~Yuro_

Yuro_
Aspirante a escritora
Nome: Caty
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 24 de Agosto
Idade: 15
Cadastro:

Ficha Castle


Postado

https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-originais-castle-interativa-5564103



Os miseráveis, Victor Hugo. - A morte mais linda do mundo.

Nome:
Cosette Justine Maylis

Apelido: Ette para os familiares, Pequena para amigos de outras nacionalidades, pois seu nome "Cosette", quer dizer pequena.

Idade: 18 anos

Aparência:











É uma bela jovem, dotada de uma beleza delicada e suave, podendo ser chamada de virginal quando junta-se sua personalidade a aparência. De grandes olhos azuis claros, normalmente olhando para cima, distraídos ou para cima, tímidos e receosos. Seus olhos são adornados com longos cílios negros. Suas sobrancelhas são de uma cor ligeiramente mais clara que o cabelo, ou parecem ser por serem um tanto ralas. Seu nariz é delicado, de ponta arrebitada. Sus lábios são medianos, rosados naturalmente. O formato de seu rosto é um pouco triangular, as maçãs do rosto sendo evidentes quando ela sorri. Seu queixo é pequeno e pouco evidente. Seu cabelo é de um castanho escuro que chega a parecer negro em diferentes luzes e distâncias, são curtos, com ondulações em seu comprimento. Sua tez é clara, e ela tem poucas marcas de nascença e pintas. Seu corpo é bem fino, e mesmo não tendo um quadril largo, é a finura de sua cintura que lhe dá curvas charmosas. O busto e as pernas tem medidas médias. Suas mãos são pequenas, de dedos magros e longos. Tem 1,68m e 52kg.

Personalidade:
Todos que a conhecem de forma superficial, ou seja, quase todo mundo, a vê apenas como uma garota calma, gentil, um tanto estranha e que não dá um pio, e quando dá, fala coisas estranhas, mas que logo são perdoadas por ela ter um belo sorriso. De fato, ela é tudo isso. Mas há muito mais embaixo dessa simples visão.
De fato, não costuma falar muito. Mas não por ser simplesmente tímida. Ela acha a comunicação verbal algo desnecessário e em que ela não é muito boa. Demonstra o que sente e pensa por meio de ações sutis e pouco extravagantes, mostrando seu afeto ajudando, com carinhos e conforto físico. Por isso, seus sentimentos verdadeiros são um mistério para muitos, não não costumam sair por palavras de sua boca. Não é alguém misteriosa, pelo contrário, suas intenções e pensamentos estão sempre presentes, em gestos sutis, que poucos percebem ou dão qualquer significado.
Por não ser tão boa em conversas verbais, costuma dizer coisas um tanto inapropriadas, sendo sincera demais ou falando algo que não tem muito a ver com o assunto. Quando isso acontece, fica envergonhada e ainda mais tímida, calando-se e desistindo desse tipo de conversa que ela não consegue compreender ou ser compreendida. Seu caráter ético e extremamente gentil é evidente assim que a pessoa presta atenção em seu olhar, em sua preocupação com o bem estar dos outros e seus sorrisos inocentes.
Embora pareça ser responsável e ponderar muito sobre seus atos por ser alguém extremamente calma, é na realidade, impulsiva. Ela gosta de viver as coisas intensamente a sua própria maneira, de modo gracioso, sem qualquer planejamento.
É teimosa, e quando deseja realmente fazer algo, "cansaço" não parece existir para ela. Mesmo que a tarefa envolva sentir dor, tenha muita dificuldades, ela irá fazer de qualquer modo. Simplesmente, quando está animada e entusiasmada para fazer algo, não nota as dificuldades e se elas aparecem, ela as destrói antes que se dê conta que elas sequer existiram.
É a pessoa mais gentil do mundo. Uma gentileza extrema mesmo, que até assusta as pessoas em muitas situações pelo o que ela é disposta a sacrificar pelas pessoas com quem se importa. Especialmente sensível a dor e ao sofrimento alheio, e com uma impulsividade solidária ela doa-se livremente à aquele que sofre.
É observadora, não em meios sociais, mas é sim de um jeito mais abstrato, nota os detalhes belos nas coisas a sua volta, em coisas simples que ninguém dá muito valor.
Tem uma auto-estima média, mas que tende a ficar baixa em certos momentos. Esses seriam; quando sabe que alguém fez algo errado, mas não consegue odiar a pessoa, pelo simples fato que o ódio não parece ter lugar em seu coração e a compreensão e o perdão lhe vêm facilmente. O segundo momento é quando não consegue ajudar alguém, ela imediatamente se auto-flagela, imaginando que poderia ter feito mais por essa pessoa, ter sido mais prestativa.
Seus defeitos se resumem a ela ser muito submissa, não conseguindo impor sua opinião sobre as outras. É incapaz de elevar a voz, mesmo quando está morrendo de raiva. Isso também é uma das coisas que a irrita nela mesma, a calma que usa como mascará, o tom sempre educado de sua voz, contido, submisso.
Sobre sua visão de mundo, talvez alguns a critiquem duramente dizendo "é boba, tola". Ela não é nada disso. Ela vê o mal, e como o vê, e sabe o reconhecer muito bem. Não é ingênua, é otimista. Não é boba, tem esperança. Acredita no bem que existe nas pessoas, e torce para que ele prevaleça sobre o mal, mas sabe que nem sempre é assim. Prefere acreditar que o mundo vai ser melhor do que vai ser pior. Os pessimistas a chamam de "idiota", os realistas de "uma simples sonhadora", ela os chama de "infelizes". É muito humilde e discreta, nunca ostentando nada.
Ela tem outra faceta, que ás vezes aparece em meio a sua serenidade. Há nela uma vivacidade, uma animação, uma alegria contida pelo viver. Em outras palavras, há nela uma alma extasiada, inquieta, intensa, exaltada, que mostra-se por meio de seus olhos curiosos sobre tudo no mundo, seja grande ou pequeno. E essa alma secreta é alimentada pelo seu gosto pela fotografia, pela busca de grandes coisas nas mais simples, humildes e pequenas.
Seus ideais são éticos e elas os segue a risca, sem preconceitos e de mente aberta, ela sempre está disposta a ouvir novas opiniões e novos pontos de vista sobre qualquer coisa, contanto que eles sejam respeitosos e estejam dispostos a ouvir sua opinião também.

História: Eu sinto saudade de minha infância, tudo era tão mais fácil. Era só brincadeiras nos jardins com minha irmã, risos, algumas festas em que ninguém ligava se eu estivesse correndo e brincando pelo salão. Afinal, eu era só uma pequena princesa. Em algum momento isso mudou. Começaram a me chamar para a mesa dos adultos, sentar-me reta com uma expressão séria, pedir minha opinião sobre os rebeldes, me chamar de "herdeira". De vez em quando eu olhava por cima do ombro, olhando minha irmã brincando livremente. Eu achava isso injusto na época, mas ficava quieta e tentava responder balbuciante e insegura as perguntas que me faziam. Como eu continuo fazendo.
Depois, começaram a me pedir para fazer discursos, a organizar festas, a receber convidados importantes. Eu só me dava bem nos desfiles, quando eu tinha contato com o povo, quando podia entrar em orfanatos e beijar as frontes das crianças. Nessas horas eu realmente me sentia uma princesa, uma que pode realmente fazer algo pelo seu povo. Eu os agradava. Pensavam que eu era a princesa perfeita, mas ser uma soberana não é só ser gentil, ter um sorriso bonito.
Meu povo se decepcionaria comigo se me visse nas aulas de estratégia, nas de dança, tentando conversar com embaixadores nos bailes. Um desastre, um desastre.
E eu ando sempre tão cansada! Não tenho tempo para fotografar, se ando nos jardins por cinco minutos, já me chamam de volta. E minha mãe e irmã não facilitam minha vida... Mas não devo acusá-las, só deve ser uma fase, sim, uma fase.
Eu não sou a princesa perfeita, a minha irmã que é, ela é decidida, é capaz de expressar suas opiniões, tem uma personalidade forte e consegue tudo que quer... e é livre para fazer o que ela quiser.
Agora eu tenho 18 anos, meu pai já me vem com indiretas para saber como eu pretendo governar, mostrar que confia em mim. Eu não confio. Gelo só de imaginar todas essas vidas sobre meus ombros. E eu não gosto de poder, realmente não gosto. Ele corrompe algumas pessoas. Não que eu ache que vou ser uma dessas, mas... A ideia me assusta.
Recentemente, meu pai foi para uma reunião com os outros reis, e eu não sei por que, mas estou com um péssimo pressentimento sobre isso...

De quem é filha: Damien - Os dois são muito próximos. Ele consegue ver muito de se próprio em Cosette e isso o enche de confiança que ela vai seguir seus passos e continuar com a era de paz em seu reino. Cosette admira muito o pai, pois, por mais que ele seja reservado como ela, consegue ser respeitado e fazer um trabalho tão bom como rei. Os dois tem gostos em comum, e Damien tem um certo apreço especial por Cosette por se sentir encantado pelo jeito da filha, por seus olhos que mais que olham, vêem, por sua gentileza ainda maior que a dele. Muitos dizem que suas almas parecem estar ligadas, pois há uma cumplicidade entre eles, onde não há segredos, e podem perceber os pensamentos um do outro apenas por seus olhares.

Família e Relação:

Rainha Madeleine



A relação entre as duas era boa até os 14 anos de Cosette, mais ou menos. Foi quando começaram a vê-la como a herdeira que era, e isso não agradava a Rainha. Não que ela não goste de Cosette, mas não consegue ver ela no trono, comandando o reino. Ela é sua flor delicada, incapaz, fraca, ela deve-a proteger do mundo cruel em que os monarcas vivem, é assim que ela pensa. Acha que filha mais novo muito mais adequada, ela aguentaria. Isso causa muitas brigas entre ela e o marido, que acha a filha mais nova totalmente irresponsável e inapropriada e admira muito Cosette. A filha mais velha já percebeu parcialmente que esse é o posicionamento da mãe, e se afastou magoada. Sempre considerou muito a mãe, e saber que ela a considera incapaz a magoa terrivelmente.

Princesa Alícia



Como ocorreu com a mãe, Cosette se viu repelida da irmã quando começou a ser considerada herdeira. As duas tinham sido muito próximas na infância, mas ver a irmã mais velha ser colocada num pedestal enquanto ela era posta em segundo plano encheu Alícia de inveja e ciúme. Repeliu Cosette rudemente, gosta de deixar bem claro que se acha superior a ela, humilhá-la publicamente, fazê-la entender que para ela e a mãe, ela nem deveria tentar erguer sua voz para alguma coisa. Também sente ciúme da proximidade dela com Damien, que iria ser próximo dela também se não fosse seu temperamento mesquinho,arrogante fútil e pavio curto, que o desgosta e repele. Ainda com tudo isso, Cosette ainda sorri para a irmã e a encontra nos corredores, pede com um grande sorriso "Dai-me um beijo de bom dia/boa noite, querida irmã", o que é respondida com um olhar desdenhoso e um crispar de lábios de Alícia. Todo o amor que tinha por Cosette se converteu num ódio avassalador.

Medos e Fobias:
Não tem nenhuma fobia, mas tem certo medo do escuro, sua insegurança a faz ter medo de tentar novas coisas, tomar a iniciativa, se abrir com os outros e etc

Manias:
Tem o costume de ficar olhando o lado de fora pelas janelas quando está entediada
Juntar as mãos na frente do colo ou atrás das costas quando anda
Torcer os dedos quando está nervosa ou ansiosa
Desviar o olhar, dar meios sorrisos embaraçados quando recebe um elogio
Acariciar seu pescoço descoberto quando entediada

Traumas:
Uma vez a irmã humilhou-a em sua festa de aniversário de 16 anos, foram muitas humilhações, entre elas afrouxar seu vestido para que caísse no meio da festa, dopar sua bebida, e todas as outras coisas que você possa imaginar. Isso ficou preso da memória dela, que começou a negar avidamente que comemorassem sua festa de aniversário, chegando a se trancar no quarto chorando quando faziam, pois via sua irmã sorrindo-lhe perversamente, já sabendo que ela iria aprontar-lhe mais.

Segredos do seu personagem: Uma vez foi surpreendida por um assassino, mas seu guarda pessoal a salvou, ao custo de sua própria vida. Perturbada, ela fez uma investigação e descobriu que quem mandara o assassino foi Alícia. Nesse momento percebeu o tamanho do ódio da irmã por ela. Mesmo assim, não foi capaz de falar com alguém sobre isso. Sua irmã, na melhor das hipóteses, ficaria presa pelo resto da vida, ou provavelmente, iria ser condenada a morte por traição.

Segredos de família:
A Rainha tem um filho bastardo, mas o teve antes do casamento, mas como foi com um plebeu, não poderia ser aceito na família real.

Hobbies:
Fotografia
Ler
Andar pelos jardins

Gostos:

Fotografar coisas pequenas da natureza
Ler livros de aventura, suspense, mistério, fantasia
Passear pelo castelo
Olhar as estrelas
Arte
Música, principalmente ópera, clássica e rock indie
Dança, embora não dance, se encanta com aqueles que tem habilidade nisso

Desgostos:
Ignorância
Preconceito
Arrogância
Hiprocrisia
Ficar presa a um lugar
Escuro
Quando lhe subestimam

Opinião sobre a Monarquia: Mostra ser nula sobre esse assunto com a maioria das pessoas, mas secretamente, é a favor da democracia, acha a monarquia um tanto injusta

Acha que será um bom governante? Por quê: Não tem muita certeza. Sabe que o povo há de adorá-la, e que pode continuar com a era pacifica, bem como criar aliados, mas sabe que não tem inteligência militar nenhuma, e não consegue ser imparcial aos problemas de cada individuo de seu reino.

Par: Sim

Relação com o par: É carinhosa, não poupando esforços para demonstrar seu amor com carinhos físicos. Para ela, um beijo apaixado vale mais do que dez "eu te amo". No começo, não tomaria a iniciativa, envergonhada demais pelo seus sentimentos, mas assim que estivesse numa relação sólida deixaria toda a timidez de lado, mostrando sua face escondida ao par. É pouco ciumenta quando está numa relação sólida, não desconfiando da lealdade do par. Quando seus sentimentos não alcançaram o par, sente ciúme, mas não interfere por temor que o par não senta o mesmo por ela. Não tem nenhum problema em ficar em silêncio com o par, cada um fazendo suas coisas, contanto que sinta sua presença perto de si.

Amigos: Orianna

Relação com os amigos: Com os mais chegados, mostra seu lado mais animado, entusiasmado e impulsivo, sempre disposta a rir com eles.

Inimigos: (esperar mais fichas, sujeito a edição)

Relação com os inimigos: Não costuma ter inimigos, mas quando tem alguém que desgosta, prefere simplesmente ignorar e manter distância, nada de comprar briga

Animal de estimação:
Não tem

Roupas:
-Dia a Dia








-Festas





-Formal

´



-Pijama




Mais alguma coisa?

Ela tem uma tatuagem na nuca, uma citação do livro "Os Miseráveis" de Victor Hugo, de onde o pai tirou seu nome. "Morrer não é nada; horrível e não viver."


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