~Meives

Meives
Nome: Alice
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localiza├ž├úo: S├úo Jos├ę do Rio Preto, S├úo Paulo, Brasil
Aniversário: 25 de Dezembro
Cadastro:

Ficha 💎 Forbidden


Postado


Essa história se passa no ano de 2258, após uma guerra entre aberrações e humanos, -tal guerra aconteceu em 2249- que na qual as aberrações foram bem sucedidas e os humanos viraram seus escravos. Antes, a humanidade estava extremamente avançada em casos de tecnologia, e tudo ia extremamente bem, ate a primeira aberração aparecer, e após dessa muitas outras vieram, e o governo as conteve, e as prenderam enquanto faziam experiencias terríveis com elas, mas foi ai que eles cansaram, e então se revelaram contra a humanidade, e foi assim que os seres das trevas tomaram a luz, e foi assim que começamos a viver nas trevas.

Atualmente quem governa o mundo são os vampiros e lobisomens, além de infinitas outras especies, eles se apoderaram de tudo que havia na Terra e agora a humanidade era sua escrava e não o contrario. Mas esses seres ficaram escondidos durante muito tempo, os civis não sabiam de sua existência e não tinham culpa do que acontecia com eles, mas eles não ligaram.

O primeiro ataque foi durante uma madrugada de Outono na magnifica cidade luz. E foi ai que começou a batalha, e quando o destino de uma garota de sete anos foi trassado pela eternidade.



Era outono e o vento forte e frio batia na janela da grande casa insistindo para entrar. Uma menininha de longos cabelos violetas se aproximou da janela e quando a destrancou, a janela se abriu brutalmente chocando o vento frio com a pela quente do rosto da menina. Com seus grandes olhos vermelhos, ela encarava atentamente o imenso jardim de sua casa, podia jurar que tinha ouvido alguém a chama-la pelo nome, mas, tudo oque via era a completa escuridão, ficou chateada, pensou que o veria novamente. O estrondo da janela batendo na parede alertou os pais da garota que correram para o quarto da mesma. E quando chegaram, encontraram a filha a beira da janela.

-Selene! - Chamou sua correndo para a garota e a pegando no colo. Já seu pai correu e fechou a janela rapidamente.

-Quantas vezes temos que dizer? Esta muito frio lá fora! - Seu pai exclamou estressado deixando a menina receosa.

-Tinha alguém me chamando papai! Eu juro que ouvi! E vi ..... - Selene sussurrou as ultimas palavras. Sua mãe a encarava preocupada, já se pai passou a mão no rosto tentando se acalmar.

-Ta, ta tudo bem. Mas deixando isso de lado. É melhor voltar a dormir, tem aula amanhã. E lembre de sua apresentação na Opera! - O homem moreno se retirou do local deixando a esposa e a primogênita a sós.

-Papai não acredita em mim. - Comentou triste Selene enquanto apertava forte o lençol da cama.

-Minha querida. Ele só esta cansado, mas olhe pelo lado bom! Eu acredito em você! - Colete passou a mão no rosto redondo da filha, e com um lindo sorriso deixou a filha mais tranquila. - Agora durma! Amanhã será um grande dia. - Com um beijo doce depositado em sua testa pela mãe Selene retornou a dormir.

Mau sabiam elas que não teria amanhã.

-Selene!

Um sussurro que quase não se ouvia, mas Selene sim, era seu nome. Mas ela queria se recusar a levantar, pensava que era somente sua imaginação pregando uma peça com sigo.

-Selene!

Chamou pela segunda vez a voz, dessa vez ela era mais alta, e agora podia-se saber que era um homem que a chamava. Por pura teimosia, Selene se levantou, e foi ate a janela. Dessa vez uma luz de seu quintal estava ligada, e do meio do escuro uma figura saiu. Um belo homem com olhos azuis turquesa e lindos cabelos loiros como sol. Ele sorria em direção a janela da menina, e ela retribuiu o sorriso.

-Ririe! - Exclamou baixo sorridente em ver novamente o amigo.

O homem loiro a chamou com a mão para que ela fosse para fora. E por pura teimosia ela o obedeceu. Pegou seu casaco e em passos rápidos e silenciosos foi ate o jardim da casa. Estava frio, muito frio, mais tão frio que podia ver sua respiração. Foi ate a parte do jardim onde o viu, e lá estava ele. Abriu um enorme sorriso e foi ate o mesmo correndo e pulou em seu colo o abraçando.

-Pelo visto sentia saudades de mim!

-Sim senti! Mas, porque não veio antes?

-Tinha coisas pendentes para resolver. - O loiro se abaixou para ficar na altura da menina. - Você cresceu!

-Sim! Exatos dois centímetros! Com mais cinco eu estou do seu tamanho. - O homem riu da menina fazendo carrinho em sua cabeça.

-É pode ser, quem sabe? Sele! Preciso que venha com migo! - O olhar do loiro ficou serio, e um ponto de interrogação martelou a cabeça da pequena.

-Uh? Porque?

-Não tenho como explicar isso! Mas preciso que acredite em mim! - Ante da pequena responder, a atenção dela foi chamada por uma explosão forte, que vinha da parte da frente de sua casa. Por impulso ela acabou deixando o rapaz e correu para casa.

-Mamãe? Papai? - Entrando ela recebeu uma grande surpresa. Seus pais corriam de um lado para o outro com seus irmãos. - Oque esta acontecendo?

-Paris esta sendo atacada! Venha! - O pai de Selene a pega pelo braço e a puxa para fora de casa, enquanto a garota ainda não entendia nada. - Venha Lincon! - Richard chamou o cachorro da família que o obedeceu na hora.

Chegando na garagem, Selene podia ver flash do lado de fora pelas janelas do local. Se pai a colocou em dentro do quarto junto aos irmãos. E logo depois seu cachorro, e então entra com sua mãe. Richard ligou o carro e pisou no acelerador. Saíram em disparada rua a fora, onde puderam ver oque acontecia por de traz daquelas explosões. Um homem ordenava que seres desconhecidos abrissem fendas no céu e lançassem raios pulverizadores. Por todos os lados se via pessoas correndo e aquelas que eram pegas pelos raios se transformavam em pó. Enquanto meu pai desviava de tudo e de todos pela estrada movimentada por gritos de socorro e terror. Ate que o chão se rachou e acabou fazendo o carro deslizar e capotar. Por sorte ninguém se machucou. Richard sai do carro e tenta tirar a família, quando ia abrir a porta de traz do carro, ele é pego por algo, na verdade é por alguém. Selene viu seu pai ser suspenso no ar, mas ela somente podia ver o pés do pai e da pessoa que o pegará, gotas de sangue começaram a cair e manchar o chão. Preocupada com o pai, Selene tenta ajudar e consegue sair do carro depois o restante saiu. Selene se desesperou ao ver seu pai caindo no chão. E quando pode ver o rosto do agressor. Seus olhos vermelhos se arregalaram. Era Ririe, quando os olhos dos dois se encontraram os azuis do rapaz se assustaram, mas não tanto quanto Selene.

-Sele? - Com sua boca suja de sangue, Ririe pronuncia seu nome, e nem se quer uma vez na vida sentiu tanto nojo ao ouvir seu nome.

Selene se ergueu com os olhos lagrimejando. Não acreditava que seu amigo era um Amaldiçoado, e era do pior tipo possível. Um Vampiro.

-Sele?

-Para ..... Não me chama assim! Porquê? - Ririe nada disse, é claro que ele se sentia culpado, na verdade ele era, mas isso é uma ordem, e uma ordem de seu pai. Ririe deu um passo para frente enquanto Selene deu um para traz. - NÃO VENHA! Eu te odeio Ririe! - Selene nunca pensou que tais palavras um dia sairiam de sua boca, ainda mais em relação ao seu amigo. É claro que o rapaz se encontrava surpreso e ate meio triste, mas como um vampiro ele não podia deixar transparecer. Num piscar de olhos o loiro tinha sumido. Selene correu ate o corpo morto de seu pai. E colocou a cabeça dele em seu colo, estava tão furiosa e triste que nem se lembrava do restante da sua família. Ate que um barulho alto a tirou do seu transe.

Sua mãe gritou, Selene se virou e viu seus irmãos sendo levados por uma especie de Ogro e sua mãe chorando extremamente, com seu cachorro Licon que também falecia. Ela correu em direção a mãe, mas antes pegou o medalhão de seu pai. Quando ficou ao lado da mãe, outro Ogro apareceu ordenando que a pegassem. Sua mãe a pegou pelo braço e a puxou e ambas saindo correndo, mesmo que Selene falasse que era para voltar e pegar o corpo do pai.

-Pegue-na!

-Não! As deixe ir.

-Mas senhor, é a ordem de vosso pai!

-Devemos mudar as ordens de vez em quando. - O rapaz loiro ficou encarando as duas correndo para longe.

Correram por muito tempo, ate que conseguiram achar abrigo. Daquele dia em diante, Selene jurou que veria Ririe mais uma vez, e dessa vez será definitivamente a ultima. Depois de tudo aquilo, esse acontecimento ficou conhecido como "O Primeiro Tempo", mau sabiam que esse era o primeiro de outros.

"Não importa. Mesmo que sua vida esteja um mar de rosa, tudo numa hora acabada. E nada, nunca é ruim demais que não possa piorar"




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