~fritaspraviagem

fritaspraviagem
Nome: ᵈᵃʳᵒˢ
Status: Usuário
Sexo: Indisponivel
Localização: Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil
Aniversário: 3 de Janeiro
Idade: 15
Cadastro:

Saint Grace - Ophelia e Allan


Postado

antes tarde do que nunca, né não?

Mostrar Spoiler: Ophelia Bernadette Hill
• Nome
Ophelia Bernadette Hill

• Idade
34/35 anos (dependendo da época do ano em que a fanfic começa)

• Data de nascimento
29/12/1981

• Aparência
É relativamente alta, medindo 1,73 metros, e tem a estrutura corporal delicada, embora considere suas mãos um tanto quanto grandes demais. Tem cabelos ruivos, longos e naturalmente ondulados, com uma franja que lhe cobre a testa. Seus olhos são azuis, sua pele é claríssima e já apresenta alguns sinais de envelhecimento, embora sutis e facilmente disfarçáveis com maquiagem – embora Ophelia não goste de se maquiar.





• Quem interpreta?
Florence Welch

• Personalidade
Primordialmente, Ophelia é dócil, amigável e bem-humorada. É uma ótima ouvinte e conselheira, além de boa observadora, e tende a se comportar de forma bem maternal com seus amigos mais próximos. É firme nas decisões e dona de um grande senso de responsabilidade, mas tem certa dificuldade em reconhecer os erros que comete. Brincalhona, não perde a oportunidade de fazer uma piada, mas sempre com cuidado para não ofender ninguém. É muito autocrítica, e sempre tenta ser uma pessoa melhor do que já é; contudo, em vários momentos já extrapolou nesse sentido, desenvolvendo baixa autoestima. Nativa de Capricórnio, tem os pés no chão e é muito metódica quando se trata de planejar sua vida. Mas, ao mesmo tempo, tem a cabeça nas nuvens, é repleta de sonhos e projetos. Entretanto, tem o péssimo hábito de pôr muito pouco do que sonha em prática, principalmente por medo de abalar a estabilidade à qual se acostumou. Aliás, Ophelia custa muito a mudar seu estilo de vida ou correr riscos, justamente por receio de estragar tudo. Isso, ao longo dos anos, a trouxe mais infelicidade do que satisfação, então ela tem se esforçado para mudar isso. Entretanto, quando cria coragem e inicia um projeto pessoal, leva-o até o fim. É uma pessoa altruísta, mas muitas vezes seu altruísmo faz com que gaste muita energia ajudando outras pessoas, e acaba tendo pouco tempo para si. Não gosta de pedir ajuda aos outros, e isso se deve a duas coisas: uma delas é o medo de ser incômoda, e o outro é a pose de autossuficiência que tenta manter a todo custo; pelos mesmos motivos, ela não se sente bem quando as pessoas cuidam dela. Ophelia acredita que deve ser uma rocha, um suporte firme e constante para as pessoas com quem se importa, mas ao fazer isso, acaba se esquecendo de que ela mesma também precisa de uma pessoa assim.

• História
Quando ainda era recém-nascida, Ophelia foi abandonada pela mãe biológica, que não tinha condições financeiras nem psicológicas de cuidar da menina. Assim, foi entregue aos cuidados de Olga, sua madrinha, que trabalhava como empregada doméstica na casa de uma abastada família que residia no Upper East Side, no distrito de Manhattan. Como era um trabalho de tempo integral, que incluía estadia na casa da família, Olga precisou da permissão dos patrões para que pudesse de fato cuidar da menina sem precisar de um emprego novo. O pedido da mulher foi aceito, e assim, Ophelia cresceu na casa dos patrões, ajudando na limpeza desde o dia em que teve idade o suficiente para segurar uma vassoura. Quando teve idade suficiente, passou a frequentar uma escola particular, sendo que metade da mensalidade era subsidiada pelos patrões, que eram, de certa forma, afeiçoados à menina – especialmente a mulher, chamada Olivia, que só tivera dois filhos homens e sempre sonhara em ter uma menininha para paparicar em casa. Como Ophelia não era sua filha – e sim a tutelada da empregada, - Olivia não tinha coragem de fazer muito mais que o mínimo por ela.
No final de sua adolescência, quando as provas de admissão para as faculdades estavam prestes a começar, Ophelia, que pretendia cursar ciências contábeis, despertou o interesse de um rapaz do seu colégio, que era amigo dos filhos de seus patrões. Esse rapaz, chamado William Neelan, passou a cortejá-la, e de início isso deixou Hill desconfortável. Porém, à medida que viu o quão empolgadas ficavam as mulheres ao seu redor – sua madrinha, suas amigas, até mesmo sra. Olivia – ao saber que havia um “bom partido” interessado nela, Ophelia acabou por ceder à “pressão”, aceitando ir em um encontro com William.
A partir daí, um namoro se iniciou entre os dois, e acabou resultando em um casamento, que aconteceu quando Ophelia tinha vinte anos e estava na metade do curso de ciências contábeis na faculdade. Ela não tinha certeza se amava William o suficiente para se casar com ele, mas a família Neelan era dona de um escritório de contabilidade, e seu sogro já lhe prometera um cargo na empresa assim que se formasse.
Durante os cinco anos seguintes, Ophelia viveu uma vida tranquila e confortável, mas excessivamente monótona: não sentia satisfação em trabalhar com contabilidade, tampouco em voltar para sua espaçosa casa e trocar umas poucas palavras vazias com o marido, que, apesar de não ser um mau homem (ou mau amante), era emocionalmente distante, parecia não confiar na esposa e raramente procurava saber o que se passava com ela.
Aos vinte e cinco anos de idade, Ophelia descobriu estar grávida. Isso lhe causou uma grande empolgação, e a notícia também deixou William feliz. Durante os meses seguinte à descoberta, se tornaram mais próximos, motivados pela criança que criariam juntos. Entretanto, logo descobriram que a gravidez de Ophelia era de risco, e poderia haver complicações. Mesmo assim, não se abalaram, tomando diversas precauções para que a gestação fosse tranquila. E, mesmo com todo o cuidado, na metade do terceiro mês, Ophelia sofreu um aborto espontâneo com hemorragia intensa. Assim, não apenas perdeu sua futura criança, como teve que passar por uma cirurgia na qual não houve alternativa que não fosse tirar-lhe o útero.
Após o acontecimento, William e Ophelia se tornaram ainda mais distantes do que eram antes da gestação, e a mulher se tornava cada vez mais determinada a mudar de vida, deixar para trás a infelicidade à qual se acostumara. A primeira mudança decidida por ela foi a de sua carreira: queria algo desafiador, que a fizesse se sentir mais viva. Rapidamente, descobriu que a medicina preenchia estes critérios, e aos vinte e seis anos de idade, voltou à faculdade, estudando no contraturno do trabalho. A princípio, não comentou sobre a faculdade com o marido; só o fez recentemente quando já estava a um mês de sua formatura, mas dele não obteve muita reação. Como àquela altura o casamento já estava morto e enterrado (e, francamente, nunca chegara a estar vivo), Ophelia pediu o divórcio, depois de 14 anos. No momento em que ela começa a trabalhar no Saint Grace, o processo de divórcio ainda está acontecendo, mas ela já mora separada do ex-marido, numa casa alugada próxima do centro da cidade.

• Qual especialidade gostaria de seguir
Ginecologia

• Gosta
Gosta de música folk, rock clássico e um pouco de country e indie; gosta de dias ensolarados, de andar de bicicleta e de tomar chá. Adora visitar sua madrinha, que se aposentou anos antes e mora em um lar de idosos, e também ama crianças, e ainda sonha em ser mãe. Gosta de estourar plástico-bolha, acender incensos e acordar cedo. É uma grande fã das animações do Tim Burton, e ama ler clássicos estrangeiros – seus livros favoritos são “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo, e “Os Miseráveis”, de Victor Hugo. Gosta muito de astrologia, adora conversar sobre o assunto, e também gosta de ajudar os outros a entender seus respectivos mapas astrais.

• Qualidades
Observadora, boa ouvinte, altruísta, gentil responsável e muito determinada.

• Defeitos
Comodista, muito perfeccionista, ao ponto de ser quase paranoica, não admite quando erra, nem quando precisa de ajuda.

• Desgosta
Não gosta de dirigir, tanto que, apesar de ter carteira de motorista, não tem um carro; não gosta de fazer faxina, nem de pessoas excessivamente intrometidas. Não é fã de ficção científica, nem de música eletrônica ou muito mainstream. Odeia usar salto alto e sutiã com todas as forças que tem, e sua expressão facial é a de quem tem uma úlcera quando tem que usar um dos dois.

• Hobbies
Ler, passear pela cidade em sua bicicleta, visitar exposições de arte, por vezes tocar alguma música no violão (de outra pessoa, já que ainda não tem seu próprio instrumento) e reassistir mil vezes seus filmes favoritos.

• Sexualidade
Heterossexual

• Tem animal de estimação? Se sim, qual?
Não tem nenhum animal de estimação.

• Quer par?
Sim, se possível.

• Tem algum segredo?
Tem alguns tópicos que ela não fala abertamente, apenas para amigos mais próximos – é o caso do bebê que perdeu e de seu casamento fundamentado na pressão em arrumar um namorado pela qual ela passou na adolescência. Mas, fora isso, nada.

• Música tema da/do personagem
Shake it Out – Florence and the Machine (foi pura coincidência, juro)

Oh, Ms. Believer – twenty one pilots


• Roupas
▸ Casual
Calças jeans de cós alto ou leggings, blusas soltinhas e, geralmente, listradas. Geralmente calça tênis ou então um sapato baixo e fechado. Usa bijuterias discretas e mais “práticas”, como brinquinhos redondos e correntinhas sem pingente. Às vezes, veste macaquinhos leves e vestidinhos de verão em tons pastel, embora seja mais raro que use estes. Geralmente mantém o cabelo preso em um rabo de cavalo baixo ou então um coque donut bem ajeitadinho.

▸ Social (jantares, reuniões de negócio)
Costuma usar vestidos de cores escuras, sóbrias, cujo comprimento vai até pouco abaixo dos joelhos; não usa meia-calça, e costuma calçar algum sapato de salto baixo. A maquiagem é discreta, apenas um pouco de rímel e delineador nos olhos e um batom nude nos lábios. Costuma alisar o cabelo ou então fazer uma trança embutida, e usa joias que usa ainda são discreta, mas mais aparentes do que as que usa no dia a dia.

▸ Festas (“baladas”)
Gosta de, nessas ocasiões, montar trajes que misturem peças de vestuário consideradas femininas com as consideradas masculinas; seu traje mais clássico é uma camisa social, paletó e gravata com uma saia, mas não se limita a apenas isso. Nessas ocasiões, não se maquia, ou então faz uma maquiagem completa, que inclui seu batom vermelho mais bonito e estridente. Independente do traje escolhido, seu cabelo sempre vai estar alisado e preso em um rabo de cavalo alto, com sua franja contida com grampos.

▸ Festas (Mais formais)
Vestidos longos e justos, geralmente até o chão, em tons escuros de azul ou verde, acompanhados de suas joias mais bonitas, geralmente de prata. Geralmente, usa salto alto, embora não goste, e, para essas ocasiões, procura uma maquiadora profissional para cuidar da maquiagem. Usa o cabelo solto e com o ondulado natural, embora muito bem “domado”, mas por vezes o prende parcialmente com algum adorno.

▸ Encontros românticos
Gosta de usar alguma camiseta de cor lisa com um casaco escuro por cima, calça jeans justa e escura e sapatilhas nos pés. Usa os cabelos soltos e ao natural, ou então trançados, e a maquiagem é leve e, muitas vezes, imperceptível. Às vezes, mais raramente, usa vestidos rodados de alcinhas, com cores quentes e estampas floridas, com alguma sapatilha ou sandália.


Mostrar Spoiler: Allan Cornelius O'Hallon
• Nome
Allan Cornelius O’Hallon

• Idade
29/30 anos (dependendo da época do ano em que a fanfic começa)

• Data de nascimento
30/07/1986

• Aparência
A primeira coisa que qualquer um geralmente nota em Allan é a sua estatura, já que o homem mede 1,93 metros de altura; seu corpo é esguio com músculos pouco desenvolvidos ou aparentes, embora ainda tenha alguns resquícios sutis da época em que serviu ao exército; pesa 90 kg. Tem feições relativamente suaves, que fazem com que pareça ser mais novo do que realmente é; sua pele é clara e pouco maculada, graças aos cuidados que pode dispensar a ela. Tem olhos azuis, orelhas de abano e cabelos negros e volumosos que ele nunca soube direito como arrumar. Seus lábios são pequenos e cheios, seu sorriso geralmente é discreto e mais visível nos olhos. Simplesmente não tem ideia do que fazer com sua barba, e está constantemente mudando-a: ora a deixa crescer rala antes de aparar, ora a apara antes mesmo que ela fique visível, ora a deixa crescer livremente por semanas. Na verdade, dispensa o mesmo tratamento aos cabelos.
Tem, ao todo, seis tatuagens em seu corpo, sendo que uma delas é um pássaro na lateral da caixa torácica, e as outras cinco são pequenas, cada uma com aproximadamente quatro centímetros e meio de comprimento, e estão alinhadas verticalmente na coluna vertebral; cada uma delas é em homenagem a um dos seus irmãos: uma libélula para Brigit, uma bússola para Seán, uma mariposa para Leon, uma rosa-dos-ventos para Muriel e uma ferradura para Fiona. Possui, ainda, uma pequena cicatriz de forma triangular no braço direito.



A tatuagem na caixa torácica:


• Quem interpreta?
Colin Morgan

• Personalidade
Al, como muitas vezes prefere ser chamado, é um homem comunicativo, carismático e bem articulado. Um tanto quanto pretensioso e arrogante, gosta de pensar que seus meios são necessariamente sempre os melhores; aliás, pensa até mesmo que seus gostos pessoais o tornam uma pessoa especial e diferente. Não tem dificuldades em expressar sua opinião, – na verdade, o faz com muito gosto – mas não suporta ser contrariado, até mesmo por um superior, e sua reação é imprevisível: Allan pode simplesmente fazer birra e acatar a certa decisão tomada, ou até mesmo desrespeitar tal decisão e agir do jeito que ele mesmo decidiu. Todavia, O’Hallon nunca deixa de admitir quando cometeu um erro, mesmo que isso doa profundamente no seu ego.
Allan tem Distúrbio de Déficit de Atenção, e, ao longo da sua vida, esta foi a raiz da maioria dos seus problemas, principalmente por só ter sido diagnosticado depois de adulto. Por causa do distúrbio, tem muita dificuldade em se concentrar e em aprender as coisas, mas compensa isso se esforçando mais ainda. Ele é dono de uma tenacidade notável, sendo capaz de sacrificar inúmeras horas de sono e incontáveis dias de lazer, se isso for necessário para que atinja o sucesso (e, nesse sentido, não me refiro ao sucesso segundo o julgamento alheio, mas sim ao seu próprio julgamento; a ultrapassar as barreiras daquilo que ele acredita serem seus próprios limites).
Apesar de ser carismático e sempre tentar ser agradável, Allan tende a desconfiar de tudo – exceto de si mesmo. Embora tenha muitos amigos, pode contar nos dedos de uma mão as pessoas em quem confia plenamente – e pelas quais moveria o mundo. Demora muito para conseguir confiar em uma pessoa, e custa muito a perdoar quando esta confiança é traída.
Gosta de flertar, mas dificilmente tem relacionamentos casuais e/ou puramente sexuais. Aliás, não gosta de se envolver sexualmente com pessoas com quem não tenha uma ligação afetiva.

• História
Allan vem de uma abastada e tradicional família irlandesa. Nasceu em Dublin, mas migrou com a família para os Estados Unidos aos cinco anos de idade, para que o pai pudesse abrir um consultório em Nova Iorque. Na época, era o mais novo de quatro irmãos (sendo que seus irmãos mais velhos eram Brigit, de 20 anos, Seán, de 13 e Leon, de 11), embora Ruth, sua mãe, tivesse recentemente descoberto sua quinta gravidez. Meses mais tarde, nasceu Muriel, que desenvolvera síndrome de Down durante seu crescimento intrauterino. A família, contudo, pouco se abalou com isso, muito pelo contrário. Allan, em especial, era louco por ela, já que se tratava de sua irmãzinha caçula, e ao longo dos anos esses dois desenvolveram um relacionamento muito próximo.
Por fim, Fiona nasceu, seis anos depois de Muriel, e foi a última filha, já que depois disso Viktor – o pai – fez vasectomia. A partir daí, a vida tornou-se mais tranquila para a família O’Hallon, mesmo que com contratempos cotidianos. Entretanto, a calmaria não durou para sempre.
Em maio de 2005, às vésperas de sua formatura no colegial, Allan estava preenchendo formulários para diversas universidades, mesmo que não soubesse bem o curso que queria seguir; a mãe sonhava em ter um filho que fosse engenheiro civil, como ela, enquanto o pai sugeria que ele fosse psicanalista e se juntasse a ele no consultório – que vinha crescendo cada vez mais em número de doutores associados. Al, porém, não sentia uma forte conexão com nenhuma das duas áreas, e também se sentia incomodado em acatar às vontades dos seus pais – principalmente se fosse só de um deles. Em casa, só estavam ele e Muriel, que conversava animadamente com ele enquanto comia pêssegos. De repente, a garota engoliu acidentalmente um caroço da fruta, e começou a se engasgar. Allan imediatamente largou os formulários e foi tentar socorrê-la, e tentou exaustivamente liberar suas vias aéreas, sem obter sucesso, principalmente por não saber bem o que fazer. Desesperado, dirigiu para o hospital mais próximo, mas quando chegou, a irmã já estava desacordada, e nem mesmo os esforços da equipe médica conseguiram reanimar Muriel.
O luto pela irmã e a sensação de culpa quase destruíram Allan. Desistiu de mandar formulários para faculdades, e por muito pouco não reprovou nas provas finais do colégio. Logo depois da formatura, decidiu mudar drasticamente. Vendeu seu carro e seu telefone celular, alistou-se no exército e cortou contatos com a família. Foi mandado para uma base no Tennessee, onde conheceu Jacob Beauregard, o cirurgião de trauma da base, de quem se aproximou por ter afinidade e também certo fascínio pela profissão dele. Os dois tornaram-se amigos e, eventualmente, acabaram apaixonando-se um pelo outro.
Tiveram um relacionamento que durou dois anos, e foi nessa época que Al ganhou a cicatriz triangular no braço – que ele e o namorado fizeram um no outro, com um bisturi, como uma espécie de “tatuagem de casal”. Porém, em outubro de 2007, Beauregard, O’Hallon e Hopkins, outro soldado, foram designados para escoltarem um perigoso traficante do presídio de uma cidade próxima para uma penitenciária de segurança máxima. Porém, durante o percurso para ir buscar o criminoso, o veículo em que os três militares estavam colidiu com um caminhão, resultando na morte imediata de Hopkins, em uma concussão e uma fratura no joelho para Al, e em inúmeras hemorragias e fraturas para Jacob. Com muita dor e esforço, Allan seguiu as instruções sôfregas de Jacob, e conseguiu amenizar minimamente os ferimentos de ambos, permitindo que ficassem vivos a tempo de serem resgatados, e isso só foi acontecer na manhã seguinte. Poucos dias depois, enquanto ainda estava no hospital se recuperando do seu ferimento, Allan recebeu a notícia de que Jacob falecera em decorrência do imenso trauma que seu corpo sofrera.
Por causa do trauma físico e psicológico, Allan foi dispensado do exército. Voltou para Nova Iorque – e para a casa dos pais – com a perna manca, sem saber o que faria da vida. Passou alguns meses trancado em casa, cada vez mais próximo de cometer suicídio. Em certa noite, quando estava decidido a acabar de vez com sua vida, acabou, por alguma razão, lembrando-se de Jacob, e da euforia que ele se sentira ao conseguir arranjar-lhe mais algumas horas, na ocasião em que sofreram o acidente. Lembrou-se também de Muriel, da dor e da impotência que sentira ao não conseguir socorrê-la. Nesse momento, soube que encontrara sua vocação: a medicina.
Ao longo dos anos, foi melhorando progressivamente. Com muito esforço, conseguiu entrar na New York University, na mesma época em que começou a fazer psicoterapia. No último mês da faculdade, quando já tinha sido selecionado para o programa de residência do Saint Grace, alugou um loft a quinze minutos de caminhada do hospital.

• Qual especialidade gostaria de seguir
Inicialmente, vai ficar em dúvida entre ortopedia e traumatologia; eventualmente, vai acabar escolhendo ortopedia.

• Gosta
Gosta do outono e das festividades da estação – tal como o Halloween; gosta de receber pessoas em seu loft, especialmente se for para uma festa, e gosta também de comprar objetos de decoração inúteis, mas bonitos. É um grande fã de artesanato, embora compre mais do que faça. É apaixonado por indie, rock alternativo e um pouco de música pop e eletrônica; suas bandas favoritas são Of Monsters and Men, twenty one pilots e Seafret, além de adorar a Lana del Rey; é um fã casual dos Arctic Monkeys e da Sia. É um grande fã de filmes independentes; gosta especialmente de animações, musicais e filmes estrangeiros; seu filme favorito é O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Adora a Parada do Orgulho LGBT de Nova Iorque, e participa dela todos os anos dela, não a perde por nada. Gosta muito de drinques que levam champanhe ou rum, mesmo que seja meio fraco para o álcool, e adora dançar loucamente, esteja alguém olhando ou não. Gosta, ainda, de colocar uma música bem alta e animada de manhã, enquanto se prepara para o dia. Também gosta de fazer um jogging matinal, para manter a forma.

• Qualidades
Carismático, bem articulado, tenaz; faz aquilo que gosta com paixão, é leal às pessoas e coisas que ama.

• Defeitos
Ligeiramente arrogante acerca de seus gostos, muito teimoso, inconstante, custa a confiar nas pessoas.

• Desgosta
Não é um grande fã de clubes noturnos, prefere muito mais festas em casa, apenas para os amigos. Não gosta muito de seriados, pois o formato lhe desagrada. Não gosta de café puro, nem de carne vermelha, sendo pescetariano (o único tipo de carne que consome é a de peixes e frutos do mar). Não suporta o pop da década de 2010 (com a exceção do álbum Born This Way, da Gaga, que ele até tolera), nem heavy metal, nem filmes que ele considera “comerciais”. Não gosta, nem nunca gostou, de atividades físicas de grande impacto. Não gosta de ler livros de ficção e poesia, prefere autobiografias e um pouco de filosofia.

• Hobbies
Cantar (especialmente no karaokê; Allan até que é bom, embora não perceba), cozinhar (mesmo que seja péssimo nisso), comprar objetos de decoração, fazer objetos de decoração (embora ele geralmente acabe fazendo mais bagunça do que qualquer outra coisa), dar banho na sua gata (pode ser considerado um hobby? De qualquer forma, ele adora dar banho na Raven; ela deve ser a gata mais cheirosa de Nova Iorque).

• Sexualidade
Demissexual, homorromântico.

• Tem animal de estimação? Se sim, qual?
Tem uma gata persa cinzenta de 8 anos, chamada Raven.


• Quer par?
Sim!

• Tem algum segredo?
Ele não costuma falar para qualquer pessoa sobre sua cicatriz no braço ou sobre Jacob, embora não se importe em falar sobre o tempo que passou servindo ao exército. Tampouco se sente confortável em falar sobre Muriel. Além disso, tem como segredo seu diagnóstico de déficit de atenção, já que não quer ser julgado com base nisso, principalmente porque consegue “compensar” o distúrbio, além de tomar medicação para amenizar os sintomas.

• Música tema do personagem
Ride – twenty one pilots


Atlantis – Seafret


• Roupas
▸ Casual

Gosta de calças jeans escuras e folgadas, camisetas de cores neutras e mangas compridas ou camisas de flanela listrada, cachecóis com cores não muito vibrantes. Eventualmente, cobre a cabeça com um beanie azul acinzentado ou com seu chapéu fedora, embora na maior parte do tempo simplesmente não use nada na cabeça. Sua peça de vestuário favorita é um casaco marrom escuro, forrado com flanela xadrez por dentro. Nos pés, geralmente usa um tênis preto e resistente, bem prático, embora às vezes calce seus coturnos favoritos.

▸ Social (jantares, reuniões de negócio)
Camisa social de cor escura, coletes ou paletós risca-de-giz, calça social geralmente cinza ou preta e sapatos sociais escuros. Não usa gravata, a não ser que o código de vestuário obrigue.

▸ Festas (“baladas”)
Gosta de usar camisetas de cor lisa com um colete mais escuro a sobrepondo, uma calça jeans escura e, geralmente, seus coturnos. Às vezes, veste um cachecol e/ou seu chapéu fedora ou um beanie.

▸ Festas (Mais formais)
Basicamente a mesma coisa que a roupa social, embora às vezes substitua o sapato social por um sapatênis.

▸ Encontros românticos
Costuma optar por usar calça jeans, tênis e uma de suas camisas de flanela xadrez, às vezes com uma camiseta branca por baixo e uma correntinha envolvendo o pescoço. Às vezes complementa o visual com o chapéu fedora, mas isso geralmente quando se sente mais confortável perto da pessoa com quem está saindo.



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