~MeinyDarkst - Clan Fantasy

MeinyDarkst
The Wolves Have Caught Me.
Nome: Marcella
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Capim Grosso, Bahia, Brasil
Aniversário: Indisponivel
Idade: Indisponivel
Cadastro:

Ficha - Toxic


Postado


“D’Luvin”

☢ Ficha • Astúciadores ☢

Nome completo:
Aaron Pavel D’Luvin.

Idade:
28 anos | Nasceu em 21 de Agosto | Signo de Leão ♌

Opção sexual:
Pansexual. Yup!

Aparência:
Cabelos loiros dourados com mechas lisas, cortados em estilo undercut. Possui olhos azuis claros da cor do céu, que costumam atrair a atenção de ambos os sexos apenas de relance. Juntamente com um rosto másculo marcado pelo cansaço do ridículo esforço gasto na fuga durante a guerra. Sua longa barba e bigode foram adquiridos pela falta de tempo de fazê-la e muitos hormônios. Apesar de que passou a gostar bastante dela e não planeja retirá-la. Provavelmente ficaria furioso se algo acontecesse com a mesma.
Seu físico malhado provém não apenas das aulas de boxe que fazia antes da guerra eclodir, mas também do árduo trabalho manual que é necessário hoje. O corpo completamente tatuado faz parte do seu estilo, embora na época algumas pessoas tentassem impedi-lo.

Seu nariz é anguloso e a boca carnuda. Tem bastante experiência e habilidade com a língua. Pesa 89 kg e mede 1,96m. Sua altura costuma intimidar algumas pessoas.







História:
Köln | Nordrhein-Westfalen | Alemanha | 21 de Agosto | 20:42 | Tipo Sanguíneo: O-
Esses são os detalhes de seu nascimento.
Aaron nunca conseguiu entender por que sua mãe era tão detalhista em cuidar da vida dele. E muito menos por que diabos ela precisava levar shampoo para os acampamentos. Todos sabem que é inútil!

Sua aventura como pugilista começou aos 10 anos, devido a uma simples briga de escola. Duas horas após chegar em casa, já estava dentro do ringue encarando um garoto 30 centímetros menor que ele. E ele lhe deu uma surra.
Esse foi o maravilhoso início da sua ‘vida de boxe’ graças à 59ª melhor mulher do mundo. É claro que ela precisava ser bonita. Era a sua mãe afinal.
Não teve muito contato com ela a partir dos 11. Havia se divorciado de seu pai e casado com outro homem no Canadá. A última notícia que recebeu, foi que tinha tido uma filha com algum tipo de problema.
Até os 21, viveu como todo bom boxeador vive: Bebida, Ringue, Jab, Festas, Sexo, Jab, Cachorros, Gangues, Jab, Motos e mais sexo. Pelo menos até seu pai falecer, e ele ser obrigado a se mudar para o Canadá. Não se lembra de nenhuma situação constrangedora que já tenha passado ( Até porque ele era Aaron. ) mas o mais perto que já houve, foi acordar com sua meia-irmã o encarando pelado no meio de dois homens; um deles era um travesti; no quarto dela. Embora tudo que ela tenha feito fora guardar as roupas lavadas nos armários e oferecer chá verde para os dois homens já despertos ao seu lado. Uma das poucas coisas que o deixou atônito e culpado.
As melhores relações começam desse jeito!
Foi nessa época em que Aaron passou a precisar ser protetor. O ‘problema’ dela, às vezes a metia em muitas confusões não apropriadas para pirralhas de 10 anos. Seu padrasto viva em uma oficina de carros e sua mãe viajava pelo mundo. Como o único familiar disponível, a responsabilidade era dele. E esse fardo acabou se tornando a sua maior prioridade.

Durante a guerra, foi um caos.
No início, houve a multidão nas ruas, correndo para qualquer lugar onde poderiam estar a salvos da radiação. A oficina de seu padrasto? Havia sido local do acidente de um ônibus escolar. A penúltima coisa que Aaron poderia fazer seria ir naquele local. Principalmente com sua meia-irmã assustada e encolhida em seus braços.
Quando finalmente a agitação de corpos parou e metade da cidade em que vivia estava morta, houve o fim da ‘legalidade’. Assassinatos, assaltos, estupros, roubos, era a rotina. Crianças e até mesmo idosos realizavam atos criminais. Aparentemente ser um adulto de 25 anos não importava mais naquele tipo de mundo, por isso ele também parou de se importar. Seu envolvimento com gangues de alta influência passou a ser cada vez maior, mas a razão de tudo isso permanecia a mesma: A criança que precisava proteger.
Sendo requisitado por suas habilidades de combate, a única condição que Aaron fez foi de que ela deveria ser intocável; portanto qualquer um, seja da própria gangue ou não, que se atrevesse a isso teria ele e todos os outros o caçando.
Mas mesmo essa rotina não durou muito. A intervenção do governo com a proposta do sistema rudista e a radiação consumindo os poucos humanos que restavam, o levaram para o dia em que jogou tudo para cima.
Quando a divisão ocorreu, não foi apenas a população que se separou. Ela também fora levada para dentro de um túnel com falhas, que desabou devido à quantidade de pressão. Fora tirada de si à força, e consigo a misericórdia que daria àqueles ratos que se escondem abaixo do solo.

Agora, Aaron vive na superfície transitando entre os grupos nômades. Nunca fica apenas em um, e costuma “ficar” com uma nova pessoa toda vez que passa entre eles, dormindo na estrada com o Galgo Inglês que resgatou de destroços quando passou perto de um antigo centro. Além de ser um canino, que para ele é maravilhoso, um Galgo Inglês pode atingir os 72 km/h, tornando fácil para o mesmo ser acompanhado enquanto está em uma moto com velocidade reduzida.
Não tem um grande objetivo definido, mas coisas boas geralmente não acontecem quando encontra os rudistas. Não se tornou ‘racista’ para com eles, mas adquiriu uma séria aversão.

Personalidade:
Aaron é um homem bastante...resoluto. Não importando o tipo de situação em que estiver, mesmo se for em uma de vida ou morte, suas prioridades sempre vêm em primeiro lugar. Um belo exemplo? Quando tinha 17 anos conseguiu uma ‘noite’ com uma modelo. O clima já estava bastante quente, porém no mesmo instante em que a pizza chegou, a largou para pegar aquela bela massa redonda de frango. Sexo é maravilhoso, porém estava mais faminto por comida do que por prazer. E sinceramente? Não é como se ela fosse a melhor boneca que poderia arranjar. E deixo logo já dito: Aaron não é um homem de uma só pessoa. Porém, se você curtir de três...

Não liga muito para as regras. Talvez esse seja o motivo secundário para não ter se juntado aos rudistas. Mesmo que tentasse se controlar, uma hora ou outra acabaria quebrando alguma, e não pararia mais. Convenhamos, o ar puro é incomparável. A liberdade estava no sangue de sua mãe, e ela corre forte pelas suas veias, quase como um instinto.
É totalmente dominante, mas não possui o coração de pedra. Especialmente quando se trata de caninos! Até mesmo chora por eles!
Não se importa em matar ( não mais ) ou arranjar problemas, pois tem plena confiança em sua capacidade para resolvê-los. Dependendo das ações feitas contra si, pode se tornar bastante vingativo, e irá lhe perseguir até dar o troco que ele acha que merece. A propósito, um corte em sua barba é classificado como pena de morte.

Não se recorda mais quando parou de sentir o repúdio e temor pela morte dos outros ao seu redor. Provavelmente quando a última pessoa que se importou verdadeiramente fora tirada de si? Apesar de todo o comportamento alfa, galanteador e centrado, Aaron tinha como recipiente de todo o seu carinho, sua família. É difícil vê-lo se importando com alguém atualmente, e muito menos proteger. Quem o conhecer agora, verá apenas um homem seguro, desafiador e sem freios, sem nenhum sinal de confiança para com outros.
Talvez aquela pequena porção de apreço ainda esteja lá, bem, bem fundo. Mas seria necessária uma britadeira para fazê-la emergir.

Para ele, insultos e palavrões são como a linguagem diária, ri ao recebê-los e possui bastante criatividade para o troco. Pessoas sensíveis não suportam sua companhia.
Apesar de possuir o necessário, Aaron detestaria ser um líder, ou ter alguém o tratando como tal. Prefere se virar sozinho e trocar o essencial, ter pessoas consigo apenas o atrasaria. Essa é a sua opinião.

Ah, e ele é um Siscon. ( Complexo de Irmãs, em que o irmão é obcecado pela irmã. Mas no caso de Aaron, não é no sentido romântico. )

“O que foi boneca? Quer que eu dê algumas surras naquele cara? Nah, desculpe. A minha barba não quer ficar suja de sangue hoje.”



Habilidades:
Boxeador não profissional, mas creio ter atingido esse nível durante assaltos cometidos no caos da guerra. Embora ainda não seja um peso pesado.
Sua especialidade é o Uppercut, golpe que atinge o queixo do adversário, considerado extremamente perigoso, pois causa desequilíbrio e instabilidade. De formas extremas, pode levar à inconsciência, e se o oponente não estiver com algo na boca, pode morder a língua e levar à morte. Como não andava com luvas de boxe por aí, quebrou os dedos muitas vezes quando utilizava muita potência, até ‘se acostumou’ com essa dor. Procura sempre deixar uma mão intacta para consertar a outra, mas se ambas estiverem danificadas, utiliza a boca.

Também possui conhecimento básico de Bushcraft, graças aos acampamentos que fazia com sua mãe.

Gostos:
• Sua moto revestida de plástico PET, para evitar contato com objetos radioativos. Mais especificamente, é uma Kawasaki ZZR 1400 Ninja.

• Caninos, ou qualquer um que faça parte do gênero familiar Canis.

• Sexo de três em três dias. Costuma ficar mal-humorado se estiver em recesso.

• Lutas que envolvam punhos, já que é um pugilista. Detesta lutas de armas, embora saiba como lidar e manejar uma.

• Brigas entre qualquer um. Normalmente costuma curtir a festa, mas às vezes ( quando está bêbado ) participa delas.

• Alisar a sua barba em qualquer situação e para dormir. É como um hábito adquirido e talvez ficasse com insônia se não o fizesse.

• Se divertir com a reação das pessoas quando comenta a sua sexualidade.

Desgostos:
• Lutar contra armas de fogo. São problemáticas e o mantém afastado, atrasando o belo encontro do seu punho com a boca, futuramente sem dentes, do adversário.

• Pegar leve com uma mulher por ser, como alguns dizem, um ‘gênero frágil’. Não se importa com o que os outros achem dele. Soca uma mulher como socaria um homem. ( Entenda nos dois sentidos. )

• Ser tratado como um ‘chefe’. Se for apenas o respeito de um, é aceitável. Mas se for para comandá-los? Ele tá fora.

• Se deparar com grupos rudistas. Seja por vontade própria ou não, suas palavras soam como se quisesse uma briga.

• Falsos lutadores, que possuem apenas músculos e ficam se exibindo por aí intimidando os outros. Aaron tem como um dos passatempos preferidos quebrar seus dentes.

• Que se aproveitem de pessoas incapazes. Apesar de não parecer, ele se dá bastante bem com idosos, crianças e deficientes. De que outro jeito conseguiria comida de graça?

• [ Esclarecimento na próxima ficha ] Qualquer aproximação sexual ou mal intencionada para cima de sua meia-irmã. Talvez ele tenha desenvolvido uma espécie de Sister Complex...


Motivo de ter permanecido na superfície:
Aaron é um extremo consumidor de ar puro e liberdade. Ficar preso no subsolo seria como um pesadelo eterno para ele. Além de que, após o acontecido com sua meia irmã, considera todos que residem lá como companhias insuportáveis.

Foi afetado pela radioatividade? Se sim, houveram sequelas?
Não estava tão perto do local afetado pela radioatividade, então não.

Por que é contra o sistema rudista?
Aaron os detesta porque um deles tomou sua meia irmã de si enquanto tentava sair do meio daqueles que iriam para o subsolo, com o pretexto de que uma criança de 14 anos não sobreviveria na superfície e que ele iria acabar matando-a; o que é algo que ele nunca acreditou. Para ele, ela sempre estaria mais segura ao seu lado, e não em qualquer outro.

Tinha parentesco com alguém do subsolo?
Sim, sua meia irmã. Aaron não tem dúvidas de que ela está morta, e mesmo se aparecesse na sua frente, provavelmente não a reconheceria até ter provas.

Trairia alguém para sobreviver?
Yep, se a pessoa em questão interferisse nas suas prioridades, não veria nenhum motivo para não fazê-lo.

Algo mais?
Nop.



“D’Luvin”

☢ Ficha • Rudistas ☢

Nome completo:
Alma Kirsch D’Luvin.

Idade:
17 anos | Nasceu em 10 de Fevereiro | Signo de Aquário ♒

Opção sexual:
Assexual. Mais especificamente, Grey-A.

Aparência:
Cabelos loiros naturais ondulados que batem abaixo dos seios, tendo algumas mechas mais escuras do que outras. Olhos verde claros herdados por parte de pai e boca rosada.
Seus ouvidos estão sempre com uma ‘sombra preta’ perto dos mesmos, pois possui surdez congênita e usa um aparelho auditivo com que possui extremo cuidado. Os dedos são finos e sua pele é bastante clara. O físico não é exatamente atlético, mas está entre ‘saudável’ e ‘normal’.
Utiliza o estilo Steampunk, sempre vestindo alguma peça de couro e na maioria das vezes com alguma parte do corpo suja de óleo ou graxa. O colar em seu pescoço foi feito de madeira para se parecer com uma engrenagem, e os óculos tem a visão coberta por grades finas, pois não foram feitos para ser um binóculo, e sim para não enxergar.

Pesa 59 kg e mede 1,72m. É facilmente julgada como alguém frágil, e de certa forma estão certos.







História:
Remanso. Era assim que o mundo lhe pareceu durante três anos de sua vida.
As cores? Sim, eram lindas. Tinha sorte de não ter nascido cega. Os sons que podia produzir? Nem tanto, já que ela mesma não poderia ouvi-los e só pôde falar ‘compreensivelmente’ aos cinco. O dinheiro para os aparelhos auditivos nunca foi um problema, tendo sua mãe. Alma nunca gostou muito dela. Embora uma mulher detalhista e um mecânico fizessem um par perfeito, era irritante.
Oh, sim. Darya D’ Luvin e Ellis Kirsch, o casal ideal e contraditório ao mesmo tempo. Ela era uma modelo; Ele vivia sujo de graxa. Ela já havia viajado pelos seis continentes; Ele passava a semana inteira dentro da oficina, e odiava sair. Talvez a surdez tenha sido uma benção, que lhe ajudou a sobreviver naquela casa.

Suas atitudes sempre foram precoces. Na mesma idade em que começara a se comunicar normalmente, beijara sua colega de classe por curiosidade. Isso foi aos cinco. A mesma época em que sua mãe resolveu deixa-la aos cuidados de seu pai e continuar viajando, o que levou a mesma a ter aulas particulares em casa. Ou melhor, a como consertar a bateria de um carro, pois aparentemente seu pai estava mais empolgado em lhe transformar em sua assistente hidráulica do que ensinar a tabela de multiplicação.
Aos nove, bem, era visível que já havia sido contaminada. Seu único destino fora de casa era o supermercado, a sorveteria e o correio, para receber as peças mais rapidamente. Perdera as contas de quantas vezes esquecera seus aparelhos auditivos na oficina e acabara em situações perigosas com muitas chances de se dar mal.
Embora tiver sido arrastada por um bêbado até um clube de strip-tease nunca tenha entrado na sua lista de problemas. Seu pai sempre acordava nu não importava quantas vezes reclamasse, então acabou sendo cotidiano. Mesmo quando um ano depois, um cara que seria seu meio irmão dormiu com outros dois caras na sua cama. Sem problemas; contanto que não abrissem seu armário. Pois ela teria problemas por matar alguém com ferramentas pesadas que não deveriam ficar em uma tábua de madeira.


Todo período da guerra o período da guerra foi lento.
Durante um tempo, tudo que acontecia era a mesma coisa: Ela encolhida nos braços de seu meio irmão, ele fazendo coisas estúpidas para deixa-la segura, e olhos vazios aonde quer que fossem. Certo, afinal quem se daria o trabalho de retirar os cadáveres daqueles que morreram do chão? Definitivamente não as gangues com quem morava agora. A única imagem que vinha à sua mente quando pensava em ‘casa’ era um ônibus amarelo arrebentado contra uma oficina.
Realmente era sortuda. Sempre que quisesse se desligar do mundo e não ouvir os gritos, precisava apenas retirar seus “Fones Internos” e “Bum!”. O silêncio eterno. O mesmo silêncio que aconteceu quando o teto sobre sua cabeça desabou, e ela acreditou que estava morta.


15 dias. Esse foi o tempo em que ficou em coma.
Como diabos ainda estava viva? Bem, ainda agradece ao Senhor Orlan todas as vezes que o vê. Era inacreditável que os Justos tenham lhe deixado viva com a gravidade da escassez de suprimentos, e mais surpreendente ainda que seus aparelhos auditivos tenham sobrevivido ao desabamento!
Após aprender sobre as regras ( que não gostou muito ) e o tipo de sistemas dos rudistas, imediatamente tentou se alistar em um específico, o que não deu muito certo devido à sua idade.
No início, permaneceu na cidade como um Inativo, e não seria mentira se dissesse que tentou escapar para a superfície várias vezes. Depois, o alistamento também não funcionou. De alguma forma o Senhor Orlan ( que havia se tornado o adulto que possuía sua guarda ) a fez trabalhar como uma Lavandeira e a impediu de tentar o cargo que realmente queria.
Quando finalmente pôde fazer os testes, a resposta foi um tapa na sua cara.

Os motivos de não ter se tornado uma Exploradora?

A) Sua “condição especial” mais conhecida como surdez. Seus aparelhos auditivos eram claramente visíveis, e se em uma possível batalha ou acidentalmente os perdesse, seria quase como pena de morte.

B) Sua “saúde frágil”. Alma sempre possuiu pressão baixa, e se não se alimentar corretamente, irá desmaiar. Assim como forçar seu corpo para além de suas capacidades, como correr continuamente além de 3 km ou fazer exercícios físicos sem parar.

C) A má reputação adquirida através dos desagradáveis boatos de que repassava produtos ilegais para outros jovens. Não é de hoje que os Justos Reais ouvem reclamações sobre o comportamento alterado por uso de drogas dos outros adolescentes e adultos e suspeitam da mesma. Mas como nunca tiveram provas, não podem acusa-la ou puni-la. Até porque Alma é uma das poucas mentes com o conhecimento necessário que possuem.

Então ali estava ela: 17 anos e uma “valiosa” mecânica suspeita por distribuir drogas. A vida não é maravilhosa? Nunca poderia ir até a superfície procurar por seu meio irmão, e os superiores não davam a mínima para isso.
Mas quer saber de algo? Dane-se. Faria o seu trabalho. Os deixaria o mais desconfortável possível. Na primeira brecha que encontrasse, sairia daquele buraco debaixo da terra. Afinal, ferramentas de ferro podem causar sérios danos para a saúde.


Personalidade:
Embora não deixe transparecer, Alma é bastante sensível em relação à reclamações. Apenas um aviso por estar em um local na hora errada? É o suficiente para deixá-la de boca calada durante as próximas 3 horas, embora isso não a faça repensar em suas ações. Mas o mesmo termo não se aplica à quando você está no ‘território’ dela. Lá, se reclamar de algo, será como entrar em uma sala cheia de vespas. Cada resposta que ela der é como uma ferroada, e pode até começar a jogar ferramentas em você. Se fosse para ser pacífica ela estaria no oceano.
Costuma sempre chegar atrasada. Sempre mesmo. Porém, traz consigo o que você deseja. A solução para seus problemas? Está com ela. O objeto que você precisava? Veio junto. A salvação que necessitava? Uma chave de fenda serve muito bem para causar traumatismo craniano.
Assim como, inalteravelmente, ela irá chegar com impacto. Não importa se estiver coberta de lama pelo corpo inteiro, mesmo se estiver sem um membro ou quase desmaiando.
Ela irá chegar com impacto.

Possui um sério problema com respostas para discussões e sempre as perde. Por isso procura evita-las o máximo possível. Quando está de mau humor, apenas responde um ‘Hum’ para não começar uma briga quando não está com vontade. Ela é do tipo que fica sem argumentos, mas quando está terminado, as respostas perfeitas surgem em sua mente e a martirizam.
Seu pior pesadelo é seu pior inimigo: As pessoas de língua afiada.

Definitivamente não gosta de matar. Não sente nojo por corpos ( já que havia olhado para muitos deles ), mas não pretende ir até esse ponto contra alguém. O mesmo não se aplica à causar ferimentos graves.
Sua linguagem não é muito nem pouco formal. Dependendo de quando você entrar em seus aposentos, se ela estiver nervosa com uma peça, xingará um pouco. Afinal, seu meio irmão xinga por dois.

Ah, e ela detesta Siscon's.

“Eu posso fazer isso, e isso também. E aquilo... Ei você! Não toque nisso! Apenas eu posso fazê-lo funcionar!”



Habilidades:
Suas mãos pequenas e experientes tornam tarefas que necessitariam de delicadeza, fáceis. Seu pai não a ensinou tudo, mas agora aprenderia de um jeito ou de outro, mas pelo menos ainda sabia que um parafuso hidráulico tinha mil e uma utilidades.

Possui um ótimo equilíbrio. Costumava praticar Slackline.

Gostos:
• Se equilibrar em locais aparentemente de risco, como muros bem altos, telhas soltas e cordas finas.

• Silenciar alguém com um argumento correto. Geralmente não se sai muito bem em brigas, e quando consegue fica bastante orgulhosa de si mesma.

• Dormir durante conversas importantes. Por algum motivo é mais fácil pegar no sono sabendo que irá deixar alguém irritado.

• Beber um bom Cappuccino de chocolate quente a qualquer momento.

• Naquelas horas em que você está com o saco tão cheio que não quer ouvir mais nada, gosta de tirar seus aparelhos auditivos e sair andando. Literalmente não escutando nada.

Desgostos:
• Quando o conserto de alguma peça é requerido e quando está terminado, dizem que não é mais necessário. Já aconteceu 5 vezes. Isso a deixa puta de verdade.

• Crianças birrentas. Simplesmente não suporta ficar ao lado de pirralhos que querem porque querem algo. Se não a deixarem sair do local, a coisa fica feia amigo.

• Ter que explicar como funciona as peças que utiliza e o que está fazendo. Não tem paciência para isso.

• Qualquer um que mexa em qualquer coisa, em qualquer hora, em qualquer situação no que ela pôs nos lugares. É como atravessar o inferno para achar aquilo que não está onde deixou antes! Por isso a entrada em seus aposentos é terminantemente proibida. Se quiserem falar com ela, a chamem. Mesmo que esteja dormindo.

• Ser acordada quando está dormindo.

Função rudista:
Mecânica.

Opinião sobre os astúciadores:
Sua opinião está dividida em duas: Para aqueles que são como seu meio irmão, e para aqueles que são como as gangues. Alma sabe que existem boas pessoas lá em cima, a maioria apenas abomina a ideia de trocar o céu aberto e o ar puro por um local fechado e abafado, e em parte, concorda com eles.
Mas também há aqueles que são ruins, e perderam a linha entre o certo e o errado. Para ela, é desperdício de tempo tentar argumentar contra os mesmos.

Motivo de ter escolhido o sistema rudista:
Não o escolheu, o fato de permanecer entre eles foi devido a ter sido resgatada pelos mesmos e não pode sair.

Abandonou alguém na superfície? Se sim, quem? Tinha algum parentesco com essa pessoa?
Sim, Aaron Pavel. Seu meio irmão.

Trairia alguém para sobreviver?
Dependeria da forma que a pessoa a trata. Se fosse ignorante e não gostasse dela? Bem, 87% de chance. Se não? Ainda restam 13%.

Algo mais?
Nop.

Escutando: Nightcore - Black Magic ( Little Mix )

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