~Amaririsu

Amaririsu
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Idade: 16
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Ficha II: Ryukõ no Zetsubõ [Yoru & Inrin Akashima]


Postado


Ficha para a fanfic Ryukõ no Zetsubõ



Yoru

† Nome †
Yoru Akashima

† Idade †
17

† Título †
Cirurgião Nível Super Colegial

† Aparência †
Yoru não é muito alto, medindo 1.65, possuindo o corpo bem mais magro que o considerado saudável. Sua pele encontra-se sempre pálida e fria, os cabelos(o que somado ao tom de pele lhe dá um certo ar fantasmagórico) são negros e estão sempre desalinhados, com uma franja irregular sob a testa e cuja parte central cresce em direção ao seu nariz. É possuidor de olhos num tom rubro de vermelho que destaca-se em seu rosto, sendo comum a presença de olheiras logo abaixo dos mesmos. Ao lado esquerdo de seu rosto quase junto ao lábio encontra-se uma cicatriz que cobre a bochecha e é atravessada por três pontos espessos vermelhos na vertical.




† Personalidade †
Yoru acredita firmemente que morreu e não passa de um morto-vivo cujo corpo não sabe seu lugar(possuindo assim a Síndrome de Cotard marcada por tal pensamento), sendo assim ele teoricamente não teria o direito de interferir de forma relevante na vida dos 'vivos', e o resultado disso é um certo afastamento do resto das pessoas, pois tem receio de incomodá-las com sua presença supostamente desagradável acompanhado do cheiro de putrefação que emana(que na verdade ele só acha que tem). Apesar de nunca tomar a iniciativa para dialogar com alguém caso não seja necessário Yoru nunca vai recusar ninguém que veja por conta própria falar consigo(apesar disso não acontecer com frequência, pois as pessoas costumam julgá-lo por sua aparência), na verdade ele fica até contente em ficar perto dos vivos(e mais ainda quando tem a oportunidade de ajudar algum), mesmo que nunca deixe transparecer.
Não é alguém de muitas palavras, não que seja tímido ou algo do gênero, ele simplesmente tem receio de incomodar os vivos, e quando o faz tem o hábito de falar sempre baixa e lentamente num tom mais neutro possível, o que pode soar bem estranho para a maioria das pessoas, sendo que costuma ser sempre formal e educado em suas falas(contrastando com sua aparência). Porém quando percebe que é necessário(como no caso de investigações e em class trials) não se deixa limitar por este fato, já que uma das coisas que mais aprecia é ser útil a alguém.
Em class trial fica mais observador que o normal, atento a qualquer mudança de expressão das pessoas e inconsistência nas falas, tendo o hábito de esperar que todos falem, e apenas se perceber que esqueceram algo se proclamar, fazendo o possível para dar suporte e não atrapalhar.
Como alguém que 'já experimentou' da morte, ele não deseja isso para ninguém, por isso sempre carrega consigo um kit de socorros para ajudar qualquer um que precise. Acredita que o motivo para ainda andar entre os vivos seja prolongar a vida dos mesmos, porém nunca se lamenta quando um paciente morre por suas mãos, já que ele fez o que podia, além do mais "A morte é algo natural e inevitável" (costuma murmurar isso pra si mesmo quando presencia a morte de alguém).
Nunca negaria ajuda a alguém, a não ser que fosse com algo ilegal ou que ocasionaria problema para ambos os lados, nesse caso até tentaria aconselhar a pessoa a não fazê-lo, usando de todos os argumentos possíveis.
Yoru realmente não se importa nenhum pouco consigo mesmo - e sua autoestima é praticamente nula -, o que reflete em sua aparência facilmente classificada como desleixada, sendo que não cuidaria de seus próprios ferimentos mesmo se algo grave acontecesse(alguém teria de tratá-los por Yoru, mesmo ele alegando que não precisa. Possui a Síndrome de Rilley Day, que é marcada pela insensibilidade total a temperaturas de estímulos exteriores, pressão e dor(ele só vai perceber que se feriu de fato caso tenha um efeito bem visível como bastante sangue num lugar ao alcance de seus olhos ou alguma consequência a mais como ele acabar caindo no chão), o que é mais um dos motivos para a indiferença abismal que tem para consigo mesmo, nunca reagindo a insultos ou chamadas de brigas, afinal tais coisas não fazem sentido quando se está morto.

† Sexualidade †
Panssexual

† História †
Nasceu como o primeiro filho de um casal unido puramente por negócios, tendo passado a infância praticamente inteira sendo pressionado para ser o herdeiro perfeito que o pai tanto ansiava, observando sempre de soslaio a mãe que apesar dos sorrisos diurnos Yoru sempre a ouvia soluçar em lágrimas a noite quando o pai estava fora no trabalho(como sempre, por sinal) e todos dormiam. Havia tido um irmão gêmeo bivitelino, porém por questão de segundos no nascimento tinha carga estudantil de universitário aos 8 anos enquanto o gêmeo Inrin brincava com suas pelúcias. Para o espanto das pessoas ao redor o garoto demonstrava habilidade naquele ritmo de estudos insano imposto para si, e o pai o exibia em festas de alta classe sempre que podia, apenas para aumentar o próprio ego. Lhe era ensinado muitas coisas, porém entre elas destacava-se computação e programação, já que estava nos planos do pai Yoru trabalhar no ramo quando crescesse, porém o garoto, apesar de demonstrar ser bom na área - assim como tudo o que fazia - não sentia que era aquilo que queria fazer da sua vida, tentou falar com o pai a respeito daquilo, mas o outro ignorou aquilo e na segunda vez que tentou, o fez num dia ruim para o pai(que estava estressado com problemas na empresa na época), e teve a raiva descontada em si ao levar uma forte surra pela primeira vez na vida, algo que Yoru achou estranho, e no meio daquilo o garoto esbarrou num vaso caro que tinha ali, caindo com ele, com cacos perfurando a pele por todo lado, mas o garoto não esboçara nenhuma reação, apenas começou a tirar o cacos de si como se fosse a coisa mais natural do mundo, o que certamente atordoou o pai que o levou de imediato ao hospital, onde descobriu-se que possuía Síndrome de Rilley-Day. Durante o tempo que passou no hospital, conheceu várias enfermeiras gentis, e sua médica era o pessoa mais gentil e altruísta que já conhecera, a mulher ouviu de bom grado o que o garoto estava passando, e tentou dá-lo alguns conselhos, dizendo que iria conversar com o pai de Yoru para que o mesmo fosse mais aberto a opinião do filho, e quando Yuro perguntou porque ela estava sendo tão boa para com ele a mesma lhe passou sua filosofia de vida de sempre ajudar as pessoas quando pudesse, e Yoru, o garoto de 9 anos cujo mundo era só livros e estudos sem propósito, pareceu ser iluminado por aquilo, ansiando aquilo para sua vida, e naquele momento decidiu que seria um médico como ela, que ajudava e trazia felicidade as pessoas, um sonho infantil, mas ele não se importava com isso, já tinha tido maturidade demais para alguém de sua idade. Ao retornar para casa - mansão -, começou a pesquisar todo tipo de coisa acerca de medicina, e a contra-gosto o pai se viu obrigado a focar-se em Inrin. Uma área da medicina em particular chamou-lhe a atenção, a cirurgia. Pouco tempo após contar ao irmão sobre querer ser cirurgião, uma noite acordou sentindo um peso acima de si, e quando percebera era o irmão com uma faca de cozinha ensanguentada se lamentando por ele ter acordado, e dizendo em linguagem de sinais - pois Inrin nascera surdo - que ele devia sorrir mais então ele estava dando uma ajudinha, mas não conseguiu terminar(motivo por trás da cicatriz em seu rosto), e foi apenas na manhã seguinte que descobriu o que houve com seu rosto, mas ao invés de recorrer a alguém da casa simplesmente fez seus próprios pontos com uma linha especial vermelha que tinha comprado a pouco tempo, seus pais ficaram horrorizados ao ver aquilo, mas Yoru disse que queria deixar assim para se lembrar da primeira vez que realizara pontos, Kazuomi - o pai - o olhara incrédulo, mas logo em seguida soltou um "Faça como preferir"(ele havia estado amargurado desde que a irmã, que por sinal era a médica de Yoru, dera-lhe sermão para deixar seu próprio filho fazer suas escolhas), e vendo que não haveria oposição por parte do marido Tsukuru - a mãe - apenas sorriu enquanto dizia um "Fico feliz se você estiver feliz, filho" e chorou mais alto que o normal naquela noite. Noites depois foi até o quarto do irmão perguntando se poderia treinar a fazer pontos nele, Inrin divertido com a ideia logo aceitou com a condição de estar amarrado e amordaçado na hora(caso não tenha notado Inrin tem sérios problemas psicológicos), o irmão tem até hoje cicatrizes da época.
Até então Yoru estudava apenas em casa e com professores particulares, porém havia chegado a hora dele despertar a curiosidade e finalmente ir para uma escola de verdade, mas as coisas não correram exatamente como o previsto. Logo no início começou-se a aversão pelo garoto, principalmente por conta de sua cicatriz e seu jeito não exatamente normal, foram insultos e xingamentos, e quando finalmente lhe deram uma surra descobriram que o garoto não sentia dor, o que causou medo em alguns, nojo de outros e o interesse de uns poucos, mas todos pararam com aquilo após Inrin transferir-se para aquela escola, na verdade agora todos pareciam ignorar Yoru e fugir de seu irmão, principalmente após o incidente em que vários alunos foram encontrados aos soluços num beco próximo a escola com as bochechas rasgadas em 'sorrisos' de orelha a orelha, porém naquele período de tempo a autoestima de Yoru já havia caído consideravelmente.
Pensou em visitar sua médica e tia para ver se seus pensamentos não ficavam mais otimistas, porém aquilo teve o efeito contrário, pois ao chegar na casa da mesma o local se encontrava em chamas, Yoru então sem pensar nas consequências tentou entrar para salvá-la, e a última coisa que viu antes de apagar foi um pedaço do teto caindo em cima de si, inalando a fumaça misturada um cheiro forte de carne podre assando. E aquele foi o fim de sua vida. Ou ao menos é o que consta em sua mente, aquela que emanava esperança havia morrido por sua culpa(era o que pensava já que não havia conseguido salvá-la) e ele havia pagado o preço com a morte, mas nem isso parecia ter sido o suficiente, sua missão ainda não acabara, a única coisa que podia fazer era herdar a ideologia de Kaori(nome da médica) de acreditar e colaborar para a criação de um mundo de esperança onde cada pessoa se importa com seu próximo e o ajuda.
Há 1 ano Inrin havia desaparecido sem deixar rastros e sem motivo aparente, e Yuro recebera a notícia que iria estudar na Hope's Peak Academy, uma chance de se redimir de seus pecados e aprender mais para ajudar as pessoas.

† Família †

Pai: Kazuomi Akashima (43 anos)

É um homem severo e rígido, que acredita que os fins justificam os meios, fixado em fazer prosperar a empresa da família e garantir um herdeiro a altura.

Mãe: Tsukuru Akashima (37 anos)

Diagnosticada com anemia, câncer no coração e depressão, está sempre sorrindo na frente das pessoas, mas é igualmente comum ouvi-la chorando em seu quarto às madrugadas

Irmão gêmeo bivitelino: Inrin Akashima (17 anos)

[Como era na última vez que Yoru o viu]
Nascido com surdez e diagnosticado com psicopatia na infância, atualmente encontra-se desaparecido.

Irmão mais novo: Nori Akashima (11 anos)

É um garoto autista e introvertido. Yoru não sabe, mas estando fora de seu alcance e com Inrin desaparecido, o pai passou a atribuir a responsabilidade de herdeiro da família para o irmão mais novo, que, não sendo suficientemente talentoso como o esperado, é frequentemente espancado e humilhado em casa, sempre sendo comparado a Yoru, e por conta disso passou a nutrir um certo ódio pelo mais velho e um medo descomunal do pai.

Tia: Kaori Akashima (35 anos)

Médica pediatra, foi morta num incêndio dentro de casa.

† Habilidades †
Por conta de ter crescido com um irmão surdo e outro autista, sabe linguagem de sinais, tal como parece ter facilidade em 'ler' as pessoas mesmo que elas não costumem se expressar muito, através de pequenos sinais como o movimento de olhos e gestos. É rápido na digitação, possuindo conhecimentos suficientes para ser um programador ou um hacker se quisesse pois foi instruído acerca do assunto ainda na infância quando o pai queria que ele trabalhasse na área para a empresa da família. Sua coordenação motora é digna de nota, assim como sua precisão e exatidão.

† Qualidades †
É prestativo, estando sempre lá quando precisam. Apesar de não parecer é um bom observador e analista, e costuma perceber coisas que pessoas normais não conseguem, tendo um QI acima da média. Sempre se antecipa pois se sente mal em deixar os outros esperando(mesmo que não se importe do outro chegar 1 hora atrasado).

† Defeitos †
Sua falta de autoestima e indiferença consigo mesmo são alguns de seus maiores defeitos, também não sabe ser sensível, não esboçando reação alguma nas execuções e podendo ser rude mesmo sem querer quando falam carregados de sentimentalismo consigo.

† Gosta †
Dias frios, pois de acordo com ele o calor torna seu cheiro de putrefação mais intenso e isso é incomodo tanto para ele quanto para as pessoas ao redor(mas como sempre é só coisa da mente dele mesmo). Também aprecia café e comidas com pimenta ou gosto forte, pois Yoru pensa que seu paladar ficou debilitado já que ele é um morto-vivo. Qualquer tipo de livro lhe é bem vindo, desde manuais a contos, é bem diversificado quanto a isso, e costuma lembrar em detalhes dos mesmos. Quanto a música prefere a clássica, por influência de seu pai desde a infância, especialmente solos de piano.

† Não gosta †
Dias quentes, assim como qualquer tipo de música que não seja clássica ou um solo de piano.

† Medos †
Fogo

† Manias †
Roer as unhas quando entediado(ma praticamente não há mais nada para roer, sendo que algumas já estão até machucadas por conta disso)

† Capaz de matar? †
Não, pois ele acredita que não tem o direito de interferir a tal ponto na vida dos vivos.

† Está ciente que agora seu personagem me pertence e poderei fazer o que quiser com ele? †
(x)Sim ( ) Não

† Seu personagem terá um par? †
Sim, mas teria de ser uma pessoa compreensiva com ele, sendo que no começo ele seria contra a ideia pois 'um morto não devia ter relacionamentos', mas depois de um tempo apareceria com um 'Não se importaria em se relacionar um morto?'.

† Qual seria o motivo para querer sair de dentro do jogo? †
Certificar a segurança de Nori, pois tem receio que seu pai faça algum mal ao irmão que não é tão bom assim nos estudos.

† Segredos? †
Enviados por Mensagem Privada.

† Algo mais? †
Posso fazer uma segunda ficha(seria do Inrin, irmão dele)?



Inrin



✧ Nome ✧
Inrin Akashima

✧ Idade ✧
17

✧ Título ✧
Programador de Jogos Nível Super Colegial

✧ Aparência ✧
Possui 1.65 de altura tal como seu gêmeo, com o corpo magro mas saudável. A pele é clara e os olhos são num tom intenso de vermelho, possuindo cabelos tingidos de branco quase tocando-lhe os ombros, levemente ondulados nas pontas e cuja franja é prendida para o lado direito do rosto com presilhas vermelhas. Destaca-se em várias partes de seu corpo a presença do que ele chama de 'arte corporal' na forma de vários pontos seguidos.
Costuma usar roupas com detalhes coloridos, facilmente classificadas como infantis.




Juuzou Suzuya - Tokyo Ghoul

✧ Personalidade ✧
Uma de suas principais características e também a que poucos percebem está no fato de Inrin parecer ser incapaz de compreender os sentimentos e emoções das pessoas, ele pode até entender toda a teoria e usar expressões e palavras ao seu favor, mas na prática ele realmente não as entende, não as 'sente', também tendo dificuldade em discernir o certo do errado, e possuindo uma visão própria de mundo.
Não se importa verdadeiramente com o que acontece as pessoas ao seu redor, no máximo fica decepcionado com a pessoa por ter saído de sua vida de maneira tão fácil. Porém acredita que seu gêmeo e ele são um só, e assim sendo nada mais natural que prezar por sua vida e conforto, mesmo que não demonstre isso claramente na maioria das vezes. Egoísta, ele mesmo vem sempre em primeiro lugar(juntamente com seu irmão, já que supostamente os dois são um), porém isso não atrapalha na hora dele se relacionar com as outras pessoas, que normalmente o veem como apenas o surdo garotinho hiperativo fofo das rosquinhas(já que está praticamente sempre com uma na boca).
As pessoas o conhecem pelo seu comportamento infantil(que ele acha que deve ter para compensar o fato da sua infância ter sido quase que completamente roubada pelo pai) e exagerado(já que ele acha que as pessoas não vão entende-lo ou vão ignorá-lo caso não o faça), já que o garoto parece se alegrar facilmente, principalmente ao ver coisas ou lugares novos.
É bastante espaçoso, e faz cara feia quando querem que ele divida alguma coisa sua.
Costuma andar bastante de um lado para o outro quando tem de ficar num local sem atividade definida para realizar, e como é curioso tem o hábito de vasculhar as coisas e se meter onde não deve simplesmente para tentar aliviar um pouco do tédio de situações assim, e talvez por esse motivo ele esteja mais apto a testemunhar algo relacionado a casos(como onde viram a vítima pela última vez, ou percebendo como determinada pessoa estava agindo de modo suspeito num local incomum).
Por ter nascido surdo já está habituado a ler lábios e gestos, passando mais tempo que o normal estudando rostos e suas expressões. Quando precisa falar algo usa toda expressão corporal exagerada possível para fazer a pessoa entender, normalmente mexendo bastante as mãos, e caso seja algo específico que não dê exatamente para falar por gestos faz uso da linguagem de sinais, e caso a pessoa não o saiba tem de vir alguém 'traduzir'(o que no caso é seu irmão Yoru).
Possui hipersonia, o que faz ele dormir por mais tempo que o considerado comum, e causa sonolência durante o dia, porém ele faz o possível para não demonstrar isso e esboça sempre um sorriso animado, e como costuma ser hiperativo é comum que ele esteja a todo vapor e do nada caia desmaiado de sono.
Também sofre de síndrome do pânico hereditária, com crises que podem ocorrer a qualquer momento(mesmo durante o sono), e cujos sintomas são falta de ar, tontura, fraqueza, aumento da frequência cardíaca, suor excessivo, sensação de calor ou suor gelado, dor no peito ou no estômago e formigamento das mãos, sendo que ele morre de medo de ter uma crise mesmo sabendo que não tem como evitar, até desenvolveu uma paranoia de que só tem crises num determinado lugar(ex: um elevador, se ele já tiver tido uma crise em um antes) ou numa determinada situação, mas isso é tudo coisa de sua mente mesmo.

✧ Sexualidade ✧
Bissexual

✧ História ✧
Nasceu numa família privilegiada, embora ele não se sentisse de tal forma, pois a maioria das crianças que aproximavam-se de si era unicamente porque os pais mandaram para ter alguma conexão com sua família, Inrin logo percebeu isso, mas não tinha muito o que fazer pois era ignorado em casa pela família, que só tinha olhos para seu irmão mais velho e gêmeo Yoru(mas não sentia raiva ou algo do tipo pelo mesmo, já que o prezava demais para isso), aprendeu então a não confiar nas pessoas que vem para si todas sorrisos, e decidiu que se elas não o fizessem seria ele mesmo a dar os sorrisos sinceros que tanto almejava(embora ele não soubesse exatamente o que um sorriso 'de verdade' significava).
Quando criança sempre fora muito curioso e questionador, tendo planos e ideias mirabolantes, arrastando seu irmão consigo sempre que podia, mesmo que sempre acabasse repreendido por envolver o herdeiro da família em coisas perigosas.

[...] (encontra-se no segredo da MP)

Ele passou então a rumar de cidade em cidade - com dinheiro de sobra que o tia dera-lhe -, e chegou um momento em que passou a viajar pelo mundo, conhecendo todo tipo de cultura. Ao participar de um evento de jogos nos Estados Unidos ficou curioso quanto aquilo, e despertou seu interesse em programar jogos, e após pesquisar bastante sobre o assunto já podia ser considerado um expert e começou seu primeiro jogo, porém aquele não era apenas um jogo comum, já que de acordo com Inrin isso seria muito chato e repetitivo, seu jogo possuía efeitos, simbolismos, alterações de cores e sonoridade(apesar dele nunca ter ouvido um som entende toda a teoria por trás das ondas sonoras) que combinadas tinham um efeito de 'hipnose' no jogador, que sentia o que o jogo queria que ele sentisse(no caso de cenas tristes, alegres ou mórbidas), além de ter um efeito viciante, Inrin usara todo seu conhecimento adquirido naquilo, e orgulhara-se do feito, mostrou-o a uma empresa especializada que impressionou-se com aquilo e logo o contrataram, e sob o pseudônimo de Psykhe começou a desenvolver séries de jogos que seriam internacionalmente conhecidas, sendo que foi no mínimo esperado para si que fosse convidado a estudar na Hope's Peak Academy.

✧ Família ✧

Pai: Kazuomi Akashima (43 anos)

É um homem severo e rígido, que acredita que os fins justificam os meios, fixado em fazer prosperar a empresa da família e garantir um herdeiro a altura.

Mãe: Tsukuru K. Akashima (37 anos)

Diagnosticada com anemia, câncer no coração e depressão, está sempre sorrindo na frente das pessoas, mas é igualmente comum ouvi-la chorando em seu quarto às madrugadas

Irmão gêmeo bivitelino: Yoru Akashima (17 anos)

Diagnosticado com Síndrome de Cotard e Síndrome de Rilley-Day,costuma mostrar-se contrário à aparência, sendo a única pessoa com quem Inrin se importa.

Irmão mais novo: Nori Akashima (11 anos)

É um garoto autista e introvertido.

Tia paterna: Kaori Akashima (35 anos)

Médica pediatra bondosa e idealista, foi morta num incêndio dentro de casa.

Tio materno: Hideaki Kawanami (37 anos)

Um homem oportunista e manipulador, uma pessoa interessante aos olhos de Inrin.

✧ Habilidades ✧
Praticamente tudo relacionado a área de programação e computação, conseguindo digitar 3 vezes mais rápido que o normal. Quando criança recebeu aulas de artes marciais, sendo digno de nota na área. Cozinha bastante bem, se destacando na confeitaria, e sempre que faz um bolo acaba exagerando no tamanho e na quantidade de camadas.

✧ Qualidades ✧
É habilidoso com atividades em geral, tendo facilidade em aprender o que quer que seja. Não parece sentir-se pressionado, e é difícil irritá-lo de fato(já que costuma levar tudo na brincadeira)

✧ Defeitos ✧
Parece não conseguir levar nada a sério, e responsabilidade e pontualidade estão longe de ser o seu forte, sempre se atrasando não importa o quão importante seja o evento.

✧ Gosta ✧
Possui uma paixão incontrolável por rosquinhas, especialmente as coloridas, sendo comum vê-lo com uma na boca, mesmo em situações tensas como class trials e execuções. Aprecia a liberdade e a diversidade, viagens e encontrar pessoas novas, conhecer suas vidas e costumes. Gosta de tirar fotos, seja das pessoas ou de uma paisagem que achou legal, e tem um arquivo com todas as fotos que já tirou, cada uma mais diferente da outra.

✧ Não gosta ✧
Odeia ficar num mesmo lugar por muito tempo, principalmente se for um local pequeno e sem muita coisa interessante. Fica irritado quando o tratam como inferior ou diferente só por ser surdo. Não suporta que falem mal de seu irmão Yoru. Não gosta de realizar atividades intensas e repetitivas, ficando facilmente entediado com elas. Acha televisão uma das maiores porcarias que já inventaram, e de maneira nenhuma assistiria a uma(no máximo iria a um cinema ver um filme que achou ser interessante). Desgosta de qualquer tipo de refrigerante ou bebida gaseificada.

✧ Medos ✧
Tem um pânico descomunal que lhe toquem a cabeça(qualquer parte dela. Fica tudo bem se for ele a encostar a cabeça em alguém por exemplo, mas o contrário o apavora), pois tem medo que isso desencadeie uma crise de sua síndrome do pânico(mesmo que isso não ocorra, isso é só coisa da mente dele mesmo, pois uma de suas crises ocorreu logo depois de levar uma pancada na cabeça). Também tem medo de elevadores(pois também já teve uma crise em um)

✧ Manias ✧
Balançar os pés quando está sentado é algo que faz desde a infância, mesmo que seu pai sempre o repreendia dizendo que isso não era coisa de gente de alta classe ele continuava só de birra mesmo, e até hoje continua. E como é uma pessoa inquieta não consegue evitar de ficar tremendo uma perna quando tem de se sentar por algum tempo considerável. Gesticula bastante e exageradamente, pois pensa que as pessoas não vão entendê-lo de outra forma.

✧ Capaz de matar? ✧
Sim, é plenamente capaz de matar, porém não faria isso na Hope's Peak já que não duvida nada da capacidade de investigação de seus colegas, achando pura burrice quem mata ali dentro, já que claramente vai ser executado, e sempre olha debochado quando o culpado é descoberto.

✧ Está ciente que agora seu personagem me pertence e poderei fazer o que quiser com ele? ✧
(x)Sim ( ) Não

✧ Seu personagem terá um par? ✧
Sim

✧ Qual seria o motivo para querer sair de dentro do jogo? ✧
Quer sair para assim o irmão não ficar em perigo constante, além de querer realizar suas 'brincadeiras alternativas' fora dali e assim não correr riscos.

✧Segredos? ✧
Enviados por Mensagem Privada.

✧ Algo mais? ✧

Quando encontrar-se com Yoru e o irmão começar com perguntas de onde esteve e o que andou fazendo Inrin vai simplesmente dizer que é segredo, mas que talvez ele descubra mais tarde.

Caso não haja um Cozinheiro Nível Super Colegial ou algo do gênero, será Inrin aquele a cozinhar para o grupo, visto suas habilidades gastronômicas.



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