[ i r r e v e r s í v e l ]


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Passamos juntos uma madrugada que parecia não ter fim, algo tinha se tornado bilateral naquele dia.

Era bonito como havíamos cultivado sinceridade e lealdade. Bonito como era verdadeiro o que tinha se tornado uma “paixão” – daquelas que parecem pequenas, distraídas, difíceis, mas que acabam se mostrando algo maior.

Então percebemos que éramos cúmplices do sentimento mais confuso que existia. amor.

Falávamos asneiras, relembranças e coisas boas que vieram a nos unir. Falávamos também sobre saudade –aquela que veio através do sol por uma brecha na janela e como água escorrendo fazendo-se desvairar.

Falávamos por músicas e frases que nos definiam.

E mesmo que eu estivesse longe eu iria ficar com ela, restava saber o que ela diria e faria.Nas horas de alegria sabia que sentiria a falta dela.

Minha vida se tornou exclusivamente dela ali, tudo na vida havia um pouco de nós e o que queríamos era apenas aproveitar a vida simples, simplesmente.

Mil vezes sou nós dois

Eu cultivava jardins e junto com ele coisas boas. Naquela madrugada plantamos juntos uma árvore que logo cresceria e daria frutos assim como nós, pois a felicidade se tornou um fruto da nossa eterna amizade. E naquela árvore a gratidão floresceria juntamente.


para a flor do dia que floresce em meu jardim


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