~Leth-chan

Leth-chan
Meretriz da Cis
Nome: Leth
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Indisponivel
Aniversário: 4 de Agosto
Cadastro:

Ficha: Pandora Vinterberg


Postado

"So keep your head up, keep your love"

Nome: Pandora Vinterberg.

Apelido: Pan ─ inclusive, prefere que a chamem assim.

Alcunha: Star Sorceress.

Idade / Aniversário / Signo: 13 anos, 18 de setembro, Virgem.

Sexo: Feminino.

Aparência: Pan é dona de cabelos lisos esverdeados, que tomam uma tonalidade alaranjada na franja e nas pontas. Os mesmos estão sempre trançados, de forma delicada e bem feita, enfeitados com uma headband metálica, a qual pende uma pequena joia azulada. Os olhos possuem a mesma coloração verde clara dos fios, num tom opaco de jade, e causam forte contraste com a pele branca da menina. Seu sorriso é bem cuidado, e as bochechas rosadas, o que lhe dá um ar mais meigo e sutil. Já o corpo é magro, de estatura baixa e curvas muito delicadas e sutis, condizentes com a idade.


Photoplayer: Piana, de Alchemist of Arland.

Sexualidade: Heterossexual.

Personalidade: Pan é uma menina extremamente tranquila e calma, e transmite sua serenidade para todos ao seu redor. Seu sorriso é doce, e seus gestos sutis e delicados, assim como suas palavras. É extremamente cuidadosa, e todos os seus atos são bem pensados: pra ela, organização é tudo. Ações bem planejadas, falas bem planejadas, tudo isso significa um bom rendimento, que resulta em bons resultados e sucesso em todas as suas tentativas. Claro que isso gera muita insegurança; agir fora dos planos é simplesmente enlouquecedor. Lidar com imprevistos, situações que escapam das suas previsões; isso tudo a deixa extremamente tensa, irritada, e com a constante sensação de que vai dar tudo errado. Apesar da pouca idade, Pan é controladora, e não gosta de gente que foge do planejado. Todavia, é muito respeitosa e educada, e trata todos com muita gentileza. É extremamente compreensiva, e gosta de ajudar sempre que possível, com palavras tranquilizadoras e conselhos sábios. Uma ótima amiga, Pandora é uma menina madura e decidida, que não hesita em proteger os amigos, e tem sempre tudo estrategicamente calculado. Bastante doce e gentil, não há quem não se encante pelo jeito da menina, e ela fará de tudo por aqueles que cativar.

História: Pandora nasceu em uma família de artesãos, e desde cedo vivera como nômade, viajando pelos mais diversos lugares e levando a arte dos Vinterberg bem além do continente natal. Trabalhavam também com itens encontrados por aí, ou artefatos que pudessem mudar seu valor notavelmente de um lugar pra outro. Numa de suas viagens, Pan encontrou um conjunto de chaves, todas prateadas, somando quatro no total. Fascinada pela beleza e pela energia dos objetos, guardou consigo, e manteve isso em segredo ─ afinal, não queria ser pressionada a vendê-las. Antes de tudo, precisava saber pra que serviam e como funcionavam. E enquanto viajava, pode conversar com os mais diversos magos, e encontrar uma grande variedade de livros que lhe ajudaram a compreender melhor o que aqueles itens prateados representavam. Quando os pais descobriram, puderam facilmente notar o quanto a garota parecia se interessar e gostar daquilo, mas também não podiam deixar de questioná-la. Era uma humana comum, sem sangue mágico. A probabilidade de aprender algo sozinha era mínima, e se vendesse as chaves, poderia conseguir um bom dinheiro para gastar em algo mais... Útil. Convencida a comercializar as chaves, se deparou com uma série de magos que as queriam, mas mesmo assim, algo a fazia hesitar. Algo que a fez esperar tempo suficiente até que um sábio conselho mudaria sua decisão. Methone Helmold era o nome da maga, mulher de reputação conhecida e respeitável, admirada pelo grande poder que detinha, mesmo que não tivesse uma única chave de ouro. “Sabe menina, acho que não deveria vender isso. Quer dizer, são belas chaves. Podem te tornar uma maga incrível, sabia?” Aquelas palavras retumbaram em sua mente, e seus olhos brilharam em resposta, logo se desfazendo em uma face de pura decepção. Contou sua situação para a maga, que sorriu pra ela, e logo trouxe uma solução. “Viaje comigo. Eu queria mesmo uma aprendiz, e você parece uma ótima aluna.” Diante disso, uma longa conversa se estabeleceu com os pais, que não custaram muito a ceder ao sonho da filha. Sempre prezaram pela liberdade e independência de suas meninas, e as criaram de maneira que sabiam se virar muito bem sozinhas. Methone não era uma qualquer, mas sim uma maga conhecida e prestigiada. Negar isso a filha seria um erro, e eles sabiam disso. Foi então que Pan se separou da família, e partiu com a maga celestial. Com ela, aprendeu a lidar com aquelas 4 chaves que havia achado (Columba, Monoceros, Andrômeda e Lupus), e foi conquistando outras: em seguida que se tornou uma maga razoável, ganhou em batalha contratos com Canis Minor e Canis Major. Comprou a chave de Vulpecula (que por sinal, não lhe custou pouco), e só então ganhou Cetus, um presente de Methone. A maga lhe deu a chave da besta no dia em que se separaram. “Estou muito orgulhosa de você, Pan. Foi uma aprendiz ótima, e certamente será uma maga muito prestigiada ainda jovem. Creio que esteja na hora de traçar seu caminho sozinha, pois tudo que eu podia fazer por você, eu fiz ─ e acredite, a sua evolução não é algo que eu causei, mas sim sua motivação e o seu amor. Boa sorte, minha querida. Estarei torcendo por você, e sei que logo ouvirei falar de Pandora Vinterberg, a Star Sorceress."

Magia: Celestial.

Descrição da magia: Com o uso de chaves especiais, Pan invoca espíritos celestiais, que lhe acompanham em batalha e lutam ao seu lado.

Ataques:
>Nome: Columba ─ a Pomba.
>Aparência:

>Personalidade: Uma dupla silenciosa e brincalhona. Suas batalhas são lúdicas e sempre divertidas, e Columba nunca desiste.
>Magia: Explosões luminosas.
>Arma: Um tipo de lança sem ponta, com as laterais cortantes. Auxiliam Columba na materialização de suas explosões, e é com ela que ataca quando se aproxima do inimigo.
>Invocação: “Espírito da Pomba, atravesse o portal e me acompanhe nesta batalha. Abra-te: Columba!”
>Descrição: Espírito formado por uma dupla de um garoto e um enorme pássaro. O menino está sempre sobre a ave, e juntos flutuam pelo campo de batalha, causando explosões de luz azulada até que ambos se aproximam e atacam com a arma.


>Nome: Monoceros ─ o Unicórnio.
>Aparência:

>Personalidade: Um espírito mudo, sua expressão é sempre séria e pode parecer até um tanto mau. Tem um jeito um animalesco de lutar, e é bastante centrado: se seu objetivo é derrotar o inimigo, pode ter certeza que o fará sem desistir.
>Magia: Ventania.
>Arma: Não utiliza.
>Invocação: “Espírito do Unicórnio, atravesse o portal e me acompanhe nesta batalha. Abra-te: Monoceros!”
>Descrição: Um híbrido de humano e cavalo, é muito veloz, e sua aparência dá uma sensação de que Monoceros é uma verdadeira força da natureza. Transforma seus cabelos em ventanias, no geral em formato de furacão, tais quais variam de tamanho e se desprendem do corpo do espírito, partindo em direção ao inimigo.


>Nome: Canis Minor ─ o Cão Menor.
>Aparência:

>Personalidade: É contida e misteriosa, e não emprega muitas emoções na batalha. Faz o que lhe pedem, sem nutrir sentimentos pelo inimigo, seja de pena ou raiva ─ ela simplesmente luta. Age com cautela, e não costuma se render aos impulsos.
>Magia: Terra.
>Arma: Não utiliza.
>Invocação: “Espírito do Cão Menor, atravesse o portal e me acompanhe nesta batalha. Abra-te: Canis Minor!”
>Descrição: Chega de mansinho, e soa inofensiva aos inimigos pelo jeito contido de ser ─ mas aquele lado misterioso dela, esse prova que há algo mais por baixo da capa negra. É quando mostra sua magia que põe isso a prova. É capaz de mover pedaços de terra, soterrar inimigos, causar fortes tremores no solo e até formar enormes crateras no chão.


>Nome: Canis Major ─ o Cão Maior.
>Aparência:


>Personalidade: Possuí a mesma expressão fria que a irmã, porém mais cruel. Emprega maldade na batalha, e se diverte enquanto ataca. Gosta de provocar o inimigo, até mesmo de ser atacada. Aprecia muito as fortes emoções da batalha, a adrenalina que sente. Obedece ordens sem desmerecer seus impulsos, e tem um forte instinto protetor.
>Magia: Correntes de ar.
>Arma: Um tipo de lança com duas pontas laterais curvadas a mais, sendo a central maior ─ qualidade que a diferencia de um tridente. Raramente a utiliza para ataques corporais, já que seu principal ofício é facilitar o controle de sua magia.
>Invocação: “Espírito do Cão Maior, atravesse o portal e me acompanhe nesta batalha. Abra-te: Canis Major!”
>Descrição: Considerada irmã mais velha de Canis Minor, tem um jeito bem mais expressivo de agir. Corre pelo campo de batalha em alta velocidade, enquanto manipula correntes de ar azuladas com sua lança; as emoções a flor da pele. Cria as mais diversas formas com a energia mágica que tem, formando desde esferas mágicas até fortes correntes circulares de ar.


>Nome: Andrômeda ─ a Princesa Mítica.
>Aparência:


>Personalidade: Extremamente educada, age como uma dama: cheia de cordialidade e um jeito de aristocrata. Se expressa com palavras rebuscadas, e jamais perde a pose em batalha. É bastante respeitosa, mesmo com seu oponente, mas odeia ser subestimada.
>Magia: Pedras preciosas.
>Arma: Não utiliza.
>Invocação: “Espírito da Princesa Mítica, atravesse o portal e me acompanhe nesta batalha. Abra-te: Andrômeda!”
>Descrição: Como uma princesa, seus movimentos e palavras são sutis e cordiais, mesmo ao provocar o inimigo. Cria suas joias em meio a batalha, e ataca o inimigo com as mesmas, moldando seus formatos para criar pontas e lâminas, ou mesmo controlando seu brilho, para que elas explodam em energia mágica; lança também luz colorida nos oponentes, num modo de controlar sua magia onde apenas a luminosidade da pedra é utilizada. É uma magia muito bela e graciosa, e ao mesmo tempo ampla e poderosa.


>Nome: Vulpecula ─ a Raposa.
>Aparência:


>Personalidade: Muito sábia, tem um sorriso carismático, e um jeito equilibradamente maduro e jovial. Costuma falar de forma metafórica, e gosta de causar dúvida nos inimigos, seres de “intelecto inferior”. É muito segura de si, e se esforça ao máximo para cumprir seus objetivos.
>Magia: Fogo azul e aura selvagem.
>Arma: Uma dupla de grandes leques. Inicialmente, tem uma tonalidade de vermelho escuro, marrom e um tom acobreado. Numa segunda fase, se torna azul, e é completamente envolto em chamas. Aumenta razoavelmente de tamanho, e ganha detalhes em dourado.
>Invocação: “Espírito da Raposa, atravesse o portal e me acompanhe nesta batalha. Abra-te: Vulpecula!”
>Descrição: Controla em sincronia a aura animal e o fogo azul, manipulando sua magia em companhia dos leques. Vulpecula é ágil e muito segura. Sabe agir com cautela, sem pensar demais e perder as chances de lutar. A raposa sabe bem usar sua magia, e sempre dá um espetáculo, cheio de beleza e graça, e claro: muita técnica e poder.


>Nome:Lupus ─ o Lobo.
>Aparência:


>Personalidade: Sádica e cruel, Lupus luta pra vencer, e não se importa com quais meios terá de usar para alcançar seus objetivos. É irônica, e adora provocar o inimigo. Raramente se irrita, já que leva tudo na brincadeira, encarando tudo como uma maneira de pisar ainda mais no seu inimigo. É extremamente confiante, e bastante animada: cheia de energia, luta com todas suas forças, e fica devastada ao perder. Só mesmo uma derrota pra afetar seu bom humor.
>Magia: Fogo e aura canina.
>Arma: Par de espadas. Feita de um metal avermelhado, são bastante utilizadas para combates corporais, assim como também servem para facilitar o controle da magia de Lupus.
>Invocação: “Espírito do Lobo, atravesse o portal e me acompanhe nesta batalha. Abra-te: Lupus!”
>Descrição: Enérgica, libera todo seu ânimo em forma de fogo, de chamas, de muito brilho. É tão habilidosa que consegue batalhar com suas espadas e controlar sua magia junto, correndo em alta velocidade pelo campo, enquanto a aura canina lhe acompanha, quase com vida própria. Sua luta é frenética, seus movimentos imparáveis. Lupus é selvagem como uma fera, e não terá pena de carbonizar seus inimigos.


>Nome: Cetus ─ o Monstro Marinho.
>Aparência:

>Personalidade: Não há muito o que se dizer de Cetus. Como um monstro, age feito fera, de maneira animalesca e bestial. Obedece a sua dona, e é extremamente dócil com ela, e é exatamente por esse jeito de gostar apenas dela, que fará absolutamente tudo para protegê-la. É um monstro afinal. Não foi criado para bondade.
>Magia: Água carregada de eletricidade.
>Arma: Não utiliza.
>Invocação: “Espírito do Monstro Marinho, atravesse o portal e me acompanhe nesta batalha. Abra-te: Cetus!”
>Descrição: Flutua como se o vento fosse o oceano, e navega pelas correntes de ar como se nas próprias ondas e marés. Ataca muito corporalmente, dando cabeçadas no inimigo, mordidas e até laçadas com sua cauda. Mas, também possuí magia: correntes de água unidas a eletricidade, que garantem golpes velozes e de alta tensão.


Ataque especial:
- Night of Shooting Stars: Pan fecha os olhos, e junta suas mãos em uma prece. Recita um feitiço em latim, e seus cabelos parecem ganhar vida, soltando-se das tranças e flutuando ao seu redor, feitos por completo de pura luz. Suas chaves se soltam da bolsa, e começam a contorná-la, formando um círculo luminoso em constante movimento. Assim que abre os olhos, os mesmos emanam uma forte luz, e ela enfim conclui sua oração. Pontos luminosos começam a descer do céu, em altíssima velocidade, direcionados ao que ela colocou em suas intenções. Até os mais poderosos inimigos ficam inconscientes e sem poder mágico depois deste ataque, e construções colossais viram ruínas. O feitiço usa não somente a capacidade mágica de Pan, mas também a de seus espíritos: é uma ação em conjunto, onde todos cedem parte de seu poder para ela. Só é possível se todos tiverem uma relação boa e saudável, e apesar de amar seus espíritos, ainda teme que um deles lhe deixe na mão. “Operimentum stellarum in caelo, super terra, et inimici illorum. In omni virtute et signis coelestibus, ego te condemnabo: Night of Shooting Stars!
*Estrelas que cobrem o céu, desça sobre a terra e anulem o meu inimigo. Com a força dos espíritos celestiais e de todas as constelações, eu te condeno: Night of Shooting Stars!

Arma: Uma arma especial, que muda de forma. Para ataques corporais a curta distância, se assemelha a um machado, com a haste razoavelmente mais longa. Para ataques a longa distância, se transforma em um arco, que ao passar os dedos sobre o seu centro, forma uma flecha de luz estelar.

*Axe Mode.
*Archery Mode.


Gosta: Adora estar ao ar livre, e a natureza é um segundo lugar para ela. Gosta de animais em geral, e não teme viagens longas. Adora frutas de todo tipo, mas as maçãs são com certeza as suas favoritas. Prefere as estações mais quentes, e a leitura é um passatempo e um refúgio maravilhoso para Pan. Por fim, ama música, costurar, e a arte manual é um dom e um verdadeiro amor de Pandora.

Desgosta: Lugares fechados e barulhentos, e com pouca vegetação, como polos e desertos. Detesta temperos excessivos, e ficar muito tempo quieta é torturante para quem cresceu indo e vindo pelo mundo. Não sabe lidar com imprevistos, e odeia quando as coisas não saem exatamente como o planejado. O frio lhe é um tanto incômodo, e insetos voadores pesadelos reais de Pan.

Habilidades:
- Convencionais: Como toda sua família, é uma ótima artesã, e sua criatividade artística lhe permite criar as mais diversas obras, dotadas de simplicidade e beleza. Uma viajante experiente, conhece diversos lugares, o que a torna uma boa guia, e também é ótima em planejamentos no geral. Por fim, toca flauta com maestria, e costura muito bem.
- Combate: Pan não é muito forte e nem muito veloz, mas compensa com agilidade em seu raciocínio e em suas ações. Tem bons reflexos, e consegue se esgueirar com um tanto de dificuldade, as vezes sendo atingida no ato. Sua capacidade mágica é exemplar, e sabe manusear tanto seu arco e flecha quanto o machado.

Cor e local da marca da guilda: Nas costas da mão esquerda, em azul escuro.

Par: Creio que não haja ninguém da faixa etária dela, então ficará sozinha mesmo.

Medos: Insetos voadores.

Vícios: Mascar hortelã.

Manias: Estalar os dedos, em qualquer situação ─ seja quando está entediada, aflita, pensativa... Etc.

Hobbies: Ler, tocar flauta, costurar, passear por aí, fazer arte... É raro lhe ver quieta, pois tem uma imensa facilidade em se distrair.

Defeitos: É bastante insegura, principalmente quando as coisas não funcionam como ela esperava. Não sabe lidar bem com imprevistos e surpresas, e pode se tornar muito chata e controladora. Quer estar sempre no controle de tudo, e por vezes, perde a chance de se deixar ser levada, de relaxar e aproveitar a naturalidade da qual as coisas acontecem.

Qualidades: Uma menina tranquila que emana sua serenidade, é muito gentil e educada. Pensa bem em tudo que diz e faz para não machucar ninguém, e nem a si mesma com suas decisões. É muito disposta e decidida, dificilmente desiste e não hesita em ajudar seus amigos.

Relação com os membros da guilda: Pan é bastante simpática, e gosta de fazer novas amizades. Tratará todos com gentileza, educação e respeito, e aqueles que se tornarem seus amigos poderão contar com suas palavras de consolo sempre que preciso, além de sábios conselho e muita disposição da menina.

Posso escolher seu personagem para ser Mestre(a)? É jovem demais para um cargo assim.

Mataria alguém, ou algo? Apesar da pouca idade, sim. Porém, recuaria bastante com a ideia, sempre buscando não fazê-lo. Só matará se for pressionada, ou perceber que é realmente necessário.

Se sacrificaria por alguém? Se fosse alguém de extrema importância, alguém que realmente valesse sua vida, sim. Seus familiares e Methone são um exemplo disso, mas é preciso ver se terá algum laço que a leve a tamanho ato na guilda.

Algo a mais?
- Foi Pan quem costurou suas roupas, algo que ela adora fazer. Escolhe os tecidos, e faz manualmente cada detalhe, com todo cuidado e sutileza que poderia ter.
- É ótima com negociações, e quando não está em missão, anda pela cidade comercializando objetos; sejam ervas e plantas que encontra por aí, artefatos de valor, ou algo que ela mesma produziu.

Frase Padrão: “Our wings do not take us where fairies can not guide us.”


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