~Yuro_

Yuro_
Aspirante a escritora
Nome: Caty
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 24 de Agosto
Idade: 15
Cadastro:

Ficha Vale das Sombras


Postado

https://spiritfanfics.com/historia/fanfiction-originais-vale-das-sombras--interativa-6264932

♦Nome:♦ Phiale Sita Lanka

♦Idade:♦ 22 anos
×Data de nascimento: 23/04/1994
×Nacionalidade: Tunisiana

♦Gênero:♦ Feminino

♦Sexualidade:♦
Pansexual

♦Aparência:♦

















×Descrição:×

Sua aparência é vivaz, elegante, exótica e com certo brilho mordaz. A pele brilha em bronze claro, enquanto pequenos e levemente puxados olhos se escondem num profundo castanho pantanoso. Há algo de selvagem em seus traços, em seu olhar, e ás vezes jura-se que ela está prestes a rosnar como uma leoa defendendo seu filhote. O formato da sua cabeça é oval, o que lhe daria um ar inocente, se não fosse a dura e severa mandibula proeminente, que faz o inferior do rosto mais quadrado, dando um ar maduro e experiente para a jovem. Essa maturidade é acentuada pela boca, carnuda, definida e que, apesar de muito bela, faz tempo desde que beija algum amante. Subindo o olhar, temos um duro e severo nariz bem retilinéo, sem qualquer arredondamento, quase masculino. Já falamos dos olhos penetrantes, mas não das arqueadas e castanhas sobrancelhas que os fazem assim. Longos cabelos castanhos escuros caem cascateantes sobre o rosto magro e anguloso, quase completamente lisos.
O corpo é feminino e tão maduro quanto o rosto. Possui uma beleza natural, que não precisa de muito para se tornar evidente. No entanto, não é alvo de tanto olhares como conseguiria, pois não é muito vaidosa, e não tem tempo de se arrumar, por isso, é displicente com as roupas, não usa qualquer tipo de maquiagem, e os cabelos vivem amarrados, sem serem deixados livres em sua natural e bela selvageria.

×Photoplayer:× Marilhéa Peillard

♦Personalidade:♦
É uma líder nata e bem direta: Ela é um caso de "ame ou odeie", o fato é que ela raramente passa pela vida despercebida. Phiale não é uma pessoa fraca, nem tímida. É uma líder, que acaba comandando tudo sem nem perceber. Não que ela seja mandona ou goste do poder, apenas tem uma aura de auto confiança e segurança, além de seu pensamento estrategista e prático, que faz que os outros a ponham numa posição de liderança quase instantaneamente. Há algo sobre ela que diz ao mundo que não pode ser manipulada. Sua conduta demanda respeito e em alguns casos, medo. É poderosa, indomável, uma verdadeira rainha a qual os inimigos devem temer. Não gosta de enrolação, com ela é "só faça o que precisa ser feito".

Forte e com um forte instinto maternal: Uma mulher forte e aparentemente inquebrável, ela é o modelo para muita gente. Essa força não a transforma em alguém fria, muito pelo contrário, sente uma vontade irreprimível de cuidar das necessidades dos outros, cuidando, ajudando e dando apoio de uma forma quase maternal.

Suas intrigantes faces: Com estranhos, costuma ser rude, grosseira e hostil. No entanto, é completamente manteiga derretida no fundo, não é capaz de tratar mal alguém gentil, e quando acaba fazendo isso, só de ver a cara magoada da pessoa, começa a se desculpar sem parar. Quando diante de pessoas que a agradam vira a simpatia em pessoa, mostrando-se extrovertida, falante e um tanto boba. Pela sua personalidade muitos acham que seu senso de humor é negro, ácido. Na verdade, ele é deliciosamente tolo, inocente, só com algumas piadas sujas.

Não gosta de desabafar nada com ninguém: Sua verdadeira natureza não é séria, é na verdade bem sorridente, mas é difícil manter o ânimo com o grande Complexo de Atlas que ela possui, se negando a mostrar fraqueza desabafando com alguém e permanecendo com grande pressão sobre si, tentando não cair por terra.

Seus superiores não a escolhem, ela escolhe seus superiores: Despudorada, ela é bem maliciosa e não hesita a falar a verdade. Assim como não tem muito respeito por autoridades. Só ganha seu respeito quem se prova digno, não só por que está numa posição mais elevada.

Seu desejo e o pior crime ao seu ver: Seu desejo mais forte é o de segurança, para si e para aqueles que ama. Promessas não cumpridas ou a traição dos outros são ameaças a essa segurança, portanto, sua reação a tais afrontas pessoais é amarga. Aqueles que infligem tais abusos não terão uma outra chance.

Desconfiada e independente: Como não gosta de ter que confiar cegamente nas pessoas, depende muito de si mesma, sendo totalmente independente, tanto emocionalmente quanto fisicamente. Não se importa com opiniões alheias, só faz o que quer, na hora que quer, sem nem pensar em dar satisfações à alguém.

O poder de seu olhar: Parece conseguir enxergar através das pessoas, vendo o que existe além da superfície. Isto pode ser muito intimidante para alguns e intrigante para outros. Costuma ler nas entrelinhas nas relações com os outros. Detalhes superficiais são descartados quando consegue entrar na pessoa e nas situações à sua volta.

Complicada de se julgar: Possui muitos defeitos e qualidades, e eles acabam se misturando uns aos outros várias vezes, a tornando uma pessoa confusa para aqueles que acham que só existem o bem total e o mau total no mundo. Exibe defeitos-meio-qualidades e qualidades-meio-defeitos, seus atos e palavra muitas vezes são censuradas pelas pessoas muito moralistas ou sensíveis. Seus defeitos mais visíveis são sua teimosia, orgulho, ar intimidador com estranhos, sua falta de limites para proteger aqueles que ama, sua falta de hesitação em usar o medo como forma de respeito se for necessário e seu jeito ciumento e possessivo.

♦História:♦

Não sabe desde quando a família é formada por caçadores de seres mágicos. Com o fim deles, deveria ter sido o fim da tradição certo? Pois não foi bem assim. A mãe de Phiale e ela própria ainda foram ensinadas no uso de armas de fogo e brancas, em técnicas de matar até o mais resistente dos seres. No entanto, tirando isso, suas vidas eram normais. O pai de Phiale havia morrido quando ela tinha 7, e por isso não se lembra muito bem dele, mas sabe que foi um bom homem. Ou, ao menos, um melhor que seu padrasto.
Ela o odiava. Odiava, odiava. E tinha medo dele, também. De como ele lhe sorria, de como ele a tocava quando todos dormiam, de como ela fugia. E das coisas que ele fazia quando a pegava. Um ano, ela aguentou calada, mas aos 14, não pode mais esconder de sua mãe. Ele a havia engravidado. A lembrança da expressão que ela fez naquele dia ainda a assombra. A mãe enfrentou corajosamente o marido, pronta para defender sua filha, mas não esperava que ele tivesse tão violento. A pequena Phiale viu sua mãe ser morta com um tiro no peito.
Assustada, a pequena fugiu e se escondeu dentro do armário do banheiro, onde achou a navalha com que seu pai cortava a barba e que a mãe guardava. Instintivamente, quando a porta do armario foi aberta com violência, ela atacou. Fechou os olhos, esticou o braço e enterrou a pequena lâmina no primeiro lugar que visse. E foi bem no pescoço, na artéria pulsante dele.
Sem saber o que mais fazer, a jovem gravida foge de seu país junto com os refugiados, que iam para a Europa. Chegou em Paris, e foi mendiga, faxineira e coisa pior. Mas sobreviveu e teve seu filho. Seu precioso, precioso filho. Seu querido Myriel. Aos 18, já tinha mais dinheiro, já vivia numa casa decente, nos subúrbios da Cidade Iluminada. Quando Myriel começou a perguntar sobre seus pais, ela disse-lhe que tinham morrido e que ela era sua irmã mais velha. Ele nunca suspeitou.
Aos 22, é secretária numa grande empresa. Não ganha muito, mas o suficiente para manter a casa e os estudos de Myriel. É uma mãe, uma irmã e uma amiga para ele. Vive com ele e para ele. Os dois são muito próximos, e ele é a razão de todos seus sorrisos e o porquê dela acordar todos os dias, para mais um longo dia de trabalho, cheio de desprezo e preconceito.
Até ontem, pelo menos, as coisas foram simples assim. Até ela ser parada enquanto ia pegar Myriel, acusada de ser envolvida com terrorismo. Mas ela não iria aceitar aquilo, ah, não iria mesmo.
"Vocês sabem que eu não sou a culpada. Só querem dar a culpa à alguém pelo atentado de ontem."
"Calada."
"Os monstros de antes eram vampiros, demônios, bruxos. Os de hoje, são os terroristas. Os tempos mudaram."
"Calada."
"Onde está meu irmão?"
"..."
"Eu vou repetir. Onde está meu irmão?"
"..."
"Muito bem. Eu vou lhes dar um motivo real para me prenderem." E tão displicentemente assim, ela livrou-se das algemas e conseguiu roubar a arma do policial mais próximo. Havia feito bem em treinar tiro todos esses anos. Todos os tiros na cabeça, sem gritos, sem desperdício de balas. Saiu dali com tranquilidade. Foi para casa. Deu mais de um tiro nos policias que ousaram agarrar seu filho.
"I-irmã, o que faremos agora?"
"Se somos os monstros de hoje, vamos nos acolher com os de ontem."
"Do que está falando?"
"Criaturas mágicas, Myriel. Vamos lá pedir abrigo a criaturas mágicas." E com isso fechou as mochilas e partiu-se.

♦O que é?♦
(X) Caçador de seres mágicos (humano); (não ativa)

♦Alguma arma? (opcional) ♦

Uma pistola, um revolver, a navalha do pai

♦Família:♦

Myriel Sita Lanka



Filho (mas ela finge que é irmão), 8 anos. Os dois são muito próximos, ele é o único a quem ela dá sorrisos gentis e carinhos, fazendo piadas bobas e rindo sem motivo.

♦Gostos:♦
Sua família
Saber que está contribuindo para algo
Ser respeitada, mesmo que tenha que ser pelo medo
Ter algum momento livre para só respirar ou largar-se no sofá
Jogar jogos de estratégias
Cuidar das necessidades das pessoas que ama
Uma rotina firme e organizada
Paz e harmonia
Pessoas trabalhadoras, determinadas e gentis
Frutos do mar
Cuidar de seu filho (irmão)

♦Desgostos:♦
Não ser respeitada, nesses momentos de desrespeito completo é que se faz ser respeitada por todos, seja por bem ou por mal
Quando lhe subestimam
Ver as pessoas que ama tristes e com problemas
Desordem e caos
Ter que confiar em estranhos
Pessoas preguiçosas, ignorantes, arrogantes, preconceituosas e frias

♦Manias:♦
Segurar a mão do filho (irmão) quando sente alguma ameaça por perto
Respirar fundo para segurar a raiva
Mover as articulações do ombro quando tem um mau pressentimento, como se si preparasse para a luta
Quando ri, sente vergonha da própria risada, por isso tem o instinto de olhar para baixo timidamente se não for seu filho (irmão)
Colocar as mãos em punho quando com raiva ou nervosa

♦Medos/traumas/fobias:♦
Medo de ser abusada novamente
Medo que algo aconteça a seu filho (irmão)

♦Hobbies:♦
Boxe
Ver documentários
Caminhar

♦Música favorita: ♦
Sempre gostou de Demons, Imagine Dragons

♦Par?♦
(X) Sim, a autora escolhe. (mas se alguém perguntar, e eu gostar do shipp, vou aceitar)

♦Frase marcante:♦ E... a vida continua.

♦Está ciente que seu personagem pode morrer?♦ Yep

♦Está ciente que seu personagem agora é meu também?♦ Yep

♦Algo mais?♦ Acho que não


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