~AelinGalathyniu

AelinGalathyniu
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A crônica do Matador do Rei


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A crônica do Matador do Rei

Olá, meu nome é... bem, nomes são importantes, sabe? Talvez não seja correto dizer o meu, pois pode falar muito sobre mim, por isso podem me chamar de Aelin ou Auri (prefiro Auri, mas como todo mundo me conhece pelo nick antigo, Aelin, me obrigo a usá-lo) :3
Minha apresentação deve falar muito para quem é tão fã dos livros do Patrick Rothfuss quanto eu, e para quem não conhece as obras desse autor, não perca seu tempo e vá ler seus livros em especial e como vocês devem imaginar "A Crônica do Matador do Rei."
Para quem me conhece, sabe que sou uma pessoa extremamente chata, pois eu vivo recomendando esse livro que diga-se de passagem é meu predileto (a vá!), verdade seja dita, acho um absurdo que existam pessoas que não têm conhecimento sobre essa obra fantástica e rica!
Segue a sinopse do livro, que conta a estória de Kvothe, meu crush literário e um dos personagens mais fod*** existentes.

“Meu nome é Kvothe, com pronuncia semelhante à de ‘Kuoth’. Os nomes são importantes porque dizem muito sobre as pessoas. Já tive mais nomes do que alguém tem direito de possuir.Meu primeiro mentor me chamava de E`lir, porque eu era inteligente e sabia disso. Minha primeira amada de verdade me chamava de Duleitor, porque gostava desse som. Já fui chamado de Umbroso, Dedo-Leve e Seis-Cordas. Fui chamado de Kvothe, o Sem-Sangue; Kvothe, O Arcano; Kvothe, O Matador do Rei. Mereci esses nomes. Comprei e paguei por eles. Mas fui criado como Kvothe. Uma vez meu pai me disse que isso significava ‘saber’. Fui chamado de muitas outras coisas é claro. Grosseiras, na maioria, embora pouquíssimas não tenham sido merecidas. Já resgatei princesas de reis adormecidos em seus sepulcros. Incendiei a cidade de Trebon. Passei a noite com Feluriana e saí com minha sanidade e minha vida. Fui expulso da Universidade com menos idade do que a maioria das pessoas consegue ingressar nela. Caminhei à luz do luar por trilhas de que outros temem falar durante o dia. Conversei com deuses, amei mulheres e escrevi canções que fazem os menestréis chorarem. Vocês devem ter ouvido falar de mim. (…)”

Agora algumas das frases/poemas/citações épicas desse livro:
“Um segredo da boca é como uma pedra na bota. No começo, mal se tem consciência dela. Depois, torna-se algo irritante e, mais tarde, intolerável. Os segredos da boca vão crescendo à medida que são guardados, inchando até pressionar os lábios. Lutam para se soltar.
Os segredos do coração são diferentes. São privados e dolorosos e não há nada que se deseje mais do que escondê-los do mundo. Eles não inflam nem pressionam a boca. Vivem no coração e, quanto mais são guardados, mais pesados se tornam.
Diz Teccam que é melhor ter a boca cheia de veneno que um segredo no coração. Qualquer idiota é capaz de cuspir o veneno, diz ele, mas nós guardamos esses tesouros dolorosos. Engolimos em seco todos os dias para contê-los, empurrando-os para baixo, para nossas entranhas mais recônditas. Lá eles permanecem, ganhando peso, supurando. Com o tempo, não há como deixaram de esmagar o coração que os contém.”


"Chame um plebeu de plebeu; diga pão, pão, queijo, queijo; mas sempre chame uma prostituta de senhora. A vida delas já é difícil o bastante, e ser educado nunca fez mal a ninguém."

“Quando crianças, raramente pensamos no futuro. Essa inocência nos deixa livres para nos divertirmos como poucos adultos conseguem. O dia em que nos inquietamos com o futuro é aquele em que deixamos a infância para trás.”

“O desejo por conhecimento molda o homem."

“Ao amar alguma coisa, certifique-se de que ela retribui seu amor caso contrário, acarretará um número infindável de problemas ao persegui-la.”

“Mas havia sempre uma parte de mim que esperava mais, portanto havia uma parte de mim que era sempre tola.”

"Não há nada mais difícil no mundo do que convencer alguém sobre um verdade desconhecida".

Espero que vocês se sintam persualidos para lerem essa crônica, tenho certeza que vão amar, adorar e exaltar tanto quanto eu (ou não), mas não deixem de ler essa maravilhosa obra de art. Espero um dia ser a metade do que o Patrick é como escritor <3

Art do primeiro livro da crônica "O Nome do Vento".


Art do segundo livro da crônica "O temor do Sábio".

Escutando: Enya
Bebendo: Chocolate quente

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