoas ao seu redor rirem, mesmo que ela não tenha conciência disso. E não é como se fosse engraçado por piadas ou por conta um jeito sarcastico que faz todos se apaixonarem. Não, longe disso. Dorothy não sabe contar piadas e capacidade de usar o sarcasmo é uma das coisas que não possui. Ela se torna engraçada pelo seu jeito espontaneo; seja por dizer algo sem sentido algum repentinamente ou por seu forte sotaque do interior carregado de gírias e expressões que ninguém - além dela mesma - entende.
Vive fazendo metáforas e comparações que remetem ao seu passado. (Ela é capaz de comparar situações como a simples perda de um namorado a aquela vez em que sua vaca Molly perdeu todos seus bezerrinhos em um dia só.)

Ela é o tipo de pessoa que não possui um filtro no cérebro; diz a primeira coisa que lhe vem a cabeça e só na hora que diz percebe o que havia feito. Alegre e animada, é do tipo de pessoa que sorri para desconhecidos e dança no meio da rua, sem vergonha alguma dos olhares estranhos que joguem em sua direção. Ri e fala alto. Suas expressões faciais são exageradas, dignas de uma atriz de cinema. Ela gosta de dizer que a vida é muito curta então não temos tempo para desperdiçar sendo sérios demais.

É agitada além da conta e muitas vezes incapaz de se controlar; dando pulos de alegria quando algo de ótimo acontece e falando extremamente rápido, fazendo com que aqueles ao seu redor não o entendam (o que normalmente já é difícil para os outros fazerem - entende-la, eu digo- já que fala rápida é seu nome do meio)

É muito apegada a sua familia e passado, como se pode claramente notar seguindo as citações anteriores. Apesar de raramente demonstrar melancólica, ela a sente de forma quase frequente. Tem um apego muito forte as pessoas ao seu redor e, se fala rápida é o seu nome do meio, então saudades é o seu ultimo. Uma forma que encontrou em extravasar esse sentimento e sentir como se estivesse sempre perto daqueles que ama foi através de objetos materiais - seu urso de pelúcia predileto (pimpão) e um mini chapéu de cowboy que pendurava em seu chaveiro. Além de inúmeras fotos que carregou com si até Nova Iorque.

Curiosa; Dorothy possui uma grande facilidade em descobrir e explorar, sendo ela um ser extremamente curioso; o que podia fazer dela uma ótima jornalista ou algo do gênero. Mas, infelizmente, Dory não sabe usufruir desse dom, e apenas o usa para fazer fofoca e se meter na vida dos outros; o que é um de seus passa-tempos favoritos, mesmo que negue até a morte. Está sempre comentando e dando pitaco na vida dos outros mas, quando vê outra pessoa fazendo a mesma coisa é a primeira a dizer que fofoca é uma coisa muito feia.

Fala o que pensa e não mede as palavras, o que as vezes a deixa com fama de insensível, já que não tem tempo de procurar palavras dóceis para amenizar a situação : para ela, ou a coisa é ou não é e ponto final. Isso pode ser uma atitude abençoada que melhore a situação por conta do incentivo ou pode apenas jogar a merda para o ventilador.
Mas tais atitudes não vem de um lugar de maldade mas sim de falta de filtro na cabeça, pois Dory é muito generosa e gentil com todos, até com aqueles que desejam seu mal, levando ao pé da letra o ditado "fazer o bem sem olhar á quem". Na verdade, Dorothy nunca sabe quem não gosta dela, pois é péssima em enxergar sarcasmo, indiretas ou qualquer coisa que demonstre desprezo em direção á ela.

Inquieta, é uma menina que não consegue ficar muito tempo parada mesmo lugar, sempre tem que estar fazendo ou dizendo alguma coisa, o que a leva ser uma daquelas pessoas que muda de assunto a cada 10 segundos na mesma frase e a sempre mudar de clubes escolares. É impaciente e muito critica, sempre apontando os defeitos que consegue captar em algo com aquele jeito extremamente brusco do sertão que marca presença em sua personalidade.

É objetiva e, apesar de mudar de foco e opinião a todo momento, quando finalmente decide algo, vai até o fundo para conseguir o que deseja.

A famosa "amiga mãe", que gosta de cuidar e dar lição de moral em todos os seus amigos, além de ser um ótimo ombro pra chorar e uma ótima conselheira, mesmo que seus conselhos venham carregados com doses de sinceridade árdua.

História
Nascida no Tennesse, Dorothy foi criada por seu pai, por sua mãe, pelo seus quatro avós e avôs e suas 5 tias e 3 tios. E claro, sem esquecer de seus 9 primos e 2 irmãos... E 1 um gato... 3 porcos.... e sua vaca Molly. Bem, pode-se dizer que ela veio de uma familia um pouquinho grande.
Eles eram simples; tinham uma pequena fazenda e uma casa feita pelo seu tá tataravô aonde todos moravam juntos. E não é como se fosse uma grande casa com espaço o suficiente para as crianças correrem pelos corredores. Não!. A casa era a verdadeira casa dos 7 anões.
Por conta disso, todos os adultos tinham que trabalhar e as crianças mais velhas tinham que tomar conta dos mais novos; Dorothy era uma das mais velhas e, pode-se assumir que com a idade de onze já sabia cuidar de si mesma muito bem. Havia aprendido a cozinhar, lavar, passar e a dar banho em crianças que eram quase do mesmo tamanho que ela. Aprendeu que bebês fazem suas necessidade a qualquer momento que desejam (como quando você está justamente lavando suas genitálias, por exemplo) e que se você vive com 10 homens dentro de casa, ou você come rápido, ou você não come.
E você pode pensar que Dorothy odiava tudo aquilo e que aqueles tempos foram os piores da sua vida, mas não sem engane. Dorothy não trocaria aquilo por nada no mundo pois, se não fosse por isso ela não seria a pessoa que era hoje. E mesmo assim, quem disse que ela sofria? Ela amava sua familia e sua familia a amava, e isso era o que importava. Ela conhecia cada pedacinho de chão daquela cidade, cada mãe adolescente, cada briga de bar e cada músico falido com problemas com álcool. E afinal, como não conheceria? Passou 24 anos de sua vida lá.
Foi só quando crescida que Dorothy se deu conta da situação em que vivia; uma casa minuscula aguentando mais peso do que seu máximo e adultos doentes e sem nutrição que trabalhavam dia e noite para manter seus filhos e pais vivos.
E então, em uma noite qualquer em um verão após um dia cansativo de trabalho na fazenda que ela resolveu que reverteria a situação. Seu plano era de pegar todo o dinheiro que guardava desde criança para comprar uma nova vaca leiteira e um novo trator para seu tio Harry e usa-lo para construir uma nova vida. E como Nova Iorque é a cidade dos sonhos, foi pra lá mesmo que ela foi, na esperança infantil de que rapidamente iria conseguir subir na vida e trazer toda sua familia para a cidade grande.

Emprego
Atendente de uma loja de fast food.

Família

Emilia Underwood | Mãe | 56 | Trabalha como merendeira de escola

George Underwood | Pai | 53 | Trabalha como vendedor de carros usados.

Harry Underwood | Tio por parte de pai | 57 | Aposentado por conta de ter perdido dois dedos na plantação de milho em que trabalhava

Erika Underwood | Tia por parte de pai | 49 | Garçonete

Jeremiah Underwood | Irmão | 27 | Trabalha com seu pai

Benjamin Underwood | Irmão | 17 | Estudante

Gostos
- Atividades ao ar livre
- Animais
- Cozinhar
- Comedias românticas (é bem provavel que ela já tenha visto todos os filmes do Adam Sandler)
- Lionel Richie (Sim, Lionel Richie, sua verdadeira obsessão)

Desgostos
- Crianças (apesar de saber cuidar, prefere manter distancia)
-Baladas ou as famosas "noitadas"
- Ler
-Filmes de Terror
-Cheiro de gasolina

Hobbies
- Cozinhar (é uma das formas dela relaxar)
- Praticar esportes (qualquer um)

Manias
Roer as unhas até o momento em que as mesmas passem a sangrar e a doer.

Alergias / Doenças
Alergia a picada de formiga (a parte picada incha como um balão e fica dormente)


Vícios? Se sim, quais e qual a gravidade do vício?
Não

Quer ter par? Se sim, como é sua relação com ele?
Não, mas caso ao decorrer da história você deseje colocar um eu não me oponho.

Como será sua relação com Michelle?
O que Dorothy tem de hiperatividade, Chelle tem de timidez. E talvez você pense que essa combinação seja impossível, mas não para Dory, que é capaz de falar pelas duas. Por ser a primeira pessoa que Dorothy conheceu a chegar na cidade, Michelle logo foi denominada como melhor amiga de Dorothy (algo que foi feito sem a autorização de Chelle). Dory por muitas vezes pode ser muito intrometida na vida de Michelle e seu jeito hiperativo pode acabar por incomodar a garota, mas Dorothy a adora e, como a pessoa que é, não entende o que é "espaço pessoal".

Algo mais?
Não

Sabe que, a partir do momento em que seu personagem for aceito, ele me pertence e posso fazer o que quiser com ele?
Sim

Favoritou a fic?
Sim

Sabe que se ficar muito tempo sem comentar, seu personagem pode sumir?
Sim

Frase-chave
I'll be there for you.






Carolina Anderson - Empire


Nome
Carolina Anderson


Apelido
Carol

Idade

Noah, Markus: 20
Bernard: 20
Tomás, Christopher: 20
Richard: 20


Aparência
Interpretada por Becca Tobin


Carol possui um rosto oval; de testa larga e um queixo longo que define seu rosto. Suas maçãs são altas e largas , dando a impressão de estar sempre sorrindo. Seus dentes brancos são perfeitamente alinhados em seus lábios medianos, mostrando uma saúde bocal impecável.
Dona de grandes olhos arredondados que se espremem levemente ao sorrir. Sua íris é de um coloração verde escura que, dependendo da iluminação em que se encontra, pode dar a impressão de ser castanha escura. Suas sobrancelhas são arqueadas de uma forma arredondada, evitando o tom sério e apresentando uma aparência suave. Suas madeixas capilares são loiras de tonalidades diferentes - divididas entre o loiro mais claro e mais escuro - e onduladas, batendo na altura do seu ombro e emoldurando seu rosto.
Tem uma estatura mediana, medindo 1,57 e é tem um corpo que aparenta ser cheio com seus braços e coxas grossas, mas pesa apenas 54 kilos.



Nacionalidade
Cidade de Odensa - Dinamarca


Casta
Casta 4 - Chefe de Cozinha


Personalidade

Carol é uma garota inteiramente animada e entusiástica; parece estar falando a todo momento com seus gestos corporais inteiramente exagerados e sempre carregando um sorriso dolorido de tão largo em seus lábios. Uma garota sociável e carismática; é sempre a primeira a puxar assunto aonde quer que esteja, independente de se aqueles ao seu redor querem ou não conversar com ela. Aliás, se há uma coisa da qual Carol é capaz é de falar por horas a fio sem precisar de audiência ou da troca de palavras dos outros; fica contente em ouvir o som de sua própria voz. Muito egocêntrica e cheia de si, adora falar da própria vida e está sempre dando opinião sobre tudo e todos - sendo para criticar o loca em que está ou o vestido de outra pessoa. Fala,fala,fala e nunca escuta. Bem, exceto quando é algo de seu interesse e que possa usar ao seu favor, pois aí então cria ouvidos até atrás da cabeça.

Fala extremamente rápido, sempre atropelando suas próprias palavras, e mudando de assunto diversas vezes em uma frase só, mostrando uma persona hiperativa e inquieta.
Possui uma risada exagerada e seu sorriso constante pode muitas vezes incomodar as pessoas ao seu redor, que podem acabar por acha-la falsa.

Apesar disso, é muito amigável e consegue se dar bem com quase todo mundo. É sempre a primeira a chegar nos lugares e rapidamente investiga tudo sobre o local onde se encontra, sendo extremamente curiosa e possuindo uma facilidade imensa em armazenar informações e desvendar mistérios. Por conta disso ela sempre se sente a vontade aonde quer que esteja (mesmo em lugares aonde não é bem vinda), sendo sempre aquela pessoa que apresenta tudo á todos.
Como se pode ver ela é uma ótima anfitriã, fazendo todos se sentirem a vontade (sendo na casa dela ou na dos outros) e fazendo jus a frase "mi casa, su casa".

É dona de emoções exageradas, sendo extremamente dramática (um tropeço ou um cambalear dado em um local aonde está sendo assistida é o fim do mundo). Sente tudo intensamente: das lágrimas aos risos. E não faz questão de esconder seus sentimentos, sendo capaz inclusive de chorar nos ombros de um completo desconhecido (e quando ela chora, chora o melhor dos choros, com direito a soluços e gemidos de dar dó). É muito auto-indulgente, sempre sentindo pena de si mesma quando as coisas não saem como planejado e tem o sentimento egocêntrico de que o universo trabalha contra ela. Também é muito sensível a críticas, o que é mais uma das causas de seus choros, sempre tendo a impressão de que tudo de ruim que é dito é dirigido á ela.

Isso obviamente não é em vão para ela: Carol adora drama. Na verdade, ela vive por tal coisa. Todos seus relacionamentos tem de ser carregados de emoções exageradas; desde declarações de amor debaixo do luar até brigas ferventes com direito a portas batendo e vasos quebrados: dignos de cinema. Para ela, o mundo é uma peça e ela é a personagem principal. Por isso, adora ser notada e é extremamente vaidosa; em todo lugar que vai tem que sempre ser a mais bem vestida, a mais cheirosa, a mais atraente, a mais tudo. O centro das atenções é o seu lugar.

É uma romântica incurável, nascida para ser uma verdadeira princesa da Disney. Desde criança tem o sonho de achar seu príncipe encantado e já naquela época planejava seu casamento dos sonhos. Pra ela o amor é a maior das forças, mas infelizmente, essa percepção se perde em meio a sua fantasia de simplesmente ter um namorado, e não um alguém para amar (mesmo que, para ela, ambas são a mesma coisa). Isso sempre a fez idealizar o homem perfeito; um verdadeiro cavalheiro de cavalo branco que lhe defenderia de todo o mau e a amaria eternamente. Obviamente, essa mentalidade já lhe rendeu muitos corações partidos, pois idealiza tanto o homem dos sonhos que só se depara com sapos, o que a deixa enfurecida. Cresceu com a ideia de que só seria completa com um homem que a ame ao seu lado, o que é um infortúnio, já que é uma mulher muito focada e persistente, capaz de fazer o que bem entender, podendo levar a si mesma para lugares imagináveis, mas só utiliza este dom para procurar seu "grande amor" e não acredita ser capaz de mais nada.

Precisa de atenção e carinho constante pois, caso ao contrário, passa a achar que a outra pessoa não a ama e se torna ciumenta e possessiva; isso tanto com namorados e amizades. Não demonstra esse ciúmes verbalmente, mas sempre que se sente ameaçada, seu sorriso se torna mais apertado e segura o braço de seu interesse romântico com um pouco mais de força do que o necessário. Quando esta em um relacionamento, Carol se torna incrivelmente carinhosa e atenciosa (se tornando a famosa "namorada mãe"). Faz questão de conhecer muito bem seu parceiro e é 100% amiga do mesmo, compreendendo-o intensamente. Não perde sua manha natural - muito pelo contrário - este, sofre um aumento drástico e ela se torna muito dependente da pessoa ao seu lado, sendo uma daquelas namoradas chiclete que adoram apelidos carinhosos e estão sempre ao lado da pessoa amada.

Como já foi citado anteriormente, Carol é uma pessoa possessiva, e, para ela, sua vida amorosa é uma verdadeira competição e qualquer garota pode se tornar de amiga a concorrente. É persistente e focada, sabendo muito bem o que quer e como conseguir. Com isso ela podia ser o que quisesse mas, novamente, usa todos seus dons pelas razões erradas, acreditando que não é capaz de mais nada além de ser uma boa esposa (segundo ela mesma).
É uma namoradeira nata e vive flertando. Suas risadas se tornando mais exageradas do que o normal para rir de qualquer coisa que a pessoa pela qual ela esteja interessada tenha dito e passa a agir como se conhecesse a pessoa a anos; tocando-a ao falar e utilizando apelidos que ela mesmo criou.

Ela exala desespero.

E como no amor e na guerra vale tudo, Carol tem suas armas. Extremamente persuasiva, ela sempre consegue convencer os outros de o que ela diz é verdade, sendo assim,uma pessoa manipuladora. Muitas vezes joga as pessoas umas contra as outras e torna-se falsa para atingir seu objetivo. Pode-se fazer de amiga dos inimigos facilmente e descobrir o que bem entender para usar ao seu favor. Mas não a leve a mal, Carol faz isso de uma maneira quase que inconsciente, sem medir suas ações, acreditando que tais não prejudicam ninguém -quando na verdade prejudicam, e muito. Acha que o que faz não tem consequência alguma além de ela vencer e a outra pessoa perder. Pode continuar assim por semanas até enxergar o que havia feito e, de inicio, Carol entrará em combate defensivo, sempre colocando a culpa nos outros; desesperada para manter a postura de garota gentil e boa, mas rapidamente se arrepende de uma maneira honesta e o sentimento de culpa a invade por completo. Só assim, Carol utiliza seus poderes de foco, persistência e persuasão para o bem do próximo e faz de tudo para inverter a situação, passando por cima de seu orgulho e até do seu desejo de possuir um namorado. Mas claro, nunca admitiria isso e, caso tenha que desistir de seu interesse amoroso para o bem de alguém dirá que "tinha perdido o interesse". Claramente, uma pessoa muito orgulhosa.

Apesar de não parecer, Carol é muito carinhosa com as pessoas próximas a si e se importa muito com elas (mesmo que mostre isso de uma forma menos convencionais). É uma ótima conselheira pois sempre sabe ver e mostrar o lado positivo das coisas e causar risos naqueles que choram, além de sempre empoderar suas amigas, dizendo a elas todas as qualidades que as mesmas possuem. Talvez ela nunca admita isso, mas é uma verdadeira amiga coruja, que luta as batalhas dos outros e, quando quer, usa seus dons de manipulação para ajudar o próximo. Também não consegue dizer "não". Chame do que quiser: necessidade de ser querida ou alma gentil, mas Carol não consegue negar um pedido de ajuda (e não duvide: ela sempre consegue ajudar). Infelizmente isso é outra coisa que não consegue ver nela mesma; age como se esses atos de caridade não fossem nada e "qualquer um pode fazer isso". O que não é verdade, mas ela acredita ser.

É o tipo de amiga que dá um banho de loja e ensina o poder do "flerte" para ajudar suas companheiras (essa é uma das formas dela de mostrar que se importa). É criativa e prática; coisas que são difíceis de ver com uma só olhada. Sempre tem idéias novas e sabe se virar nos trinta se precisar, conseguindo se safar de diversas situações. Desde um vestido rasgado até se encontrar presa em algum local.

O que não é de se esperar é que além de toda essa persona agitada e exagerada há uma menina melancólica e solitária. Apesar de durante o dia ser animada e hiperativa, no decair da noite a solidão e cansaço invade o corpo da jovem. Acredite, é cansativo se manter alegre e animada por um dia inteiro. Sim, ela chora abertamente, mas nunca é por algo que valha a pena chorar por. Sempre é algo fútil e sempre é algo que ela rapidamente esquece. O que realmente a entristece não chega aos pés de um salto quebrado. Apesar dela gostar e se importar com os outros, são poucos aqueles que realmente gostam dela; isso é um fato. Ninguém, além da sua família já teve o desejo de conhecer seus interesses e seus sonhos; todos ao seu redor a enxergam por uma personalidade fútil e exagerada. E ela não é burra, sabe disso e sabe que a impressão que ela passa para os outros não favorece em muita coisa, mas, quando todas aquelas pessoas que a mesma chama de amigas "esquecem" de convida-la para uma festa ou trocam segredos e "esquecem" de inclui-la na conversa, a entristece imensamente. Ela sempre tenta (mesmo que falhando na maioria das vezes), fazer com que os outros a enxerguem de uma forma mais positiva como dando seus infames banhos de loja e dando festas pelo simples prazer de da-las. O desejo que ela possui de ser amada é realmente profundo, indo além de apenas príncipes encantado.

Também possui uma auto-estima muito baixa - sempre se acha menos do que as outras garotas ao seu redor (apesar de parecer se achar "mais"). Por isso sempre tenta ser melhor em tudo que faz - desde vestimentas até atividades esportivas. Não acredita em seu potencial e não enxerga seu próprios talentos. Acha que seu único talento é arranjar um namorado e, caso não consegue tal, se acha uma verdadeira fracassada e inútil. Possui um medo tremendo de não ser amada e, infelizmente, acredita que o único amor que pode completa-la é a o de um homem.


História
Filha dos donos do restaurante mais bem sucedidos de Odense, Carol viveu dividida entre os mimos de seu pai e rigidez de sua mãe. Desde criança aprendeu que só iria sair das abas de seus pais no dia em que se casasse. Sua mãe sempre explorou todo seu
lado feminino; a enchia de roupas e maquiagem quando a mesma tinha 4 anos. A mulher sempre mostrou-se competitiva e queria apresentar sua família como parte da realeza - coisa essa que não eram. Sempre ensinou à Carol que toda garota é sua concorrente e, em toda festa que ia, fazia questão de apontar o quão as outras garotas eram mais bonitas que ela e que, da próxima vez, teria que tentar ser ainda mais bela. A mulher obrigava a garota a seguir normas de etiqueta e a ensinou a costurar, bordar, limpar a casa e cozinhar.

Por outro lado, seu pai sempre a mimou e sempre agiu como se tudo que ela fazia era genial, incluindo seus traços dramáticos, o que levou a ambos - pai e filha, embarcar em um sonho de que um dia Carol seria atriz.
Porém esse sonho foi desabrochando na mente da menina conforme crescia. Passou a querer agir de forma mais adulta do que era e, aos 13 anos, já havia tido mais namorados do que podia se contar nos dedos. Passou a ter uma "má" fama no bairro aonde morava, o que enfureceu sua mãe que colocou-a de castigo trancada no quartinho de produtos de limpeza por um dia inteiro - o que resultou em um trauma mais tarde em sua vida.
Conforme crescia foi amadurecendo e assim também foi seu desejo por um namorado, até o dia em que conheceu Connor. Carol acreditava que finalmente havia encontrado seu príncipe: um belo garoto de olhos verdes e cabelos pretos que a amava imensamente. Ficaram apenas um ano juntos antes de Connor mostrar um outro lado de si, se tornando violento, tanto psicologicamente quanto fisicamente. Após mais um ano de relacionamento abusivo, Carol conseguiu se livrar do menino. Sua mãe mais uma vez estava furiosa com ela; a mulher adorava Connor e colocou a culpa do término na filha.

Isso causou um impacto na família pois, a partir daí as coisas só pioraram. O movimento no restaurante teve uma queda imensa e seu pai adoeceu por trabalhar demais. Carol teve que tomar conta dos negócios se tornando chefe do restaurante.
Foi quando a jovem viu uma luz no fim do túnel e, com o sonho de arranjar um príncipe encantado, se inscreveu na seleção.

Família


Dominic Anderson | 52 | Casta 4 – Chefe de Cozinha – Mãe – Interpretada por Jéssica Lange.

Relação - O relacionamento entre Carol e sua mãe não mudou muito desde a infância da garota. A mulher está sempre impondo suas idéias sob a jovem e criticando-a constantemente. Carol possui um desejo enorme em sempre agradar Dominic e, sempre que esta perto da mesma, se torna incrivelmente quieta e submissa, fazendo tudo que a mulher lhe manda.


Klaus Anderson | 53 anos | Casta 4 | Chefe de Cozinha | Pai | Interpretado por Mike O' Malley

Relação - Carol e seu pai sempre tiveram um bom relacionamento, mesmo que muitas vezes não saudável. O homem sempre a mimou e a endeusou, como se ela fosse o centro do seu universo. Eles sempre possuíram um laço familiar que ia além da relação de pai e filha. Quando o homem adoeceu, Carol foi a única a cuidar dele pois, sua mãe, apesar de amar o marido, não conseguia lidar com a situação do mesmo.


Manias
- Roer as unhas quando preocupada
- Limpar e organizar as coisas sempre que vê sujeira ou algo fora do lugar (TOC, mas nada muito grave)

Traumas / Fobias
-Lugares pequenos e escuros.


Medos
-Morrer sozinha
-Baratas
-Alturas
-Alto-Mar



Gostos
-Contos de fadas
-Filmes Musicais
-Esportes ao lar livre
-Jardinagem
-Cozinhar


Desgostos
-Musica muito alta
-Insetos
-Esportes radicais
-Cha e café


Hobbies
-Jardinagem
-Escrever contos de fada (mesmo que negue até a morte)


Talento
- Atuar
- Escrever

Príncipe, coroa ou outro?
Principe

Príncipe escolhido


Relação com

Reis
Carol se sente incrivelmente diminuída na frente de tais, se torna tímida, mas tenta disfarçar a timidez para não causar estranheza. Faz jus a suas aulas de etiqueta.

Rainhas
Carol as admira imensamente, só faltando beijar o chão em que elas passam. Se torna uma verdadeira puxa saco e, assim como em qualquer situação age como se as conhece a anos.

Príncipe escolhido
Flerte constante. Sempre tocando-o ao falar e lançando-o sorrisos a todo momento. Esta sempre tentando puxar assunto com ele e sempre dá uma desculpa para esbarrar com ele em algum lugar. Apesar disso, com o tempo Carol passa a vê-lo mais como a pessoa que é e não como o seu "potencial futuro esposo", passando a se tornar mais sincera com ele e passando a ser mais calma; a pessoa que só seus pais haviam visto.

Outros príncipes

- Bernard Seydoux - De início, Carol prontamente se pôs a flertar com o garoto, mesmo que de uma maneira inocente, mas logo parou ao enchergar a forma como o mesmo reagia: regeitava seus avanços de forma educada, o que foi uma supresa para ela que quando um menino não gostava dela passava a trata-la como um lixo. Rapidamente e, surpreendente Carol se tornou mais relaxada perto do menino e passou a considera-lo como um amigo. Também passou a trata-lo de forma infantil, muitas vezes falando com voz de quem fala com um bebê e puxando suas bochechas pois, segundo ela, Richard é a coisa mais fofa que já havia visto.

- Markus Santini - Na presença de Markus, Carol sempre se torna mais alerta e animada. Sempre flertando e praticamente se jogando para cima do rapaz.

-Tomás Castellano - Por incrível que pareça, Carol mostra uma certa indiferença em relação a Tomás. Sim, ela o acha um homem muito bonito e sempre que o vê comenta isso par quem quer que esteja do seu lado, mas se controla na frente do rapaz.

- Christopher Samitou - Carol literalmente perde o fôlego da presença de Christopher, não tendo nem sequer a chance de colocar suas técnicas de flerte em ação, sendo capaz apenas de morder os lábios de uma forma nervosa. Nem falar na presença do garoto ela é capaz de, sendo que a única coisa capaz de escapar de seus lábios é um som esgoelado, como se tentasse falar mas estivesse sufocada.

- Richard Andersen - Carol tem um respeito e admiração imensa em direção ao príncipe Richard (as vezes exageradamente, chegando a fazer reverências em locais e horários inapropriados). Chega a ser estranho vê-la em sua presença, pois ela passa de uma garota desesperada e excêntrica para uma moça quieta e respeitosa.

Guardas
Sempre os cumprimenta e age normalmente, como agiria com qualquer pessoa.

Outras candidatas
Sempre simpática além da conta e provavelmente chegara agindo como se fosse amiga de todas a anos.

Jornalistas
Como adora ser o centro das atenções e falar de si, Carol adora os jornalistas e, novamente, age como se já os conhecessem a muito tempo.

Criadas


Inga Bering - Interpretada por Natalia Dyer – 24 anos – Cuida de todo visual e estética
Personalidade - Timida | Gentil | Amigável | Confiável
Relação - Carol e Inga sempre foram melhores amigas desde a infância e sempre manteram uma relação de completo sigilo. Uma conhece a outra por completo e compartilham seus maiores segredos.



Fiona Bohr - Interpretada por Catherine Tate - 48 anos - Cuida dos horários
Personalidade - Mandona | Estérica | Engraçada | Rigorosa
Relação - Fiona praticamente criou Carol, então pode-se dizer que ela é mais de uma mãe para a menina do que a própria. A mulher mais velha vive brigando e pegando no pé da menina, mas é sempre a primeira a conforta-la, mesmo com seu jeito rude de ser.


O que acha da Seleção?
Apesar de parecer fútil, Carol não se dá conta da grandeza de tudo aquilo. Adora o castelo, as festas e a ideia de realeza, mas nunca se enchergou lá pois, já na condição em que cresceu teve de viver uma vida que não lhe agradava, então nem se imagina na realeza. Para ela, A Seleção é uma forma de conseguir um marido e só. Nunca nem passou pela sua cabeça o fato de ter que viver como nobre.

Como reagiria a um ataque rebelde?
Com certeza seria a primeira a correr; é uma verdadeira covarde.

Prejudicaria alguma outra selecionada para seu benefício?
Sim, mas não conscientemente.

Sua personagem já namorou antes? É virgem?
Sim e sim.

Bebe coisas alcoólicas? Se sim, apenas socialmente? Ao ponto de ficar bêbada?
Apenas em festas e sempre fica exageradamente bêbada.

Duas músicas que definem a relação com o par
One and Only - Adele
Please, please, please - The Smiths


Objeto especial?
Seu caderno onde guarda todos os seus contosbr pensamentos.


Roupas
É uma verdadeira Kardashian quando se trata de estilo. Adora salto alto e roupas justas que mostrem suas curvas. Saias pincel é o tipo de peça que mais usa junto com blusas de gola média. Só usa tons neutros e terra : preto, marrom, bege, branco etc.


Algo a mais?
Não









Katherine Campbell - Infernum



Nome Completo
Katherine Campbell

Apelidos
Kathe

Idade
[No mínimo 17 anos e no máximo 21, independente do príncipe. Data de nascimento e signo.]


Religião
Ateia

Casta
[Diversidade é bom e um ponto que avaliaremos. Não existe apenas casta Dois e Três, há também a Seis, Sete e Oito.]


Profissão
[Coerência é um ponto que avaliaremos. Nada de pedreiros na casta três, por favor.]


Aparência

Interpretapor Melissa Benoist


Personalidade


História


Explique o motivo de ter se inscrito na Seleção:


Família
[Nome, idade, parentesco, relação, aparência, e pelo menos cinco adjetivos que definam o personagem.]

Estilo de vestimenta
[Fotos, assim como a descrição, são necessárias. Queremos o tipo de roupa que ela usa, o estilo. Podem fazer também com um gosto mais eclético, que usa uma mais estilo Barbie em um momento, e outra mais gótica em outro momento.]

Gostos


Desgostos


Defeitos


Qualidades


Medos | Fobias | Traumas:


Manias


Pontos Fortes


Pontos Fracos


Príncipe escolhido:


Relação com

Príncipe Sebastian


Príncipe Norman


Selecionadas


Guardas


Outros funcionários

Criadas:
[São duas. Nome, idade, interprete, relação e cinco adjetivos.]


Encontro perfeito:


Presente perfeito


Uma música que defina seu relacionamento com o príncipe:

Algo a mais?


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