~EdgarH

EdgarH
Cristão
Nome: Edgar H.
Status: Usuário
Sexo: Masculino
Localização: Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Aniversário: 21 de Fevereiro
Idade: 17
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Vida de adolescente: Eu sou o segundo


Postado

Vida de adolescente: Eu sou o segundo

– Sasuke, que bom que se juntou a nós e mais um jornal.
– Tá, tá, vai direto ao assunto, vamos ver minha linha do tempo.
– Pera, que pressa.
– O tempo que perco aqui podia estar com minha namorada. – disse.
– Vamos fazer assim, se você colaborar eu te passo o NUDE da Karin. – o Uchiha fica corado, mas logo parece se mancar.
– Como é que é? Que história é essa de NUDE?
– Se colaborar eu te passo o número.
– Cadê a linha do tempo, tamo perdendo tempo! – falou, com pressa, mas acho que era mais para tirar a história a limpo do que para ver a namorada nua.
Capítulo 1: Pedido
13/02/2015, Japão. Era só mais uma droga de inicio de ano letivo.
Uma droga, uma merda.
Ter que estudar em fevereiro, aliás, ter que estudar. A única coisa boa era o frio. Amava ver a neve cair e aquele friozinho gostoso no ar, contudo, infelizmente, a neve que caía no lado de fora não era o suficiente para encher as ruas e fazer com que não houvesse aula, talvez porque a neve caísse mais intensamente em Janeiro, o que era um verdadeiro saco.
Não gostava da escola, não era mentiroso, cara de pau ou qualquer outra coisa, para não admitir. Só estava ali por ser obrigado pela família. Porque “precisava aprender a conviver com pessoas, fazer amigos e estudar para ser alguém na vida”, bom, tentavam convencê-lo disso. Tentavam. Sem contar que tinha que acordar cedo, cedo. Se tinha uma coisa que odiava era acordar cedo. Não. Talvez fazer amigos estivesse em primeiro em sua lista de coisas que odiava. Socializar era algo extremamente chato, uma tortura. Isso, uma tortura era ótimo para definir o processo humano de socializar: a socialização.
– Hunf. – suspirou silenciosamente. Ser um pré-adolescente de quinze anos era... uma baita de uma merda.

– Sua estreia em Vida. Você era tão... antissocial, chato, revoltadinho e muitos outros adjetivos.
– O dia em que eu falei pela primeira vez com o dobe. – falou.
– Continuando.
Capítulo 2: Surgi a amizade
– Shhh, eu que sei, dobe. – o moreno o conduziu até a saída, e como não havia ninguém ali em baixo, o mesmo se foi sem se despedir. – Quer carona? – perguntou.
– O que são uma hora e dez de caminhada quando se está acostumado?
– Tudo isso? – perguntou surpreso. Se contasse os cinquenta minutos da escola até a casa do loiro, e somasse com os vinte da casa de Sasuke até a escola, teria uma hora e dez. – Eu vou com você. Ou melhor, vou pedir pro inútil do Itachi te dar uma carona!
– Não precisa, sério. Eu já acostumei a andar muito e rápido, vou chegar em casa rápido! – disse.
– Tem certeza? Não quero que meu único... Que um dobe como você seja sequestrado.

– Ainda bem que nosso amigo não foi sequestrado, não é?
– Se fosse a culpa seria sua e as fãs o odiariam. – disse.
– É, tem razão. – olhar de medo perante as fãs.
Capítulo 7: Festa
– Naruto? – perguntou Sasuke, ao olhar assustado para a porta. O garoto nada respondeu, apenas se apressou para descer a escada, sendo seguido por Sasuke... mesmo. – Ei, Naruto, espera. – segurou o braço dele.
– Esperar o quê? – virou-se para ele, arrancando o braço da mão dele. – Quer que eu volte para ver de novo?

– O que nos diz sobre esse dia, Sasuke.
– A carne é fraca. – justificou-se.
– Ah, é? O dia que você traiu seu amigo, transou com a mina que gostava e só diz isso?
– Quer que eu diga o quê? Ele já me perdoou, isso ficou no passado.
– Então tá, vamos avançar mais um pouco.
Capítulo 9: A culpa é sua, Sasuke Uchiha
– Então refarei a pergunta um pouco mais especifica: Seria um pedido capaz de mudar duas vidas? Transformar duas pessoas e fazer com que uma entrasse no mundo da outra, saindo de sua zona de conforto, sua área segura?
[...]
– Sim, seria. – apertou as mãos com força.
[...]
Se nunca tivesse convidado o dobe para sua casa, ambos ainda viveriam suas vidas “normais” as suas maneiras. Naruto entrara em seu mundo, sua zona de conforto, e mudara toda sua vida, conseguindo torná-lo mais social, e o mesmo fizera com ele. Adentrara no mundo de Naruto, o lugar que até um tempo o protegera da crueldade do mundo, a zona de conforto dele, e o mudara, mas para pior. Enquanto era um pouco mais social, Naruto se transformara em um antissocial, e o isolamento que os unia, já não existia mais, os separava. Podia dizer que ambos trocaram de lugar, e isso era culpa sua.
[...]
– A culpa é sua, Sasuke Uchiha.
– Sim, a culpa é minha. – novamente a surpresa. – Se eu não tivesse te chamado para minha casa naquele dia não estaríamos aqui agora. Por isso, Naruto, eu quero te pedir desculpas. – outra vez a surpresa. Por quê? Por que Sasuke estava o surpreendendo? Achava que já havia recebido tudo dele. – Não me arrependo do dia em que te chamei para jogar videogame, pelo contrário, fico feliz por todo aquele tempo, mas a culpa é minha por não ter levado seus sentimentos em consideração. Por não ter sido o amigo que você precisava.
– Você não tem culpa por ter feito o pedido, Sasuke, e sim por ter medo de se ferir novamente a ponto de me ferir! – falou e, muito mais do que ter sido chamado pelo primeiro nome por Naruto, era admitir que ele tinha razão. Se tivesse pensado um pouco mais no loiro do que em si, podia ser tudo diferente.

– Esse dia foi bem tenso, hein.
– É, foi mesmo, mas acho que depois ficou mais tenso ainda. – admitiu.
– Já que esse último foi grande, vamos ver o último, o dia em que você salvou um amigo.
Capítulo 10: Fantasmas do passado
Sasuke se ajeitou e foi até o garoto, que tremia no chão e chorava sem parar.
– Naruto. – o chamou baixo, ajoelhando ao seu lado, surpreendendo-se quando o loiro o abraçou, derrubando o moreno de nascença sentado com o ex-loiro quase deitado sobre si.
– Ele quase me violentou, Sasuke. Quase fez como aquele homem fizera no passado! – o choro do não-Uzumaki molhava a blusa do Uchiha, que abraçara o garoto e começara a alisar o cabelo dele, em uma tentativa de acalmá-lo.
– Eu estou aqui, não se preocupe.

– Esse momento foi tão fofo. “Eu estou aqui, não se preocupe”.
– Pode ter sido fofo, mas nunca senti tanto medo na minha vida. Aquele homem quase fez algo horrível comigo, e quase fez o dobe passar por aquilo de novo. – falou, com raiva.
– Deixa ele, tá queimando no inferno agora. – tranquilizou-o. – Agora, vamos as perguntas: primeira e mais importante, como você tá, cara, seu pai faleceu há pouco tempo.
– Estou indo.
– E seu relacionamento com a Karin? Como anda?
– Com as duas pernas.
– Era para eu rir?
– Sem graça. Estamos bem, felizes.
– Então já esqueceu a Sakura?
– Esquecer, esquecer, não. Eu gostei dela quando achava que não gostaria de mais ninguém, mas eu estou feliz com a Karin e ficarei com ele.
– Hm, sei. – disse. – Pretende ter um filho também?
– Não! – respondeu seco.
– Nossa, que seco.
– Não molhado. – riu.
– Virou piadista, você? Vou me vingar na fanfic, vai ver só. – ameacei.
– Tá, já acabamos. Pode ir.
– Eu quero o NUDE que tu me prometeu. – falou, estreitando os olhos para me olhar.
– Ah, sim. É 97168-6969. – passei, vendo-o anotar.
– KARIN, QUE HISTÓRIA É ESSA DE NUDE? – gritou, saindo.

Esse NUDE não existe, pervertidos não tentem acessá-lo!

– Seu mentiroso, filho...[centro]


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