~kana456

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Sweet angel
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Ficha - Estação Kisaragi


Postado

Ficha - Estação Kisaragi

Nome: Akira.

Sobrenome: Tachibana (então Tachibana Akira certo?).

Apelido: Hana (sei que é um nome também, mas já vi usarem como apelido).

Nacionalidade:
japonesa.

Idade: 16 anos e meio pode ser? É que quase ninguém fica com a idade só né, sempre tem alguns meses, 14 anos e meio, 13 anos e meio, 12 anos e 4 meses, é acho que você já entendeu né? (maior de 16).

Sexo: Feminino.

Orientação Sexual: Ok eu sei que poderia colocar bi, mas vamos heterossexual mesmo ok?

Aparência-aparência descrição:
Aish a pior parte, lá vamos nós, cabelo naturalmente preto, mas tingido de um ruivo meio escuro, que batem mais ou menos abaixo dos seios, mas não chegam a ultrapassar a cintura, são lisos, tendo a raiz preta. Bochechas um pouco gordas, fazendo-me ser alvo de bullying algumas vezes devido a essa característica, olhos pretos como a grande maioria dos indivíduos que tem origem japonesa, mas costumo usar lentes de contato azuis. Pele bastante branca (até demais pro meu gosto), sendo que qualquer aperto a faz ficar vermelha, nem muito baixa nem muito alta, mediana, em torno dos 1,65-1,67, peso em torno de 55-60 kg. Não possuo lábios carnudos, sendo estes pequenos e sempre procuro sorrir de boca fechada, pois acho mais kawaii (fofo) e também que se eu acabar sorrindo mostrando meus dentes estarei me mostrando mais aberta as pessoas, coisa que eu definitivamente não sou. Corpo médio, não sou uma tábua, mas também não sou muito, como digo, aish vou falar de uma forma um pouquinho vulgar, me perdoe por isso não achei palavras melhores, não tenho bumbum nem seios avantajados, um tamanho médio. (não sei podia, mas decidi englobar os tópicos aparência e aparência-descrição em um só, espero que isso não me custe minha entrada como personagem na fic).

Nome do photoplayer: Heo Solji (só procurar integrantes do girl group EXID, ela é a líder).

Personalidade:
Sou muito reservada, não gostando de criar laços com ninguém, introvertida não tímida, na escola sempre que há trabalhos para serem feitos em grupo acabo pedindo ao-a professor(a) para fazer individual e se não tiver jeito quanto eu e meu grupo nos reunimos para fazer o trabalho fico isolada em um canto, faço minha parte o mais rápido possível e vou embora. Quando criança costumava ser alegre, espontânea, mas algo aconteceu em minha vida que me fez fechar-me para as pessoas em geral (não se preocupe irei explicar isso no tópico história), a maioria das pessoas com quem sou obrigada a conviver acabam por me chamar de esquisita, sempre procurando sentarem distante de mim na sala de aula, mas tem algumas que procuram se aproximar de mim, algumas só por gentileza e a minoria por querer, incrivelmente, ser minha amiga, acabo por afastar todos de perto de mim, e cada vez que faço isso sinto uma pontada em meu coração, como se a cada oportunidade desperdiçada de fazer uma amizade, uma parte do meu coração se fosse junto com a pessoa, antigamente, eu costumava ser muito extrovertida, como já disse a cima, possuindo uma risada um tanto peculiar, escandalosa pra falar a verdade, aos doze anos minha profissão era cupido, sim eu juntava todos os meus amigos e depois segurava vela, eu amava correr, sim atletismo sempre foi meu forte, tanto que as vezes, por ser tão cabeça dura, eu voltava pra casa socorrida por um dos meus amigos ou outro conhecido que me via quase desmaiando tentando voltar para casa (eu dava voltas pelos lugares, praças, parques, quarteirões, correndo), nessa época eu ainda sorria abertamente. Infelizmente ainda possuo uma certa mania de quando estou nervosa ou mentindo colocar uma mecha de meu cabelo atrás da minha orelha direita (hoje em dia não há ninguém que se aproxime o bastante de mim para notar esse fato).
(Vai ser necessário para a história, depois de eu me abrir com os outros personagens se eu for escolhida): risonha, alegre, e por incrível que pareça sendo calculista e gélida (fria) quando necessário, mas nos momentos descontraídos é a mais doida e alegre, vou ser a happy vírus do grupo de personagens que participarão da história.


Profissão: Estudante do primero ano do ensino médio, sim eu sou atrasada, minha mãe colocou-me na escola um ano depois da idade em que a maioria das crianças entram, e não tive preocupação nem dei importância a esse fato.(se é estudante, coloque estudante).

História: Nasci na província japonesa Okinawa (prefeitura), mais especificamente em sua capital, Naha, nunca conheci meu pai, sempre que perguntava a minha mãe, ela procurava fugir do assunto, não ligava muito para esse assunto, mas sempre que a professora mandava fazer um desenho mostrando sua família, e eu via as crianças rabiscando, desenhado uma mãe, um pai e ele-ela, as vezes um irmão ou uma irmã, eu ficava triste e pra baixo, nem mesmo um animalzinho de estimação nós podíamos ter, já que era alérgica aos pelos de aves, cachorros, gatos, enfim, quase todos os animais senão todos. Aos oito anos conheci Armin, minha primeira paixão, aquele amor infantil de criança, que quer dar selinho sem saber o que realmente é, abraçar, dar as mãos e abraços. Aquela inocência que toda criança possuí antes de sentir dores, preocupações, ser corrompida pelo mal que há neste mundo. Mas infelizmente quando completei 9 anos e ele 10, seus pais tiveram que se mudar e eu nunca mais o vi, enfrentando a primeira de muitas decepções que teria em minha vida. Aos 14 anos já trabalhava em uma lanchonete de meio período, para ajudar minha mãe a manter uma qualidade razoável de vida, sendo que ela recebia pouco e quase nunca fazia ou comprava algo para ela, um dia quando estava voltando do trabalho, uma três da tarde, abri a porta gritando: TADAIMA OKA-SAN!! (se não me engano significa cheguei mamãe, ou pode ser mostrada como okaeri invés de tadaima), abri a porta, esperando encontrar minha mãe, como todos os dias, dizendo para eu ser menos escandalosa, para não incomodar os vizinhos, mas tudo que vi foi minha mãe jogada no chão, seus olhos brilhosos, agora estavam opacos e sem vida, tinha sangue para tudo que é lado, corri e me ajoelhei ao lado do corpo já morto de minha mãe, abracei-o com todas minhas forças, gritando para o nada, as lágrimas já escorriam sem controle por meu rosto, logo a polícia veio, tive que tomar um tranquilizante a força, pois não queria separar-me do corpo de minha mãe. No enterro estava chovendo, deixei margaridas em sua lápide, suas flores preferidas, não derramei uma lágrima sequer, fazendo ali uma promessa, que eu encontraria o desgraçado que tinha tirado minha mãe de mim, sempre que passava na rua as pessoas cochichavam umas com as outras, o mais diversificado possível era o assunto, alguns me chamavam de pobrezinha, tendo pena de minha situação, outros acusavam minha mãe de tantas maldades e argumentos sem fundamentos, que eu tinha que me controlar para não tentar estrangular essas pessoas, meus amigos aos poucos se afastavam de mim, seus pais os obrigavam, dizendo que eu não era uma boa companhia, agora compreendo que se eles realmente fossem meus amigos, teriam ficado ao meu lado, pois amigo de verdade é aquilo que fica com você nas horas ruins. Essa situação não durou muito tempo, logo veio a assistência social, como minha mãe não possui parentes, logo fui mandada a um orfanato, as pessoas de lá me tratavam como uma empregada, todas as crianças na verdade, nós recebíamos aulas por lá mesmo, tendo que limpar todo o orfanato de ponta a ponta, as crianças de lá não se aproximaram de mim, alguns diziam que eu tinha uma aura estranha me rodeando. Com alguns meses vividos no orfanato, achei a oportunidade perfeita para fugir, e o fiz sem ter peso algum na consciência. Acabei por me mudar e conseguir um pequeno apartamento bem longe de minha cidade natal, não queria nada que me ligasse ao meu passado, o dono de uma escola compreendeu minha situação, deixando-me estudar nela, mesmo sendo uma de menor e sem tutor legal, ainda por cima pagando a metade da mensalidade. Agora trabalho em uma mercearia de meio período, estudando pela manhã. Acabei saindo mais tarde hoje do meu trabalho, por volta de umas nove da noite, passei apressada pelas ruas escuras e desertas, dirigindo-me a estação de trem mais próxima, quanto entro no trem, percebo que não há ninguém embarcando junto comigo e também ninguém dentro do trem, respiro fundo para manter a calma e sento-me em um dos bancos, colocando minha bolsa ao meu lado, meu apartamento fica bem distante do meu trabalho, a viagem será longa, não costumo usar essa estação, e sim outra, um pouco mais longe, mas bem mais movimentada, mas devido às circunstâcias tive que vir nessa, sinto meu corpo relaxar e deixar de estar sob pressão, o dia inteiro foi assim, provas e depois o mundo pareceu ter descoberto a mercearia, não parava um momento de chegar gente, meus olhos vão ficando pesados e mesmo lutando contra o sono, acabo perdendo a batalha e dormindo ali mesmo no trem.

Gostos/Desgostos:

Gostos:


. Gatos mesmo que não possa ter um, devido a minha alergia.
. Silêncio.
. Leitura, algo que me acalma.
. Dias chuvosos, pois escutar a chuva me traz tranquilidade.
. Férias, quando me vejo livre das pessoas hipócritas, que vivem em um mundo cor de rosa, em sua própria bolha, podendo ficar em paz, sozinha.
. Doces, possuo um grande fetiche, digamos assim, por qualquer tipo de doce, bala, chocolate, pirulito, enfim, tudo.

Desgostos:

. Pessoas mentirosas.
. Barulho em excesso.
. Trabalho em grupo.
. Ordens que tenho que acatar.
. A maior parte de alimentos que possuem uma cor verde. Exatamente isso, possuo um paladar infantil.

Habilidades:

. Conhece artes marciais
. Consegue disparar uma arma com precisão
. Pode cozinhar em situações de extrema necessidade, onde não há ninguém que faça-o, pois tive que viver sozinha, mas não quer dizer que eu gosto de cozinhar.
. Um talento natural para pegar coisas, mãos leves como dizem, mas não roubo nada.
. Agilidade e raciocínio rápido.


Qualidades:

Para falar a verdade meu eu de agora não possui qualidades, então irei colocar aqui as qualidades que terei depois de conseguir me abrir com as pessoas, ou seja, os outros personagens.
. Risonha-alegre
. Consegue levantar o ânimo das pessoas mesmo em uma situação crítica.
. Cozinhar
. Confortar as pessoas sem ser inconveniente.


Defeitos:

. Calculista ao extremo.
. Não consegue confiar nas pessoas logo de cara.
. Muito desastrada, mesmo que possua agilidade e destreza nas horas certas, no dia a dia vive caindo das escadas.
. Acaba magoando as pessoas por ser muito direta, sem enrolar, ir direto ao ponto.
. Mandona, quer tudo do seu jeito.


Par? Se sim, eu escolho ou você? (Aqui você pode responder depois que eu apresentar todos os personagens): Sim eu quero um par, escolha por mim please, só não coloque uma história assim convencional, quero que seja algo que eu não esperava, ou seja, queria que eu e meu par fôssemos inimigos, que não nos déssemos bem antes de começarmos a namorar, acho que minha personagem não é muito romântica né.

Relação com o par: Pode soltar sua imaginação nesta parte.

Sabe que a partir de agora seu personagem está em minhas mãos?


Sei, mas não se gabe tanto unnie.

Sabe que se não comentar, seu personagem pode morrer?


Sei.


Sabe que dependendo da sua escolha o seu personagem pode morrer?

Sei.

Algo mais?

É claro! Tome cuidado com o que vai fazer com minha personagem e gostaria desde já, parabenizá-la por mais uma fic que terei o gosto e a honra de ler, sendo ou não escolhida para participar.
Ps: QUE FICHA DOIDA (era uma palavra mais vulgar, mas preferir trocá-la por essa palavrinha um pouco melhor) VIU!! EU PASSEI SÉCULOS FAZENDO, G-ZUIS AMADO.


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