~Yuro_

Yuro_
Aspirante a escritora
Nome: Caty
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 24 de Agosto
Cadastro:

Ficha Government Spies: The Experience


Postado

https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-originais-government-spies-the-experience--interativa-5315845

Nome:
Dalila Chiue Stafford

Apelido:
Daly

Idade:
24

Cidade, estado e país onde seu personagem vive:
Pretória, ao norte na província Gauteng, África do Sul

Aparência:







Seus traços são firmes, belos, exóticos, maduros e que dão a primeira impressão que ela é uma pessoa rígida, severa, o que não é maneira nenhuma. Nesses traços duros, há um detalhe ou outro que traem sua personalidade gentil. Primeiramente, seus olhos negros, sempre gentis e serenos, expressivos e um tanto misteriosos. Depois, há sua boca carnuda, sempre sorrindo levemente para qualquer um que lhe dirigir a palavra e sempre pronta para rir de besteiras. Suas sobrancelhas são negras como os olhos e os cílios volumosos e longos. Seu nariz é altivo e arrebitado, um tanto delicado se comparado a suas maçãs do rosto e mandibula bem marcadas. O ninho negro em sua cabeça, que se chama cabelo, é médio e cacheado, bem volumoso. Vive despenteado, os cachos caindo sobre o rosto despreocupadamente, que dá a impressão que ela somente acorda, balança a cabeça, mexe por um segundo com as mãos no cabelo e vai embora. Sua pele é negra, seu rosto é cheio de pequenas marquinhas sutis. Seu corpo por sua vez, é curvilíneo, de medidas que a agradam. É razoavelmente alta, com 1,76 m e 61kg.

História:
A mãe de Dalila, Hanna, engravidou de um jovem fotografo americano que havia se mudado para o país quando ainda era muito nova, pouco mais que dezessete anos. Ao contrário que do que muito acreditaram, o rapaz não a abandonou e sim a apoiou completamente, ficando ao seu lado. Assim, os dois jovens inexperientes tem sua primeira filha, Dalila. Ela não ficou muito tempo como filha única, três anos depois, nasceu a primeira de suas irmãs, Ayana. Boa parte da infância dela passou com a irmã mais nova, fazendo-as ficarem muito unidas, e essa união segue até os dias atuais. Depois de nove anos desde o nascimento de Ayana, nasceu sua segunda irmã, Cindia. Cindia sempre foi um tanto mimada demais pelos pais, já que na gravidez e na hora do parto houve problemas. Desde o começo, Dalila, uma menina de doze anos, não se deu muito bem Cindia. Sempre havia conseguido cuidar de Ayana, mas Cindia, ela era tão mimada, chorona e birrenta... Com a pouca paciência que Dalila tinha na época, muitas vezes explodia e brigava com a irmã. O seu pai, Jah, embora amasse imensamente suas filhas, desejava muito ter um menino, assim nasceram seus últimos dois irmãos, depois de onze anos da chegada de Cindia, gêmeos não-idênticos. A menina foi dado a nome de Azuri e o menino de Philip.
Sua família é consideravelmente abastada, mas o número de integrantes a fez ficar um tanto mais humilde e sem muito a ostentar.
Desde sempre Dalila foi estimulada a conhecer os prazeres do mundo, na música, teatro e fotografia. A mãe, uma atriz de renome, e o pai, fotografo de não menos merito, tentavam atraí-la cada um para sua área. Mas foi na música que Dalila encontrou todo seu mundo. Nos sons produzidos por seus dedos encontrou suas palavras, nas suaves vibrações de seu violino enquanto toca, o pulso da vida. Sua família estranha seu amor pela música, que parece mais uma obsessão, nas palavras de Cindia. Mas a maioria o aceitou e até se encanto e orgulha disso, quando vêm o espaço que ela tem ganhado com o passar do tempo. Alguns olhares de pessoas importantes no ramo já estão voltados para ela, e isso a enche de expectativa e esperança.


Personalidade:
Dalila definitivamente não se encaixa no perfil estereotipado de um espião, alguém calculista, estratégico, extrovertido, manipulador e confiante de si. Nem um pouco. É completamente o contrário.
Não costuma falar muito, pois acha a comunicação verbal algo desnecessário e que não é muito boa. Demonstra o que sente e pensa por meio de ações sutis e pouco extravagantes, mostrando seu afeto ajudando, com carinhos e conforto físico. Para seus sentimentos, sua melhor forma de expressá-los é por meio da sua música, que também não contém palavras, apenas os melodiosos sons de seu violino.
Por essa percepção diferente de comunicação, Dalila é muitas vezes incompreendida pelas pessoas.
Gosta de usar seu violino para sua ponte para o resto do mundo, vendo nele o suave pulso da vida.
Por não ser tão boa em conversas verbais, costuma dizer coisas um tanto inapropriadas, sendo sincera demais ou falando algo que não tem muito a ver com o assunto. Quando isso acontece, fica envergonhada e ainda mais tímida, calando-se e desistindo desse tipo de conversa que ela não consegue compreender ou ser compreendida. Seu caráter ético e extremamente gentil é aparente apenas em seu olhar, em suas sutis ações que apenas os melhores observadores notam e principalmente, em sua música, onde ela mostra-se nua e crua, sem qualquer escrúpulo.
Frequentemente se isola das pessoas para compor suas músicas. Embora pareça que ela seja uma pessoa responsável, que planeja as coisas bem, na verdade, é aparente para aqueles que a observam mais cuidadosamente, que ela faz as coisas por simples impulso. Ainda mais que isso, ela cobiça seus impulsos, os enxerga como centro de sua vida e fonte de inspiração, confiando plenamente neles. Surpreendendo muitos, que a acham ser alguém cauteloso por ser tímida e quieta, ela gosta de viver as coisas intensamente a sua própria maneira,de modo gracioso, sem qualquer planejamento.
Quando apanhada por uma inspiração, ela parece ter sido dominada por um furacão. Fica agitada e alegre, e sente a vontade imediata de compor. E ai de quem se meter entre ela e violino nesses momentos. Para ela tocar é mais que um hobby, um prazer, é uma necessidade, é algo que a acalma e ajuda a passar pelos desafios da vida.
É teimosa, e quando deseja realmente fazer algo, "cansaço" não parece existir para ela. Mesmo que a tarefa envolva sentir dor, tenha muita dificuldades, ela irá fazer de qualquer modo. Simplesmente, quando está animada e entusiasmada para fazer algo, não nota as dificuldades e se elas aparecem, ela as destrói antes que se dê conta que elas sequer existiram.
É a pessoa mais gentil do mundo. Uma gentileza extrema mesmo, que até assusta as pessoas em muitas situações pelo o que ela é disposta a sacrificar pelas pessoas com quem se importa. Especialmente sensível a dor e ao sofrimento alheio, e com uma impulsividade solidária ela doa-se livremente à aquele que sofre. Se dá muito bem com crianças pequenas, criando quase automaticamente um vinculo de afeto e confiança. O mesmo acontece entre ela e os animais, até mesmo selvagens.


Gostos:
Música Clássica
Óperas
Peças de teatro
Ir ver orquestras e participar delas
Tocar, principalmente violino, mas toca qualquer coisa que esteja a seu alcance
Ler
Compor
Pessoas de bom gosto musical, cultas e inteligentes

Desgostos:
Preconceito
Ignorância
Não poder tocar (isso a faz ficar extremamente irritada e até um pouco violenta)
Ficar com os dedos doloridos depois de passar horas tocando
Os calos que ficam em suas mãos, não gosta muito da aparência deles, mas tem certo carinho por saber que eles existem por seu trabalho duro
Mau gosto musical
Frieza
Insensibilidade


Medos/Traumas/Fobias de seu personagem:
Têm medo de perder algum de seus dedos, mãos ou algo acontecer com seu precioso violino. Também tem muito medo que um dia ameacem sua família por algo que ela fez como espiã.

Algum vicio?
Um psicólogo já a diagnosticou como uma "música compulsiva", ou seja, tocar algum instrumento é mais que um hobby para ela, é uma necessidade.

Quais são as principais manias de seu personagem?
Cantarolar músicas que toca em seu violino quando está entediada ou distraída
Mexer as mãos como se estivesse tocando de modo discreto quando está nervosa e não pode tocar realmente, isso a acalma um pouco
Tem um tique na perna, que fica batendo no chão quando ansiosa, o que agonia muita gente


Família de seu personagem:

Jan Stafford William - pai- 42 anos- Pai e filha tem uma boa relação, já que ambos trabalham com áreas mais abstratas, sensíveis. Sempre foi muito amoroso com todas suas filhas, trabalhando duro para sustentá-las junto com a esposa. Não é o familiar mais próximo de Dalila, mas também não são de modo algum distantes um com o outro. Ele tem a mania de chamar Dalila ainda de "minha garotinha" e tratá-la como uma criança, o que tanto a diverte em alguns momentos quanto a irrita.



Hanna Chiue Dey - mãe - 41 anos - Não é tão próxima da filha quanto o marido, já que grande parte de sua atenção sempre está voltada para Cindia, que anda passando pela fase "pré-adolesceste que acha que já é adulto", ou para os dois pequenos gêmeos. As outras duas filhas apenas compreendem isso e não tentam ocupar e estressar a mãe, mantendo-se um pouco mais distantes.




Ayana Chiue Stafford - irmã mais nova - 21 anos - É a familiar mais próxima de Dalila. Não existem segredos entre elas. Ou quase isso. Ambas são como melhores amigas uma da outra. Por terem esse vínculo forte entre si, sempre estão prontas para ajudar uma a outra, a compartilhar risos e lágrimas.




Cindia Chiue Stafford - irmã mais nova - 13 anos - É a pessoa que Dalila menos compreende. Sempre arrogante, mimada e mandona, a palavra "ceder" e "obedecer", que Dalila tanto lhe tenta ensinar, não parecem entrar de jeito nenhum em sua cabeça. Embora sua irmã e mãe digam que essa rebeldia e futilidade sejam da fase, ela teme que a Cindia esteja condenada a uma mente superficial, ignorante, fútil e vazia em personalidade.



Azuri Chiue Stafford - irmã mais nova - 2 anos - Dalila se dá muito bem com a irmãzinha, sempre disposta a brincar com ela e tomar conta dela.



Philip Chiue Stafford - irmão mais novo - 2 anos - Idem a Azuri, tirando que ele é mais calmo que sua irmã gêmea.



O que o seu personagem responderia se lhe fosse perguntado...

Qual é o pior: Tortura física, psicológica, ou emocional?
Emocional

O que iria fazer se notasse que esta encurrala-do de inimigos?
Iria tentar encontrar uma rota de fuja, se isso não fosse possível, buscaria uma forma de terminar a luta rapidamente ou apenas abrir caminho entre os inimigos.

O que iria fazer se uma pessoa que ama ou que se importasse morresse na sua frente?
Iria chorar e ficar em choque durante um bom tempo, demoraria para me recuperar. Se tivesse que lutar logo em seguida é provável que não conseguiria nem me mexer.

Onde iria se esconder se houvesse uma explosão?
Se fosse uma explosão rápida e de surpresa, atrás da mais resistente, alta e larga, e afastada da explosão, coisa. Se fosse plenejada e eu já tivesse consciência dela previamente, sairia do local rapidamente e tentaria ganhar o máximo de distância dele.

Você se sacrificaria para salvar alguém ou nunca iria fazer isso?
Sim. Me sacrificaria por qualquer um com que me importe.

O que iria fazer se soubesse que alguém que você confiou lhe traiu?
Tentaria saber o porquê dela o ter feito, se foi um bom motivo ou não.

É capaz de perdoar alguém? Se sim, quantas vezes?
Perdoou até demais. Uma vez a cada erro, a pessoa só tem que mostrar que está arrependida e que o erro não irá se repetir e se si repetiu, ela tentou não fazê-lo.

O que prefere? Família ou a salvação de pessoas que irão morrer por coisas sem lógica ou por coisas que não fizeram?
Uma questão bem delicada. No entanto, não conseguiria abandonar minha família. Por mais que sofresse pela culpa depois.

Numa fuga, para onde iria? Para o deserto ou para as geleiras? Porquê?
Geleiras, por que ela pode controlar a água lá.

O que faria se estivesse com risco de vida: Correria ou lutava primeiro?
Correria, se não conseguisse, lutava.

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Como vive sua vida tendo "Duas vidas"?

É complicado, já que me sinto tentada a falar a verdade para a Ayana constantemente. Mas me lembro que se o fizer, minha família pode ficar em perigo, e isso é a única coisa que me mantêm de boca fechada. Mas eu nunca escondi nada dela... Enfim, como disse, é complicado. Mas necessário. Também é bem trabalhoso inventar desculpas para minhas viagens. Não sou uma boa mentirosa, nem um pouco.

Como foi parar na CIA e qual foi a reação dele à receber essa proposta?
Ok, essa é uma história um tanto bizarra. A CIA me chamou quando tinha vinte e um anos, na minha viagem a Londres. Foi logo depois de eu "sem querer" ter parado terroristas que queriam explodir um dos teatros mais importantes da cidade no meio de uma orquestra. Eu juro que foi sem querer mesmo. Não gosto de violência. Eles só estavam lá, com as bombas deles e eu estava ali, desconfiei e... deu no que deu, de alguma forma eu impedi eles de mataram centenas de pessoas.
Depois que eu entrei na academia eles me disseram que me queriam não só pelas minhas habilidades físicas, mas também por minha coragem, jeito diplomático, meu dons de observação e minha inteligência. Sinceramente, eu não acredito muito nisso não... Mas deixa quieto.
Não sei bem descrever com me senti quando me propuseram aquilo... não sou boa com palavras, você sabe. Acho que pode-se dizer que fiquei incrédula e perguntei se aquilo era uma piada. Afinal, olhe para mim, não sou nenhum James Bond. Sou somente uma violinista que sabe lutar um pouco. E descobriu o plano de terroristas e os derrotou sozinha. Aquilo foi só uma vez, não me achava capaz de fazer essas... "coisas de 007". Mas acho que posso dizer, se não for muita arrogância, que estou fazendo até que um bom trabalho até agora. Acho que até agora não acredito que algo assim realmente aconteceu comigo.

Como o seu personagem agia no treinamento da CIA?
Bem... eu tentei. Me esforcei para seguir as regras e os comandos. Mas tinha uma ou outra coisa que eu tinha dificuldade, afinal, não sou um prodígio como espiã.

O que seu personagem diz para seus parentes quando vai sair para viver uma missão secreta da CIA?
"Me chamaram nesse momento para fazer um concerto em Veneza. VENEZA! Eu tenho que ir agora, é uma oportunidade única. Se eu não for agora, vão acabar chamando outra pessoa. Até, volto em uma semana ou duas. Alimentem o gato". ........ Eu já disse que sou uma péssima mentirosa.

Quais são as habilidades físicas de seu personagem?
Aprendi a lutar corpo a corpo com minha irmã Ayana, que é uma professora de artes marcias, e tem até sua própria academia. Treino com ela desde que eramos pequenas, acabei quase se equiparando ao nível da irmã, uma atleta olímpica. Mas evito ao máximo mostrar suas habilidades, exceto para Ayana. Não me sinro confortável lutando, só aprendi por que sempre teve a sensação que isso me serviria em algum momento futuro. Meu grande talento, no entanto, além do violino, é a luta com armas brancas. Modéstia a parte, sou uma boa esgrimista a e se sinto-me muito melhor nesse tipo de luta.
Também sou uma diplomata muito boa, sempre consego ver os diferentes pontos e visões de uma situação.


Seu personagem prefere armas brancas ou armas de fogo?
Armas brancas

Qual a arma que seu personagem tem mais afinidade em usar?
Facas, adagas e espadas

Qual foi o sentimento que seu personagem sentiu quando foi lhe dado o aviso de que é um dos melhores agentes da CIA e que iria para a base central do governo em uma missão com os outros dezenove melhores?

"Aham, e eu tenho um unicórnio azul", não que eu tenha falado isso. Mas pensei. Eu? Uma das melhores agentes da CIA? Eu não faço porcaria nenhuma além de trazer paz para alguns lugares, prender alguns terroristas, investigar governos corruptos e essas coisa! Repito mais uma vez. Eu. Não. Sou. O. James. Bond. Caramba! Depois senti um certo orgulho. Não me senti muito intimidada pelo fato de ter que trabalhar com outros dezenove espiões, eu sei trabalhar em equipe. Só basta eles cooperarem comigo e eu com eles. Vamos certamente chegar num acordo rapidamente, não é como se crianças imaturas e mandonas chegassem ao nível de melhores espiões, né?

Qual foi o sintoma que seu personagem sentiu quando foi mandando para casa depois de ser resgatado da missão?
Sentiu todo seu corpo ficar muito gelado, como se tivesse sendo congelada viva.

Qual é o poder de seu personagem?

Hidrocinese

É capaz de controlar a água, retirando-a de lugares convencionais, como mares, rios, lagos e etc quanto de plantas e do chão. Pode fazer a água mudar os estados físicos enquanto a controla, passando-a de água para gelo ou vapor em poucos segundos. Muitas vezes usa a água como lâmina. Usando seu poder também é capaz de andar sobre a água, ou criar uma plataforma que a irá fazer-se mover-se ainda mais rápido por ela.





























Quais são as fraquezas do poder de seu personagem?
Meu poder é meramente físico, não posso fazer ataques mentais ou emocionais com ele. Além disso, se estiver privada de fonte de água, ele me será inútil.

Qual foi a reação e o pensamento de seu personagem ao descobrir seu poder?

Me assustei e comecei a testá-lo temerosa, me tremendo toda, sem saber o que fazer com aquilo.

Tem completa noção de que qualquer personagem pode morrer á qualquer momento? Inclusive o seu?
Yep

Sabe que se não comentar em três capítulos seguidos sem explicação, seu personagem irá morrer?
Não sou leitora fantasma, pode relaxar. Vou encher teu saco a fic toda u.u aviso se viajar ou algo assim u.u

Aceita par? Se sim, fale-me suas preferências.
Sim... Esse tipo de pergunta é constrangedora... Pois bem, acho que pessoas bem humoradas, sem arrogância ou tendência a partir a violência como uma besta selvagem. Aceito quase todo o tipo de defeito em alguém, com exceção dessas duas coisas e ignorância, futilidade e preconceito. Gosto bastante de pessoas sinceras, morais e brincalhonas na medida certa.

Algo mais que eu deva saber?

Hmmm... Nop eu acho

Já favoritou? Sim :3


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