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MADDOX
Nome: [and]ressa |-/
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Formosa, Goiás, Brasil
Aniversário: 24 de Dezembro
Idade: 18
Cadastro:

WILLOW MADDOX FOR RECOVERY


Postado

WILLOW MADDOX FOR RECOVERY

Nome completo:

Willow Maddox

Idade (17 a 25):

24 anos

Apelido:

Will ou Low

Aparência (foto/gif + descrição)




Porte alto, 1,73 de altura, magra, mas curvilínea. Cabelos longos e loiros, grandes olhos esverdeados, rosto e nariz finos, lábios bem desenhados, pele clara e empalidecida. Ela possui algumas tatuagens espalhadas por seu corpo; braços, pernas, costas, nuca e pulsos. Tem um suéter favorito que nunca o tira do corpo, mesmo estando gasto e remendado, em tempo congelante ou quente como o inferno.



Photoplayer: 

Amber Heard.


História (Conte o motivo de seu/sua personagem ter parado dentro da clínica psiquiátrica)?

Filha única, Willow ficou órfã aos cinco anos de idade, sendo assim, fora levada para um orfanato por não ter parentes acessíveis ou que tenham se interessado por sua guarda. Ficou sendo mantida até os 16 anos, sendo levada para cinco lares adotivos diferentes e devolvida por todos, denominada como uma garota tóxica e problemática. Mesmo que pela lei tivesse que ficar até os 18 anos, mas ela mesma buscou sua carta de alforria. Ela fugiu em uma noite, vagando pelas ruas, conhecendo pessoas e cometendo crimes que nunca pensou que fosse apreciar. Em uma de suas noitadas, ela conheceu Bliss, uma garota com aura obscura, um rosto bonito e um sorriso que era carregado de malícia e alerta de perigo. Foi por ela que Willow se afundou, literalmente. Após viverem um amor intenso e caloroso, em um passeio pelas estradas, como de costume, a morena propôs a sua parceira saltar do alto da ponte, para assim, provar que uma amava a outra. Willow negou, ela não queria fazer aquilo, mas Bliss ficou na beirada da ponte e gritou: ''eu te amo, porra!''. Quando a menina caiu na água, sua namorada correu para encontra-la na beira do lago, mas não havia sinal dela. Ela gritou, entrou na água e procurou por seu corpo, mas nada nunca foi encontrado.
A família de Bliss era extremamente religiosa e culpou Willow pela morte de sua filha, quando encontrou a mesma chorando no alpendre de sua casa, agarrada a sua camisa, pedindo perdão por não ter ido com ela ou tentado lhe impedir. Pela acusação e pela falta de provas, a loira fora levada para um reformatório. Sua entrada causou reboliço entre as demais garotas, e seu jeito de pouco se importar com as pessoas ao redor causou a ira de uma das mulheres mais temidas. E ela, uma menina de 17 anos não tinha muita escolha, era obedecer ou apanhar. A garota escolheu revidar. Não era para ter sido algo sério, mas ela pediu para que a mulher se afastasse, pois naquele dia ela não estava tendo um bom humor, afinal, fazia 12 anos desde a morte de seus pais naquele maldito acidente aéreo e ela sentia-se culpada por ter perdido mais uma pessoa. E no meio do refeitório, ela apanhou o garfo que afastava os legumes no prato e atingiu a mulher, bem em sua jugular, como se tivesse sido planejado. Como se saísse de si, ela não parou com os golpes e o vermelho do sangue se igualava ao vermelho que ela via.
Diagnosticada com Transtorno Bipolar I, ela, a sete anos, é mantida trancafiada dentro de um quarto em um manicômio. Enfrentou um processo judicial, e só não fora presa por sua pouca idade, mas nunca lhe disseram que tudo foi por sua doença, pelo contrário, sempre a viram como louca e uma assassina.

Personalidade: 

Dona de uma personalidade forte e uma língua afiada, Willow desafia todos a sua volta, até mesmo aqueles que sempre se certificam de lhe colocar algemas quando a tiram do quarto, pois sabem que ela é agressiva e esperta, sendo mantida por muitas vezes em uma camisa de forças ou no quarto do pânico por mau comportamento.
Os cigarros são sua escapatória e um dos guardas consegue alguns maços para ela, que acha graça quando ouve palestras educativas dos psicólogos e psiquiatras sobre o quão ruim é para ela o vicio pela nicotina.

Orientação sexual: 

Bissexual

Deseja par? Relação com o seu par: 

Não. Willow não consegue e não gosta de se envolver com pessoas; não mais.
Segundo ela, amar é ser fraco. Entregar-se para alguém é como entregar as armas e estratégias de derrotá-lo a quem quer lhe destruir. Ela já viveu o amor, e sabe como ele marca a vida das pessoas, para sempre. E isso não é bom.

Traumas?

Aos treze anos fora abusada sexualmente por um dos enfermeiros que visitava as crianças no orfanato. Ela contou para uma das freiras, mas ninguém acreditou nela, taxando-a como uma garota problema que não viam a hora de se livrar. E, sorrateiramente, para espantar a dor de ter sido violada, ela fez marcas em seu corpo, como se pudesse iguala-las as marcas de sua alma.
Ela teme também rios, mares, piscinas. As lembranças daquele dia ainda a torturavam.

Relação com Hope Frisbey (minha personagem):

Vizinha do quarto ao lado. Vez ou outra, Willow consegue ouvir os gritos de Hope, durante a noite. Ela não se assusta ou se incomoda, pois, as vezes, ela se recusa a fechar os olhos para não ter que lidar com seus próprios demônios.
Ela havia visto algumas vezes a ruiva, tentou até acalmá-la uma vez, não que ela se importasse ou algo do tipo, mas ela sabia que a garota estava enfrentando problemas que a deixavam fraca. Sabia que ela estava se entregando ao medo, coisa que um dia ela também fez.

Vícios:

Cigarros.

Medos e manias: 

Medo do homem que a violou voltar e terminar o que começou. Medo de ser fraca e permitir que aquela voz, a mesma que sempre a atormenta, consiga armadura que a protege de si mesma.
Sua mania é sempre revirar os olhos e soprar os fios de seus cabelos que caem em eu rosto enquanto gesticula ao falar ou dá de ombros para as pessoas que pouco lhe interessam. Gosta de se sentar em um dos bancos do jardim, sozinha, apenas com um filtro de cigarro entre os dedos, observando as folhas das árvores balançarem conforme a brisa as sopra.

Qualidades e defeitos:

Ela é sincera, não costuma aflorar as palavras apenas para agradar, pois isso não lhe satisfaz. Ela é forte, determinada, audaciosa e sagaz, ao extremo. Raramente chora, mas quando chora, é porque realmente está ferida, e não fisicamente, mas emocionalmente. Ela é inteligente, sendo assim, vez ou outra faz analogias sobre a vida, fazendo perguntas retóricas aos enfermeiros, psiquiatras ou até mesmo pacientes que sabe que não irão lhe responder, tampouco é isso que ela quer. Ela apenas gosta de pensar, refletir ou rir sozinha. Ela é justa, não gosta de ver pessoas sendo destratadas ou julgadas, pois ela sabe bem como é isso.
Seus defeitos são simples, ela é irônica e cruel. Ela aprecia deixar as pessoas desconfortáveis com sua sinceridade excessiva. Seu humor oscila de hora em hora, e na maioria das vezes, ela não gosta de se socializar com os demais pacientes, mesmo em atividades conjuntas.

Tem noção que seu personagem pode vir a morrer?

Sim.

Tem noção que seu personagem pode vir a ser o assassino?
Sim

Favoritou a fanfic? 

Sim.

Algo a mais?

Não.



Escutando: No Way
Lendo: Métrica
Comendo: Sempre minha Amber Laura Heard
Bebendo: Água

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