~wtfbass

wtfbass
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Nome: ● ☽『 [ a r i e n ] 』☾ ●
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Vitoria, Espírito Santo, Brasil
Aniversário: 15 de Março
Idade: 64
Cadastro:

S a n a t o r i u m _ f r a n c e s c a


Postado



Mostrar Spoiler: S A N A T O R I U M



ﻍ❀¸。Nome Completo:
Francesca Mees Fitzgerald. — Atende também por Fran, e únicamente por este apelido, não aceita outro. Apenas os mais íntimos tem a liberdade lhe chamarem por outro nome.

ﻍ❀¸。Idade:
Vinte e três anos de idade.

ﻍ❀¸。Orientação sexual:
É heterossexual, apenas porque nunca teve interesse em se relacionar com alguém do mesmo gênero que o seu.

ﻍ❀¸。Aparência:


Francesca possuí os cabelos dourados, longos e não totalmente lisos, possuindo as pontas levemente onduladas. Os olhos são enigmáticos, normalmente semicerrados e expressando deboche, as íris acinzentadas são facilmente interpretadas, os olhos são as janelas da alma. É dona de uma pele branquíssima, chegando até ser meio pálida, tendo um aspecto quase morto. Tem várias sardas espalhadas pelo corpo, estão mais concentradas na área dos ombros. Seu corpo é esguio, possuí longas e belas pernas, muito bem hidratadas, porque de acordo com a menina, a aparência é o quê importa. Francesca é alta, tem um metro e setenta e cinco centímetros, porém não tão alta quando uma modelo. Aliás, seu corpo sempre fora algo invejado por muitas meninas, a magreza da menina não era consequência de dietas ou exercícios físicos, apenas resultado da genética. Uma cintura extremamente pequena, seios pequenos e braços muito finos, costumavam a lhe comparar com bonecas. O rosto é pequeno, porém milimetricamente bem distribuído, os lábios cheios são de um coloração naturalmente rosada, um nariz fino e com sua ponta levemente arrebitada. As sobrancelhas desenhas são perfeitas, possuindo uma coloração um pouco mais escura do que seus cabelos, moldam extremamente bem sua face. Os traços europeus brincam no rosto da menina, trazendo lhe a admiração de muitas pessoas. Normalmente, seus cílios estão carregados por máscara de cílios, e seus lábios: por brilho labial. Mas não tão brilhante quando o brilho próprio que a menina possuí.

ﻍ❀¸。Personalidade:
O quê podemos dizer, realmente, sobre Francesca? Bem, primeiramente, não é alguém fácil de lidar. É competitiva, desde muito nova gostava de sobressair-se. Odeia perder, e aliás, não sabe perder. É como uma criança do jardim de infância, manipuladora e mimada, Fran não suporta ser contrariada, sua opinião é a lei, de acordo com ela. Adora ser mimada, realmente, ama ter as pessoas nas palmas de suas mãos, algo muito prazeroso. Raros são os momentos em que usa a ironia ou o sarcasmo, sempre está dizendo a verdade, independente da situação, chegando até a magoar muitas pessoas... Mas bem, não é sua culpa, sua língua que não possuí papas. Seu espírito é naturalmente, hm, como podemos dizer? Egocêntrico. Poucas são as vezes em que se contenta em não estar no primeiro lugar, o mundo gira entorno dela, passa muito tempo olhando o próprio reflexo no espelho, um de seus passatempos preferidos. Mas os mais próximos já se acostumaram com essa sua personalidade, quase não ligam para a mania incessante da menina de se olhar em espelhos. Possuí traços carismáticos bem marcados, gosta de conversar com qualquer um, até aqueles mais emburrados que estão morrendo de sono. Apesar de, na maioria das vezes, aparentar ser um pouco antipática, — e é um pouco antipática —. A curiosidade ainda não matou o gato, mas até lá, Francesca irá continuar metendo-se em conflitos alheios. É praticamente involuntário, aprecia boas fofocas e as vezes não consegue segurar a língua e acaba por repassar os boatos, mesmo que não sejam verdade. Charme é algo que na sua opinião, não pode ser desperdiçado, é uma galanteadora nata, se avistar alguém interessante, ela irá até a pessoa e jogar umas cantadas baratas, mas que no fundo, bem no fundo, dão certo.
Cabeça quente, ira se irritar com os mínimos detalhes, tão pouco engole o desaforo, assim podemos perceber que não é de se abaixar para qualquer um. Mas, apesar de ter um perfil de liderança, tem a preferência de não tomar a decisão por terceiros, não quer se responsabilizar por atos que não forem de sua autoria. Orgulhosa e ótima mentirosa, Francesca possuí um arsenal de várias palavras muito bem utilizadas, assim como um discurso que pode enganar qualquer um; — ou a maioria.

Irá colocar-se em primeiro lugar nas horas de risco máximo, não é alguém que confie muito nas pessoas, é raro conseguir sua confiança e é preciso ralar muito para tê-lá. É como um campo minado, pisou em falso, já era. Porém, como para toda regra há uma exceção. Explosiva, Francesca não consegue se controlar por muito tempo quando está no limite de sua paciência — que não é muita —, irá simplesmente não conseguir pensar em nada, tornar-se impulsiva e raramente arrepender-se de suas ações. Na verdade, se transformara em alguém um pouco egoísta e impaciente, e um pouco insegura — mesmo que não demonstre.

Aprecia um bom jogo psicológico, que lhe faça pensar em várias opções alternativas, desde que não esteja no típico momento H, onde tem que pensar o mais rápido possível. Não perde uma boa discussão ou briga, sempre é possível ver a cabeça loura metendo-se em uma rodinha de discussão, normalmente sempre as vence, já que sabe usar muito bem as palavras, tendo um toque eloquente. Sempre é preciso de alguém para retira-lá da multidão, não tem um pingo de vergonha na cara. Um lobo em pele de cordeiro, assim podemos dizer.

ﻍ❀¸。Diagnóstico:
☾ ; *. T R A N S T O R N O D E P E R S O N A L I D A D E N A R C I S I S T A:
O transtorno de personalidade narcisista é caracterizado por um padrão invasivo de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia, que começa na idade adulta e está presente em uma variedade de contextos. Indivíduos narcisistas são caracterizados por fantasias irreais de sucesso e senso de serem únicos, hipersensibilidade à avaliação de outros, sentimentos de autoridade e esperam tratamento especial. Frequentemente apresentam sentimento de superioridade, exagero de suas capacidades e talentos, necessidade de atenção, arrogância e comportamentos autorreferentes.
☾ ; *. T R A N S T O R N O E X P L O S I V O I N T E R M I T E N T E:
São indivíduos que pela incapacidade de gerenciar seus impulsos agressivos, são levados a ter comportamentos agressivos, ataques de fúria, completamente desproporcionais. A explosões de raiva característica do TEI são classificadas em dois tipos: “leves” ou “severas”. As chamadas explosões “leves” são ameaças, xingamentos, ofensas, gestos obscenos, ataque de objetos e agressões físicas sem lesão corporal. As explosões mais severas são destruição de propriedade/patrimônio e ataques físicos com lesão corporal.
☾ ; *. C L E P T O M A N I A:
É um transtorno caracterizado pela impossibilidade repetida de resistir aos impulsos de roubar objetos. Os objetos não são roubados por sua utilidade imediata ou seu valor monetário; o sujeito pode, ao contrário, querer descartá-los, dá-los ou acumulá-los. Este comportamento se acompanha habitualmente de um estado de tensão crescente antes do ato e de um sentimento de satisfação durante e imediatamente após sua realização. O roubo não é cometido para expressar raiva ou vingança e não é uma resposta ao delírio ou a alucinação.

ﻍ❀¸。História:
— República da Irlanda, Dublin. Início.
Dia oito de agosto, às 19:20, Francesca foi retirada de dentro de sua mãe. Arela era, sem dúvidas, uma bela moça, até nos momentos mais precários. Esta por sua vez, encontrava-se ensanguentada, suando horrores enquanto fazia o possível para esconder a expressão de cansaço, afinal, estava acostumada. Sua quarta cria, a única menina e caçula, possuía o rosto harmonioso do pai e pouquíssimos fios de cabelo sobre a cabeça. Arela pediu inquietamente para segurar a menina, conseguiu com teimosia driblar o receio da parteira, seus braços estavam extremamente fracos, aliás, estava extremamente cansada. Francesca não chegava a ocupar todo espaço presente nos braços da mãe, como a maioria das crianças naquela época, nasceu não muito pesada. Bem, hm, podemos dizer que nasceu em berço de ouro. Os Fitzgerald eram uma família bem conhecida pelas redondezas, proprietários de joalherias espalhadas pela cidade, donos de uma renda altíssima. Vivia em uma casa enorme, com piso de mármore e grandes colunas enfeitadas no estilo romano, típica ostentação. Paredes sempre pintadas em tons frios, enquanto grandes quadros enfeitavam-nas. Sua parte preferida era o jardim, que possuía uma extensa plantação de rosas, não rosas quaisquer, rosas de pétalas tão brancas quanto a neve. O pai, Elgan, era fascinados em flores, o aroma destas pestinhava as varandas de sua casa, deixando o ambiente mais delicado. As crianças vivam naquele local, correndo entre os árbutos e cercas vivas, perfeitamente moldadas pelos jardineiros competentes. Felan, Gale e Kail, seus irmãos mais velhos. Os quatro mosqueteiros viviam juntos, era raro vê-los separados, porém Kail e Francesca possuíam uma conexão infinitamente maior por serem os mais novos. Arela não conseguia cuidar de todas suas crianças, ela e o marido constantemente saiam em viagens, deixando as joalherias nas mãos de seu cunhado, quem confiava o suficiente. A grande casa dos Fitzgerald era cheia, empregados rodavam os corredores todos os dias, Francesca conhecia cada um e como qualquer outra criança, tinha seu favorito. Esse se chamava Hazel, possuía uma extraordinária pele negra, sem qualquer defeito. Os olhos eram amendoados e os lábios fartos encantavam as moças, Francesca o adorava, ele a levava todos os dias para a escola, uma das mais caras em Dublin, já que tinham condições de pagar. Porém seus progenitores não concordavam a relação que possuíam, apesar de não passar de uma boa parceria, racistas e egocêntricos, não concordavam em misturar as raças. Francesca, com seus doze anos de idade, desenvolveu uma certa paixão platônica pelo empregado, infelizmente, este era no mínimo vinte anos mais velho. Resolveu então, se confessar para o teu amor, consequentemente fazendo-o ser demitido. Elgan, naquele dia, levantou pela primeira vez a mão para a própria filha, acertando sua mão pesada no rosto da pálido dela, Arela assistiu a cena com um cigarro em mãos, não dando a mínima.

— República da Irlanda, Dublin. Meio.
Estava na flor da adolescência, portando uma bela e extensa saia cor-de-rosa, o chapéu delicado tapando o topo de sua cabeça, luvas bordadas cobrindo os nós de seus dedos. Encontrava-se em um estúdio quente, era agradável, já que lá fora nevava. Com os dezesseis anos de idade nas costas, Francesca mantinha-se sentada na cadeira de madeira. Várias meninas estavam em sua frente, belas, mas não tão talentosas quando a loura. Esperava seu nome ser chamado, para finalmente se apresenta, iria fazer um teste para protagonizar uma vilã em uma série de televisão. Quando chegou sua vez, Francesca colocou o máximo de emoção que pode, expressando-se através das palavras memorizadas. Foi um sucesso, de fato, não era possível esperar menos da família, cresceu para ser a melhor, iniciando o transtorno de personalidade narcisista. Francesa se amava, sempre checava o próprio reflexo nas vitrines de lojas, sempre impecável. Elgan e Arela não chegaram a perceber os transtornos que começavam a florescer dentro da caçula. Os jantares em família não podiam ser mais desagradáveis, sua mãe misturando o cigarro com bebida alcoólica importada, enquanto seu pai nunca estava disponível, provavelmente com alguma amante, Arela sabia perfeitamente disso. Então sobrava Kail, Gale e Felan, este último estava se mudando, para casar com a moça cujo pedira a mão. Francesca analisava os irmãos com seus olhos acinzentados, ninguém havia tocado na comida, a tensão no ar era palpável. O cheiro de nicotina lhe embrulhava o estômago, a carne perfeitamente assada chegava a parecer nojenta. Naquela noite, Francesca apresentou seu segundo transtorno, quebrando todos os objetos que viu, causando um certo incomodo para os empregados, já que estes teriam que limpar a bagunça.
Passaram-se exatos três anos, Francesca havia tornado-se uma atriz extremamente famosa, esbanjando fama aos seus poucos dezenove anos de idade. Havia deixado casa da família para morar em outra casa, maior ainda. Era reconhecida em todos os lugares, não conseguia andar nas ruas sem atrair olhares, suas expressões haviam amadurecido, tornando a uma mulher extremamente bela. Francesca não era conhecida apenas por sua beleza, mas também por causa de suas polêmicas nenhum pouco discretas. Bater em um fotógrafo, sair bêbada de um bar e ter sido acusada de roubo, não chegou a ser presa, foi inteligente demais para driblar a polícia. Os transtornos da moça foram evoluindo conforme ia fazendo aniversário, cada vez mais velha e mais agressiva.

— Estados Unidos, Kentuck. Final.
Se mudou para os Estados Unidos aos vinte e dois anos de idade, deixando a Irlanda para trás. Recebera a proposta de filmar no país, um filme que estava destinado ao sucesso, Francesca aceitou em protagoniza-lo sem dúvida. Mudou-se também, para afastar-se das antigas polêmicas, livrando-se de sua última prisão, consequência de seu distúrbio explosivo.

Era tarde, o sol estava quase indo dormir, porém a mulher fazia o possível para conter o cansaço e parecer impecável na frente das câmeras. Francesca não se dava bem com o elenco, aliás, ela não fazia questão de falar com eles, os considerava imundos e não merecedores de sua atenção. Nada ocorreu bem naquele dia, após escutar a reclamação de sua parceira de elenco, teve uma explosão intensa de raiva. A cabeça dourada avançou para cima da mulher, machucando-a com tudo via pela frente, até que a matou. Era possível ver uma possa de sangue embaixo desta, Francesca sentia o liquido em sua face maquiada, deixou o corpo lá, enquanto era carregada pela polícia americana. Entrou na justiça, não iria ser presa, então acharam outra solução, internaram a atriz polêmica em um sanatório após um psiquiatra diagnostica-lá, era um perigo ambulante.

ﻍ❀¸。Família:

— Elgan Mees Fitzgerald, cinquenta anos de idade, pai.

Elgan tinha um modo violento de demonstrar preocupação com os filhos, geralmente os batendo, na intenção de corrigi-los. Apesar de tudo, os amava, principalmente a sua princesa, Francesca. Ambos tinham um relacionamento estável, não eram tão chegados, pois o homem sempre estava ocupado com seus negócios.


— Arela Mess Fitzgerald, quarenta e oito anos de idade, mãe.

Francesca e sua mãe sempre foram, hm, indiferentes. Elas não passavam muito tempo juntas, e sua progenitora também não fazia muita questão. Deixava os filhos nas mãos dos empregados, nunca demonstrou quaisquer tipo de compaixão após os cinco anos destes.



— Felan Fitzgerald Cárthaigh, vinte e nove anos de idade, irmão.
Gale e Francesca eram normais, não havia nada de especial no relacionamento dos dois.



— Gale Mees Fitzgerald, vinte e sete anos de idade, irmão.
É praticamente o mesmo relacionamento que tem com o Felan. Gale e Francesca não são tão chegados.



— Kail Mees Fitzgerald, vinte e cinco de idade, irmão.
Francesca tem uma relação especial com este irmão, a diferença de idade é minuscula, viviam grudados. Ele e a menina faziam tudo juntos, inseparáveis, porém a relação deles ficou distante após Francesca começar a carreira de atriz.

ﻍ❀¸。Par?
Está disponível. Aberto à fichas.

ﻍ❀¸。Relação com o par?
Francesca não ira se doar ao seu par, será difícil conquista-lá. A mulher ama-se acima de tudo, e é preciso saber disso. Ela adora uma, hm, boa sacanagem. Seu par, basicamente, servira para diverti-la, talvez ela desenvolva sentimentos por este.

ﻍ❀¸。Gostos/Desgostos:
— Nicotina; ostentação, objetos luxuosas, espelhos, lojas de roupas, televisão, bebidas alcoólicas, roupas caras, joias, atuação, teatro, rosas, roubar, ser elogiada.
— Humilhação; manhã, confusão, alineação, pássaros, café, calor.
Gostos e desgostos, respectivamente.

ﻍ❀¸。Manias:
— Ajeitar-se sempre que passar em frente a um espelho.
— Arquear a sobrancelha, unicamente quando está irritada.
— Mexer nos próprios cabelos.
— Fumar, irritada ou não.

ﻍ❀¸。Está ciente de que, ao ser aceito, seu personagem me pertence?
Sim.

ﻍ❀¸。Está ciente de que pode morrer a qualquer momento?
Sim.

ﻍ❀¸。Algo a mais?
Não.

ﻍ❀¸。Palavra chave:
“All Monsters Are Humans”


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