~EdgarH

EdgarH
Cristão
Nome: Edgar H.
Status: Usuário
Sexo: Masculino
Localização: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Aniversário: 21 de Fevereiro
Idade: 17
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Vida de adolescente 3 - A loira


Postado

Vida de adolescente 3 - A loira

– Ino, minha amiga.
– Quem é você? Onde estou? – perguntou, nervosa.
– Eu sou a grande voz que escreve a sua vida, O Autor. – disse.
– Ah, sim. E o que a grande voz quer comigo?
– Fazer uma entrevista, posso?
– Claro, o que quer saber? – perguntou.
– Primeiro vamos rever sua linha do tempo?
– U-uma linha do tempo? – perguntou temerosa, olhando de um lado a outro.
– Sim, algum problema? – sorriso diabólico, porém, interior.
– Não, nenhum. Vamos.
Capítulo 1: Pedido
– Sinto muito por você, loiro. – disse uma de suas amigas, a mais próxima, e ao mesmo tempo nem tão próxima assim. Não era o tipo de pessoa que você contaria segredos, confessaria sobre a garota que gostava ou pedia conselho, pelo menos, não para ele.
– Tudo bem. Mesmo eu achando que é errado, não posso fazer nada.
– Ele deve ter feito isso só porque você é bolsista, só pode. – disse.
Desde que entrara na escola era visto por alguns como só um bolsista, e os boatos diziam que o professor Kakashi, o de história, não gostava de bolsista. Mas, se fosse só por esse motivo, o Uchiha não teria ficado de castigo, uma vez que não era. Vai ver o professor fosse maluco e não gostasse de ambos: bolsistas e pagantes, sabe-se lá.
– Eu não acho que seja assim, Ino. – tentou não soar maldoso, porque aprendera desde cedo que não devia julgar as pessoas erroneamente e sem antes conhecê-las.
– De qualquer modo, você é muito azarado por ainda ter que ficar com o estranho do Sasuke. – comentou. – Dizem por aí que ele odeia pessoas e nunca foi visto conversando com ninguém. Já até falaram que ele é emo. Ei, não é ele indo ali? – perguntou incrédula, o vendo caminhar para a saída à esquerda, próxima ao quadro.

– Minha estreia. – deu pulinhos de alegria.
– Isso mesmo. Seu primeiro momento onde começou a brilhar como adjunta.
– Adjunta?
– Melhor do que ser figurante.
– É, tem razão.
Capítulo 2: Surge a amizade
– Aonde vai, loiro? – perguntou a amiga, vendo que o outro tentava fugir deles.
– Tenho um negócio para fazer. – recebendo os olhares dos colegas, não sabia como mentir muito bem, e isso só piorava as coisas.
– Vai atrás do Sasuke, não é? – perguntou Karin. Era de outra turma, também do primeiro ano, e uma pessoa com quem o loiro quase nem falava.
– Bem...
– Eu ainda quero saber desde quando vocês são tão amiguinhos. – Ino o fuzilou com os olhos, como se ele escondesse algo, e escondia.
– Deixa ele. – falou Sakura, uma garota que possuía cabelos rosas e insistia que eram de nascença. Essa, diferente de Karin, era da mesma turma. – Lembrava de falar bem de mim. – pediu, mas o loiro ignorou.
– Pode deixar. – saiu, largando a amiga e os quase amigos ali.

– Ahhh, segundo capítulo. – outro pulinho.
– Calma que o melhor está por vir.
Capítulo 6: Confiança abalável, amizade inabalável
– O Naruto ainda está com a novata?
– Ah, então era isso. – disse. O semblante de Sakura pareceu se entristecer por um instante. – Parece que ele ainda está com ela. Hoje todos nós fomos postos para escanteio, inclusive você.
– Valeu. – saiu dali, deixando-as sozinhas.
– Ele não reparou em mim.
– Você gosta de sofrer, né, Sakura? É masoquista, só pode.
– Ino. – repreendeu Karin.
– Ué? Gostar de um garoto que mal olha para você é masoquismo.
– Olha quem fala. – disse Karin. – Devo lembrá-la de sua paixão?

– A Karin jogou sujo naquele dia. – reclamou a Yamanaka.
– Eu sei. Mas me diz, e a Sakura?
– Não quero ouvir falar dela.
– Ah, que isso? Vamos ver um momento de vocês juntas.
Capítulo 7: Festa
– Finalmente. – disse Sasuke, caminhando até o trio. – Já achou as amigas. Boa noite. – falou.
– Boa.
– B-boa. – reparou em como a Haruno estava bonita, e não pôde deixar de elogiá-la:
– Está bonita. – dirigiu-se a Sakura. Ino começou a tossir, e o Uchiha revirou os olhos. – Você também, Yamanaka.
– Sério? – perguntou com deboche. – Ah, brigada. E eu pensando que esse vestido me engordava.
– Que isso, Ino, com o seu corpo você não engorda nunca!
– Para de elogiar ela antes que o seu ego bata no teto. – disse Sakura.
– Tem problema em ficarmos com elas? – perguntou o loiro para o moreno.
– Não falo com mais ninguém aqui além de você. – deu de ombros.
– Ótimo, assim posso apresentar vocês e fazer com que sejam amigos também, né? – perguntou, olhando de Ino para Sasuke, que se olharam com as sobrancelhas arqueadas.
– Hmm.
– É, quem sabe? – falaram com pouco-caso.

– Disse que não queria falar dela. – reclamou, fazendo birra.
– Poxa, mas foi uma festa, foi divertida.
– Claro que não. Naruto ficou hiperativo, beijou o Sasuke, ameaçou os outros, devo continuar?
– Não, obrigado.
– Ah, sim.
Capítulo 8: Mudanças
– O-o-o que e-está fazendo? – perguntou ela.
– Você estava dormindo lá fora, então te trouxe para dentro. – disse.
– Pode me soltar? – perguntou corada, evitando olhá-lo nos olhos.
– Tudo bem. – pousou-a sobre o chão com cuidado. – Posso oferecer um copo d’água?
– Por favor. – sentou-se na cadeira do balcão, observando toda a casa do garoto. Viu o tio do mesmo, mas preferiu não perguntar, não naquele momento.
– Aqui. – pôs o copo sobre o balcão. – O que a traz a minha humilde residência? – a loira bebeu do copo, tomando coragem, antes de responder.
– Você não virou prostituto ou stripper, não foi? – perguntou, um pouco insegura da resposta.
– Não. – gargalhou. – Não devia ter exagerado na brincadeira daquela hora. Sinto muito. – um pouco mais aliviada, tomou mais um pouco de água.

– N-não. Para, por favor, eu estou com vergonha. – disse.
– Mais sua barriga não mente, né? Quantos meses, falando nisso?
– Dois, ué.
– O Naruto disse que vai pôr o nome da criança de Spartacus, você aceita?
– Nem pensar. Meu filho ou filha vai ter o nome de modelo. Tipo Angelina Jolie ou Caio Castro, aquele gato de tanquinho.
– Deixa o Naruto ouvir isso.
– Não, pera, eu não estou anônima?
Capítulo 18: Provas
– Ei, Ino, o que fizemos foi errado? – novamente a pergunta.
[...]
– Não acho que foi de todo errado. – respondeu e Naruto a olhou, se lembrando do que Sasuke lhe dissera na segunda vez que o indagou sobre isso. – Gerar uma vida é a melhor coisa que uma mulher pode fazer, mesmo que estejamos fora da hora.
– Então não me culpa por ter destruído sua vida ou fica com medo? – perguntou.
– Eu sou apaixonada por você, Naruto, mesmo que não seja recíproco e você não vá se lembrar disso amanhã. – disse. – E claro que estou com medo, assutada até, mas desde que eu tenha meus amigos para me ajudar, para mim já basta!
[...]
– O que viu em mim? – perguntou baixo. A garota se virou na cama e, em um ato protetor, a cobriu com seus braços, a posição de conchinha.
– Você é bonito, inteligente e diferente dos outros garotos.
– Está acordada? – perguntou surpreso, e a resposta veio quando ela murmurou algo sem sentido para si, confirmando que só sonhava. Abriu um sorriso e depositou um beijo na testa dela e em sua barriga.

– Que fofo, né?
– Por que acha que eu me apaixonei por ele? – além de eu querer?
– Bom, que você ficou uns capítulos sumida, você ficou.
– Estava com medo, assustada, mal, péssima, terrível e...
– Já entendemos, loira.
– Mas e aí? Agora que você está morando com o Naruto, pretende investir?
– Pra que se ele não gosta de mim?
– Tem razão, né? Pra que sofrer percebendo isso duas vezes. – suspirei. – Mas agora com a convivência, talvez role um beijo, um carinho, ou quem sabe... – olhar maldoso.
– Q-que isso, autor? – perguntou, supercorada.
– Bom, mas o que tem achado da sua vida?
– Quer mesmo saber?
– Ué, estamos aqui para isso, não só para revermos melhores momentos. – disse.
– Ah, tá um saco. Pais chatos, vida chata, tudo chato. Tudo bem que eu estou grávida, nervosa e assustada, mas poxa, eles estão implicando demais. – desabafou.
– Não fica assim, não. Eles te amam.
– Eu sei, mas assim é difícil. – disse.
– Tá, não vamos alongar muito mais isso. Quer fazer as honras da despedida?
– Ai, adoraria. – coçou a garganta. – Espero a todos no próximo capítulo de Vida de adolescente, onde leremos o diário do Naruto. – sorriu, acenando.

Atenção, o que a Ino acabou de dizer irá se realizar, em homenagem a ela ser bonita e já ter sofrido demais.
[centro]


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