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Harém é minha paixão
Nome: Mislaine Benetti
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Sexo: Feminino
Localização: Jacarei, São Paulo, Brasil
Aniversário: 19 de Setembro
Idade: 31
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O último laço


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O último laço

Bom dia meio tarde kkkkkk, Bom esse jornal é um pedido da minha leitora fofa @blackstarhero que queria a cena completa do Chan na tenda, mas que não posso colocar na fic por que é 16 hehe, então vou deixar só hoje aqui, assim seja rápida e leia hahaha
Beijinhos!!!!


O último laço

Nana deitou sobre o corpo dele e lhe sorriu suave:
_Me faça sua Chanyeol, tome o que já é seu.
Ela beijou sua boca antes de despi-lo da túnica e voltar com a boca ao tórax dele mesmo que um pouco incerta sobre o que fazer e sentiu suas mãos percorrer sua cintura com frenesi, ansioso, porém deixando uma marca de calor onde tocava. Então ele a puxou e capturou sua boca com fome. Ele tinha sabor de pecado, tinha sabor de homem e ela queria derreter em seu calor, em seu corpo.
Sentiu sendo despida, mas não deu importância a isso, queria ficar nua com ele, queria que ele a consumisse e o desejo que ardia nela aumentou enquanto ele a arrastava para baixo e arrancava o resto de suas próprias roupas ao mesmo tempo em que a mordiscava em vários lugares. E então ele passou a lamber, e morder e lamber tirando sua sanidade em minutos. Ela tremia, gemia e o arranhava sôfrega.
Chanyeol a faria mulher e ela não imaginou que ficaria tão ansiosa por aquilo.


Ele fechou os olhos estremecendo com o corpo da sua rainha rente ao seu, ele não conseguia lutar contra o desejo, ele ansiava por ela tempo demais. Vencido pela ânsia e com o corpo nu rente ao dela, pele com pele ele permitiu que o seu cheiro, o seu calor e sua pele sedosa embriagasse a dele como só uma verdadeira fêmea podia fazer. Ele beijou todo o seu corpo, se demorou nas partes mais sensíveis até arrancar gemidos dela para atiçar ainda mais sua vontade. Tocou cada recanto daquela mulher, sua mulher gravando em sua memória cada pequena reação dela, cada suspiro, cada gemido e cada respiração. Ele fez amor com a boca dela antes de fazer o mesmo com sua delicada e pequena parte recoberta por uma penugem rala e macia. Ele a deixou gritar, se retorcer, e devorou cada pedaço do seu prazer até que ela se entregou ao êxtase em sua boca e ele lambeu cada gota da prova de sua submissão, da sua entrega, dos seus gritos enquanto a onda mais forte de energia que já sentiu invadiu seu corpo o deixando ainda mais excitado do que já estava. Era calor líquido em sua forma mais pura entrando em cada poro do seu corpo como labaredas incandescentes. E ele deixou-se queimar enquanto ela própria ardia em seu orgasmo poderoso. Ele deixou-se queimar por que sabia que aquele era seu último laço, o que faltava e que ataria sua vida completamente a sua rainha. A sua mulher.
_Deixe-me amá-la Nana, deixe-me tomar o seu corpo no meu.
_Meu corpo é seu, meu rei.
A resposta dela foi à última gota d’água. Chanyeol ergueu o corpo lânguido até deixá-la de joelhos a sua frente. Ele falou baixo, evitando soar imperativo com pouco sucesso, tinha esperado tempo demais...
_Curve-se minha rainha, e me diga se eu for muito rápido.
Ela ofegou, mas fez o que ele pediu.
Custou todo o seu controle esperar o seu tempo, então tocá-la de novo para deixá-la excitada mais uma vez e só então ele se permitiu penetrar no corpo dela, lento e com calma, deixando o prazer devorá-lo com intensidade e sua parte mais selvagem que vivia controlada em correntes invisíveis durante quase toda a sua vida foi um pouco solta para usufruir daquele momento também.
Quando a possuiu por inteiro, ele próprio gemeu com a sensação entorpecente de lar ao redor dele, como uma luva macia, justa e quente como o mais sublime dos paraísos. E então e só então, ele deixou seu instinto natural dominante vir à tona.


Nana se sentia em choque com a dimensão do prazer que não esperava sentir. Sob ele e totalmente a sua mercê ela se sentiu livre como nunca se sentiu em sua vida. Ele a penetrou lento a princípio e ela quis pedir, implorar que ele fosse mais forte e então quando finalmente ele fez, ela se esqueceu do mundo lá fora dentro da sua bolha de prazer e deixou-se cobrir com a euforia de ser possuída de verdade por um homem. E era o céu. E o inferno em toda a sua glória ardente.
Ela perdeu a noção do tempo, de lugar e gemia descontrolada em busca de mais daquilo e esperando que durasse para sempre. Mas seu corpo tinha vida própria agora e quando ele com uma das mãos tocou em um dos seus seios com firmeza, ela se deixou cair mais uma vez, sôfrega e desesperada se agarrando mais nas almofadas, enquanto sentia ser invadida por mais calor. Ele disse seu nome em tom ofegante e ela sentiu seu corpo estremecer sabendo que ele tinha encontrado o mesmo ápice que o seu. Seus joelhos cederam, mas ele a agarrou antes que caísse.
_Calma amada. Cuidado - Ela sentiu ser erguida e então deitada de lado com cuidado – Pronto.
Ele lhe deu um beijo no ombro, cobriu ambos com o lençol do catre e a apertou em seu peito.
_Vamos dormir?
_Só se quiser.
_Estou sem sono, cansada mais sem sono.
Ele riu e então ela sentiu ser beijada novamente, dessa vez no pescoço.
_Descanse um pouco...
_Não temos tempo Channy, não quero descansar, eu quero você.
_Você me tem Nana você me tem, sempre me teve e sempre me terá.

[...]

Escutando: EXO - Transformer

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