A Porta Para o Fim- Interativa.


Postado

A Porta Para o Fim- Interativa.



Ficha:


× Gênero: Masculino.

× Orientação Sexual: Não gosta de rótulos, então qualquer sexo o agrada.

× Nome: Thomas.

× Sobrenome: Reynolds.

× Data de Nascimento: 17 de junho.

× Idade: 26 anos.

× Signo: Gêmeos. Horóscopo chinês: Cavalo.

× O que lhe vem à mente quando dizem "realidade": Um relógio cuco a base de pilhas.
"A realidade, meu caro amigo, é como o relógio cuco a base de pilhas. Ela passa rápida e se você não for esperto para acompanhá-la, fica para trás. Faz sons irritantes, as quais eu considero que sejam pessoas, para nos perturbar e nos chamar de louco quando desejamos tacá-las na parede. Mas, a solução mais cabível é arrancar as pilhas e matar o cuco!"

× Como achou que seria na Instituição: Um lugar mal assombrado com pessoas malucas comendo merda, rasgando dinheiro e bebendo água sanitária depois de lamber a privada. Acreditou que em seus primeiros casos ele precisaria de um segurança ao lado, os pacientes poderiam ser violentos e negar firmemente a sua ajuda.

× Paciente, Psiquiatra, Psicólogo, Psicanalista ou Segurança?
-Psicanalista.

× Há quanto tempo está no Hospital Psiquiátrico: Três orgulhosos anos.

× Haverá grande influência religiosa. Seu personagem é religioso?
-Não, ele acredita não acreditando. Ou seja, não dúvida da existência de alguma divindade, mas não se importa em seguir a nenhuma.

× Aparência descrita e link: Possui a pele bronzeada, os olhos castanhos escuros. Cabelos castanhos escuro em formação de um topete que, mesmo penteado, vive rebelde.

× Características físicas: O corpo não é nem magro, nem gordo em seus 1.78 cm de altura. Ombros largos e músculos delineados, o maxilar quadrado e queixo arredondado.







× O que fez para acabar no Hospital. Se não for paciente, por que está ali: Aceitou trabalhar lá por ter facilidade de se comunicar com pessoas, sejam doentes ou não. O desejo de seguir carreira nessa área surgiu ao que cuidou de sua mãe, antes da mesma morrer.

× História: Nasceu em uma cidade pequena, vivendo com seu pai e a mãe, a qual passava por fortes depressões. Dedicava-se muito aos estudos, não se importando em ser de colégio público. Buscou ajudar a mãe com a depressão, mas a mesma não cooperava muito:
"-Thomas, eu tenho mais do que fazer!
-Vamos mãe. A senhora precisa se esforçar um pouco. – pegou um desenho feito em cartolina, com os lugares dos olhos cortados para que pudesse observá-la. – Confiava nela, então finja que está conversando com a vovó e eu não estarei aqui.
-Você desenhou a sua avó? Pelo amor, Tom!"
Após uns meses teve bom resultado, Sally parecia menos depressiva que o habitual. Orgulhou-se de seu trabalho. No terceiro ano do colegial, decidiu ajudar uma de suas colegas de turma, a qual aceitou bem para sua surpresa. O caso dela era simples e prático, com poucas semanas já obtinha bons resultados.
"-Mery, eu tenho o prazer de lhe informar que não precisará mais ver minha cara por um bom tempo!
-Bem... Eu queria lhe dizer algo antes... – pediu fazendo uma longa pausa. – Eu estou apaixonada por você...
-Eu não acredito! Você estava apenas com um trauma e agora ficou retardada? No que eu errei? – recolheu os papéis conferindo um por um, procurando seu grave cometido.”
Pensou em seguir psicologia, mas em uma mudança de planos de última hora escolheu psicanalista. Ganhou bolsa de estudos e foi para outra cidade cursar faculdade. A mãe morreu se suicidando, quando a depressão atacou fortemente e não encontrou forças para resistir. Thomas entristeceu-se pela noticia, carregando magoa de si mesmo por não ter conseguido ajudá-la na hora que mais necessitou.


× O que faz fora do Instituto: Fica em seu apartamento com Jack ou vai a bares com seu pai nas sexta à noite. Com Jack tem uma rotina mais variada, o levando pra passear e assistindo filmes, séries, novela das oito e notícias.

× O que fazia antes de ser o que é: Antes da faculdade- estudava de manhã, cuidava de sua mãe e tocava a campainha dos outros para depois sair correndo. Na faculdade- trabalhava como barman no boteco Joeʼs (Lugar que, para si, era o melhor lugar para se manter informado sobre qualquer coisa), cumpria estágios e estudava para as provas.

× Personalidade: Thomas é um covarde destemido, o que mostra os dois lados antagônicos de uma pessoa de Gêmeos. Temendo por sua vida, ainda mais ao alegar "Espere um pouco, você quer me matar ameaçando me matar agora, ou irá apenas ameaçar me matar para que eu me borre de medo e o socorro chegue antes de me matar?". Destemido ao enfrentar seus próprios desafios e ainda ousar ajudar enfrentar os dos outros, com perseverança e mesmo sobre os riscos.
Amante da liberdade, inteligente e estrategicamente simples em seu modo de agir e conversar. Sempre preferiu usar de inteligência e não da violência, pois seu lado engenhoso busca compreender e analisar pontos de escapatórias para seus problemas, que sejam emocionais ou materiais. Age com extrema honestidade, mas argumenta incansavelmente por algo que nem ele mesmo acredita e se colocando no lugar de alguém para ver a verdade através de outra perspectiva.
Possui uma mutalibidade, adaptação natural, fervorosa, acabando por não encontrar dificuldades em mudanças de rotina, amizades, localidades, entre outros. Ficando irritadiço e entediado se não têm coisas novas em que pensar a cada semana, principalmente sua rotina fora do Instituto.
É uma pessoa muito extrovertida e muito intuitivo. Assertivo e explorador por natureza, sendo essas suas táticas quase permanentes. – (Tipo de personalidade: ENTP-A, Inovador).
Com seus pacientes, busca tentar ao máximo deixá-los confortáveis, que sejam com brincadeiras, comentários de incentivo e perguntar coisas sem sentido do cotidiano.

× Preconceitos: Thomas tem um preconceito com sentimentos. Dificilmente acredita que as pessoas possam fazer algo sem interesse. "Ou ela te ama muito ou quer alguma coisa!".

× Defeitos: Sua covardia diante a conflitos de violência física; Ele faz ladainhas sem sentido, que convencem os outros a acreditar em si e jogar ao seu favor graças aos bons argumentos; Sua sinceridade exagerada e o humor antiético.

× Qualidades: A inteligência; Compreensão; Fácil amizade e carinho pelos outros.

× Vícios: Beber em dias de sexta-feira, mas nada para perder o controle ou desmaiar.

× Manias: Focar-se nos olhos da pessoa enquanto conversa; Apoiar o punho no lábio inferior e queixo; Ficar olhando para o nada enquanto pensa e fazer comparações estranhas, como a do relógio cuco.

× Traumas: Aos dezesseis anos, na saída do colégio, ao pegar um atalho por um beco, foi parado por um assaltante armado com um revólver. O homem o mataria, não por seus bolsos estarem vazios, mas pelo fato de Tom guardar o dinheiro na parte da frente da cueca, resultando em uma extrema ira no assaltante.
Só conseguiu escapar por ter avistado, ao longe um policial, tentando usar uma de suas ladainhas para chamar atenção:
"Imagine se um homem casado invade um puteiro para tirar sua esposa, a qual estava o traindo. Você acha que as putas gritaram por ele bater em um cliente ou por invadir o puteiro?
-Isso não faz sentido nenhum!
-É claro que faz. Veja bem, elas gritaram: Fugitiva do puteiro, pega ela policia!"
Desde então evita andar em locais pouco movimentados, ainda mais em becos estreitos.

× Medos ou Fobias: Tanatofobia (Medo de morrer). Teme sapos, por medo de macumbas.

× Habilidades: Conseguir realizar suas intenções a base de comunicação; Conquistar a amizade, e também a ira, das pessoas por sua perseverança e teimosia; Aprender tudo facilmente; Cozinhar e cuidar dos outros afazeres domésticos; Analisar e estudar conceitos; Beber por seis anos e nunca ter pegado um câncer, por último sua facilidade de adaptação ao "novo".

× Inabilidades: Defender-se com auxilio da violência física; Lembrar que Jack precisa comer; Perder horários; Dormir mais de nove horas, é quase impossível para si; Parar de beber e não defender seus pacientes.

× Gostos: Cães, filmes, estar atualizado, viagens, músicas antigas, bebidas, seu trabalho, sair da rotina, conversar, acordar cedo, comida caseira, não depender mais de seu pai, as novas amizades, dinheiro, ver pacientes fazendo suas loucuras, entre outros.

× Desgostos: Gatos (é alérgico ao pelo, espirra sem parar), estar mal-informado, rotinas, assaltantes, não conseguir beber na sexta-feira, ser ignorado, acordar tarde, doces fora de hora, inverno (pois levantar da cama e lavar a louça é uma tortura), ser vitima de pacientes fazendo loucuras, entre outros.

× Pontos Fortes - físicos e emocionais: Físico- A força muscular, principalmente nos braços e tronco. Emocional- Sua perseverança o trás positividade, a audácia e ousadia o matem firme, assim como o humor incentivador.

× Pontos Fracos - físicos e emocionais: Físico- A genitália, os olhos e a lateral do pescoço. Emocional- A morte de sua mãe o abala, ao ser ignorado e quando não consegue solucionar os problemas de seus pacientes e os seus.

× O que faria: Não compreendi a pergunta. Mas faria tudo com base foi descrito por todo o decorrer da ficha.

× O que não faria: Suicídio; Assassinato por ódio; Maltratar e... Entre outros.

× Família: Aparência descrita ou com link, nome, idade e relação. Animais também contam:

Pai- James Reynolds, 46 anos. Alto, com 1.80 cm e o corpo robusto, olhos castanhos claros, cabelos loiros grisalhos e maxilar quadrado de queixo pontudo.
Ele e o pai sempre tiveram boa convivência, ainda mais quando o assunto é bebida. Jay é mais aquietado, de menos conversa e nunca foi de criticar. O que facilitou muito a amizade entre os dois. O pai sempre o apoiou em sua decisão profissional, não tendo motivos para impedir o filho de seguir seu rumo.

Cachorro- Jack, 03 anos. Um pastor alemão de pelagem preta e marrom, grande e pesado.
Os dois se dão super bem, mas Jack que precisa lembrar ao dono de seu alimento ou se virar rasgando o pacote de ração.

× Gostaria de: Não envelhecer, mas infelizmente a fonte da juventude ainda não foi descoberta.

× Seu sonho: Tornar-se milionário e comprar uma mansão na República Dominicana.

× Seu medo: Perder o emprego.

× Bom ou mau: Depende do ângulo de quem o vê, mas em geral costuma ser do bem.

× De 0 a 10, o quanto valoriza as pessoas a sua volta: Depende de quem se trata, pois os pacientes e o pai são de 9.9, já os estranhos são de 06, ou seja, se morrerem ou não ele não se incomoda.

× Mataria?
-Dependendo a situação em que estivesse, para sobreviver sim, mataria.

× Morreria por alguém?
-Não, ele tem medo da morte. "Se eu não temesse a morte, não daria valor a minha vida. E se eu não a valorizasse, então que faria isso por mim?”

× Segredos: Odeia trabalhar sobre pressão e ainda carrega magoa da morte de sua mãe. Nunca namorou, quando alguém pergunta, ele foge do assunto e sai de perto.

× Curiosidade: Psicologia e oceanografia.

× Objetivo: Ser útil em alguma coisa para alguém, qualquer coisa.

× Está ciente que seu personagem me pertence e eu posso fazer o que quiser a ele?
-Use e abuse.

× Caso seja necessário, poderei mudar algo nele?
-Sim.

× Ninguém vive para sempre, está de acordo caso seu personagem morra?
-Viver e morrer são leis da vida, e leis existem para serem seguidas.

× Algo a mais ou que eu esqueci: Que eu saiba, não.

× Faço faculdade e trabalho.

I See


Escutando: Minha cachorra latindo.
Lendo: A ficha.
Assistindo: Nada.
Jogando: Nada.
Comendo: Bala de morango.
Bebendo: Nada.

Gostou da Jornal? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...