~Leth-chan

Leth-chan
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Ficha: Lilach Heyerdahl


Postado

"And I know all the games you play
Because I play them too"

Nome: Lilach Heyerdahl.

Número: Sete.

Idade: 19 anos.

Aparência: Lilach era mulher formosa, de busto farto e curvas acentuadas. De fato, ela chamava atenção. Prendia o olhar de quem a via, e bem gostava de despertar tanto interesse. Era fácil demais reparar no corpo bonito da menina-mulher, mas raros os que percebiam seus outros traços. Os cabelos tinham um tom incomum, algo como um lilás rosado, e eram acompanhados de um par de chifres escuros e curvados ─ que junto das orelhas pontudas provavam que uma simples humana ela não haveria de ser. A pele clara realçava o olho de cor inconstante, variante de azul e roxo, explorando seus mistos tons ─ e o outro trazia uma pitada de mistério, por estar sempre escondido atrás da franja. O seu sorriso, aquele sorriso ─ geralmente tão cínico e cheio de si ─, era ainda sim encantador, não havia como negar. Quem dera Lilach soubesse que não era só feita de corpo, e sim de tantas cores e uma pitada de exotismo.

*Granblue Fantasy, Narumeia.


Trajes:


Personalidade: Dona de um carisma invejável, mas também de certa acidez. Suas palavras carregam uma energia tocante, vezes boa, vezes ruim. Geralmente, expõe um sorriso meio sarcástico e travesso, sorriso de quem é cheia de si. De fato, Lilach é extremamente confiante. Depois que superou os fantasmas de seu passado, se encheu de um espírito forte e seguro, como se fosse inabalável, insuperável, como se estivesse acima de tudo e todos. Seu ego é invejável, e sua sinceridade absurda: fala na cara, e por pior que possa ser a verdade, ainda fala sorrindo, com certo cinismo. Doa a quem doer, mas que saibam da realidade. Manipuladora, pode ser bastante fria ao lidar com os problemas alheios. Não conte com ela pra ajudas cotidianas, nem para conselhos otimistas. Aliás, adora os privilégios e desvantagens que vezes a vida oferece ─ digamos que Lilach não é lá uma grande justiceira. Extremamente sedutora, adora esse jogo de persuasão, e seu maior pecado é a luxúria. Rancorosa e vingativa, não é do tipo de pessoa que consegue se conter quando está brava: ela gosta mesmo é de explodir, de sentir todo ódio no seu ápice até que possa se esvair aos poucos. E por mais que seja alguém um tanto egoísta e fria, sabe também ser grande amiga daqueles que realmente conquistarem sua intimidade. Não hesitará em protegê-los, em ajudá-los, e se permitirá deixar de lado o jeito fechado para falar de si mesma, e conseguirá ser verdadeira sobre o que sente. Menina-mulher manipuladora e vingativa, fria e fechada, egoísta, desinteressada; é também amiga fiel e protetora, dama formosa e sedutora, dona e cheia de si. Confiante e feliz com o que é, orgulhosa de sua força e do que se tornou ─ por mais defeitos que tenha, por pior que seja. Lilach nunca se sentiu tão verdadeira, embora ainda lhe falte algo: amor. E quando conquistar tal sentimento que a tempos perdeu, aí sim... Será inteira, verdadeira. Será tão ela quanto poderia ser.

Magia: Essence Magic; tal magia se refere a própria essência do mago, como uma manifestação da sua aura. Lilach aprendeu com um livro antigo, e para tal, precisou aceitar o que viria a se tornar a sua maldição: dividir o próprio corpo com um demônio. A mesma tem de ser despertada pelo futuro usuário, e isso acontece involuntariamente, quando o mesmo passa por um grande abalo sentimental. A aura de Lilach se manifesta em formato de borboletas ácidas, que poderiam ser interpretadas como a doçura e inocência sendo tomadas por uma essência tóxica e corrosiva. As mesmas possuem tons que variam entre rosa, azul e roxo, e quanto mais escura a cor, mais ácida é tal energia. Lilach é imune a substância, que pode ser encontrada em seu sangue, e ao criar suas borboletas, as controla para que voem pelo campo de batalha em diferentes tamanhos, níveis de acidez e de toxidade, tão poderosas quanto ela desejar. Pode utilizar a energia para lhe dar asas e aumentar sua velocidade, assim como para cercar e perseguir o inimigo. Com sua essência, pode gerar borboletas que não sejam ácidas, mas sim venenosas: capazes de adormecer um oponente, fazê-lo delirar, ou até mesmo acarretar-lhe uma doença. Com a acidez, pode torturar os inimigos, assim como destruir possíveis barreiras que a impeçam de chegar ao seu objetivo. Vale lembrar que apesar da característica corrosiva, algumas borboletas ácidas apenas causam problemas de pele ou queimação, sem de fato desmanchar objetos ou partes do corpo inimigo.


Maldição: Lilach aceitou portar um demônio consigo, e daí vem sua maldição. Para que ambas dividam em harmonia o mesmo corpo, Lich deverá satisfazer a essência maligna de sua hóspede, se rendendo à maldade e aos pecados. Consequentemente, nunca poderá mudar, ou tentar tornar-se alguém melhor: está destinada a viver de maneira obscura, para que não perca sua alma e sua vida para o demônio. No entanto, o contrato demoníaco não envolve apenas a maldade: sua magia exige que Lilach se mantenha sempre sob controle, ou a aura emanará de si, cercando-a com uma essência tóxica e dominando sua pele com uma característica corrosiva e cruel. Se não voltar rápido ao normal, seu sangue se tornará ainda mais ácido, e começará a corroer seus próprios órgãos, de forma que não resistirá por muito tempo, e em seguida morrerá.

História: Órfã de pai, até os seis anos Lilach fora criada apenas pela mãe, até que ele chegou. Sua mãe era mesmo uma mulher fantástica: bonita por dentro e por fora. A menina não estranhara, portanto, que a jovem moça estivesse casando novamente. E tudo ia bem, até que os olhares começaram. Encaradas cheias de malícia, que a inocência infantil mal podia compreender, mas já era capaz de estranhar. Um toque ou outro. Uma mão curiosa, explorando o corpo da garotinha. Com a gravidez da mãe as coisas pareceram parar, e mesmo a criança que mal entendia o que estava acontecendo pode sentir alívio com isso. E bem, por anos o homem não ousou encostar na menininha. Mas a puberdade chegou, e pareceu só atiçar a alma suja daquele homem asqueroso. O corpo da menina estava mudando, e ele percebeu. E os olhares voltaram, os toques inconvenientes... Mas ela já era velha o suficiente pra perceber. Reclamou pra mãe, uma, duas, várias vezes, mas a mesma insistia em negar. Era apaixonada demais por ele pra aceitar que não era o homem que ela pensou que fosse. E não muito tempo depois a garota explodiu de raiva. A mãe sabia, ela já havia percebido sim. E ela se sentia terrível por saber que a mulher que ela mais amava e admirava no mundo não faria nada para protegê-la. A partir daí assumiu uma face fechada e sempre na defensiva. O homem não teve mais a chance de sequer olhá-la, e a casa virou um verdadeiro inferno quanto as energias negativas que pairavam sobre a família. E então, com 14 anos, ela estava sozinha em casa. A mãe havia saído com o marido e o irmãozinho de Lilach, e tudo estava tranquilo. Mas então ele chegou, e veio sozinho. Começou a soltar gracejos, e a desabafar sobre como tinha sido difícil pra ele arcar com Lilach por ali sem surtir desconfiança na esposa. Apavorada, ela correu pela casa, e ele atrás, pronto para pôr para fora toda aquela malícia. E no ápice do desespero que ela liberou a sua magia, de maneira forte o suficiente para deixá-lo inconsciente. Totalmente perdida, se deixou chorar, ainda abismada com o que havia acabado de acontecer, e não muito tempo depois a mãe chegou. Viu o estado do marido, e sequer ouviu a filha. Lilach tentou explicar, mas ela só soubera negar. “Você nunca gostou dele, e ele sempre agindo como um pai! E agora isso, eu, eu... ─ gaguejou ─ eu não faço ideia de como fez isso, mas é inadmissível. Eu te amo filha, mas não é possível que esse seu ódio tenha chegado ao ponto de me fazer escolher entre meu marido, o pai do seu irmão, ou você, minha filha. Sai daqui. E por favor, reflita sobre o que aconteceu, e só depois volte.” Aquelas palavras saíram acompanhadas de lágrimas da mãe, e um claro sofrimento. Mas aquele fora o fim pra Lilach. Ela era tão insignificante diante daquele monstro que sua própria mãe havia lhe expulsado de casa. E então ela juntou apenas o necessário de suas coisas, e foi embora. Não queria viver com aquele homem asqueroso e cínico. Não queria viver com aquela mulher que a negou, a expulsou do seu lar. A mulher que por tanto tempo ela admirou, apenas para ouvir que era a culpada de tudo. Sempre esperou proteção da mãe, e foi frustrante descobrir que ela nunca fora digna disso. A raiva e a frustração eram tantas que ela pode sentir o seu poder perdendo o controle, e a tomando por completo, de tal forma que tudo que tocava se corroía. Desesperada e sem saber pra onde ir, correu aos prantos, desejando que aquilo parasse, desejando que tudo fosse diferente. Por golpe do destino, chegou a um lugar esquecido e obscuro, onde resolveu se abrigar. Acolhida pelo canto sombrio, se deparou com uma estante de livros velhos, do qual um se destacava por permanecer impecável diante do tempo e do abandono. Hesitou em pegá-lo, mas a energia mágica que o mesmo emanava a fazia pensar que mesmo seu toque seria incapaz de destruí-lo. E de fato, ao pegá-lo, o livro permaneceu intacto. Ao abri-lo, sequer precisou folheá-lo: o mesmo se direcionou a uma página específica, que parecia ter sido escrita para ela. Falava sobre uma magia antiga e esquecida, que despertava em humanos cujos sentimentos iam além do habitual. A mesma se manifestava em um momento de ápice emocional, e a partir dali, poderia ser controlada. No entanto, havia um preço: para controlá-la, Lilach teria que expandir seu potencial mágico, já que apenas ela seria insuficiente para portar tamanha magia. O livro não especificava como, mas afirmava que bastava proclamar o canto ritualístico e se tornaria capaz. Hesitou, e pode ouvir uma voz em sua mente, relembrando o que havia passado com o padrasto, e como poderia se vingar. Os sussurros macabros eram sedutores na sua ideia de vingança, ao ponto de lhe persuadirem a aceitar. E assim que as palavras foram ditas, uma energia negra emanou do livro, a dominando por inteiro. Caiu no chão, convulsionando e urrando de dor, sentindo seu corpo queimar com a presença daquilo. Pode sentir seu corpo mudar, mesmo que não soubesse bem como, e uma forte dor tomou seu olho esquerdo. Enquanto tentava resistir e se manter firme diante daquilo, a mesma voz de antes falava em sua mente, dessa vez mais alto, ordenando que resistisse. “Só assim conseguiremos nos vingar, Lich.” Foram longos minutos – que mais pareciam horas −, até que a queimação passou. Respirava ofegante, caída no chão, e ciente de que algo muito poderoso havia se fundido a ela. “Muito bem, Lich. Fiquei com medo que morresse antes que pudéssemos agir.” A voz voltara a falar com ela, que entrou em desespero: não sabia o que tinha feito, mas tinha certeza que era ruim. ”Se acalme garota. Somos uma só agora. Devia me agradecer: já não está mais destruindo tudo que toca, e ainda vai se tornar uma maga porque eu vou te ajudar.” Sem opções, começou a conversar com a voz, que elogiou a aura obscura de Lilach. Um poder ácido, tóxico e corrosivo: digno do demônio que a habitara. Conforme conversaram, Lilach começou a aceitar no que havia se metido, e conseguiu sentir seu poder aumentar, mesmo que ainda estivesse sob controle. Diante de um espelho sujo do lugar abandonado, descobriu que ganhara chifres, e que suas orelhas se tornaram pontudas. No entanto, o mais assustador era o olho esquerdo: a esclera deixara de ser branca para tomar um tom assustador de preto, como se ali houvesse um abismo. A pupila se mesclara com a íris, e agora possuíam um tom intenso de azul brilhante, igualmente macabro. Assustada consigo mesma, foi reconfortada pelo próprio demônio, que lhe garantiu que não faria mal ao próprio corpo, nem a sua hospedeira. Começaram então a treinar, e Lilach se mostrou talentosa na arte mágica: seus poderes se manifestavam em formato de borboletas ácidas, que corroíam tudo que tocavam, além de possuírem uma substância tóxica. Assim que se tornara uma maga razoável, foi atrás do padrasto, e ao ver o pavor em seus olhos diante da figura e do poder de Lich, hesitou. Mas ela não. A hóspede de seu corpo tomou as dores de Lilach, e o atacou. Suas pernas foram atingidas pela acidez das borboletas, e começaram a corroer. O mesmo gritou de dor e agonia, e isso fez Lich voltar a si. Culpada e sem saber o que fazer, fugiu. Enquanto corria, se deparou com uma sensação forte e prazerosa: algo que nunca havia sentido. O sabor da vingança era delicioso, afinal. A partir daí, vagou pelo mundo com sua “hóspede”, e desenvolveu melhor sua magia e autocontrole. Por incrível que pareça, ambas se dão muito bem: Lilach carrega o demônio consigo, e em troca de sua força, potencial e do seu respeito, peca, para satisfazer sua outra parte – e a si mesma também. Vivem bem no mesmo corpo, e Lich não teme perder o controle para a outra pois confia nela. E de fato, sua hóspede é fiel.

Curiosidades:
- Mantém o olho esquerdo escondido, já que ao deixá-lo exposto dará permissão para que metade de si seja controlada pelo demônio. Quando isso acontece, Lich fica mais poderosa, mas também muito mais cruel e impulsiva; fora de seu próprio controle, de tal modo que poderá atacar até mesmo seus parceiros.
- Não é porque ela gosta de pecar que o faz com qualquer um a qualquer hora. É preciso surtir interesse nela, e pra isso basta um rosto bonitinho e corpo atraente. Acha lindo os grandes romances, com juras de amor, fidelidade e total exclusividade do parceiro, mas... Enquanto está sozinha, aproveita para conhecer os mais diversos rapazes. Já disse, e repito: não é apenas o prazer, mas também uma forma de lidar com os seus medos. De afirmar: “O corpo é meu, e é o meu querer que vale sobre ele.”
- Utiliza uma katana, que lhe auxilia no controle de sua magia. A espada torna muito mais simples a manipulação da energia, por isso Lich anda sempre com ela.

Como trata:
- Membros da guilda: Membros da guilda: É bastante carismática, mas muito ácida também. Os trata bem do seu jeito, mas deixa claro seu jeito egocêntrico e prepotente, encarando qualquer tipo de desaforo com um riso cínico e uma resposta à altura. Os homens que lhe forem atraentes estarão destinados ao jogo de sedução de Lich, e ela se orgulhará de cada rapaz que conquistar.
- Guildas oficiais: As enxerga como insetos a serem pisados. Nem se Lich quisesse poderia ser boazinha, então o que lhe resta é ver prazer na maldade. Gosta de derrotar de maneira massacrante todo mago que se meter com ela, e jamais sente pena ou remorso.


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