~felomenal

felomenal
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Navio Pirata: A Queda do Capitão - Personagem


Postado






♦ Nome:
Lucille Heloise Witter


♦ Apelido:

- Colibri – Por causa da mania de bater o pé no chão quando preocupada, da mesma forma que a espécie de beija-flor Colibri.

- Doutora – Por causa de sua profissão, embora ela nunca tenha conseguido um doutorado.

- Ruiva – Sempre a chamaram assim por causa da cor de seu cabelo.

- Luce – Apelido carinhoso para íntimos.


♦ Idade: 26 anos.
Nasceu na véspera de Natal.


♦ Nacionalidade:
Francesa.


♦ Orientação sexual:
Heterossexual.


♦ Pirata(X) (Médica do navio)
() Braço direito do capitão Joseph Scowling
() Soldado da corte Francesa
() Príncipe/Princesa
() Outros



♦ Aparência:

Lucille possui belas madeixas ruivas, sendo o centro de sua beleza, além dos olhos claros azuis que a fazem parecer frágil certas vezes, mas é apenas um erro comum que as pessoas cometem ao julga-la por sua aparência. Seu corpo é esbelto, tendo altura média, e acaba por fluir muito bem nas saias que usa, camisas de manga longa, corpetes e casacos de couro, tudo sendo adequado, já que nunca sentiu a necessidade de provocar a ninguém. Sua pele alva, obtém algumas cicatrizes, inclusive, há uma em seu ombro esquerdo na parte das costas, onde há varias cicatrizes pequeninas, feitas por grãos de chumbo por quase ser atingida por um tiro de espingarda que lhe passou raspando.










(sorry, por mais gifs)








♦ Photoplayer:
Rose Leslie



♦ História:

Lucille morou sua vida inteira em um orfanato católico, mas nunca sentiu-se em contato com Deus. Seus pais eram piratas, mortos em batalha contra a Corte Francesa; ela foi tirada dos braços mortos de sua mãe por soldados e dada às freiras. Tudo isso, ela soube aos dezesseis anos, e foi informada sobre seu passado pela irmã Mary, uma freira que havia lhe servido como protetora todos esses anos.

Lucille trabalhava no orfanato, e preferiu ficar assim, foi ensinada a cuidar de doentes, e soldados feridos, embora de vez em quando aquilo não lhe agradasse, mas nunca recusava ajudar alguém que a necessitasse.

Para fugir da realidade, a ruiva gostava de ler historias sobre o mar, romances descrevendo navios, e tripulações com seus peculiares membros; a freira odiava que fizesse isso, preocupada com o futuro de Lucille, dizia que deveria considerar sua origem uma vergonha, mas a garota achava fascinante. A liberdade impressa nas entrelinhas da pirataria sempre lhe pareceu ser algo atraente.

Em seu aniversário de dezenove anos, prestes a ser transformada também em uma freira, Lucille fugiu do orfanato, não aguentando mais a vida como seguia. Enquanto fugia para perto do porto, houve um ataque pirata e Lucille assistiu as pessoas fugirem diante do horror provocado. Assustada, ela tentou se esconder, e acabou dentro de uma casa, mas logo soube que não era a única ali; avistou um jovem rapaz, roubando maçãs e colocando de modo rápido em sua bolsa, era um pirata, seu nome era Edward Cole e quando a viu ali, apenas abriu um sorriso e a convidou a ir com ele e embarcar no navio pirata.

Ela navegou por muitos anos ao lado do jovem rapaz, e foi fiel ao barco que o mesmo se mantinha como braço direito do capitão. Ele a ensinou como sobreviver, como se defender, e como escrever seu próprio destino. Apaixonaram-se e aos vinte e um anos, ela teve sua filha, Lilian, e a criaria junto a Edward.

Infelizmente, quando Lilian tinha três anos, um evento trágico aconteceu, o barco em que viviam foi vítima de motim por parte de Edward Cole que havia se tornado ambicioso, e cruel. Ele matou o capitão do navio, deixando Lucille horrorizada já que sempre haviam sido melhores amigos; Edward tentou convencê-la e fazer com que ficasse, mas o amor já havia se extinguido, e quando Lucille recusou, ele levantou a mão para ela pela primeira vez, e no dia seguinte Lucille tomou uma decisão. Partiu, antes que a pegassem, levando sua filha junto para o mais longe possível.

Embora tenha sido difícil, a melhor decisão a se tomar foi deixar sua filha crescer no mesmo orfanato que Lucille havia sido criada, mas diferente de seus pais, Lucille um dia voltaria para a amada Lilian.

Partiu para os portos novamente, e soube que um novo capitão assumira o famoso “O Grande Celeste”, se tornando seu novo objetivo fazer parte da tripulação, e conseguir permanecer até o dia em que possuísse riquezas o bastante para que voltasse a sua filha, e reescrevesse novamente as linhas de seu destino.



♦ Personalidade:

Sempre obteve dois lados dentro de si.
No orfanato havia sido ensinada a ajudar a quem necessitasse, mas com Edward havia sido obrigada a aprender que não poderia confiar em ninguém.

A todo o momento, Lucille tenta equilibrar isso dentro de si, tornando-a alguém controlada com seus sentimentos e que não deseja que nenhuma forte emoção transpareça, mesmo assim em seus momentos de tristeza, pensando em Lilian, a mesma deixa que lágrimas silenciosas sejam derramadas.

Sua natureza sempre a permitiu gostar de aconselhar os outros como as freiras faziam, e era uma ótima ouvinte, além de ser muito sincera, mas era insensível algumas vezes e isso a diferenciava de uma irmã da igreja. Seu ótimo senso de humor também permitia aproximar as pessoas que a conheciam como uma figura de paciência, confiança e franqueza. Quando era subestimada, as opiniões sempre mudavam, pois Lucille tinha destaque entre muitos ao oferecer opiniões espertas e lógicas que não eram “normais” de uma mulher segundo a época. Tornando a pessoa a quem as pessoas procuravam mais conselhos por vezes.

Lucille adorava uma boa aposta, seja em dinheiro, ou qualquer outra coisa; se tornava uma distração divertida em tempos ruins. Cumpria o que prometia, não importava o que fosse, e isso a tornava confiável aos olhos de alguns, e Lucille não poderia dizer que não era, afinal diferente de seu ex-noivo, a fidelidade era algo tão importante quanto sua própria honra. Assim, as ordens de um capitão, eram regras a serem obedecidas, isso não poderia negar.

Se certa pessoa tivesse lhe feito alguma raiva, Lucille tinha boa memória, e este alguém não poderia esperar nada agradável vindo da ruiva, embora não fosse vingativa, apenas rancorosa. Ela não possuía o costume de participar das batalhas, mas conseguia defender-se quando era necessário, e aprendeu também a não ter piedade diante de traidores, ou soldados da Corte, mesmo que o seu lado médico e racional sempre a fizesse parar para pensar no que fosse realmente correto e se aquela pessoa merecia seu destino ou não. A maioria das vezes merecia.

Possui conhecimentos religiosos, e saberia recitar algumas palavras da bíblia, mas suas faltas de crença em Deus lhe veem por um único motivo: “Por que acreditar em algo que não mudará nada em minha vida?” Nesta época do século, nem Deus salvaria um homem se ele não fizesse nada para batalhar, e Lucille acreditava que, se diziam que era “Ele” que escrevia o futuro, então vinha a ela a tarefa de apagar com a borracha, e roubar-lhe o lápis, como havia feito tantas vezes em seu passado.



♦ Gostos:
Observar a chuva; Vinho; Quando consegue salvar a vida de alguém; Música, cantorias, dança; Ser respeitada em meio a tantos homens; Aconselhar; Apostas; Pessoas confiantes/engraçadas; Jogar cartas; Provar algo a alguém; Estar certa; Riquezas; Livros.

♦ Desgostos:
O medo de alguém em suas mãos morrer (quando isso ocorrer esconderá suas pesarosas emoções, e irá seguir em frente); Tempestades, furacões; Ser subestimada; Pessoas teimosas; Traidores; A Corte Francesa; Brutos; Tocar em seu passado; Ameaças; Qualquer tipo de preconceito.


♦ Trauma(s):
Nenhum.

♦ Doença(s) ou alergia(s):
Nenhuma.


♦ Mania(s):
Conversar com aquele a quem está cuidando no momento em que exerce sua profissão, e às vezes até faz piadinhas para distrair a pessoa. Costuma levar uma das mãos e bagunçar o próprio cabelo quando está com raiva ou chateada. Olha para o mar quando está pensativa; Bate um dos pés do chão quando está preocupada, lembrando a um Colibri, um beija-flor que tem essa mania quando pousa em um tronco.


♦ Vício(s):
Apostas, embora não seja exatamente um vício, mas algo que sempre gostou de fazer.


♦ Habilidade(s):
Possui grandes capacitações médicas, tendo cuidado de vários tipos de ferimentos em soldados, desde pernas quebradas a balas no corpo, e hemorragias. Também sabe lutar bem corpo-a-corpo e obtém reflexos fascinantes. Por sua criação católica, é fluente em latim, além de seu idioma natural.


♦ Relação com a tripulação:
Por ter fidelidade com seu capitão, Lucille sabe que a respeitam, além de a maioria confiar na moça já que todos os dias suas vidas ficam nas mãos habilidosas dela. Mas, Luce não pode dizer o mesmo, aprendeu a não confiar em ninguém, e não daria sua vida por nenhum deles pelo motivo que é necessitada por sua filha, e isso não quer dizer que Lucille não os defende, e sim ela defende, com unhas e dentes se for necessário, já que sua fidelidade quando alcançada, não vem a ser apenas com o capitão. Não vê problemas em aconselhá-los, e fazer amizade, e embora houvesse Lilian para sustentar, não deixaria que algumas moedas de ouro estragassem uma amizade.


♦ Relação com o capitão:
Embora aos olhos de Lucille, ele não seja tão intimidante quanto seu pai, a mulher o respeita profundamente, e faz de tudo para cumprir suas ordens, embora goste de fazê-lo sorrir como qualquer amigo. Afinal cuidar de tantos marujos cabeças-ocas não deve ser nada fácil.


♦ Par:
(X) sim, mas a autora escolhe.
() sim, o capitão.
() sim, mas eu escolho:
() tanto faz.
() prefiro que meu personagem não tenha par.


♦ Relação com o mesmo:
Faria o possível para ninguém saber sobre a relação deles, e como não procura a um par, seria contrária a investidas amorosas, mas acabaria cedendo em alguma hora se ela realmente tivesse afeto por ele. Seria ciumenta, mas não ao ponto de fazer um barraco, mas como dito anteriormente, Lucille tem uma boa memória.
Sabe como ser carinhosa, e tentaria fazê-lo sorrir o máximo possível, além de que certas brincadeiras podem resultar bem interessantes. Mas, quando se encontrasse apaixonada, provavelmente tentaria abandona-lo, pois tinha a sua filha a quem dar o seu amor maior, e sempre pensou que não haveria homem no mundo que a aceitasse sendo ela uma mãe solteira.


♦ Largaria tudo por amor?
Dependendo, se seu amado concordasse com sua filha, e prometesse cuidar das duas, mas em todos os outros casos, possivelmente não, ela sempre escolheria Lilian a qualquer outra pessoa.


✘ P A L A V R A - C H A V E:
“Aqui não tem pirata de água doce.”



♦ Arma:

- Pistola: Cano curto, pequena, e feita para ser manejada apenas por uma mão. Guarda em sua cintura e sempre está ao seu alcance.

- Punhal: Feito de ferro possui o cabo coberto por couro, e tem uma lâmina afiada, e é tanto usada para defesa quanto para outros tipos de serviços. A guarda dentro do calçado, sendo botas de cano alto.


♦ Tripulação, você seria capaz de trair o capitão para se dar bem na vida?
Não, apenas se Lilian estivesse em perigo, mas não trairia seu capitão por mais chances com tesouros, ou por um maldito barco maior.


♦ Algum animal de estimação?
Não.


♦ Objeto pessoal:

- Bolsa de couro, onde dentro possui uma maleta segura com remédios, itens médicos e outros objetos importantes.
- Cordão, feito de uma fina corda cinza, onde se pendura uma bonita pedra negra, presente feito por sua filha.


♦ Algo mais?

Lucille costuma escrever cartas ou bilhetes a Lilian, e faz o possível para mandar ao orfanato pelo correio daquela época quando estão em terra firme, além de enviar uma parte de seus ganhos na pirataria.

Ninguém no barco sabe sobre sua filha, Lilian:



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