~Lucas_Lovegood

Lucas_Lovegood
Ame as libélulas
Nome: Lucas
Status: Usuário
Sexo: Masculino
Localização: São Paulo, São Paulo, Brasil
Aniversário: Indisponivel
Idade: Indisponivel
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Nordic Camp - Minha Ficha


Postado



Ficha:

◆Nome completo:

Braydon Uriah Moretz

Apelido:

Bray

Data de nascimento:

20/8/1998

Idade:

18

Nacionalidade:

Inglês

Personalidade:

Nunca se tem uma boa primeira impressão de Bray. Se ele não está isolado em um canto lendo um livro ou observando as outras pessoas, geralmente está em completo silêncio, tanto que desconhecidos chegam a pensar que o garoto é mudo. Mas, na verdade, é apenas extremamente reservado. Porém, tem uma curiosidade crônica. Sempre que vê um desconhecido, pensa em como deve ser sua vida, o que ele o levou até ali, se ele está triste, se está feliz, se tem algum trauma. Misterioso, nunca deixa escapar uma palavra sobre seu passado e odeia falar sobre ele. Reservado ao extremo, não fala sobre sua vida pessoal com estranhos e não é de puxar conversa. Se quiser conversar com ele e saber mais sobre ele, terá que cavar um buraco bem, bem, bem fundo. Tem uma mente no mínimo sombria, sempre pensa em coisas que não deveria. Não que seja pervertido (talvez um pouco), mas vive pensando em mortes e tragédias. Pensa constantemente em como as pessoas ao seu redor vão morrer. Seria em um acidente de carro? Talvez algum monstro? Talvez em um combate? Ou quem sabe apunhalado pelas costas por seu melhor amigo? Também é praticamente um detector de tragédias e desastres: sempre que houver um, ele vai ter algum sentimento antes. Não é como vidência, não um poder. É mais como um dom próprio.

Os vários traumas de seu passado praticamente o fizeram quem é. Por essa e muitas outras razões ele não gosta de falar sobre passado, família, amigos. Tudo é muito doloroso para ele. Bray pode ser muito egoísta quando precisa, gosta de cuidar da própria vida e não da dos outros. Também não vê problema em arriscar a vida de outras pessoas para conseguir o que quer ou para vencer algum desafio. Afinal, a escolha de estar ali foi da pessoa e não dele. Pode ser muito insensível, não se importa com os sentimentos dos outros e vive sendo rude e grosso com pessoas que estão chorando. É praticamente movido pela lógica, se algo para ele não faz sentido quer dizer que ou não existe, ou é inútil. Isso dificultou a adaptação dele no acampamento, mas acabou se acostumando. Arrogante, acha que está sempre certo e não admite erros com facilidade. Porém, isso não quer dizer que ele se ache superior aos outros. Para ele, ninguém é melhor que ninguém, só que algumas pessoas poderiam pegar um livro e pesquisar de vez em quando! Teimoso até o último fio de cabelo, não muda de ideia com facilidade. Porém, não tem problemas em seguir ordens, é só ele ver sentido nelas. Intolerante, ele não vê erros honestos como o que são, e sim como grandes desastres. Um tanto pessimista, sempre pensa que o pior pode acontecer então acha que é melhor sempre estar preparado para uma luta. Algumas pessoas estranham sua facilidade em matar. Desde que chegou no acampamento, não tem problemas em matar alguém, nem que seja com suas próprias mãos. Para ele, é o ciclo da vida. Algumas pessoas morrem, outras sobrevivem, mas no final todos vão morrer, não importa quem seja ou como seja, todos um dia vão deixar este mundo.

Embora seja tão teimoso e insensível, com os amigos pode ser muito carinhoso e divertido. Bom, divertido do jeito dele. Para ele, humor negro é completamente normal e as pessoas deveriam parar de achar que todos que fazem piadas sobre morte são sem coração. Pelo contrário, quando Bray ama, ele ama intensamente. Também é carinhoso com os amigos, não desgruda dele nem que o obriguem. Embora tenha certa intolerância, gosta de tentar entender o lado das pessoas. Nem sempre consegue, mas tenta. Uma de suas melhores características com certeza é que não se importa nem um pouco com a opinião dos outros, ele não liga para o que os outros pensam, sequer os mais próximos a ele. Segundo ele “o que os outros pensam é problema deles”. Inteligente ao extremo, sabe de tudo um pouco e não é fácil pega-lo de surpresa em uma pergunta. Imprevisível, nunca se sabe qual será a reação dele ao que quer que seja. Não é de ser agressivo, prefere guardar sua raiva para si mesmo e usá-la para algo produtivo, como esmagar quem quer que tente o desafiar. Pode não parecer, mas é muito corajoso e tem garra. É gracioso e elegante em seus movimentos. Tem opiniões fortes sobre diversos assuntos polêmicos. Às vezes, quando está de costas, as pessoas o confundem com uma mulher por causa de seu cabelo e movimentos. Mas para ele não é um insulto. Em sua visão, gêneros são algo que limita nossa capacidade de amar a tudo e a todos. Por isso, embora seja homem e homossexual, nunca se identificou com nenhum gênero específico. Ele é ele e ponto final. Também detesta preconceitos, simplesmente não suporta quando uma pessoa julga a outra por ser quem é. Pode ser bem romântico com quem quer e não perde tempo quando gosta de alguém. Como dito antes, pode ser meio pervertido se tratando de sexo. Sério, suas piadas pervertidas podem ser bem criativas e ele gosta de provocar um pouco. Tem um espírito protetor desenvolvido após a morte de alguém que ama. Pode não parecer, mas Bray é muito sensível por dentro e se magoa fácil depois de tudo o que passou. Por isso, não se apega facilmente a qualquer um e procura distância das pessoas.


Como tratas os amigos?:

É muito carinhoso e divertido com eles, embora não seja lá a pessoa mais tolerante do mundo quando se trata de dramas e neuras, não é lá muito sensível com eles. Porém, para ele, encostar em um fio de cabelo de um de seus amigos é o mesmo que mexer com ele

Como trata os inimigos?:

Se já não é sensível com os amigos, imagine os inimigos! Não tem medo de encara-los de cabeça erguida e sempre estará pronto para matá-los friamente. Afinal, eles fariam o mesmo com ele.

Como trata o par?

Como dito, Bray pode, não, vai ser pervertido e safado o tempo todo. Mesmo sendo quieto por fora, por dentro pode ser verdadeiramente pervertido. Adora fazer piadas pervertidas e gosta de vê-lo ficar vermelho. Mas, como dito, quando ama alguém só sabe amar intensamente e se o cara for louco o suficiente para aguentar Bray e conquistar seu coração, ele deve se considerar honrado por essa façanha.

Orientação sexual:

Se considera homossexual, porém a última coisa de que nota em uma pessoa é o gênero.

Do que gosta:

Ler
Treinar
Observar as pessoas
Suco de frutas
Vinho
Preto
Deitar na grama
Liberdade
Cantar (pode não parecer, mas ele é um ótimo cantor)
Tocar piano
Desenhar (também é um ótimo desenhista)
Corrigir as pessoas
Comidas amargas


Do que não gosta:

O atrapalharem
Esteriótipos
Erros besta
Refrigerante
Comidas doces
Pessoas sentimentais
Se apegar
Pessoas grudentas


◆Aparência:













Bray é, no mínimo, muito lindo. Tem expressões usualmente sérias, às vezes um tanto femininas. Seu cabelo é completamente negro e ele gosta de variar entre deixá-lo curto e comprido, sempre completamente rebelde. Seus olhos são castanhos extremamente escuros, chegando a parecerem negros. Ele é ágil de certa forma, e está em forma.

Photoplayer:

Ezra Miller

◆Pai/Mãe Nórdico:

Mãe

Quem é o Pai/Mãe?

Hel

Relação com a Deusa

Ele viu Hel em um sonho apenas uma vez, e no começo não pensou que ela fosse real. Embora não pareça, Gray às vezes fica chateado por não ter crescido com a mãe.

Habilidades:

Tem uma perícia incrível com armas, um dom natural. Também tem o dom natural de prever tragédias e até mesmo mortes em alguns casos, é uma espécie de frio na barriga que ele sente.

Arma:

Usa diversas armas, mas sua favorita é uma adaga feita de prata de guerra.



Manias

Cortar o próprio cabelo, mas ele cresce muito rápido. Em menos de um mês estará longo de novo.

Medos/fobias:

Medo de ser abandonado

Tem medo de aranhas (aracnofobia)

Segredos:

----

◆História:

Edgar Moretz, um famoso crítico de arte, conheceu Hel em uma exposição dos conflitos entre o céu é o inferno. Os dois chamaram muito a atenção um do outro, e em pouco tempo foram para a cama juntos. Depois daquela noite, não se viram mais, porém Edgar sempre tenha tido a dúvida: onde será que aquela bela mulher está? 9 meses depois sua dúvida foi esclarecida. A mesma bela mulher apareceu em sua casa, com um bebê de cabelos escuros no colo. Os dois conversaram e Edgar acabou descobrindo que Hel é uma deusa, e que teria que partir e deixar a criança com ele. Isso deixou Edgar extremamente magoado e confuso. Sem ter muitas opções, Edgar voltou para sua cidade natal para cuidar do filho. O chamou de Braydon.

Bray cresceu em Londres, Inglaterra. Sua família ficou muito surpresa quando Edgar apareceu com um bebê de cabelos negros, como toda, TODA, a família era loira. Bray cresceu sem muitos amigos ou pessoas com quem contar. Seu pai começou a se estabelecer em Phoenix, voltando a ser crítico de arte. Dava amor e carinho ao filho, não o deixava sozinho nem por um minuto e, por algum tempo, Bray realmente foi feliz. Não era tinha exatamente muitos amigos na escola, mas seu grupo era o bastante. Desde pequeno ele nunca se identificou muito com gêneros, nem como menino ou menina, o que facilitava pra ele interagir com os dois grupos. Porém, depois de algum tempo, algo terrível aconteceu.

Quando Bray tinha 6 anos, Edgar arrumou uma namorada. Uma mulher bonita, um tanto mais jovem, mas simpática e muito bondosa. Bom, pelo menos era o que parecia. Em um jantar em família, depois de dois anos que estavam namorando, a namorada de Edgar disse que iria no banheiro. Porém, ao invés disso, despejou álcool em várias partes da casa. Como ela não voltava fazia tempo, Edgar pediu para Bray ver se ela estava bem. Como ele não a encontrou, decidiu procurá-la. A viu jogando o álcool, e se escondeu para ver melhor. A observou até ela sair da casa. Como havia um resto de álcool formando uma linha até fora, foi só ela acender um fósforo e BOOOM. A casa começou a pegar fogo. A família Moretz ficou desesperada, e eles tentaram fugir, mas não conseguiram. Porém, como Bray já tinha uma vantagem, saiu da casa antes de tudo ser destruído pelo fogo. E foi assim que perdeu toda sua família em apenas uma noite.

Acontece que Caroline, a mulher com quem Edgar estava e que botou fogo na casa, era esposa de um homem que havia se suicidado depois de receber uma crítica terrível de Edgar sobre suas obras, que eram sua vida.

Dessa forma, Bray se tornou órfão, logo após ver a família toda literalmente queimar. Foi parar em um orfanato onde não tinha amigo NENHUM. Não falava com ninguém, ficava sozinho o tempo todo e sempre estava lendo um livro. Sofria bullying das outras crianças lá, tipo, muito. Batiam nele, zoavam seu jeito e seu cabelo, enfiavam a cabeça dele na privada e já chegaram a cortar o cabelo dele enquanto ele dormia. Sua única amiga lá era uma das funcionárias, que era a única que o ouvia e o abraçava, dizendo que ia ficar tudo bem. Depois de alguns anos, Bray soube como se afastar dos bullys. E sua vida seguiu assim, até um novo garoto aparecer no orfanato.

Ele tinha 14 anos, como Bray, e era simplesmente lindo. O nome dele era Allan. Os dois acabaram se tornando grandes amigos, e Allan, que não levava desaforo pra casa, sempre defendia Bray de todos os bullys filhos da puta. A amizade deles acabou florescendo, e eles começaram a namorar. Se amavam muito, e namoraram por dois anos. Até que decidiram sair para ir no cinema, como em qualquer outro fim de semana. Na volta foram abordados por dois assaltantes, que tinham facas nas mãos. Deram tudo, embora Allan tenha tentado proteger o bracelete que ele tinha. Era o bracelete da irmã dele, que morreu em um acidente de carro. Quando reagiu, um dos assaltantes o esfaqueou, e ele acabou sangrando até a morte. Porém, não ficou assim. Enfurecido, muito enfurecido, algo acordou dentro de Bray. Algo estranho, algo forte. Ele pegou a faca de uma das mãos dos assaltantes e o esfaqueou na garganta. O outro contra atacou e esfaqueou Bray na barriga, mas o garoto encravou a faca no olho do assaltante. Depois daquilo, Bray desmaiou.

Foi levado ao hospital, onde teve um sonho. No sonho, uma mulher o contou que era sua mãe e que era uma deusa. Ele obviamente não acreditou, até acordar e ver a mesma mulher do seu lado o olhando com ternura. Ela explicou que era mesmo uma deusa, e provou ao filho encostando na testa dele e dando-lhe uma visão do Helgardh. Com Bray paralisado pela visão, Hel disse que ele poderia ir para um acampamento onde estaria seguro e não teria que sofrer tanto. Com essa bomba, simplesmente desapareceu. Segundos depois, uma enfermeira entregou um pacote para Bray. Lá continha uma carta explicando mais sobre o acampamento, e uma passagem de avião para a Áustria. Bray pensou muito, mas acabou concordando com o fato de que era um “semideus” e foi para o acampamento.


Está a quanto tempo no Acampamento?

2 anos

Roupas casuais







Roupas formais



◆Família



Nome:

Edgar Moretz

Idade:

34 (quando morreu)

Profissão:

Crítico de arte

Aparência (descrição e foto/gif):






Relação com a personagem:

Edgar amava muito o filho, e sempre quis o melhor para ele. Sabia que Hel era uma deusa e que Bray é um semideus, mas nunca o contou e encheu sua cabeça com lógica apara ele nunca acreditar nessas coisas.



Nome:

Allan Andrew

Idade:

16 (quando morreu)

Profissão:

Estudante


Aparência:





Relação com o personagem:

Allan e Bray se amavam muito mesmo. Eram românticos um com o outro e ambos achavam que eram o amor da vida um do outro. Allan tinha um instinto protetor romântico com Bray, impedia que se ferisse ou se machucasse.




◆ Irá querer par na fanfic? Se sim, descreva

Sim. Para Gray, o amor pode aparecer em qualquer esquina. Então ele não tem um tipo específico de pessoa. Embora adore alguém tímido e protetor, inteligente e, pelo amor de Odin, que não seja lerdo, ignorante, ou mal caráter.

Sabe que ele pode morrer?

Sei sim, mas faça isso e te mato também (brincadeira, kkkk)

Sabe que posso alterar algumas coisas?

Sei

◆Alguma informação extra?

Ele fuma


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