~MaahMello

MaahMello
.main hayley atwell
Nome: Maria Fernanda
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Localização: Indisponivel
Aniversário: 4 de Dezembro
Idade: 66
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Ficha pra a fanfic "Soul War"!!!


Postado



“Hagar entende o que os dragões pensam. Entende o porquê de terem medo, o porquê de terem raiva. Mas também tenta entender o que os humanos pensam. Hagar sabe que eles também tem seu lado na história.”



palavra chave; hentia.

Nome Completo
Hagar Saintia Dragomir.

seu nome pode ser traduzido de várias formas; "Hagar", por exemplo, pode significar três coisas: "Estrangeira", "Aquela que escapou" ou "Voo". Enquanto isso, seu sobrenome "Dragomir" significa "Aquele que acredita na paz" ou "Aquele que considera a paz preciosa". Assim, seu nome completo em forma literal pode ser traduzido para "A estrangeira que acredita na paz".



Idade
Está, atualmente, no auge de seus dezenove anos. Completará vinte aproximadamente três meses após o início da aventura da história.

Aparência
[emilia clarke <3]





descrição

Hagar é considerada um símbolo de beleza para as pequenas meninas da vila em que vive; com razão, porque vamos combinar, seus traços únicos lhe fazem um tanto quanto encantadora sem grandes esforços. Os cabelos são um loiro-platinado, longo, levemente cacheado e que normalmente tem apenas uma parte dele preso como uma pequena trancinha, e os olhos, um grande verde-claro que parece demonstrar todas as emoções dela de formas diferentes. Seu corpo demonstra seus anos de batalha pra sobreviver na Floresta da Solidão, e com isso, uma cicatriz enorme em seu abdômen e a história que vem com ele contam muito sobre a personalidade um tanto duvidosa da garota. Além disso, não é de se contestar a natureza sedutora que vem com este corpo, afinal, suas curvas são extremamente chamativas (e não só as curvas ( ͡° ͜ʖ ͡°), mas não tão exageradas quanto seriam se ela se importasse com isso.



Classe
Domadora.

Armas


Seu precioso cajado, que normalmente ela o carrega preso em suas costas.

História
Sua vida sempre foi um grande mistério: tanto para ela quanto para os outros.
Poucas memórias envolvem o que ela sabia que era sua família: um rosto, cabelos claros, uma pequena risada de um bebê. Era estranho, ela não sabia o que sentir em relação a duas pessoas que ela perdeu tão cedo, ou que pelo menos a abandonaram tão cedo. Hagar nunca entendeu por que não morreu tão cedo, considerando o fato que ela cresceu sozinha na Floresta da Solidão, e muito menos por que ela parecia tão inofensiva para as criaturas predadoras a um ponto em que elas a ameaçavam e depois a deixavam ir embora, salva. E foi aí seu primeiro contato com o que depois seriam suas tão querias feras: os três pequenos dragões e sua enorme mãe, que a tentaram matar quando ela tinha 10 anos. Claro, foi apavorante a experiência de correr e correr e correr sozinha de um ser voador que jogava fogo enquanto a seguia e ter três coisinhas pequenas a rodeando e atrapalhando seu caminho para a sobrevivência, e estranho quando ela, enquanto rezava pela sua própria vida e segurança, viu a criatura parar centímetros antes de a transformar em um churrasquinho de ser vivo. A partir daí, foi que ela teve um contato com criaturas de outras espécies sem ser ameaçador, a um ponto que ela realmente conseguia de alguma forma criar um laço entre ela e os quatro dragões, assim como teve seu primeiro contato que ela se lembre com a vida humana: um homem, caçador, desbravando a floresta e perseguindo as criaturas que ele estava atrás. E quando a fúria de Hagar por ver o homem atrás de um pobre filhote se acendeu, ela se via indo atrás do homem com três pequenos dragõezinhos apenas para expulsá-lo da floresta com, literalmente, fogo nas pernas. Boatos rondavam as pequenas vilas mais próximas da floresta desde então: a criança que vivia entre criaturas, como um animal selvagem. E a pequena não tinha ao menos uma ideia do porquê ela encontrou um ser de sua espécie de forma tão tardia.

Acabou por querer desbravar os lados da Floresta que nunca conheceu, e não ficou surpresa ao ver que os três filhotes a acompanhavam. Descobriu novas espécies, fugiu de novos caçadores, e, enfim, descobriu uma saída daquele lugar que para si era tão mágico e tão familiar. Com 13 anos de idade, conheceu um mundo novo, totalmente fora do que ela conhecia, com construções que para ela eram assustadoramente grandes e criaturas de sua mesma espécie de tantas formas, alturas e cores diferentes. Passou por várias vilas, "conheceu" vários tipos dos chamados seres humanos, e, assim, começou a conhecer um conceito no qual ela não antes sabia que existia: a fala. Era estranho o quanto pessoas moviam a boca e faziam sons que, para ela, eram totalmente desconhecidos. E era estranho como tantas vezes ela ouvia coisas repetitivas, que não entendia de jeito nenhum, e nunca entendeu o que fazia as pessoas recuarem ao ver as criaturas que a acompanhavam. Parou em uma vila que depois reconheceu como Nideraan, aonde, pela primeira vez, tentou entender o que aquelas pessoas falavam, mesmo que de forma tão estranha. Aos 14 anos, ela tinha uma noção básica da língua Hentiana, e defendia Nideraan dos vários saqueamentos que a cidade sofria graças às suas riquezas, que mesmo sendo poucas, eram valiosas para Hentia em um todo. Por isso, a vila a adotou como uma de suas moradoras, e Hagar viveu pelos próximos 5 anos na casa de um ferreiro da cidade, quem seria o mais próximo de uma figura paterna que ela teria. E, com o tempo, ela começou a melhorar a fala, aprendeu a domar melhor seus três eternos companheiros, e viveu aventuras que com certeza ficariam eternamente gravadas em sua memória.


Família
Hagar não achava que algum dia teria algo pra chamar de, realmente, uma família. Na infância, o mais perto disso que teve foi os três pequenos dragões e sua grande mãe, e na adolescência, o velho ferreiro Gorthus e, em um todo, toda a vila de Nideraan. Mas vou falar do Gorthus em si, porque com o tempo ele acabou se tornando uma espécie de pai para ela.

Gorthus é o responsável por fazê-la adotar o sobrenome Dragomir, assim como foi quem, enfim, nomeou-a como Hagar. Tem 62 anos, perto de completar os 63, e é uma figura de paternidade e proteção para uma garota que pouco sabe da parte mais humana do pequeno universo que é Hentia. Ele a ensinou a falar melhor a língua da região, e cuidou ela pelos últimos 5 anos, desde que ela chegara na vila de Nideraan. Mas ele sabe que ela tem muito a aprender ainda, e está disposto a fazer de tudo para que ela aprenda.


Personalidade
Os instintos selvagens de Hagar são, com certeza, o que mais se chama atenção nela.
Ela está acostumada a assumir uma postura de batalha quando encontra algo novo, como se fosse uma ameaça a tudo e a todos que ela se importa, como um predador pronto pra atacar uma presa. Tem pouco conhecimento sobre a cultura mais humana, tanto que é normal que ela faça algo que os Hentianos considerariam errado sem ao menos entender por que tanto gritam com ela por isso. Sua sinceridade é impressionante; sendo bem direta, ela é bem acostumada a falar o que quiser e quando quiser de uma pessoa, e só se importar com o que ela está pensando disso um tempo depois. Talvez seus traços são o que a faz criar tanta confusão com os outros, que não gostam do que ela tem a dizer sobre eles. Isso também é um problema dela, já que ela encontra uma facilidade muito grande de afastar as pessoas que ela conhece ou que está a conhecer. Por isso, ela naturalmente opta por manter-se mais afastada, em seu canto, mantendo poucos laços de amizade por puro receio de que pode criar uma inimizade ao invés disso. Corajosa ao extremo e justa, muito, tem um senso enorme de integridade, e não tem medo de se levantar e arriscar-se pelo que ela acredita e por quem ela acredita. Talvez, por isso, ela encontra uma facilidade enorme na questão de sair machucada de uma briga, já que ela mantêm-se em pé até o final, até suas pernas fraquejarem o suficiente para fazê-la cair. É automático, também, ela odeia sentir-se fraca. Na verdade, ela sente vergonha de si mesma, e furiosa. Muito. Ela não gosta de ser protegida, não gosta de sentir que depende de alguma outra pessoa pra sobreviver a uma luta, seja ela qual for. Ela é durona, tanto na atitude quanto na queda, apesar de ter seus momentos de fraquejo e estes podem a levar a uma própria "queda" mental. Ela tem uma concepção muito solta dos termos "propriedade privada" e "propriedade pessoal", tendo tudo o que ela quer de outras pessoas sem levar em conta seus sentimentos sobre o assunto. É bem inteligente, mesmo que ao seu próprio modo, e, assim, mostra-se a ser alguém extremamente imprevisível. É estranho como ela consegue resolver as coisas de um modo que ninguém pensaria de resolver, como, por exemplo, sair do labirinto pela esquerda quando todos vão pela direita e, ainda, chegar na mesma hora que os outros lá - ou até antes. Hagar sabe muito bem como manipular uma pessoa, apesar de quase nunca fazer isso, mas nunca percebe quando é manípulada: assim, então, pode-se enxergar uma ingenuidade e infantilidade em seu olhar que pode encantar alguém com isso. Esforçada a se tornar mais humana aos olhos dos outros, e aprender a como agir cada vez menos selvagem, apesar de saber de onde vem e ter orgulho de crescer entre as criaturas da Floresta da Solidão. Ela é bem impaciente: qualquer coisinha pode a irritar ou a deixar agoniada, principalmente sons muito estranhos e finos, o som de madeira sendo arranhada, ou muitas pessoas falando ao mesmo tempo. Ela é bem ciumenta com os que se importa e até possessiva, mas mesmo assim tem um senso de liberdade desde sempre. Pra ela, se algo te faz feliz, faça. Também tem um temperamento considerável, ela se inflama de raiva quando alguém que ela se preocupa é ferido, quando falha múltiplas vezes, ou quando a raiva ou a violência é necessária para o sucesso. Apesar de toda sua carcaça durona e seu coração com uma barreira dura como pedra, dá pra perceber seu carinho... Mesmo que ao seu próprio modo. Ela é meio marrenta, não sabe demonstrar seus sentimentos direito, então parece até corar quando vai falar algo e nega com todos os nervos de seu ser que está com vergonha.


Gostos e desgostos
Os gostos de Hagar são fortemente refletidos pela personalidade da garota, e de onde ela vem. Gosta do silêncio da natureza, de sentar, relaxar e sentir o vento sobre os cabelos. Ama ficar descalça, e, com isso, abomina qualquer tipo de sapato e caso use um é extremamente contragosto; sente que é como uma prisão para seus pés, e que não consegue fazer metade do que faz caso use um desses. Gosta de comer carne, seja ela crua ou cozida, e brincar com os seus três companheiros. Gosta de momentos em que Nideraan se reúne para festejar no centro da pequena vila, principalmente de ver os pequenos seres parecidos com ela correrem e brincarem como se não houvesse amanhã. Apesar de pouco saber de sua espécie em si, ela tem muita curiosidade de aprender isso, e, também, ama observar como pessoas que passaram a vida toda naquele universo mais humanizado agem, e imaginar como ela seria se fosse sempre que nem eles.

Em contrapartida, ela odeia os olhares que recebe depois que fala algo que eles consideram insensível e inumano; além disso, não gosta de como muitos a acham muito selvagem, estranha. Como duvidam de seus valores como pessoa pelo lugar no qual ela cresceu. Não gosta de multidões, barulhos altos, muita conversa; tem medo de ser abandonada, fazer algo absurdamente errado e perder quem ela se importa, de não entender o que acontece de jeito nenhum e não ter alguma forma de aprender isso.


Como se sente em relação a Hentia?
Um mundo novo, e, com isso, uma aventura nova. Hagar tem uma curiosidade enorme, e vendo aquele grande e perigoso mundo a sua frente só a faz querer o explorar mais e mais. Ela adora conhecer cada cantinho de Hentia, até mesmo os mais ruins. Quer um dia se familiarizar com o local, e perder aquela ideia de que a Floresta da Solidão era o único mundo que existia e importava.

Como se sente em relação ao mundo moderno, ou seja, ao restante do planeta Terra?
Ela não tinha ideia nenhuma de como ele era até saber da chegada dos humanos de lá. E, apesar da curiosidade de saber como é, seu instinto selvagem é maior: ela se mantêm em posição de ataque contra qualquer ameaça que os humanos do resto da Terra que levaria ela e os que ela se importa à morte.

Caso for um ser mágico, como se sente em relação aos humanos hentianos? E aos humanos normais?
Curiosidade, admiração, cautelosidade. Quer entender como pensam, como funcionam, e também garantir que todos eles não são uma ameaça para a sua vida - ou se são e podem ser exterminados a vontade.

Orientação sexual
Panssexual — ela nunca teve um conceito de amor e sexualidade em sua vida, e, assim, acha completamente normal que ela tem a possibilidade de ficar com meninos, meninas ou qualquer outra criatura que se identifique em qualquer gênero, até mesmo os que se identificam em nenhum.

Quer par? Se sim, como quer que seja a relação entre os dois?
Um par seria adorável pra ela, tbh. O bom de Hagar é que, como normalmente os outros são mais humanizados que ela, sua admiração por eles é tremenda. Seu par, com certeza, seria a pessoa que aceitaria todas as perguntas que ela viesse a fazer sobre a espécie e como as coisas funcionam, mesmo sendo um humano ou ser mágico. Ela seria protetora, cuidadosa, ingênua, curiosa, mas ao mesmo tempo imprevisível e sedutora ao seu próprio modo.

Alguma mania ou vício?
Ela tem a mania de que, sempre que está com raiva, acabe por rugir mesmo que baixinho para a pessoa que lhe causou essa raiva – como um animal selvagem, por vezes até parecendo irracional.

Traumas e medos
A imensidão da floresta sempre lhe assustou, mesmo que fosse tão familiar pra ela. Sempre teve um medo de aranhas – e quanto maior fosse a aranha, maior seria o medo dela. Tem medo de multidões, e, ao mesmo tempo, medo do isolamento e do abandono. Que a achem selvagem e a deixem pra trás, como se seus sentimentos não importassem. Que se torne tudo aquilo que ela mais teve medo de ser: uma ameaça a aqueles que ela ama e se importa.

Quer acrescentar algo?
! Hagar fala referindo a si mesma na terceira pessoa, algo que a ano Gorthus tenta corrigir, mesmo que sem sucesso. Ela tenta também, as vezes, usar a palavra "eu" para se referir a si mesma, mas já é acostumada a falar "Hagar isso" "Hagar aquilo". Com o tempo, ela pode acabar aprendendo a falar de si mesma na primeira pessoa, algo que mesmo que com dificuldade tenta fazer a um tempinho já. Mas ela nunca entendeu o uso da palavra "Eu" para referir a si mesma. Ela sempre diz coisas tipo “o nome de Hagar é Hagar, não Eu.”

! Com o tempo e aprendendo o que seria um nome, decidiu chamar seus três dragões (respectivamente, na imagem) de Daman, Wyrm e Rairai. [em GoT Daman seria Rhaegal, Wyrm seria Drogon e Rairai seria Viserion.]




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