~LadyLewLeb - Clan Dragon Slayer

LadyLewLeb
Levak izvrashchennyy
Nome: Catney £ Natara £ Ninguém £ Angelina £ Judith (Ashley) Madison £ Personificação da Psicose £ Tao £tc
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Nao-Me-Toque, Rio Grande do Sul, Brasil
Aniversário: 15 de Abril
Idade: 24
Cadastro:

Ficha Dragon Slayer


Postado

Nome: Kotone Nagai

Sexo: Feminino

Idade: 23 anos.

Apelido: Higanbana ou A Flor Da Morte

Raça: Celestial (Anjo Negro)

Aparência: Possui cabelos negros como a noite, e olhos violetas, dona de uma beleza exuberante e simplória. Os traços japoneses dominam sua face, com olhos puxados, pele branca e cabelos lisos, escorridos até o final de suas costas. De suas costas, suas negras asas brotam, exuberantes. Sempre é vista com vestidos, normalmente longos e de cores escuras.



Aparência do Leviatã:


Personalidade: Doce, amável e calma normalmente, mas em uma batalha é fria, calculista, impiedosa e implacável. É introvertida, tímida e quieta, só fala quando necessário e é bem “na dela”.

Habilidades: Tem uma agilidade surreal, tanto em terra como no ar, corre tão rápido como uma chita e voa como um beija-flor. Foi treinada em diversas artes marciais, sendo muito flexível e podendo lutar de maneira avassaladora.

Armas: Kazue e Kameko: Duas katanas gêmeas feitas de ouro branco, uma quase sempre coberta em sua bainha negra, a outra é desembainhada com frequência, a bainha desta é cor de carmim. Nas lâminas de cada uma, um kotowaza está gravado. “初心忘るべからず” (Shoshin wasuru bekarazu, que significa não perder o objetivo inicial) está gravado em Kazue e “雨降って地固まる” (Ame futte ji katamaru, após a chuva, a terra endurece) está gravado em Kameko.
Kazuko: Haladie feito de ouro branco, superafiado podendo ser arremessado ou usado como uma adaga.
Yoishi: Duas adagas de pontas duplas, como a maioria de suas armas, feitas de ouro branco.
Amaya: Arco recurvo em descanso, sem cordas, usa sua magia para fazer a corda, a mesma de sua magia Itoayatsuri ningyō, inquebráveis.
Gina: Suas flechas, feitas de ouro branco maciço, a parte pontuda das flechas são banhadas em veneno de aranhas Red Back. As pontas são curvas, e bem afiadas.


Magias: Evoca suas armas com a magia que possui. Essa mesma magia lhe permite se teletransportar à lugares deveras longínquos. Tem o poder de ler os pensamentos e as memórias do oponente, podendo fazer chantagem emocional, ou torturá-lo mentalmente. Pode também assumir aparências diferentes, pode se transformar em qualquer pessoa. Também tem a magia Itoayatsuri ningyō, conhecida como “A Magia das Marionetes”, pode controlar o inimigo por cordões inquebráveis e invisíveis, como se fosse um fantoche.

Música Tema: Masayume Chasing - BoA (letra)

História:
Diz-se que em um vale onde a morte embalava os viajantes em seus braços e cantava a seus ouvidos, os únicos seres capazes de ali sobreviverem eram as Higanbanas, flores que simbolizam a morte e alertavam os viajantes. Um dia, porém, os Celestiais, cansados de verem tantas mortes no vale, fizeram, em uma dessas flores, florescer a vida, na forma de um deles, para que este fosse o guardião do vale. Este anjo, porém, nasceu negro, e tomou o lugar da morte no vale. Os Celestiais então a castigaram por não seguir o destino que lhe foi reservado, fizeram com que seu vale descesse ao Tártaro, fazendo com que ela nunca mais pudesse pisar em seu vale novamente. Esta deve de caminhar pela Terra inteira, afinal, nasceu na Terra, destinada a dela nunca sair, deveria nela achar uma outra razão de viver.
Foi quando encontrou um Inquisitor, este começou a lhe tratar como se fosse sua filha, lhe dando o nome de Kotone. Ele a treinou em diversas artes marciais, lhe ensinou a usar diversas armas e ensinou-lhe habilidades mágicas, e ajudou-a a elevar seu poder e se elevar espiritualmente, conseguindo manter-se serena.
Conviveu por um bom tempo em um povoado japonês, junto do Inquisitor que a acolheu, escondendo suas asas para não desconfiarem dela. Na floresta densa, eles se encontravam em segredo com bruxos, magos e curandeiros, mostrando seus poderes, e discutindo o que fazer com eles. Foi quando um deles comentou sobre um clã que recrutava guerreiros. Kotone, cansada de esconder quem realmente era, pediu permissão ao Inquisitor, que considerava seu pai, para partir. Seu “pai”, por sua vez, disse que queria ver se ela estava pronta para “aventuras” ou guerras, e pediu para ela esperar. Pacientemente, a Flor da Morte esperou até o equinócio da Primavera, onde os habitantes da aldeia organizaram um torneio de artes marciais, e, inacreditavelmente, bruxaria. Kotone iria participar, junto dos aldeões que encontrava em segredo na floresta. Os outros habitantes da vila, porém, haviam tramado um plano terrível, identificariam os que eles consideravam “monstros” e ateariam fogo neles enquanto estivessem batalhando. O Inquisitor descobriu o plano cruel, mas sabia que se ele e Kotone recuassem seriam caçados até suas mortes. O Inquisitor pediu a Higanbana que não usasse seus poderes, apenas suas habilidades de luta, ela não entendia o porquê, mas obedeceu as ordens de seu pai. Logo na primeira luta do torneio, ela contra um jovem bruxo, ele estranhou por ela não usar seus poderes, mas, nos minutos finais do combate ele pode entender da forma mais cruel. Os aldeões jogaram um tocha acesa nele, os mesmos a seguraram para não apagar o fogo, e ela assistiu ele sendo queimado vivo. Esta cena se repetiu diversas vezes, e ela assistiu com dor em seu peito os que antes eram seus amigos virarem apenas cinzas pretas ao chão. As famílias destes jovens foram caçadas e mortas da mesma maneira. Kotone venceu o torneio com suas habilidades de luta e foi glorificada pelo povo pelo qual ela sentia nojo, e logo após isso pediu a seu pai para partir. Ele concedeu a permissão, e ela foi em busca do clã no qual não precisaria se esconder.
Poucos meses após a partida, começou a sentir-se observada, perseguida, e começou a prestar mais atenção aos ambientes onde estavam. Um dia, enquanto dormia foi capturada, e acordou amarrada junto a um tronco. Eles gritavam ofensas, diziam que todos os “seres nojentos como ela” deveria morrer, que a terra era dos humanos, e no fim, jogaram a tocha de fogo nela. Ao invés de queimar viva e morrer gritando como os outros, ela rapidamente se teletransportou ao fim da aldeia, sequestrou todas as crianças e as levou à outra aldeia enquanto ainda dormiam. Depois de retirar as crianças, ateou fogo na casa dos cidadãos. Sabia que eles quem eram os verdadeiros “monstros” mas isso não condenava a criança. Enquanto caminhava na vila em chamas não encontrou seu pai, e isto a deixou nervosa. Ele, assim como ela – graças a seus ensinamentos - , era imune ao fogo, mas isso significava que ele deveria ter fugido e podia estar em perigo em meio as matas cheias de animais perigosos. Ela vagou por um tempo, tentando encontrar tanto o clã, tanto quanto o Inquisitor. Achava diversas pistas de seu pai, bilhetes escritos para ela, sinais de onde ele esteve, mas nunca o encontrou, e, seguindo inocentemente a trilha, achando que no final acharia seu pai, achou o clã. Achou que o mais sensato – até mesmo pois seu pai que lhe guiara até ali - seria entrar no clã, para aprimorar suas habilidades mágicas, o uso de armas e enfim poder ser ela mesma. Foi descansar na cidade, pois estava de noite, e achou um aldeão que a acolheu em sua casa. No meio da noite acordou, o aldeão portava uma espada, que rapidamente descia em sua direção, rolou para o lado antes que a lâmina a atingisse e finalmente o camponês revelou que era de sua outra aldeia, que haviam caçadores daquela aldeia por toda parte, procurando por ela e por seu pai. Não foi difícil acabar com o humano, apenas com um golpe de Kazuko ele já caiu ao chão, como era de se esperar, porém aquela preocupação ficou em sua cabeça, a atormentando. Ela precisava achar seu pai antes deles.
Assim que o céu clareou, antes mesmo do sol sair, Kotone saiu da casa de quem ela havia matado com o objetivo de achar seu pai o quanto antes, mas, na caminhada de volta à floresta, encontrou um dos bilhetes de seu pai “Sempre estarei com você. Siga seu caminho, talvez nos encontremos.”. Isso a fez dar meia volta e caminhar até a sede do clã. Um Inquisitor testou seus poderes, e, vendo que era realmente poderosa e que poderia ser um ótimo membro do clã, aceitou-a, desde então ela está no clã.
Hoje, já um dos membros mais poderosos do clã, faz missões por diversos lugares diferentes, sempre com a esperança de seu pai encontrar.
“Eu sou Nagai Kotone, filha de Nagai Iori, anjo negro, nascida da morte, na morte criada. Busco vingança pelos meus amigos mortos por cidadãos que mais pareciam monstros. Juro não descansar até vingar cada um dos mortos. Também busco meu pai, perdido em meio ao mundo. Apenas no dia em que meu coração não mais bater, e no meu pulmão ar não mais entrar eu pararei de buscar meus objetivos!”


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