~Lady_Di_Angelo

Lady_Di_Angelo
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Fiicha para fanfic Young Gods


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Fiicha para fanfic Young Gods

Já disse isso nos comentários, mas novamente me desculpa pela demora.

Do you fell like a Young God?

Nome Completo:
Lilian William Lewys
Apelido:
Lili (apenas sua família chama ela assim)
Idade:
18, faz aniversário dia 24 de Março.
Nacionalidade:
Inglesa
Sexo:
Feminino
Orientação Sexual;
Bissexual
Aparência:
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Descrição:
Alta, com longos cabelos loiros, levemente ondulados, seus olhos aparentam serem cinzas, o que lhe da a aparência de uma filha de Atena. Mas a cor verdadeira de seus olhos é vermelha, exatamente igual a de seu pai, Eros.
Ela usa muita maquiagem ao redor dos olhos, e embora não admita, ama eles.
Anda como se estivesse flutuando, silenciosamente e quase sem deixar pegadas.
Tem o hábito de gesticular freneticamente enquanto fala, ou de estar fazendo algo com as mãos.
Progenitor divino:
Eros, Deus do Amor.
Família Mortal:
Ashley Lewys (Mãe)
Carton William Lewys (Pai)
Jensen William Lewys (Meio Irmão Mortal)
Personalidade:
É reclusa, gosta de ficar sozinha e ficar observando os outros, tentar imaginar o que estão pensando, o que pretendem fazer.
Quem tenta se aproximar, terá que se acostumar com a frieza e com as constantes patadas que ela dá, ela simplesmente não gosta de ficar acompanhada de outras pessoas, ela gosta de ficar só, sem ninguém atrapalhar seus pensamentos.
Quem conhece ela tem que se acostumar com o calor e não ter medo de ser queimado, porque ela não abaixa a cabeça e aceita, ela não se cala sabendo a verdade, ela tem os punhos cerrados na teimosia e defende seus ideais com unhas e dentes.
É irritantemente responsável, sempre pensa demais e isso geralmente trás coisas indesejadas para ela, como a responsabilidade de cuidar de um Jovem Deus.
Sofre em silêncio, sozinha, chora e lamenta a perda de suas asas, ela sofre com as memórias e fica ruminando-as até que a dor transborde pelos olhos.
História:
Sua mãe era cientista e casada com Carton William Lewys fazia já anos, e agora Ashley estava prestes a descobrir a receita para a poção do amor, aquela usada por Afrodite em mortais e semideuses. Afrodite, ao descobrir isso, mandou seu filho, Eros, para acabar com essa mulher.
Eros, como filho obediente e zeloso pelo segredo de sua mãe, durante uma noite de inverno, Eros partiu para o pequeno apartamento onde a bastarda morava. Silenciosamente, olhou pela janela do quarto da moça e viu algo que não esperava, ele acabou vendo a moça chorando nos braços de seu marido, lamentando o fato de não conseguir engravidar.
Eros, com o coração apertado ao ver a cena, desistiu de mata-la, e apenas se limitou a pegar a receita e todos os experimentos relacionados a ela.
Voltou ao Olimpo, e mesmo tendo feito quase tudo certo, se sentiu agoniado com o que tinha visto. Sua mulher, Psiquê, percebendo o desconforto do marido, perguntou o que tinha acontecido, e quando Eros contou-lhe o que tinha acontecido, ela tentou ajuda-lo, mas nada pareceu consola-lo. Afinal, ele era o Deus do amor, e o amor que aquela mulher tinha por uma criança que não existia machucava o Deus.
Na manhã seguinte, enquanto Eros trabalhava, Psiquê havia ido conversar com Hécate, com uma ideia em mente. Ela conversou com Hécate sobre a possibilidade de criar uma criança a partir de magia. A Deusa da magia podia fazer isso, mas ela precisava de sangue olimpiano e de uma benção.
Psiquê, feliz com a notícia, correu para casa, e quando encontrou com Eros, contou-lhe o que sabia, e mesmo que Eros não admitisse, ela conseguiu ver um brilho em diferente em seu olhar. Os preparativos estavam feitos, Eros daria um pouco de seu sangue e daria sua benção para a criança.
No mesmo dia, Eros, fingindo ser um morador do prédio, deixou a pequena criança na porta do casal, apertou a campainha e se escondeu. Depois de um tempo, a porta foi aberta e Carton olhou surpreso para a pequena criança em sua porta, com cuidado, pegou-a no colo, procurou por alguém no corredor, e quando não viu ninguém, entrou em casa com a criança.
Eros, duas semanas depois, descobriu que a família havia chamado sua “filha” de Lilian, e que a pequena garota era um milagre, uma nova esperança para eles.
Sete anos depois, Afrodite, sem ter muito o que fazer, decidiu dar uma voltinha em Londres, talvez ter um caso, ou não, ela não sabia. Mas lá ela encontrou alguém muito semelhante a bastarda que havia tentado descobrir sua poção do amor.
“Mas não pode ser ela, meu filho Eros matou-a a anos atrás.”
Afrodite, desconfiada, começou a observar a mulher. Viu quando um homem chegou junto de duas crianças, uma garota de 7 e um garoto de 5.
Afrodite quase gritou quando olhou para a garotinha, ela tinha os cabelos loiros, até aí tudo bem, mas pequenas asas cresciam em suas costas e os olhos da garota eram exatamente iguais aos de seus filho.
A garota parecia feliz, saudável e faltavam dois dentes na frente, a garota, embora pequena, já tinha uma aura ao seu redor.
Afrodite, enfurecida, voltou ao Olimpo e procurou por Eros, não achou-o em seu templo e foi procura-lo em sua casa. Quando chegou, escutou a conversa de Psiquê com Hécate, aparentemente agradecendo por ter AJUDADO A FAMÍLIA DA BASTARDA!!
Aquilo foi o suficiente para Afrodite, ela, enfurecida, louca de raiva, jogou uma maldição na pequena garota.
Quando crescida e já consciente de seu sangue divino, ela perderá suas asas de um jeito doloroso e traumático, ela sofrerá 7 dias e 7 noites em sofrimento até a dor da sua perda se amenizar e ninguém conseguirá apagar a dor de seu consciente. Ela sofrerá a vida toda com as memórias da sua perda, e apenas se ela conseguir sentir amor verdadeiro por alguém e for recíproco ela conseguirá esquecer da sua dor.
Lilian, apesar do futuro traumático que a aguardava, cresceu bem, feliz e com saúde, ao fazer sete anos seus pais adotaram um pequeno menino, chamado Jensen, assim que se viram se tornaram inseparáveis, o pequeno menino era o príncipe da casa, os pais os reis e a garota era o anjo. Sempre cuidando deles e trazendo esperanças.
Se mudaram para os Estados Unidos quando Lilian tinha 15 anos, e se mudaram para uma pequena casa de fazenda em Long Island, e esse foi um grande passo para todos e isso também foi dez passos para mais perto da maldição.
Na primeira semana após se instalarem na nova casa, Lilian havia relatado ouvir barulho de gritos de guerra, uivos e mugidos monstruosos.
Seus pais tentaram tranquiliza-la dizendo que é normal ouvir barulhos estranhos quando se muda para um lugar totalmente novo, mas isso não convenceu a jovem garota.
Enquanto passeava pelo terreno de vizinhos, acabou entrando no terreno de um vendedor de morangos, e pensando ter visto algo estranho pendurado em um galho, atravessou a barreira do acampamento meio sangue, claro, que a garota se assustou ao ver o Dragão enrolado na árvore, e, como todo ser humano normal, ela gritou, apavorada. Um sátiro que andava pelas redondezas ouviu o grito e procurou pela origem, se assustando ao ver um anjo na sua frente.
Ele, como um sátiro assustado, correu colina abaixo e gritou por Quíron, que prontamente escutou o chamado do sátiro.
Ambos subiram a colina correndo, Lilian continuava parada, estática, se segurando para não tremer de medo, e agora ainda por cima apareciam duas criaturas meio humanas na sua frente, só faltava Elvis Presley aparecer ali para tudo se tornar mais estranho.
Depois de muita explicação, uma ou duas tentativas de fuga e algumas provas de que estavam falando a verdade, ela saiu do acampamento e foi para casa, e mesmo que ela não soubesse, Quíron havia mandado um sátiro para vigia-la e garantir que não fosse atacada.
Dois dias depois da sua ida ao acampamento, sua mãe estava na cidade fazendo compras e seu pai, seu irmão e ela estavam reunidos na sala, brincando com um jogo de tabuleiro qualquer quando foram interrompidos por uma batida na porta, e já que fora da rodada, Lilian foi atender, e logo depois de abrir a porta, uma dracanea pulou em seu pescoço e tentou dar-lhe uma rasteira. Ao perceber a demora da sua filha, Carton deixou Jensen na sala e foi ver o que estava acontecendo, e viu uma mulher meio cobra carregando sua filha para fora de casa, sua filha, estava inerte e sua pele estava roxa envolta do pescoço.
Quando Carton estava prestes a atacar a mulher, uma flecha perfurou seu pescoço, e em vez do corpo cair inerte do chão, ele se transformou em poeira dourada, o que fez o corpo inconsciente de sua filha fosse de encontro com o chão.
Um jovem armado com arco e flecha veio ao socorro de Lilian, e antes que Carton pudesse impedir, o jovem colocou uma garrafa com um líquido estranho na boca de sua filha. Instantaneamente a cor voltou ao seu rosto e as marcas roxas em seu pescoço sumiram.
Quando Ashley chegou em casa, encontrou seu marido e sua filha conversando com um homem de cadeiras de rodas. Durante o resto do dia, Quíron retirou a névoa que envolvia sua filha e lhes mostrou sua verdadeira aparência, até Lilian se assustou. E embora eles estivessem relutantes, deixaram Lilian passar a noite no acampamento meio sangue.
“Lá ela estará segura, e não terá risco de um monstro ataca-la ou ataca-los.”
Nas semanas que se seguiram, as noites se tornaram dias, e Lilian começou a passar grande parte do dia no acampamento, aprendeu a lutar, ler em grego antigo, e finalmente tinha conseguido controlar suas asas e voar, mas sempre voltava para ver sua família.
Durante as férias, enquanto Percy Jackson estava desbravando o labirinto, Lilian havia ido visitar sua família, e quando atravessou a barreira, viu um garoto lutando com um monstro, como estava armada com suas facas e estrelas de arremesso decidiu ajuda-lo.
Deu impulso no chão e voou para cima do monstro, no caso, uma manticore, e lançou uma faca na cauda do monstro, os dois, olharam para cima e se assustaram ao ver um anjo, a garota, aproveitando a distração, lançou uma de suas facas do peito do manticore, que explodiu em pó.
Fechou suas asas e ajudou o garoto, que não aparentava ter nenhum ferimento, e perguntou se estava bem e quem ele era. O garoto abriu um sorriso e disse:
-Eu estou bem, e me chamo Luke, Luke Catellan.
A garota, assustada, deu um passo para trás, ele, obviamente sabia que era Luke Castellan, e como podia, abriu suas asas e saiu do chão, pegou duas de suas facas e mirou nele. O cretino continuava sorrindo, e olhando melhor, ele parecia um psicopata.
-Porque está tão assustada anjinha? Estou desarmado e lhe devendo minha vida.
-E isso deveria me tranquilizar de que maneira? Você é um traidor, está tentando matar a todos, você e Cronos!
O garoto olhou para cima, e por um instante, pareceu ter se assustado com as palavras. Mas o sorriso apenas aumentou, ele colocou a mão no bolso da calça e tirou um pó branco dele, voltou a olhar para Lilian, que ainda estava apontando suas armas para ele.
Em um movimento rápido, Luke levou a mão com o pó em frente de sua boca e assoprou-o, atingindo em cheio o rosto dela. Assim que tocou nela, uma vontade enorme de fechar os olhos e dormir tomou posse de seu ser, e mesmo que ela lutasse, acabou dormindo, e consequentemente suas asas pararam de bater e ela caiu, mas ele impediu ela de se encontrar com o chão.
-Aliás, muito obrigado.
Lilian acordou algumas horas depois, em uma maca da enfermaria, Will, que estava perto, disse que encontraram-na deitada sob a árvore de Thalia, e uma carta estava em sua mão.
A garota, ainda meio sonolenta, pegou a carta que estava sobre a mesa ao lado da cama, abriu e se assustou com o conteúdo.
Cara anjinha
Eu ainda não sei seu nome, quem sabe na próxima vez que nos vermos eu descubra? ;)
Eu estava falando sério quando disse que eu lhe devia uma e espero que nosso “encontro” continue sendo segredo para os outros.
Será que posso confiar em você?
L. Catellan.

Por mais que quisesse, ela não conseguia como contar para alguém sobre isso, durante a batalha no labirinto, nenhum monstro tentou ataca-la, e por mais que isso fosse estranho, ninguém questionou isso para ela.
Durante a guerra em Manhattan, ela tentou se infiltrar em uma base inimiga, ela usava um feitiço de invisibilidade e suas asas. Mas ela não esperava encontrar Luke lá, mas não era Luke, era Cronos. E Cronos conseguia ver através do “simplório” feitiço de invisibilidade.
Com Cronos vendo-a, logo foi capturada, mas enquanto estava sendo acorrentada, viu os olhos dourados de Cronos se tornarem azuis, e enquanto isso acontecia, ele disse, com uma vez que beirava a compaixão e arrependimento.
-Perdoe-me por isso, anjinha.
Foi aí que a maldição concretizou-se, Cronos, com a sua foice, cortou suas asas, e a dor foi intensa demais, ela desmaiou, mas mesmo inconsciente, ela sentiu como se fogo grego estivesse sido jogado nela.
Mesmo após a guerra, ela ainda passou uma semana naquela base até alguém encontra-la e leva-la ao hospital.
A dor apenas se tornou suportável um mês após aquilo. E quando voltou ao acampamento, se tornou a pessoa que é hoje, reclusa, fria.
Toda noite, para conseguir dormir, precisa de uma poção feita pelos filhos de Hipnos, e as vezes nem isso é suficiente, e ela acorda no meio da noite suando frio, assustada.



A quanto tempo está no acampamento:
Desde seus 15 anos.
Par:
Não possui, não consegue lidar muito bem com pessoas.
Relação com o par:
Se ela tivesse um, primeiro o par teria que passar pelas camadas de defesa dela, teria que tentar aguentar sua personalidade e o seu imenso desejo de reclusão.
Mas se ele(a) conseguisse, ele seria amado como ninguém nunca foi, ela ama de um jeito doce e viciante, e da tempo ao tempo, mas não queira que ela espere a vida toda, ela também tem limites.
Relação com os amigos:
Seus amigos geralmente são tão intensos quanto ela, e geralmente gostam de eventos calmos, uma boa conversa junto de uma boa música no fundo. São unidos e respeitam o espaço um do outro, mas sempre estão prontos para ajudar.
Relação com os irmãos:
Não conhece nenhum outro filho de Eros, mas ela é muito protetora com seu irmão mais novo, Jensen. Sempre se cobra demais, sempre quer ser um exemplo para ele, quer apoia-lo e ajuda-lo.

Gostos:
 Maquiagem escura.
Seus óculos escuros
Seus Mangás de Death Note
 Suas armas[Kunai (Facas de arremesso), Naginata (cajado com lâminas) e suas Shuriken (estrelas de arremesso)]
O som retumbante dos trovões.
Chá de Hortelã.

Desgostos:
Não ser deixada sozinha(com exceção de seus amigos)
Acharem que ela é certinha só por ser responsável! Olha que calúnia!
*Cruza os braços, fecha a cara e faz um pequeno bico*
O fato de todos acharem fofo o jeito que ela fica quando está irritada.
Pessoas mesquinhas ou com síndrome de superioridade.
Qualidades:
Ela escuta os outros e tenta ajuda-los, mesmo que os outros não saibam.
Lealdade extrema aos seus amigos e família.
Defeitos
Julgar antes de conhecer.
Reclusão(Não é defeito no ponto de vista dela)
Frieza.
Habilidades:
Físicas: Equilíbrio
Agilidade
Velocidade

Mentais: Controle emocional.
Concentração.

Poderes:
Controlar e amenizar um conflito.
(Exemplo: 20 pessoas reunidas, todas discutindo, gritando, quase brigando, se assim for o desejo dela, todos irão respirar fundo, sentar em suas respectivas cadeiras e conversarem).
Mas dependendo da quantidade de pessoas, ela acaba desmaiando com os esforços e passa alguns dias na enfermaria.

Medos
Ser um fracasso, falhar com algo ou alguém.
Ter seu coração quebrado.
Ser Traída.
Pontes.
Por que se candidatou para cuidar de um dos jovens Deuses:
Não se candidatou, mas como ela muito responsável, “certinha”, Quíron candidatou ela ao cargo. Absurdo! Não se pode ser responsável em paz?
Relação com o mesmo:
Se conseguir lidar com suas patadas e com sua frieza, ela não vai incomoda-lo, mas se ele quiser incomoda-la, ela retribuirá na mesma moeda e se tornara alguém impossível de lidar. E você não vai querer tê-la como inimiga ou rival.
Algo mais?:
Geralmente os encontros com os seus amigos são no seu chalé, pelo fato de não ter que dividi-lo com ninguém.
Ela tem pesadelos extremamente reais com o dia em que perdeu suas asas.
Quando ela está com a sua família, ela nem parece a garota teimosa, fria e reclusa do acampamento.

Escutando: Let me love you & We don't talk anymore

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