~taehyungerie

taehyungerie
[77;babygirl — autora
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02. VMin - Menção VMinKook |VMin95Baekyeol| (2/5)


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02. VMin - Menção VMinKook |VMin95Baekyeol| (2/5)

Taehyung caminhava pelo dormitório com uma toalha nos ombros.

O dia fora cheio para o grupo que realizava atividades em favor do recente comeback.

As gotas do banho outrora tomado escorriam por seu abdômen magro, umedecendo o elástico de suas calças moletom. Procurava qualquer camiseta confortável no guarda-roupa quando topara com a blusa laranja.

A mesma cor dos cabelos de Jimin.

O castanho mordera os lábios, recordando-se da última noite que passara ao lado do Park. – Meio metro cretino. – Murmurara, perdendo-se nas memórias que embaralhavam sua cabeça, impedindo-o de se recordar da época que desenvolvera o impertinente apego pelo garoto.

Talvez tenha sido no colegial, ou talvez o carinho especial apenas tivesse desabrochado durante a época de treinamento. Apenas podia pensar que Park Jimin era a batata frita que fazia par com seu hambúrguer ou a pipoca salgada adjunta ao seu refrigerante. – Ou algo assim... – Sussurrara baixinho, dando de ombros.

De qualquer forma, não poderia exemplificar o relacionamento que nascera a partir de um toque curioso; não quando sentira o beijo estalado em seu ombro. – Controle o fogo, Kookie-ah. – Dissera divertido, reconhecendo os lábios alheios sem ao menos olhar para seu proprietário.

– Qual é, hyung? Finalmente tiramos alguns dias de folga... Eu estou com saudades de você. – O mais novo sussurrara arrastado, enlaçando a cintura delgada e respirando o aroma de xampu nos fios cor de amêndoa. Evoluíra muito, tendo em vista que se tornara o maknae ousado, que não mais temia skinship e possuía coragem de olhar para suas fãs por mais de cinco segundos.

Jeongguk sempre fora uma soma a mais em seus cálculos.

Também não saberia exemplificar o relacionamento que ele e Jimin mantinham com o Jeon. Poderia dizer que o maknae era a rosquinha que fazia par com seu café e o morango presente no chantilly de Jimin.

Completa e absurdamente indispensável.

– É melhor que segure o pau dentro das calças, Jeon Jeongguk. – A voz do ruivo ecoara pelo ambiente silencioso, recolhendo a atenção do casal que o fitara com naturalidade.

Não possuíam receios.

– Taehyungie, você disse que assistiria “My Love from the Star” comigo depois que voltássemos. Suga hyung se recusa a me dar spoilers e eu realmente me interessei por esse drama. – Jimin fizera um bico manhoso, puxando o Kim pela mão. – Por favor, Kookie, deixe o TaeTae ficar comigo hoje... Saiba dividir.

O moreno fitara os olhos alheios, estreitando os próprios e suspirando pesado. Jimin lhe tirava do sério, mas como poderia se opor aos olhos pidões que tanto aprendera a amar?

Assim como Taehyung, Jimin era sua ruína.

– O que vocês dois não me pedem chorando que eu não faço sorrindo? – Questionara retoricamente, deixando um beijo em ambas as bocas e caminhando em direção à porta.

Não demonstrava todo o amor que sentia por seus hyungs em frente às câmeras, mas era diferente quando estavam sozinhos entre quatro paredes.

– Hoje vocês poderão namorar em paz, mas lembrem-se, – Cessara os passos no batente, apontando-lhes o dedo indicador. – Vocês dois ficarão por baixo quando decidirmos transar de novo.

– Abusado... – Taehyung abraçara os ombros do ruivo; ambos observando o garoto sumir de suas vistas e dizer que jogaria vídeo game com Yoongi e Hoseok.

– Deveras. – Jimin murmurara, não abandonando o sorriso satisfeito com a certeza de que a noite seria produtiva ao lado do castanho.


✖✖



Taehyung se remexera na cama, abrindo os olhos com lentidão.

Após Jin lhes dizer que deveriam continuar assistindo o dorama outro dia – por já estar tarde demais – apenas se recordara de ter dado boa noite aos companheiros. Pegara no sono logo depois.

Sentira o aroma adocicado pairar ao redor, capturando a loção corporal que tão bem conhecia. – O que está fazendo, Jiminnie? Deveria estar dormindo.

– Eu estou com calor, TaeTae... Você não está?

O maior abrira os olhos, fitando o sorriso malicioso em meio ao breu tranquilo.

Jimin nunca tomaria jeito.

Observara Hoseok ressonar na cama ao lado, rastejando os pés pelo pavimento gélido após abandonar a beliche que dividia com o ruivo e o puxar pela mão.

Atravessaram o tacanho corredor.

O Kim não parecia regado com paciência ao que empurrara Jimin para dentro do banheiro, logo se pondo para dentro do cômodo e trancando a porta.

Sua respiração se tornava pesada; saliva densa passeando por sua língua. O Park despertava sua face depravada.

Fitara-o de cima a baixo, umedecendo os lábios enquanto se desfazia do pijama e observava o outro refletir suas ações. Engolira seco no momento que a boxer branca atraíra suas vistas.

Adorava quando Jimin vestia cuecas daquela cor.

As íris líquidas do companheiro borbulhavam o desejo inconsequente. Parecia o chamar silenciosamente; parecia lhe sussurrar sem qualquer voz sobre as perversidades que fariam ali.

– Esta noite, as coisas serão do meu jeito. – O maior empurrara-o em direção ao box de vidro, fechando-o após ambos adentrarem o cubículo pouco espaçoso. Livrara-se de sua cueca, dando o mesmo rumo à alheia e o prensando contra a parede gélida.

O Park grunhira ao sentir os calafrios trepidarem no caminho de sua espinha, mirando os orbes esmaecidos do parceiro e arfando sobre a carne da boca que roçara na sua.

Reconhecia a ânsia bailando naquele brilho divergente ao que estava acostumado a ver.

Faria o que Taehyung desejava, afinal; ele merecia.

Invertera as posições, chocando as costas acobreadas nos azulejos pálidos e se ajoelhando em sua frente.

Taehyung fitara o ruivinho cravar as unhas curtas em suas coxas, suspirando prazenteiro após a língua morna serpentear ao redor de sua glande. Seu pênis endurecera desde o instante que fitara o sorriso libertino no quarto escuro.

Seus hormônios agiam rapidamente perante aquele sorriso. Sempre fora assim; sempre estaria correndo de encontro a Jimin. Cada célula de seu corpanzil clamava pelo amigo; cada maldito desconforto no peito era propiciado por Park Jimin.

– Oh. – Gemera rouco, acariciando os cabelos alaranjados e o vendo engolir cada centímetro de seu falo.

Centímetro por centímetro.

Sua pele peniana era banhada pela saliva decorrente; as cordas vocais do mais baixo vibrando ao redor de sua extensão rija.

Jimin saboreava o pouco líquido perolado que despontava da glande, gemendo manhoso no segundo que Taehyung puxara seus cabelos e o obrigara a engoli-lo de uma vez.

– Me chupe logo, Jiminnie.

E ele o fizera, movimentando-se em um vai e vem repetitivo, bombeando o que não queria engolir com os dígitos. Poderia chupar o Kim por completo se almejasse, mas não perderiam tempo quando os companheiros dormiam ao lado.

Seja como fosse, o castanho não se importaria. Satisfazia-se pelo simples pretexto de Jimin saber muito bem o que fazia com aquela boca. Sentia o gosto agridoce em sua língua ao ver o menor chupa-lo com vigor e deslizar os dígitos por seus testículos à medida que forçava seu sexo contra a garganta.

Vergonhosa era a forma como seus gemidos esganiçados escapavam alto demais, mas sorrira sacana ao vê-lo prensar a cabeça de seu pênis contra a bochecha rubra e fitá-lo com as íris extremamente resplandecentes.

Enlouqueceria rápido.

O rapaz menor se levantara do chão, ligando o registro na água quente e notando seus músculos relaxarem ao que o líquido escaldante deslizara sobre sua pele.

Taehyung o fitara de modo faminto. Sentia-se como a presa abatida pelo animal mais forte.

A excitação animalesca já escorria por cada poro. Selvagens.

Era capaz de adivinhar o que aqueles olhos lhe segredavam.

– Hoje eu gozarei dentro de você. – O castanho exprimira rouco.

Como o outro imaginava. – Faça o que quiser. – Beijara-o na boca; línguas trombando e compartilhando o gosto amargo que se tornaria doce em suas utopias.

O Kim o erguera pelas coxas, prensando ambos os abdomens e arrastando as costas de outrem pelos azulejos da parede. O desejo de se afundar no amigo dominava suas ações; não demorara mais que alguns segundos para se posicionar na entrada enrugada e penetrá-la com pouca calma.

Seu sexo adentrara o interior sem resquícios de impedimento.

O mais baixo grunhira seco, aumentando o volume da água para que pudesse liberar sua voz com maior confiança. O membro inchava, não tardando a se movimentar dentro de si, usurpando-lhe rosnados tímidos e gemidos esganiçados.

Se fosse para botar um defeito em Taehyung, não seria no sexo. De forma alguma.

O rapaz era perfeito na cama – e em outros cômodos também. Sentia que poderia tocar as nuvens se ele fosse um pouco mais fundo.

O doce jamais se desprendia de ambos os paladares.

As unhas curtas toparam com a pele das costas do maior, retirando sangue dali quando as arranhara acorrentado pelo tesão que o outro lhe oferecia. Suas vistas turvavam enquanto fitava o belo perfil do castanho, implorando a partir de sussurros para que o mesmo o fodesse com força.

O companheiro podia ouvir o pulsar de seu coração reverberar por seus ouvidos, atingindo a próstata do companheiro e tomando algum fôlego para beijá-lo com afobação e rebolar no interior de outrem. As coxas fodidamente grossas o apertavam, roubando seu oxigênio ao que os lábios se afastaram para logo trombarem com o dobro de aspiração.

– J-Jeongguk enlouqueceria se nos visse assim. – O pequeno murmurara rente ao ouvido do parceiro; o som de sexo sendo camuflado pelo jato de água quente que trombava no pavimento.

Taehyung rira, mordendo seus lábios e sugando uma porção de seu pescoço claro. Não se importavam de tocar no nome de Jeongguk durante a transa.

Era sempre mais prazeroso quando se amavam em trio; era sempre mais alucinógeno quando imaginavam as expressões de deleite do querido maknae ao vê-los foderem em sua frente.

Da próxima vez, lembrar-se-iam de convidá-lo para brincar.

O Kim largara as pernas alheias, virando-o de bruços para a parede e o penetrando como desejava; rápido e fundo. Extremamente fundo.

Jimin arregalara os olhos, mordendo o próprio pulso para abafar o grito que golpeara sua garganta. O pênis encharcado parecia arrebentar sua próstata e a água do chuveiro tornava tudo mais quente; o vapor cravando na parede do box onde uma de suas mãos espalmara.

Seus corpos se conectavam de modo virtuoso. Taehyung apercebia o frio na barriga e o tremelique em sua barriga quando soubera que aquele era o limite. Tocara o membro de Jimin com uma das mãos, masturbando-o precariamente sem nunca cessar os movimentos que fazia a sua encosta.

Não fora preciso mais que alguns segundos para ambos expelirem o sêmen; o líquido melando os corpos e os relaxando de súbito.

– Eu te amo, TaeTae. – O ruivinho exprimira doce, capturando a boca rosada à medida que abraçava o amigo pelos ombros.

– Eu também te amo, Minnie. – Taehyung selara o nariz pequeno, dizendo que deveriam tomar um banho rápido e voltarem para a cama, temendo que alguém despertasse antes da hora.

O Park ensaboara a ambos com pressa, cantarolando junto ao outro e desfazendo-se do líquido pegajoso que rapidamente descera pelo ralo do chuveiro. – Eu sairei primeiro e você sairá depois, tudo bem? – Beijara seus lábios uma última vez, vestindo suas roupas e destrancando a porta.

Sobressaltaram-se levemente ao ver Jeongguk encostado contra a parede; braços cruzados e sorriso arteiro emoldurando os lábios bonitos. – Agradeçam aos céus por ter sido eu a acordar no meio da noite e ouvi-los gemer e, ah... – Suspirara desejoso. – Quase bati uma imaginando vocês se pegando. Vejam como eu estou duro. – Apontara para a protuberância no meio de suas calças folgadas. – Não acham que deveriam resolver isto?

– Você e eu já transamos ontem à noite, Kookie. – Jimin sorrira, beijando-o fervorosamente e apalpando o volume que se roçara contra sua coxa. Rira ao que o mais novo enlaçara sua cintura e mordera sua boca. – Eu estou quebrado, peça para o TaeTae resolver seu problema. Eu cuidarei para que ninguém os veja. – Piscara, mandando um beijo para o Kim e caminhando pelo corredor escuro.

Taehyung não tivera chances de raciocinar quando o moreno voltara a trancar o cômodo e o agarrara pela cintura; seu traseiro descansando sobre a superfície gélida da pia.

– Hoje, a noite será longa, hyung... Extremamente longa.




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